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Teatro Nacional Claudio Santoro

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Teatro Nacional entra na etapa de reforma com foco em áreas técnicas e históricas

Enquanto o público já voltou a ocupar parte do Teatro Nacional Claudio Santoro, a recuperação do restante do complexo segue em andamento. Iniciada em março deste ano, a segunda etapa da restauração segue com levantamentos técnicos e elaboração dos projetos executivos que vão orientar as próximas intervenções em um dos principais patrimônios culturais de Brasília. Com investimento de R$ 268,3 milhões, a segunda etapa da obra contempla a restauração da Sala Villa-Lobos e de seu foyer, dos camarins, da Sala Alberto Nepomuceno e do Espaço Cultural Dercy Gonçalves. Os serviços são executados pela Porto Belo Engenharia, vencedora da licitação e responsável também pela primeira etapa da recuperação do teatro, sob coordenação da Novacap. Serviços, atualmente concentrados em limpeza das áreas, compreendem uma série de melhorias e adequações da estrutura do prédio | Fotos: Divulgação/Secec-DF  Atualmente os trabalhos estão concentrados em escaneamento, reconhecimento técnico, limpeza das áreas e desenvolvimento dos projetos executivos. “A restauração do Teatro Nacional é um investimento na preservação da história, da cultura e da identidade de Brasília”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A reforma inclui ainda modernização da infraestrutura técnica, melhorias acústicas e cenográficas, adequações de acessibilidade, atualização dos sistemas de segurança contra incêndio e restauração dos elementos arquitetônicos, seguindo critérios rigorosos de preservação por se tratar de um bem tombado. Recuperação histórica Projeto desenvolvido entre a Secec-DF e a Novacap já está na etapa final de recuperação do teatro  O projeto representa a etapa final da recuperação do Teatro Nacional. Em dezembro de 2024, a primeira fase das obras foi entregue com a reabertura da Sala Martins Pena e de seu foyer, após mais de dez anos de interdição do complexo. Na ocasião, foram investidos R$ 70 milhões na modernização das instalações elétricas e hidráulicas, implantação de novas saídas de emergência, construção de reservatório para combate a incêndios, substituição de materiais inflamáveis e adequação às normas atuais de segurança. [LEIA_TAMBEM]O projeto foi desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), responsável pela gestão do equipamento, e a Novacap, encarregada da execução e fiscalização das obras. O titular da Secec-DF lembra que a necessidade da reforma era discutida desde antes da interdição do teatro, em 2014, quando a estrutura já apresentava sinais de desgaste. “Nesta etapa, os trabalhos estão concentrados nos levantamentos técnicos e na elaboração dos projetos que darão segurança às intervenções de restauro, respeitando a complexidade de uma obra dessa dimensão”, detalha Fernando Modesto. “Nosso compromisso é executar cada fase com responsabilidade e qualidade, para devolver à população um equipamento cultural moderno, preservado e preparado para impulsionar a produção artística e ampliar o acesso à cultura no Distrito Federal”, conclui o gestor. 

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Festival Festa comemora uma década de protagonismo juvenil no Teatro Nacional

