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UPAs (Unidades de pronto-atendimento)

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Obra da UPA de Águas Claras chega à fase de divisão de ambientes

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Águas Claras chegou à fase da divisão dos ambientes internos e das infraestruturas elétrica e de climatização. As estruturas de concreto e as lajes da edificação estão concluídas. O investimento é de R$ 16.997.446,34. A governadora Celina Leão vistoriou o canteiro nesta terça-feira (21/7), na Avenida das Araucárias. “A maior UPA que tínhamos era de 1.800 m². Essas novas UPAs são de 2.500 m², com previsão de 60 leitos”, afirmou. Governadora em visita ao local da obra da UPA de Águas Claras | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A unidade também contará com atendimento pediátrico e terá estrutura preparada para receber um tomógrafo. Segundo a governadora, a oferta do exame no próprio local poderá reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para hospitais enquanto aguardam o diagnóstico. “Muitas vezes, o médico não pode liberar o paciente sem o resultado. Com o tomógrafo, vamos agilizar os laudos e o atendimento”, explicou. O engenheiro civil Matheus Martins Meira, gerente de Obras e Fiscalização, acrescentou que as equipes instalam as redes de gases medicinais. “Depois, entramos na preparação para os acabamentos”, detalhou. Expansão da rede A obra chegou à fase da divisão dos ambientes internos e das infraestruturas elétrica e de climatização As UPAs atendem casos de urgência e emergência e encaminham aos hospitais, quando necessário, os pacientes que precisam de assistência de maior complexidade. O Distrito Federal conta atualmente com 13 UPAs em funcionamento, todas administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Entre 1º de janeiro e 29 de abril deste ano, as unidades registraram 495.984 atendimentos, segundo o Sistema MV, painel de indicadores do Instituto. Além de Águas Claras, há obras contratadas para novas unidades em Água Quente, Estrutural, Guará, Sol Nascente/Pôr do Sol e Taguatinga Sul. Outra UPA está prevista para Arapoanga. Com a conclusão do conjunto, a rede passará a ter 20 unidades.

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Hospital de Base capacita equipes das UPAs para evitar agravamento de feridas e infecções

