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Moto com quase R$ 300 mil em débitos e 819 infrações é retirada de circulação

Na tarde desta sexta-feira (13), dois agentes de trânsito rodoviário do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) foram acionados pelo Centro de Controle Operacional (CCO) para atender a um sinistro com vítimas no Km 21 da DF-003 (Epia), sentido sul, próximo à Candangolândia. A ocorrência envolveu um carro e uma motocicleta. Motocicleta tinha licenciamento vencido desde 2008, além de diversas outras infrações acumuladas | Foto: Divulgação/DER-DF No local, durante as consultas de praxe, os agentes constataram que a motocicleta vermelha Yamaha, com placa de Timon (MA), estava com o licenciamento vencido desde 2008 e acumulava pendências financeiras superiores a R$ 297 mil, referentes a tributos, encargos e, principalmente, 819 autos de infração. Entre as infrações registradas estão excesso de velocidade (até 20% e 50% acima do limite permitido), avanço de sinal vermelho, circulação em acostamento e em faixas exclusivas. Além dessas irregularidades, o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), agravando o risco à segurança viária. [LEIA_TAMBEM]O motociclista recebeu os primeiros socorros no local do acidente e, devido a um ferimento na perna, foi encaminhado ao Hospital de Base, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A motocicleta foi removida ao depósito. O caso evidencia como a condução sem habilitação, aliada ao descumprimento reiterado das normas de trânsito, potencializa acidentes e coloca em risco não apenas o condutor, mas também pedestres e outros motoristas. A fiscalização é importante para identificar e retirar de circulação veículos e condutores que representam ameaça à segurança nas vias do Distrito Federal.   *Com informações do DER-DF  

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Colher frutas perto da fiação elétrica pode causar acidentes graves

Fevereiro marca o encerramento da safra da manga, e ainda é comum encontrar, pelas ruas do Distrito Federal, árvores carregadas da fruta. A cena típica do período, que convida à colheita diretamente do pé, exige atenção redobrada. A proximidade com a rede elétrica transforma um hábito cotidiano em uma situação de alto risco, com potencial para provocar choques elétricos graves e até ocorrências fatais. Com um patrimônio verde superior a 950 mil árvores frutíferas, o DF se transforma, nesta época do ano, em um grande pomar urbano, com mangueiras, abacateiros e goiabeiras distribuídos por vias públicas, praças e quintais residenciais. Diante desse cenário, a Neoenergia Brasília reforça o alerta à população sobre os perigos da aproximação indevida da rede de energia durante a retirada de frutos. Respeitar a distância de pelo menos 2,5 metros da rede elétrica é uma forma de se precaver de acidentes ao colher frutas do pé | Foto: Divulgação/Neoenergia Segundo a distribuidora, o risco não se limita ao contato direto com os cabos. A simples proximidade, especialmente quando são utilizados objetos como varas, bastões ou ferramentas improvisadas, pode ocasionar a formação de arcos elétricos, capazes de causar acidentes de grandes proporções. “Nossa orientação é clara: mantenha sempre uma distância mínima de 2,5 metros da rede elétrica, inclusive ao utilizar varas ou bastões para alcançar os galhos”, destaca o gerente da Neoenergia Brasília, Jorge Frota. O executivo ressalta que o perigo pode ser ampliado conforme as condições do ambiente. “Objetos aparentemente inofensivos, inclusive os de madeira, podem conduzir eletricidade, principalmente em dias úmidos ou chuvosos. O risco de choque é real e pode ser fatal”, alerta. Para garantir que a prática de colher frutas no pé continue sendo um momento de lazer — e não uma situação de perigo —, a Neoenergia Brasília orienta a população a adotar cuidados simples, porém indispensáveis, sempre priorizando a preservação da vida. Dicas de segurança Não tente retirar frutas, galhos ou qualquer objeto preso à rede elétrica. Em situações como essa, acione imediatamente a Neoenergia Brasília Escolha o local adequado: priorize árvores localizadas em áreas abertas, afastadas de qualquer tipo de fiação Atenção aos materiais: nunca utilize varas de metal ou itens que possam conduzir eletricidade Evite a colheita em dias chuvosos ou com incidência de raios. Árvores podem funcionar como para-raios naturais, aumentando significativamente o risco de descargas elétricas. *Com informações da Neoenergia  