A 10ª edição do Festival Estudantil de Teatro Amador (Festa), será de sexta-feira (29) a 7 de junho, celebra uma década de protagonismo juvenil. O evento será no Teatro Nacional Claudio Santoro e contará com apresentações gratuitas abertas ao público. Ao todo, 12 instituições de ensino estão confirmadas para participar da programação. Tema desta edição, que terá diferentes performances, é “Viver é melhor que sonhar”, em referência a um verso de Como Nossos Pais, música de Belchior | Fotos: Gabriela Jordão/Divulgação  “É um projeto que conecta a juventude com diálogos importantes, gerando identificação e promovendo o desenvolvimento na base” Dill Diaz, diretor de teatro  Nesta edição histórica, o tema escolhido, “Viver é melhor que sonhar”, faz referência a Como Nossos Pais, música de Belchior eternizada na voz de Elis Regina. A frase surgiu em uma enquete nas redes sociais na qual estudantes que já participaram do projeto traduziram em palavras a emoção de viver essa experiência. “A maior contribuição que o projeto pode dar para a cidade é a visão de futuro”, aponta o diretor de teatro Dill Diaz, um dos idealizadores da iniciativa. “A arte desenvolve integralmente os estudantes, vai para além da formação de plateia”, analisa. “É um projeto que conecta a juventude com diálogos importantes, gerando identificação e promovendo o desenvolvimento na base. A inserção nos aparelhos culturais, o contato com obras literárias e a ampliação de repertório linguístico e simbólico serão cruciais para qualquer profissão.”  Arte estudantil Público interage com os espetáculos, celebrando a arte e a integração entre as escolas A programação do festival terá momentos de integração entre as escolas participantes e celebração da arte estudantil. Na abertura será apresentado o espetáculo vencedor da edição anterior, Oceanos e Seus Fantasmas, com alunos do Colégio CCI de Samambaia. [LEIA_TAMBEM]Integrante do elenco, Lua Sousa, estudante do Centro de Ensino Médio (CEM) Elefante Branco, ressalta a importância do festival para a valorização do teatro estudantil: “Participar do Festa tem sido uma experiência muito importante e emocionante para mim. O festival dá voz aos estudantes por meio da arte e mostra a força que o teatro tem para provocar reflexão e transformação. Viver a Alexandra em 3 minutos e 49 segundos é interpretar uma personagem marcada pela violência e levar ao palco uma realidade que ainda precisa ser amplamente debatida.” Com avaliação do júri especializado e do voto popular, serão premiados os espetáculos estudantis nas categorias Melhor Espetáculo, Direção, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Dramaturgia Original, Dramaturgia Adaptada, Cenário, Figurino, Iluminação, Maquiagem, Trilha Sonora, Performance Coreográfica, Destaque Festa 1 e Destaque Festa 2. O festival O Festa é uma iniciativa voltada ao fortalecimento do protagonismo juvenil e à valorização da produção cultural estudantil. O projeto reúne espetáculos desenvolvidos por instituições de ensino públicas e particulares, promovendo a integração entre arte, educação e cultura, além de impulsionar a cena artística nas regiões administrativas do Distrito Federal.  

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Flaira Ferro, Sarau-Vá e feira otaku movimentam agenda cultural do DF neste fim de semana

O fim de semana no Distrito Federal terá programação cultural em várias regiões administrativas, com opções que vão de shows e saraus a teatro, dança, exposições e feiras. Entre sexta-feira (13) e domingo (15), a agenda reúne atrações no Plano Piloto, Ceilândia, Paranoá, Sobradinho, Planaltina e Samambaia. Os eventos contam com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Entre os destaques está a temporada da turnê Afeto Radical, da cantora pernambucana Flaira Ferro, na Caixa Cultural Brasília. As apresentações ocorrem nesta sexta (13), às 20h; no sábado (14), às 17h e 20h; e no domingo (15), às 16h e 19h. Os ingressos são gratuitos, com retirada na bilheteria do teatro e pelo site da bilheteria cultural.  Cantora Flaira Ferro é uma das atrações da agenda cultural do fim de semana | Foto: Divulgação/Matheus Melo  No Paranoá, a Mestra Martinha do Coco lança no sábado, às 16h, o videoclipe da faixa Baloeiro, que integra o futuro álbum Coco de Ninar, voltado ao público infantil. O evento, na Casa de Cultura Martinha do Coco, terá exibição do clipe, palhaçaria com Débora Paiva, roda de conversa com transmissão ao vivo pelo Instagram e roda de coco aberta ao público. Ceilândia concentra parte da programação do fim de semana. Na sexta-feira, das 13h às 18h, o Instituto Mãe África recebe a 11ª edição da Brechozadah, com moda circular, música, dança e arte. Entre as atrações confirmadas estão Layó, Hud Oliveira e Negra Eve. O evento Sarau-Vá recebe a edição Samba da Encruza | Foto: Divulgação/Thaís Mallon Ainda em Ceilândia, o domingo terá o Sarau-Vá na edição Samba da Encruza. A partir das 16h, o Porks Ceilândia recebe shows e microfone aberto para poesia marginal, com participações de Ayoola, Marcelo Café, Cris Pereira, Laady B, Negra Eve, DJ Fraktal e DJ Cxxju. Também no domingo, a Casa do Cantador recebe a Feira Otaku do Otaloukos, dedicada à cultura geek, anime, games e cosplay. O evento começa às 11h e terá atividades, feira temática e espaço para cosplayers. A entrada será mediante doação de 1 kg de alimento não perecível. A programação teatral também se espalha pelo DF. O Teatro de Sobradinho recebe no sábado, às 20h, o espetáculo A Doutora e o Psiconauta, inspirado no legado da psiquiatra Nise da Silveira e na potência da arteterapia. A montagem integra o projeto Arte e Engenho e terá ainda exposição no foyer do teatro, em cartaz de 14 de março a 8 de abril.  O Teatro de Sobradinho recebe no sábado, às 20h, o espetáculo A Doutora e o Psiconauta, inspirado no legado da psiquiatra Nise da Silveira e na potência da arteterapia | Foto: Divulgação/Bené França Em Planaltina, o Complexo Cultural recebe a estreia de Candieiro em Cena nesta quinta-feira. O espetáculo tem classificação indicativa de 16 anos e entrada gratuita. Já em Samambaia, o espetáculo de dança Na Pegada Popular, no Coração do Brasil chega ao espaço cultural da cidade na sexta-feira, com sessões às 15h e 20h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados pelo Sympla. O Teatro Nacional Claudio Santoro também entra na agenda com o especial musical Chico Xavier, o Anjo das Escritas Iluminadas, em cartaz sexta e sábado, na Sala Martins Pena. As exposições ocupam diferentes espaços culturais da cidade. No Espaço Cultural Renato Russo, a mostra Métier, da artista Keyte Marrone, abre no sábado, às 18h, e segue em cartaz até 26 de abril. No Museu de Arte de Brasília, a artista Paula Parisot abre na sexta-feira a exposição Geometrias da memória. No Museu Nacional da República, a exposição Jardim de Matéria e Sonho entra nos últimos dias de visitação, até 15 de março, com programação paralela que inclui performances, rodas de conversa e atividades participativas. No Centro Cultural Três Poderes, seguem em cartaz a exposição Corbiniano – A Festa, no Espaço Oscar Niemeyer, até 22 de março; Raízes – Heranças Visuais, no Panteão da Pátria, até 31 de março; e A Mulher em Sua Essência, no Espaço Lúcio Costa, até 30 de abril. A agenda do fim de semana inclui, ainda, o circuito da corrida Metrópoles Endurance, no Eixo Monumental, em frente à Catedral de Brasília. Serviço - Metrópoles Endurance. A entrega dos kits será sexta, das 9h às 16h, e sábado, das 9h às 17h. A corrida será domingo, com largada às 6h30 (percurso de 15 km), às 6h35 (10 km) e às 6h40 (5 km). ​  