Uma ferida na pele pode parecer simples à primeira vista, mas, sem o cuidado adequado, pode evoluir rapidamente para infecções graves, aumentar o tempo de internação e dificultar a recuperação do paciente. Para evitar que esses casos se agravem ainda nos primeiros atendimentos, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) iniciou nesta terça-feira (20), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina, um projeto piloto de treinamento voltado às equipes assistenciais das UPAs administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa é conduzida pela Comissão de Cuidados com a Pele do Hospital de Base e pretende ampliar o suporte às equipes que atuam nas unidades de urgência, fortalecendo a identificação precoce de feridas e o tratamento adequado logo no início do atendimento. De acordo com a enfermeira especialista em tratamento de feridas e integrante da comissão, Giselle Dias de Miranda, o projeto surgiu após a equipe identificar que muitos pacientes encaminhados pelas UPAs já chegavam ao Hospital de Base com lesões agravadas. “Percebemos que muitos pacientes chegavam das UPAs já com feridas avançadas e, muitas vezes, sem o cuidado adequado. São situações que evoluem rápido, podem causar infecções graves e acabam prolongando a internação. O que queremos é antecipar esse cuidado para que esse paciente tenha uma recuperação mais rápida e consiga sair da unidade com mais qualidade de vida”, destaca. Durante o treinamento, os profissionais receberam orientações sobre cuidados com feridas, identificação precoce de lesões em pacientes acamados, protocolos de atendimento e uso correto dos materiais disponíveis na rede. Um dos temas abordados foi o método Timers, ferramenta que ajuda os profissionais a avaliarem não apenas a lesão, mas também as condições gerais do paciente, incluindo fatores clínicos, rotina de cuidados e continuidade do tratamento após a alta. A iniciativa é conduzida pela Comissão de Cuidados com a Pele do Hospital de Base e pretende ampliar o suporte às equipes que atuam nas unidades de urgência | Foto: Divulgação/IgesDF Para o coordenador de enfermagem da UPA de Planaltina, Brenner Momente e Silva, que representou a gerência da unidade durante a ação, o treinamento fortalece a assistência prestada diariamente à população. “A gente percebe há muito tempo a necessidade de atualização constante nessa área. Recebemos diariamente pacientes idosos, acamados e pessoas mais vulneráveis a lesões de pele. A saúde muda o tempo inteiro, surgem novos protocolos e manter as equipes preparadas é essencial para garantir qualidade no atendimento”, afirma. Suporte especializado ampliado Segundo Giselle, o projeto também acompanha a mudança no perfil dos pacientes atendidos nas UPAs, que passaram a receber casos mais graves e pessoas que permanecem por períodos maiores nas unidades. Entre as situações mais frequentes estão pacientes diabéticos com feridas complexas, pessoas com problemas de circulação, pacientes em tratamento contra o câncer e vítimas de trauma que precisam de cuidados específicos com a pele. “A formação realizada em Planaltina marca apenas o início de um trabalho contínuo. A proposta é levar o treinamento para todas as UPAs administradas pelo IgesDF e retornar regularmente às unidades para discutir casos, atualizar as equipes e reforçar os cuidados. Não é uma ação pontual. É um trabalho permanente de suporte e construção conjunta”, salienta. O técnico de enfermagem Wesley de Oliveira participou da atividade e destacou a importância de aproximar teoria e prática dentro da rotina intensa das unidades. “Todos os dias, a gente recebe um paciente diferente e, muitas vezes, com feridas complexas. Participar de um treinamento assim ajuda muito no dia a dia, principalmente para agir de forma mais rápida e segura. É um aprendizado que melhora nosso trabalho e beneficia diretamente o paciente, que consegue ter uma recuperação melhor”, conta.[LEIA_TAMBEM] Além das capacitações presenciais, a Comissão de Cuidados com a Pele do Hospital de Base também trabalha no desenvolvimento de uma nova ferramenta dentro do MV, sistema utilizado para gestão das informações dos pacientes atendidos nas unidades administradas pelo IgesDF. A proposta é criar um espaço específico para que profissionais das UPAs possam acionar diretamente a equipe especializada do Hospital de Base em situações mais complexas, permitindo suporte remoto e acompanhamento mais rápido das lesões. A expectativa é que a ferramenta agilize as orientações às equipes das UPAs, reduza agravamentos e fortaleça a continuidade do cuidado dentro da rede pública de saúde.   *Com informações do IgesDF

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Com investimento de R$ 2,3 milhões em 2025, GDF moderniza odontologia pública da capital

