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Unidades de Conservação

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Escolas selecionadas para o projeto Parque Educador no primeiro semestre são divulgadas

O programa Parque Educador, desenvolvido pelo Instituto Brasília Ambiental em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), divulgou a lista das escolas públicas selecionadas para participar do projeto no primeiro semestre de 2026. Ao todo, 295 escolas da rede pública se inscreveram para esta edição do programa. Após análise das inscrições, 72 instituições foram selecionadas para integrar as atividades ecopedagógicas.  “O ensino nas nossas escolas tem sido cada vez mais plural, e proporcionar aos alunos esse convívio com o meio ambiente torna o aprendizado ainda mais enriquecedor”, pontuou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou os planos de ampliação do programa: “Hoje atendemos escolas em sete unidades diferentes, mas temos o objetivo de melhorar a infraestrutura de outras unidades para ampliar o atendimento e alcançar ainda mais crianças, formando cidadãos conscientes da importância do Cerrado para o Brasil e para o mundo”. Na visita às unidades de conservação, alunos da rede pública podem ver, na prática, conteúdos aprendidos na sala das aulas de química, biologia e ciências | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental [LEIA_TAMBEM]As escolas participantes vão integrar o projeto entre este mês e julho, podendo inscrever até duas turmas com até 40 alunos cada. O programa oferece transporte até as unidades de conservação, equipe especializada e infraestrutura para a realização das atividades. Às escolas cabe o fornecimento do lanche  para os estudantes e a indicação de pelo menos dois responsáveis para acompanhar as turmas durante as visitas. As atividades são conduzidas por professores capacitados da rede pública, disponibilizados pela Secretaria de Educação, e ocorrem em diferentes unidades de conservação do Distrito Federal, como Parque Ecológico de Águas Claras, Parque Ecológico do Riacho Fundo, Parque Ecológico Três Meninas (Samambaia), Parque Ecológico Saburo Onoyama (Taguatinga) e Parque Ecológico Sucupira (Planaltina). Atendimentos Em 2025, o Parque Educador prestou 16.385 atendimentos em sete unidades de conservação, beneficiando mais de 4,1 mil estudantes da rede pública de ensino. A iniciativa possibilita que os alunos aprendam na prática conteúdos abordados em sala de aula, especialmente nas áreas de ciências, química e biologia, por meio de atividades desenvolvidas em ambientes naturais. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Agentes retiram 57 comedouros colocados por visitantes no Parque Ecológico de Águas Claras

Os agentes de unidades de conservação do Parque Ecológico de Águas Claras (Peac), administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, retiraram, no mês de fevereiro, cerca de 57 comedouros e recipientes similares espalhados por áreas do parque, colocados por frequentadores. A ação foi baseada na Lei Federal nº 9.605/1998 de crimes ambientais, que visa proteger a integridade dos ecossistemas. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta que essa atitude dos visitantes resulta em prejuízos significativos para os animais. “As pessoas podem até achar que estão fazendo uma coisa boa, mas não estão. Estão é causando alteração no comportamento natural das espécies, criando desequilíbrio e tornando-as vulneráveis a várias doenças”, enfatiza. O instituto aposta em educação ambiental para colocar fim a esse problema. A autarquia planeja desenvolver material informativo de caráter educativo, visando sensibilizar os frequentadores sobre os riscos inerentes à prática de alimentação de animais. Outras situações que podem ocorrer, segundo a agente, é que os comedouros podem se tornar focos de contaminação, de transmissão de doenças entre espécies e ainda atrair ratos e pragas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A agente de unidades de conservação Agda Sabino lembra que, infelizmente, a retirada de comedouros é uma prática que deve ser frequente, porque as pessoas insistem em alimentar os animas. “Prática que é extremamente inadequada e proibida. Alimentos oferecidos não integram a dieta natural da fauna silvestre e podem gerar doenças, como diabetes, infecções, entre outras. E também causar dependência humana e a perda da capacidade natural dos animais de buscar, localizar, capturar e consumir alimentos do próprio habitat”, explicou. Outras situações que podem ocorrer, segundo a agente, é que os comedouros podem se tornar focos de contaminação, de transmissão de doenças entre espécies e ainda atrair ratos e pragas. Alimentar animais silvestres, especialmente em unidades de conservação, é considerada, pela legislação ambiental, interferência na fauna nativa, passível de penalidades. A autarquia planeja também implementar sinalização vertical em pontos estratégicos do Peac, que servirá como reforço visual permanente aos alertas, desempenhando um papel fundamental na orientação pública e na preservação da fauna silvestre. A intenção é que essa ação some para mitigar as investidas de visitantes que, por desconhecimento, fomentam a instalação de novos comedouros.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Brasília Ambiental inicia série de visitas de servidores a unidades de conservação

