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Crianças e adolescentes acolhidos participam de ação para comemorar os 36 anos do ECA

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Promover uma tarde de lazer no Sesi Lab com atividades de lúdicas e educativas, reforçando a importância de garantir os direitos de crianças e adolescentes. Esse foi o objetivo de um evento promovido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) nesta sexta-feira (7/8), em alusão aos 36 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Cerca de 80 crianças e adolescentes acolhidos em 11 instituições parceiras da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) participaram da comemoração, no Setor Cultural Sul. “A Sedes atua diariamente para fortalecer essa rede de proteção e garantir que os acolhidos tenham seus direitos assegurados, mas também possam vivenciar momentos de aprendizado, cultura, lazer e descoberta. Iniciativas como esta mostram a importância da atuação integrada entre as instituições para construirmos uma sociedade que cuide e respeite nossas crianças e adolescentes”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Social substituto, Rafael Rodrigues. Participaram do encontro jovens e integrantes de projetos institucionais | Foto: Divulgação/Sedes-DF O encontro reuniu jovens em medida protetiva de acolhimento, em cumprimento de medida socioeducativa e participantes de projetos institucionais da Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude (PJIJ), além de profissionais que atuam na rede de proteção infantojuvenil do Distrito Federal. “É um dia especial. Aqui no Sesi Lab é a primeira vez, mas todos os anos, a gente faz essa comemoração com toda a rede do sistema de garantia de direitos aqui do Distrito Federal. E eles vêm animados porque é um passeio lúdico voltado para criança e adolescente”, destaca a gerente do Serviço de Acolhimento de Crianças, Adolescentes e Jovens da Sedes, Brigida de Freitas. O Sesi Lab é um espaço que conecta arte, ciência e tecnologia, onde o público pode interagir com equipamentos que explicam, na prática, diferentes conceitos científicos, fenômenos naturais e sociais. Durante a ação, os participantes puderam explorar os espaços e as instalações interativas do Sesi Lab, vivenciando atividades que unem ciência, tecnologia, criatividade e cidadania. Acolhido no Lar São José, organização parceira da Sedes, há cinco anos, Arthur Gabriell Martins Almeida aproveitou o dia para se divertir. “É muito bom, eu já fui em uns quatro eventos de aniversário do ECA desde que entrei no abrigo. Eu amo porque gosto de ver gente nova, de ver gente bonita, gosto de me divertir, de brincar. Toda vez que venho nesse local é muito massa”, conta. “Aqui temos vários parceiros e o projeto de extensão da Universidade de Brasília, com vários jogos, além do próprio Sesi Lab, que tem esse museu cultural que as crianças podem visitar. Nós já promovíamos esse evento em alusão ao aniversário do ECA na sede da Promotoria da Infância e da Juventude, só que de uma forma muito menor, agora, tivemos essa oportunidade de ampliar e trazer mais crianças e adolescentes. A Promotoria da Infância e da Juventude trabalha com crianças e adolescentes que estão em serviços de acolhimento, em serviços de fortalecimento de vínculos, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas. E são essas crianças, esses adolescentes que hoje estão aqui para celebrar os seus direitos”, destaca a promotora de Justiça, Luiza de Marilac, do MPDFT. No local, os participantes também puderam apreciar a exposição Territórios da Construção de Si, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o MPDFT. Acolhida na Casa de Ismael desde 2021, Mariana de Souza, de 17 anos, é pesquisadora social do projeto. “O foco do nosso projeto é dar mais visibilidade para os adolescentes que já passaram ou que ainda estão no acolhimento. E também trazer mais falas sobre direitos que adolescentes, às vezes, não conhecem ou que não têm acesso”, pontua a adolescente.   *Com informações da Sedes-DF

