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Vigilância Sanitária do Distrito Federal

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Mais de 10 toneladas de alimentos impróprios para consumo são apreendidas no DF em 2026

A Vigilância Sanitária do Distrito Federal, vinculada à Secretaria de Saúde (SES-DF), alcançou a marca de 10.152 kg de alimentos impróprios para consumo apreendidos em 2026. Ao longo do ano, foram realizadas 15,4 mil fiscalizações e lavrados 603 autos de infração, incluindo 169 interdições parciais ou totais. Os números foram divulgados neste domingo (7), Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, data estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reflexão coletiva sobre doenças transmitidas por alimentos, como infecções alimentares, infestações por parasitas e botulismo.  Fiscalização de alimentos, pela Vigilância Sanitária, em estabelecimento comercial | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde "Estamos falando de internações, faltas ao trabalho, sequelas graves e, em casos extremos, mortes que poderiam ser totalmente evitadas, além de sobrecarga nas unidades de saúde" Márcia Olivé, diretora de Vigilância Sanitária "Estamos falando de internações, faltas ao trabalho, sequelas graves e, em casos extremos, mortes que poderiam ser totalmente evitadas, além de sobrecarga nas unidades de saúde", afirma a diretora de Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé. Ela destaca que as ações são prioritariamente preventivas, começando na produção de alimentos e indo até a comercialização, como em restaurantes, cantinas e em eventos.  Caráter educativo A participação da população é fundamental. Por meio do Participa DF ou telefone 162 é possível solicitar informações ou fazer denúncias. Somente em 2026, a Vigilância Sanitária já atendeu a 2.206 solicitações de cidadãos. "A segurança dos alimentos começa no campo, passa pelo comércio e termina na mesa do consumidor. Em casa, o cidadão é o último vigilante sanitário", completa Márcia Olivé.  No laboratório, análises podem detectar a presença de bactérias, fungos, aditivos como corantes, conservantes e aromatizantes O caráter educativo é prioritário. "A punição só ocorre em casos de negligência grave ou reincidência, pois o nosso foco principal é construir soluções junto com o setor regulado", explica a diretora. Em cada fiscalização, os auditores lembram das boas práticas a serem adotadas. Além disso, somente em 2026, 6.897 servidores já passaram por treinamentos.  "O alimento contaminado, muitas vezes, mantém o mesmo cheiro, cor e sabor de um alimento saudável" Fernanda Ledes, gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF A SES-DF também conta, nesta tarefa, com o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), que realiza análises microbiológicas para detectar a presença de bactérias e fungos. Também são realizadas análises físicas, químicas e físico-químicas em alimentos, que detectam a presença de aditivos como corantes, conservantes e aromatizantes, sais minerais e contaminantes. Tanto líquidos quanto alimentos sólidos passam pelas análises, com resultados liberados em até 72 horas.  Padrão de qualidade Somente em 2026, a Vigilância Sanitária já realizou a coleta de mais de 700 produtos para análise no Lacen-DF. Os fiscais recolhem itens diretamente nas prateleiras de supermercados, farmácias e serviços de saúde para checar se o lote comercializado é idêntico e seguro. "O objetivo destas análises é verificar se as amostras coletadas estão dentro dos padrões de qualidade exigidos para consumo, de acordo com as legislações sanitárias vigentes", detalha a diretora do Lacen-DF, Solange Fagundes. [LEIA_TAMBEM]A análise laboratorial é importante porque nem sempre a contaminação é evidente. "O alimento contaminado, muitas vezes, mantém o mesmo cheiro, cor e sabor de um alimento saudável", destaca a gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF, Fernanda Ledes. Ela destaca a importância de não consumir alimentos de procedência duvidosa, ovos com casca suja ou rachada, carnes que não possuam selo de inspeção oficial, produtos sem informações de rotulagem, sem data de validade, sem procedência conhecida ou sem registro de fiscalização, além de não consumir produtos com embalagem amassada, semiaberta ou enferrujada. "A fiscalização é uma obrigação de cada consumidor", acrescenta Fernanda Ledes.  *Com informações da SES-DF  