A agenda ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto Brasília Ambiental deu início, nesta sexta-feira (6), no Parque Ecológico Águas Claras, à série de visitas às unidades de conservação (UCs) administradas pela autarquia. A iniciativa visa levar grupos de servidores do Instituto a conhecer in loco o que eles trabalham para proteger e preservar. Faz parte do projeto ainda, a cada visita, incluir trabalhadores da área de conservação e limpeza que atuam na sede do órgão ambiental. A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância do conhecimento presencial do potencial ecológico do Distrito Federal, em especial, pelos servidores que atuam na área. “Essa experiência permite uma compreensão íntima das complexidades ambientais e socioculturais do território e é crucial para uma atuação eficaz, especialmente na gestão de unidades de conservação, planejamento territorial e manejo integrado do fogo”, lembrou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou os integrantes da A3P pelo projeto. “Proporcionar esse contato, esse conhecimento aos servidores é uma excelente iniciativa. Muitos conhecem as UCs só por mapas, de forma virtual ou por fotos, até pela natureza de suas atividades. Mas quando conhecemos in loco, temos muito mais condições de falar sobre, de defender essas áreas sensíveis, ricas em biodiversidade e fundamentais para a qualidade de vida no DF. Os membros da A3P estão de parabéns”, enfatizou. A iniciativa visa levar grupos de servidores do Instituto a conhecer in loco o que eles trabalham para proteger e preservar | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental “Muitas pessoas, das que estavam hoje no grupo, até já tinham ido ao parque, mas só para participar de reuniões. Nunca tinham, realmente, andado pelas trilhas daquela unidade de conservação. Não conheciam pessoalmente seu potencial ecológico. Então, esse é um dos objetivos do projeto”, explica Maria Fernanda Teixeira, educadora ambiental do Instituto e membro da A3P. Maria Fernanda ressalta que a avaliação da gestão de resíduos daquela UC também foi um dos objetivos da visita. “Essa avaliação visa que pensemos, em conjunto, soluções para questões que forem identificadas”, esclareceu. A visita à UC começou na área de administração do parque. Em seguida, a equipe foi conhecer o viveiro de mudas de plantas típicas do Cerrado, que é organizado por um grupo de voluntários que atuam no local. O grupo foi guiado por duas voluntárias. Na sequência, os servidores foram conhecer a gestão de resíduos da unidade. A parada para abordar o assunto ocorreu em frente aos contêineres de separação dos resíduos com fins de coleta seletiva adquiridos pela A3P para o parque. O agente de Unidade de Conservação, Jose Reis, que guiou a visita neste momento, explicou que os funcionários da limpeza do parque fazem a separação dos resíduos que são coletados no local.” Esses resíduos são colocados nos contêineres específicos e, posteriormente, uma cooperativa de catadores vai lá e recolhe o material”, detalhou. O percurso da visita passou ainda pelo Centro de Educação Ambiental da unidade e áreas de plantios de mudas, nas quais são usadas diferentes técnicas de plantio José Reis destacou a importância da visita. “Mostra para os outros servidores do órgão os gargalos que enfrentamos nas UCs, os tributos ecológicos de cada uma delas, e também o que temos feito dentro delas para que melhore a percepção do frequentador sobre a unidade. Somos servidores públicos e trabalhamos para que cada vez mais o visitante de uma UC tenha o sentimento de pertencimento ao local”, disse. Segundo Maria Fernanda, um problema identificado no Parque de Águas Claras, e que ocorre em outras UCs, é o resíduo do coco. “É um resíduo orgânico pesado, de difícil decomposição. Precisamos pensar na solução adequada pra ele, que deve passar pela contratação de uma cooperativa específica e especializada em coco”, comentou. O percurso da visita passou ainda pelo Centro de Educação Ambiental da unidade e áreas de plantios de mudas, nas quais são usadas diferentes técnicas de plantio. Mais visitas Já estão agendadas as duas próximas visitas da A3P. A próxima será no dia 13 de março, à CEB Geração – Barragem do Lago Paranoá, e a seguinte será ao Sítio Escola de Permacultura Geranium, localizado no Núcleo Rural de Taguatinga. A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa do Ministério do Meio Ambiente, que estimula órgãos públicos a implementarem práticas de sustentabilidade. Seu objetivo é promover a responsabilidade socioambiental, visando a eficiência, preservação de recursos naturais e redução de gastos na administração pública.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Plenária apresenta resultados da gestão de áreas ambientais protegidas no DF em 2025

O Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) promoveu nesta terça-feira (9), a terceira e última plenária de planejamento de 2025. O encontro reuniu servidores da sede da autarquia e agentes de unidades de conservação para tratar de ações planejadas e executadas no ano e fazer uma prévia das atividades para 2026. Essas reuniões anuais da Sucon foram instituídas desde 2024, por meio da Instrução Normativa nº 22 e objetivam reforçar a governança com a discussão de estratégias na gestão das Unidades de Conservação (UCs) do Distrito Federal sob a responsabilidade do Brasília Ambiental. A plenária tratou de ações planejadas e executadas no ano e fazer uma prévia das atividades para 2026 | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcos Cunha, as plenárias são a possibilidade de olhar para o que foi feito, analisar e, até mesmo, modificar o prosseguimento de medidas adotadas. “É um momento de troca, para discutir as metas para as unidades de conservação, trazendo as pessoas para os projetos, para entenderem, também, o seu papel em cada ação”, comentou Cunha. Nesta edição foi apresentado o relatório das principais atividades empreendidas, com destaque para tópicos como retrospectiva das edições anteriores das plenárias, ocorridas nos meses de março e setembro; e elaboração de 14 normativos que instituíram, regulamentaram ou atualizaram alguma atividade da competência do Brasília Ambiental. Na segunda parte do encontro técnico, foram apresentadas, ainda, todas as obras realizadas nos parques ecológicos, a proposição de revisão da IN 22, com a sugestão de mudanças em alguns indicadores e as prioridades do setor para 2026. “Tudo o que foi exposto nesta reunião demonstrou o quanto o corpo técnico da Sucon se empenhou, com afinco, em importantes entregas para o meio ambiente do DF. São muitos os exemplos: o lançamento da instrução normativa de fauna exótica; a gestão das brigadas florestais na prevenção e combate aos incêndios florestais em UCs; e, mais recentemente, a criação do Fundo de Conservação do Cerrado (FCC), para o pagamento das compensações ambientais”, reconhece o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, lembra a importância da execução de um planejamento cuidadoso das áreas protegidas. “Essas unidades são essenciais não apenas para a preservação do nosso bioma, mas, principalmente, para a manutenção da qualidade de vida dos brasilienses”, conclui. *Com informações do Brasília Ambiental  

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