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Adote Uma Praça: sucesso de público, Sesi Lab fomenta a economia criativa no entorno do museu

A transformação de duas praças adjacentes ao Sesi Lab, no Setor Cultural Sul do Plano Piloto, tornou-se um dos exemplos mais expressivos do impacto do programa Adote Uma Praça, do Governo do Distrito Federal (GDF). Há três anos, o museu adquiriu o prédio do antigo Touring Club e aderiu à iniciativa, recuperando as praças para uso coletivo. O local passou, então, a abrigar atividades gratuitas ao ar livre, o que fortaleceu o corredor cultural que inclui ainda a Biblioteca Nacional e o Museu Nacional da República. Além de ampliar a convivência e o acesso à cultura, a adoção impulsionou a economia criativa. De novembro de 2022 até agora, o Sesi Lab recebeu cerca de 122 mil estudantes em visitas educativas e ajudou a movimentar R$ 177 milhões no setor cultural, atendendo tanto moradores do Distrito Federal quanto turistas. Segundo o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira, o programa reforça o papel social do espaço urbano. “Quando empresas, organizações e cidadãos participam do cuidado das áreas públicas, o resultado vai muito além da manutenção. A qualidade de vida melhora porque a convivência se fortalece. Além disso, a iniciativa privada que adota uma área insere sua marca, mas o ganho é coletivo: a população passa a ter locais organizados para lazer, atividades educativas e integração social”, afirma. Além de ampliar a convivência e o acesso à cultura, a adoção impulsionou a economia criativa | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Para a coordenadora de exposições e ações culturais do Sesi Lab, Carolina Villas Boas, a adesão ao programa permitiu que o museu se conectasse ao espaço público e ao cotidiano da cidade. “As áreas hoje funcionam como extensão da experiência do museu, abertas às pessoas que passam pelo Setor Cultural Sul e às famílias que se apropriaram do lugar. Isso possibilitou atividades externas, momentos de convivência e acesso para quem nunca teve oportunidade de frequentar equipamentos culturais”, explica. Novidades no Setor Cultural Sul Carolina adianta novidades ambientais para uma das duas praças adotadas, localizada entre o Sesi Lab e a Biblioteca Nacional. “Em 2026 teremos um sistema agroflorestal educativo, com quatro biomas brasileiros representados nos jardins. A proposta é que a praça também seja usada para educação ambiental”, revela. Outro ponto destacado pela coordenadora é que o local recebe públicos que não estão acostumados a consumir cultura. “A maior parte dos estudantes que recebemos é da rede pública. Muitos vêm pela primeira vez ao Plano Piloto. O uso do espaço público faz com que a experiência da visita comece antes da porta do museu.” Para a coordenadora de exposições e ações culturais do Sesi Lab, Carolina Villas Boas, a adesão ao programa permitiu que o museu se conectasse ao espaço público e ao cotidiano da cidade Frequentadores aprovaram a iniciativa Entre os frequentadores das praças ao redor do museu, dois pais chamavam atenção pela cena que formavam: Júlio César Fernandes, 36 anos, professor de educação física, e o amigo Guilherme Rodrigues, 48 anos, servidor público deram folga às esposas e levaram ao local um grupo de sete meninas, entre filhas e amigas delas. Elas que corriam entre os bancos, exploravam as instalações interativas e brincavam em volta das estruturas sonoras que amplificam a voz. Júlio contou que costuma levar a filha para explorar o espaço sempre pela manhã ou à tarde. “É uma extensão da nossa casa. As crianças brincam, exploram, aprendem. Para elas, isso é valioso. A cidade fica mais viva quando tem espaço público assim”, afirma. Guilherme, pai de duas das meninas do grupo, também frequenta as praças com as crianças durante o dia, mas costuma ir ao local em eventos noturnos com a esposa. “Eu venho sempre de dia com as meninas para passear. Mas à noite eu já vim para os eventos daqui, só com a minha esposa. São públicos diferentes, mas o espaço serve para todos”, comenta. Para ele, ocupar o espaço público de forma contínua contribui para preservar