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Vigilância Sanitária do DF apreende mais de 1,2 mil produtos irregulares durante o Carnaval

A Vigilância Sanitária do Distrito Federal realizou 755 vistorias em 187 blocos e outros eventos durante o Carnaval 2026. Entre os dias 14 e 17 de fevereiro, as equipes intensificaram as fiscalizações nas ruas, em clubes, bares e boates, com o objetivo de garantir a segurança sanitária dos foliões. As inspeções resultaram em 51 autos de infração e nove interdições por falta de licenciamento e ausência de prestação de serviços de saúde no local. Também foram emitidos dois termos de apreensão.  Durante as ações, a Vigilância Sanitária apreendeu 1.223 produtos considerados irregulares ou impróprios para consumo, entre eles 747 litros de bebidas sem procedência, falsificadas ou adulteradas, 235 cigarros eletrônicos, 288 pomadas capilares sem registro e 106 quilos de alimentos. O objetivo é prevenir riscos à saúde da população diante do aumento expressivo do consumo e da comercialização temporária de alimentos e bebidas durante o período festivo. Ações educativas Durante as ações, a Vigilância Sanitária apreendeu 1.223 produtos considerados irregulares ou impróprios para consumo | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Além da fiscalização, o órgão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) também investiu em ações educativas. Antes e durante o Carnaval, 500 ambulantes passaram por treinamento voltado às boas práticas de manipulação e comercialização de alimentos e bebidas, reforçando o caráter preventivo da atuação da Vigilância Sanitária. De acordo com a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé, o trabalho integrado das equipes foi essencial para assegurar um Carnaval mais seguro. "Nosso objetivo é proteger a saúde da população. Atuamos de forma preventiva e também corretiva, orientando comerciantes e ambulantes, mas aplicando as medidas necessárias quando identificamos irregularidades que possam colocar a população em risco. O balanço demonstra a presença ativa da Vigilância Sanitária em todos os grandes eventos do Distrito Federal”, destacou. A gestora destaca ainda que as ações de fiscalização ocorrem de forma contínua ao longo do ano, sendo intensificadas em grandes eventos, quando há maior circulação de pessoas e ampliação do comércio temporário. Denuncie A população também pode colaborar denunciando situações irregulares por meio dos canais oficiais da SES-DF,via internet, pelo telefone 162 ou presencialmente em qualquer unidade de ouvidoria do GDF, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis em todo o Distrito Federal.   *Com informações da SES-DF

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Força-tarefa apreende mais de 2,5 toneladas de alimentos impróprios para o consumo