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Alunos da Escola Parque 313/314 Sul se apresentam no Teatro Nacional

Um espetáculo encantou o público da Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, nesta terça-feira (2), quando estudantes da Escola Parque 313/314 Sul apresentaram A Bela e a Fera para cerca de 450 pessoas. A apresentação integrou o projeto Educar Dançando, iniciativa que une arte e desenvolvimento integral dos alunos da rede pública. “Ações como essa mostram que a escola pública é um celeiro de talentos e que a arte é essencial para o desenvolvimento pleno dos nossos estudantes”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Com cenários e figurinos detalhados, estudantes transformaram a Sala Martins Pena no universo de 'A Bela e a Fera' | Fotos: João Pedro Eliseu/SEEDF A escolha do clássico A Bela e a Fera reforça valores importantes no ambiente escolar, como olhar além das aparências e valorizar a essência humana. Do ponto de vista educacional, a obra também incentiva a leitura, já que a protagonista, Bela, é uma leitora apaixonada. Além disso, trabalha competências socioemocionais como empatia, gentileza e superação de preconceitos. Para a professora de teatro e artes, Bruna Cardoso, a experiência de atuar em um dos principais teatros de Brasília agrega valor à formação dos alunos. “Estar no Teatro Nacional, como professora e atriz, é muito relevante e grandioso. Poder levar as crianças a esse espaço tão simbólico é único. É um momento especial para a educação e para cada um dos estudantes”, celebrou. Educação além da sala de aula Rafael Honorato, pai da estudante Júlia Tavares, acompanhou a apresentação e destacou como a integração entre arte e ensino enriquece a formação das crianças O impacto do projeto também é percebido pelas famílias. Rafael Honorato da Rocha, pai da estudante Júlia Tavares, assistiu à apresentação e destacou como a Escola Parque amplia os horizontes do aprendizado. “A Escola Parque é muito especial porque integra diversas modalidades que vão além do ensino tradicional. No projeto de dança, as crianças têm contato com referências clássicas da música e das artes cênicas. Isso estimula o lúdico e a criatividade, sempre em diálogo com o que é trabalhado na escola. É uma integração rica, que amplia o repertório e o conhecimento”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação  

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