e qualificar o ambiente coletivo. “Usar é uma forma de preservar. Quando o espaço público é gratuito e com qualidade, a educação melhora, a cultura se aproxima e o bem-estar vira hábito.” Júlio complementou que a existência de um equipamento cultural acessível a famílias contribui para criar memórias e ampliar o repertório das crianças. “Para as crianças, isso aqui marca. A gente chega, deixa brincar, ver as experiências, conversar. Não é só o passeio. É aprendizado junto com diversão. Isso fica para elas”, afirma. Guilherme Rodrigues, pai de duas das meninas, frequenta as praças com as crianças durante o dia, mas costuma ir ao local em eventos noturnos com a esposa Exposições em cartaz: Clima: o Novo Anormal A exposição está em cartaz desde outubro e fica até o fim dessa semana (14 de dezembro). Ela convida o público a repensar a relação com o planeta diante da emergência climática global. A proposta é provocar reflexão, conscientização e, principalmente, mobilizar ações ambientais concretas. Clima: O Novo Anormal é uma adaptação brasileira da mostra Urgence Climatique, originalmente concebida pela Universcience e apresentada na Cité des Sciences et de l’Industrie, uma das mais importantes instituições científicas da Europa, localizada em Paris. No Brasil, a realização conta com o apoio da Embaixada da França. 40 Anos da Resposta Brasileira à Aids A mostra foi lançada em homenagem ao Dezembro Vermelho e fica em cartaz até 30 de janeiro de 2026. Ela reúne relatos de vida, documentos, obras de arte, campanhas históricas e experiências interativas que recuperam a memória coletiva da epidemia no Brasil. Palavras que Voam O Sesi Lab inaugurou em 6 de novembro a exposição Palavras que Voam: Acervo Aurélio Buarque de Holanda. Produzida originalmente pela Casa Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), a mostra é dedicada à celebração dos 50 anos do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Esta é a primeira vez que a mostra sai da Casa Firjan, que, desde 2018, é responsável pela guarda do acervo do dicionarista, marcando um momento especial para Brasília. A exposição fica em cartaz no Sesi Lab até 30 de março de 2026. Em breve A exposição dedicada ao grupo Palavra Cantada está prevista para janeiro, além da implantação do sistema agroflorestal nas praças adotadas.

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Expo Favela Brasília reúne empreendedores para promover a economia criativa do DF

O Sesi Lab recebeu, nesse fim de semana, a segunda edição da Expo Favela Innovation Brasília. A iniciativa foi realizada por meio de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a Projeto S.A e Central Única das Favelas (Cufa-DF) e promoveu uma verdadeira vitrine de ideias inovadoras, além de atividades culturais que valorizaram as raízes e o potencial das comunidades locais. Ao todo, mais de 2 mil pessoas passaram pelo evento. Além de oficinas, workshops e exposição fotográfica, foram realizados painéis de debate e talk shows sobre temas estratégicos, como educação, economia criativa, responsabilidade social, políticas públicas e inovação. Além de oficinas, workshops e exposição fotográfica, foram realizados painéis de debate e talk shows sobre temas estratégicos | Foto: Divulgação/Secti-DF “A Expo Favela Brasília 2024 reafirmou seu compromisso em conectar empreendedores das favelas com oportunidades reais de crescimento. Mais que um evento, tivemos um espaço de troca, visibilidade e transformação social. Com histórias inspiradoras e resultados expressivos, a expectativa agora recai sobre a final nacional em São Paulo, onde os representantes do DF terão a chance de levar suas ideias ainda mais longe, mostrando que das periferias nascem soluções que podem transformar o Brasil”, destaca Bruno Kesseler, presidente da Cufa DF e do Projeto S.A. A importância da participação social e da economia criativa para o desenvolvimento de políticas públicas que incentivem o empreendedorismo deram o tom da mesa-redonda “O futuro das economias emergentes: perspectivas do G20 para empreendedores da favela”. Durante o debate, o secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Alexandre Villain, destacou o papel das ações de inclusão digital e formação profissional a fim de que os produtos e serviços oferecidos pelos empreendedores locais tenham mais valor agregado. “Com o objetivo de estimular a criação de novos negócios e de oferecer noções de educação empreendedora, a Secti-DF tem implementado uma série de políticas públicas para a qualificação dos nossos jovens”, afirmou. A programação incluiu rodadas de negócios, mentorias práticas e pitches de startups, nos quais os empreendedores tiveram a chance de impressionar investidores e o público Responsável pela pesquisa Panorama da Economia Criativa do Distrito Federal, o professor Alexandre Kieling, da Universidade Católica de Brasília, apresentou os principais resultados do estudo que identificou as potencialidades de cada região administrativa. De acordo com ele, todas as indústrias criativas, atualmente, contam com a mediação da tecnologia. “A elaboração deste levantamento foi fundamental para que a gente pudesse identificar a vocação e os agentes criativos de cada RA e, assim, contribuir para a ampliação das políticas públicas para este segmento”, avaliou. Inovação e negócios na feira Dos mais de 300 inscritos para participar como expositores, 40 foram selecionados para apresentar seus negócios durante os dias de evento. Além disso, o Camelódromo contou com a participação de 20 empreendedores, que expuseram e comercializaram produtos criativos e artesanais, destacando a diversidade das quebradas do DF. A programação incluiu rodadas de negócios, mentorias práticas e pitches de startups, nos quais os empreendedores tiveram a chance de impressionar investidores e o público. Dentre os destaques, 10 finalistas foram escolhidos para representar o Distrito Federal na grande final nacional da Expo Favela Brasil, que ocorrerá em São Paulo de 6 a 8 de dezembro, e ganharam bolsas de graduação na Universidade Católica de Brasília. Entre os finalistas, o empreendimento Amandla, liderado pelo casal formado entre o professor e escritor Dlaman Kobina e o multiartista Kyas Imani, foi coroado como o grande vencedor da edição. O negócio, que desenvolve materiais educativos focados na história e cultura africana, como jogos e livros, conquistou o público e o júri pela proposta inovadora e educativa. “A Amandla é uma iniciativa autônoma de pessoas pretas que existe desde 2021 produzindo conteúdo que traz história e cultura africana em uma perspectiva de empoderamento do povo preto. Visamos alcançar famílias, escolas e crianças pretas com o objetivo de trazer a nossa história e a nossa cultura como ponto de fortalecimento e conexão com o poder ancestral que nos foi negado pelo preconceito e racismo”, explica Kobina. Sobre a participação da Expo, o empreendedor ressalta: “Foi importante para fazermos conexões com novas pessoas, famílias, professores e trouxemos para esse mundo do negócio e da inovação a marca preta e africana no mundo, que vai muito além da escravidão. Estamos na expectativa de investimentos para expansão do nosso impacto”. *Com informações da Secti-DF

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Brasília recebe a 2ª edição da Expo Favela 2024

Nos dias 16 e 17 de novembro, a partir das 13h, o Sesi Lab receberá a 2ª edição da Expo Favela Innovation, um evento dedicado a fomentar o empreendedorismo periférico e criar uma plataforma de visibilidade para negócios nascidos na favela. Fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e a Central Única das Favelas (Cufa), a feira de negócios reúne empreendedores, startups e empresários do Distrito Federal para estimular a criação de redes, promover parcerias e fortalecer a economia criativa nas comunidades. Arte: Secti-DF A Expo Favela vai além de uma simples exposição: é uma iniciativa social que conecta comunidades e investidores, promovendo oportunidades de crescimento para empreendimentos periféricos. Criada por Celso Athayde, em 2022, a feira, que ocorre nas principais capitais do país, já se consolidou como uma referência nacional para acelerar