Com a proximidade das festas natalinas, a Vigilância Sanitária do Distrito Federal intensificou as ações de fiscalização dos alimentos mais vendidos nesta época do ano, como peru, chester, carne suína e peixes. O objetivo é garantir que os ambientes estejam em conformidade com as normas sanitárias e assegurar a qualidade dos serviços diante do aumento do fluxo de clientes no Natal e Réveillon. Vigilância Sanitária intensifica a fiscalização: toda a atenção é importante na hora de adquirir produtos alimentícios | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “O objetivo da operação é proteger a saúde pública, coibindo a venda de produtos alimentícios impróprios para o consumo e orientar consumidores e comerciantes sobre os cuidados necessários para um Natal e Réveillon com segurança alimentar” Márcia Olivé, diretora da Vigilância Sanitária  Entre os dias 10 e 17 deste mês, foram realizadas 525 ações fiscais, que retiraram de circulação mais de 2,5 toneladas de alimentos impróprios para consumo. A maioria era de produtos com validade expirada ou com temperatura inadequada. Além disso, foram 139 estabelecimentos intimados e 19 termos de interdição lavrados. A maioria das intimações se referia à falta de licenciamento adequado ou necessidade de reformas estruturais. As interdições incidiram principalmente sobre áreas de produção com condições higiênico-sanitárias insatisfatórias. “O objetivo da operação é proteger a saúde pública, coibindo a venda de produtos alimentícios impróprios para o consumo e orientar consumidores e comerciantes sobre os cuidados necessários para um Natal e Réveillon com segurança alimentar”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé. Mesmo com o rigor das apreensões, 52% de todas as ações executadas foram termos de orientação, visando a adequar o comércio antes de punir. Fiscalização R$ 75 mil Valor a que pode chegar a multa aplicada a estabelecimento que vender produto irregular Durante as ações fiscais, foram verificadas as condições de infraestrutura e boas práticas de manipulação de alimentos, bem como as estratégias de segurança alimentar. Quando são encontradas irregularidades, que ofereçam risco iminente ao consumidor, o estabelecimento pode ser sancionado com multa que varia de R$ 2 mil a R$ 75 mil, além da interdição parcial ou total do estabelecimento. De acordo com o gerente de fiscalização da Secretaria de Saúde (SES-DF), Gustavo de Lima, a atividade deste ano foi ampliada para assegurar o maior número de locais vistoriados. “Intensificamos as ações em estabelecimentos que não possuem as características de buffet, mas que, sabidamente, acabam ofertando pratos natalinos específicos, bem como o fornecimento de ceias completas. O objetivo é garantir que esses locais possuam estrutura e procedimentos seguros.” Durante as ações, os auditores também passam orientações diretas aos comerciantes sobre práticas corretas de armazenamento e exposição de produtos perecíveis. A agente de vigilância ambiental em saúde Juliana Rodrigues, que acompanhou fiscalizações em Águas Claras, reforça a atenção necessária ao adquirir carnes e produtos de açougue: “É importante verificar as características do produto, como cor e odor. Se apresentar uma cor envelhecida, esverdeada, é preciso evitar o consumo e a aquisição desse produto, já que carnes têm o poder de deterioração muito rápido.” Nos itens congelados, a atenção deve ser a mesma. “É importante verificar a validade dos produtos, se o produto apresenta degelo, se o freezer está funcionando, se tem tampa, se não tem água descongelada e não está desregulado”, prossegue ela.  [LEIA_TAMBEM]A agente lembra que é importante sempre adquirir alimentos em locais de origem comprovada, evitando fornecedores com os quais não seja possível verificar a procedência dos produtos. Denúncias Até o início deste mês, a Vigilância Sanitária do DF recebeu 1,1 mil reclamações registradas no portal Participa DF sobre padarias e supermercados. No mesmo período, houve 2,6 mil ações fiscalizatórias nesses setores. Para solicitar o serviço de fiscalização, basta acionar os canais de atendimento da ouvidoria — via internet, pelo telefone 162 ou presencialmente, em qualquer unidade de ouvidoria do GDF.   * Com informações da Secretaria de Saúde  

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Suspeitas de intoxicação por metanol: um caso é descartado e outro segue em investigação no DF

Dos dois casos suspeitos de intoxicação por metanol no Distrito Federal, um deles foi descartado após exame laboratorial concluir “não detectado” para metanol. O laudo do paciente de 34 anos foi emitido pelo Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), nesta segunda-feira (6). O segundo caso envolve um paciente de 47 anos, internado no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O paciente segue sendo monitorado e, até o fim da tarde desta segunda-feira (6), não havia confirmação de intoxicação por metanol. O caso foi atendido na UPA de Brazlândia e transferido primeiro para o Hospital Regional de Santa Maria e depois para o HBDF. O paciente é residente no estado de Goiás. Vigilância Sanitária promoveu fiscalização de bebidas alcoólicas | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF De acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde da Secretaria de Saúde (SES-DF), Fabiano dos Anjos Martins, o paciente está sendo acompanhado por uma equipe multidisciplinar especializada. "Todos os casos suspeitos serão notificados e monitorados pela Secretaria de Saúde do DF, que é responsável pelo controle dessas ocorrências no Distrito Federal".  A SES-DF destaca que, na ocorrência de um caso suspeito de intoxicação por metanol, deve ser realizado contato com o CIATox, por meio dos telefones (61) 99288-9358 e 0800 644 6774, para orientações do manejo clínico.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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