Maria Aparecida da Silva, 63 anos, moradora do Recanto das Emas, encontrou no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) da 712/912 Sul a solução para um problema que a acompanhava há anos. “Dor de dente é horrível, só perde para dor de parto. Agora já estou na fase final do tratamento e me sinto bem melhor. Melhorou a mastigação, a autoestima, até a vontade de sorrir”, relata a dona de casa. Desempregada e sem condições de pagar por um tratamento, Maria Aparecida chegou à Unidade Básica de Saúde 5 com a prótese quebrada e dentes que precisavam ser extraídos. De lá, ela foi encaminhada ao CEO. “Quando me falaram que eu poderia ganhar a prótese do GDF, fiquei aliviada. Aqui eu sempre fui muito bem atendida”, conta. Maria Aparecida da Silva comemora: “Dor de dente é horrível, só perde para dor de parto. Agora já estou na fase final do tratamento e me sinto bem melhor. Melhorou a mastigação, a autoestima, até a vontade de sorrir” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília É em uma das 13 unidades do CEO espalhadas pelo DF que pacientes como Maria encontram atendimento completo e especializado, com serviços de periodontia, endodontia, cirurgia oral menor, disfunção temporomandibular (DTM), prótese dental, atendimentos à pessoa com deficiência (PcD), portador de necessidades especiais (PNE) e radiologia odontológica. E, para melhorar e ampliar esses serviços, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu mais de R$ 2,3 milhões na compra de 1.304 novos equipamentos somente em 2025. “Aqui no centro, todos os consultórios foram reformados. Os aparelhos de tomografia e raio-X digital foram substituídos na radiologia. Isso é fundamental para proporcionar mais conforto, tanto aos pacientes quanto aos profissionais. A própria tecnologia permite que o tratamento seja mais rápido”, afirma a gerente de Serviços de Odontologia, Daniela Marques de Sousa. Outros investimentos realizados neste ano incluem a formalização do contrato para serviços de laboratório de prótese dentária, o funcionamento de cinco novas unidades odontológicas móveis enviadas pelo Ministério da Saúde e a expansão do contrato de manutenção odontológica, que agora atende 100% dos serviços da rede. Segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF), ainda estão contratados e com entrega prevista 202 aparelhos de profilaxia e oito compressores de 60 litros. Investimentos contínuos Além dos centros de especialidades odontológicas, a rede pública de saúde do DF oferece atendimento odontológico em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Os serviços vão de cuidados preventivos e consultas de rotina a procedimentos especializados. Segundo a chefe do serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Erika Maurienn, o setor vem crescendo e se estruturando ao longo dos anos, sempre com o compromisso de ampliar a assistência à população. “Hoje, o hospital conta com uma gama de especialistas de alto nível que impulsionaram a criação de novos serviços, como o de odontologia hospitalar, o de cirurgia bucomaxilofacial e o de radiologia odontológica”, destaca. Erika Maurienn: “Hoje, o hospital conta com uma gama de especialistas de alto nível que impulsionaram a criação de novos serviços, como o de odontologia hospitalar, o de cirurgia bucomaxilofacial e o de radiologia odontológica” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Desde o ano passado, o hospital passou a contar com o primeiro tomógrafo Cone Beam da rede SES-DF, um marco para o atendimento odontológico no DF. Atualmente, o serviço realiza exames periapicais, intrabucais, panorâmicos e tomografias. “O nosso setor passou a contar com radiologistas e implantamos a residência em radiologia odontológica, a segunda do Brasil”, explica Erika. A iniciativa se inspirou no modelo de Maringá (PR) e, no último ano, o DF se tornou uma das três localidades que abriram novas residências nessa área. A odontologia hospitalar, reconhecida recentemente como especialidade, também se consolidou no hospital de Santa Maria. Hoje, há profissionais que cuidam tanto dos pacientes críticos, como aqueles internados em enfermarias e portadores de doenças crônicas, como cardiopatias, insuficiência renal e outras condições que exigem preparo bucal antes de procedimentos cirúrgicos. Além dos centros de especialidades odontológicas, a rede pública de saúde do DF oferece atendimento odontológico em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O serviço de cirurgia bucomaxilofacial no HRSM é referência na região. O atendimento abrange desde o ambulatório e pronto-socorro até a enfermaria e o centro cirúrgico, que contemplam casos de traumas de face, tumores odontogênicos benignos e deformidades faciais. No caso das cirurgias ortognáticas, a porta de entrada é a ortodontia, responsável pelo preparo do paciente até o encaminhamento para o procedimento cirúrgico, realizado em conjunto com o Hospital de Base. Outro destaque do hospital é o atendimento a pacientes com deficiência. A unidade concentra cerca de metade de todos os procedimentos cirúrgicos odontológicos voltados a esse público realizados no DF. Inicialmente restrito ao ambulatório, o serviço foi ampliado com a chegada de novos especialistas e hoje dispõe de estrutura para atender esses pacientes também em centro cirúrgico, garantindo um cuidado integral e multiprofissional. No Hospital de Base, referência em alta complexidade em conjunto com o HRSM, o serviço de odontologia passou a contar com novos equipamentos que qualificam ainda mais os atendimentos ambulatoriais e cirúrgicos. Entre as aquisições, destacam-se três novas cadeiras odontológicas, aparelhos periféricos, fotopolimerizadores e equipamento de laserterapia, para ampliar a capacidade de resposta do hospital. Para os próximos meses, estão previstas a chegada de um tomógrafo odontológico, equipamentos de artroscopia de articulação temporomandibular (ATM), além de impressoras 3D e computadores de alta resolução que apoiarão reconstruções faciais complexas e planejamentos cirúrgicos personalizados.[LEIA_TAMBEM] UPAs Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o destaque foi a mudança no horário de funcionamento dos consultórios odontológicos, que passaram a atender das 16h às 22h, de segunda a sexta-feira, nas UPAs de Porte III. Essa medida ampliou o acesso da população a atendimentos de urgência em horários estendidos, que beneficiam especialmente quem não consegue procurar as unidades em expediente comercial. Atualmente, esse serviço já funciona em unidades como Samambaia, Recanto das Emas, Sobradinho, Núcleo Bandeirante e Ceilândia I. De janeiro a agosto de 2025, foram realizados aproximadamente 3.240 atendimentos odontológicos nessas unidades, o que demonstra o impacto positivo da ampliação do horário e a capacidade de resposta do serviço. Atendimento ampliado O GDF também mantém o projeto Restaurando Sorrisos, que oferece atendimento odontológico gratuito para mulheres em situação de vulnerabilidade e vítimas de violência doméstica. O programa conta com uma unidade móvel que já percorreu as regiões do Paranoá, Itapoã e Sobradinho e segue estacionada em Planaltina até 23 de dezembro. O projeto foi lançado em março de 2025 com recursos de emendas do deputado federal Rafael Prudente e, até 24 de setembro, já realizou 5.112 atendimentos, sendo 3.829 apenas para mulheres. Nos quatro locais atendidos, foram realizados 803 atendimentos em Paranoá, 1.303 em Itapoã, 2.005 em Sobradinho e 1.001 em Planaltina.