negócios e abrir portas para projetos periféricos inovadores. O evento em Brasília manterá a essência de sua primeira edição, mas agora em um formato ainda mais abrangente e interativo, com mesas de debate, exposições, mentorias, pitches de startups e camelódromo para a comercialização de produtos e marcas locais, além de atividades culturais. “Neste ano, queremos expandir o alcance do evento e oferecer uma experiência ainda mais intensa e completa para os empreendedores locais,” afirma Bruno Kesseler, presidente da Cufa-DF. “Nossa expectativa é que essa edição seja um marco de transformação, com mais conexões e mais oportunidades de empregabilidade e visibilidade para os negócios das quebradas do DF.” “Teremos convidados com perfis divergentes e convergentes para enriquecer cada discussão e promover diálogos transformadores” Anderson Quack, diretor artístico da Expo Favela A superintendente de cultura do Sesi, Cláudia Ramalho, explica que o Sesi Lab mantém parceria com a Cufa desde a abertura do museu. “Nosso objetivo é que o Sesi Lab seja um espaço para todas as pessoas e sirva de palco para projetos que falem sobre educação, arte, ciência, tecnologia e, sobretudo, inclusão. Iniciamos, em 2024, um projeto importante com territórios periféricos no Distrito Federal, buscando incluir diferentes públicos em nossas atividades e também aprender sobre suas realidades e potencialidades. A realização da Expo Favela pela segunda vez em nosso espaço coroa esse esforço”, afirma.   Mesas temáticas A programação inclui mesas de debates que abordarão temas essenciais para o desenvolvimento periférico, como inovação, comunicação, economia criativa e tecnologia. A composição das mesas busca representar um equilíbrio entre diferentes perspectivas, trazendo vozes de empresários, comunicadores e especialistas, criando uma ponte entre o conhecimento da favela e do asfalto. “As mesas foram idealizadas para refletir a diversidade de experiências e ampliar o debate sobre temas que impactam diretamente as comunidades periféricas”, explica Anderson Quack, diretor artístico da Expo Favela. “Teremos convidados com perfis divergentes e convergentes para enriquecer cada discussão e promover diálogos transformadores.” Palco da Expo Favela pela segunda vez, o Sesi Lab iniciou, em 2024, um projeto importante com territórios periféricos no DF, buscando incluir diferentes públicos nas atividades do museu | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Programação ⇒ Além das mesas temáticas, a programação geral da Expo Favela Brasília 2024 inclui uma série de atividades: ⇒ Rodadas de negócios – Onde empreendedores terão a oportunidade de apresentar seus projetos a potenciais investidores; ⇒ Mentorias – Orientações práticas e técnicas para capacitar empreendedores no desenvolvimento de suas ideias e apresentações de pitches; ⇒ Pitches de startups – Espaço para novos empreendedores exporem suas ideias de negócio, com a chance de conquistar investidores e ampliar sua visibilidade; ⇒ Shows e apresentações culturais. Oportunidade acadêmica A Expo Favela Brasília oferece aos finalistas dez bolsas de graduação na Universidade Católica de Brasília e, ainda, uma bolsa de mestrado em Economia Criativa, a ser sorteada entre os participantes. Impacto Desde sua criação, a Expo Favela tem promovido uma transformação no cenário empreendedor brasileiro, abrindo caminhos para que empresas e startups periféricas ganhem espaço e reconhecimento. Na edição passada, Igor Pereira, fundador da Piff, venceu a competição e compartilhou seu entusiasmo com o impacto do evento: “A Expo Favela expandiu a minha mente e visão de negócio, me fez entender a importância da autoestima e autoconfiança, uma coisa normalmente muito difícil para um jovem periférico. Veio para me mostrar que eu posso muito mais do que imaginava”. Expo Favela Innovation  • Datas – 16 e 17 de novembro • Horário – Das 13h às 21h • Local – Sesi Lab (Setor Cultural Sul) • Ingressos gratuitos disponíveis pelo Sympla *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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