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No Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, saiba os sintomas e como evitar a doença

Nesta terça-feira (16) é celebrado o Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, data dedicada a conscientizar a população e ampliar o número de diagnósticos da doença. De janeiro a agosto de 2025, as 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal, administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), registraram 313 atendimentos por trombose em pacientes adultos, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A trombose ocorre quando um coágulo de sangue se forma dentro de um vaso sanguíneo, seja uma veia ou artéria, provocando um “entupimento”, que dificulta a circulação. Se não tratada rapidamente, pode causar complicações graves. "Jovens, atletas e até crianças podem desenvolvê-la (trombose). Por isso, a prevenção é fundamental, com hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular, especialmente em casos de histórico familiar”, alerta o médico Paulo Fernandes Saad, do Hospital de Base | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Fatores de risco e prevenção O médico Paulo Fernandes Saad, chefe do Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Base (HBDF), alerta que a trombose pode atingir qualquer pessoa, não apenas idosos ou pessoas obesas. “Jovens, atletas e até crianças podem desenvolvê-la. Por isso, a prevenção é fundamental, com hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular, especialmente em casos de histórico familiar”, afirma. Ele destaca ainda outros fatores de risco, como uso de anticoncepcionais, gravidez, tabagismo, obesidade e longos períodos de imobilização. “Mulheres que usam anticoncepcionais ou estão grávidas devem ficar atentas aos sintomas, assim como fumantes e pessoas que permanecem muito tempo sem se movimentar. Diante de qualquer sinal suspeito, é essencial procurar atendimento médico imediatamente”, completa.  “Mulheres que usam anticoncepcionais ou estão grávidas devem ficar atentas aos sintomas, assim como fumantes e pessoas que permanecem muito tempo sem se movimentar. Diante de qualquer sinal suspeito, é essencial procurar atendimento médico imediatamente” Médico Paulo Fernandes Saad, chefe do Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Base (HBDF) Tipos de trombose Existem dois tipos principais da doença: trombose venosa e trombose arterial, que afetam regiões diferentes do corpo e apresentam sintomas distintos. A trombose venosa é a forma mais comum e geralmente atinge as veias dos membros inferiores, como pernas e pelve. Entre os principais sinais estão inchaço, dor ou sensibilidade na região, sensação de calor, vermelhidão, rigidez, dificuldade de movimentação e sensação de peso ou queimação no membro. Já a trombose arterial é mais rara e ocorre quando o coágulo obstrui uma artéria, reduzindo o fluxo sanguíneo. Os sintomas incluem palidez e diminuição da temperatura no membro afetado. Em casos graves, pode atingir as artérias do coração, provocando infarto, ou as do pescoço, resultando em acidente vascular cerebral (AVC).   *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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