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Chegada das chuvas no DF exige mais cuidado no trânsito; veja recomendações

Com a chegada do período chuvoso no Distrito Federal, dirigir exige atenção redobrada. A baixa visibilidade, as pistas molhadas e o acúmulo de água e óleo em determinados trechos tornam o trânsito mais perigoso, exigindo cuidados especiais por parte dos condutores. Para o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), Bruno Baruque, o início do período chuvoso eleva o risco de sinistros, especialmente quando associado a comportamentos imprudentes, como excesso de velocidade, uso do celular ao volante e a falta de atenção. Excesso de velocidade e chuva é uma combinação perigosa que pode aumentar o número de acidentes | Foto: Divulgação/Detran-DF Para ajudar a reduzir os riscos, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) recomenda algumas medidas de segurança. Confira mais orientações para evitar sinistros durante o período de chuvas: [LEIA_TAMBEM] Mantenha uma distância maior do veículo da frente, pois reduz o risco de colisão e evita acidentes caso necessite frear de forma brusca;   Reduza a velocidade gradualmente para evitar colisão provocada por freadas bruscas e pista escorregadia;  Pise no freio de forma gradual até chegar a uma velocidade adequada. Além disso, nunca dirija em alta velocidade;   Não use os freios em caso de aquaplanagem. Mantenha a calma e o volante firme, tire o pé do acelerador, não pise no freio e não movimente o volante bruscamente até que os pneus voltem a ter contato com o solo e o controle do carro esteja novamente em suas mãos;   Mantenha os faróis baixos ligados, pois aumenta a visibilidade do veículo e facilita a identificação de poças d’água e trechos alagados. Evite usar o farol alto, pois o reflexo da luz ofusca a visão dos demais motoristas;   Acione o limpador de para-brisas e mantenha as borrachas das palhetas do limpador de para-brisa e os vidros limpos;   Evite o embaçamento do vidro. Mantenha o ar-condicionado ligado e acione o desembaçador elétrico traseiro ou use o ventilador. Não passe a mão no vidro para desembaçar, pois isso piora a visibilidade;   Trafegue com pneus em bom estado. Confira a qualidade dos pneus observando o índice de desgaste. Pneus lisos perdem a aderência com o solo, principalmente se a pista estiver molhada, dificultando a frenagem em segurança;   Motociclistas devem evitar chuva forte. Se possível, espere em algum local seguro até que a chuva passe. É fundamental que o motociclista esteja bem equipado, utilizando capacete com viseira adequada ou óculos de proteção, capa de chuva, jaqueta com proteções, além de luvas e botas.   Pedestres, façam travessias seguras. Devido à baixa visibilidade, há um risco maior de os condutores não perceberem a presença de pedestres. Por isso, é fundamental que, ao atravessar a rua, você dê sinais claros de sua intenção e só realize a travessia em locais seguros, preferencialmente nas faixas de pedestres. Onde não houver faixa, escolha pontos visíveis e aguarde até que seja seguro atravessar. *Com informações do Detran-DF  

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Unidade de Queimados do Hran realiza mais de 3 mil atendimentos em 2024

Um fim de tarde mudaria a vida de Ricardo Amorim da Silva, 37. Em 2022, o produtor rural realizava mais um passeio de paramotor, até sofrer um acidente. Devido a uma peça com defeito de fábrica, trocada na revisão, o escapamento encostou no tanque de gasolina e entrou em chamas. O produtor rural Ricardo Amorim da Silva sofreu acidente enquanto passeava de paramotor em 2022. Ele teve 50% do corpo queimado | Foto: Arquivo Pessoal O corpo do morador de Formosa (GO) ficou 50% queimado. Foram 19 cirurgias e diversos “banhos” – procedimento feito com a pessoa sedada quando se limpam as feridas. O primeiro atendimento e a recuperação, que incluiu muitas sessões de fisioterapia, foram realizados no Hospital Regional de Asa Norte (Hran). “Quando aconteceu, fui logo medicado e, na mesma noite, fiz a primeira cirurgia. Tenho certeza de que a assistência rápida e de referência foi crucial para a minha sobrevivência”, declara. De acordo com dados da Unidade de Queimados do Hran, em 2024, já foram realizados 1.041 atendimentos no pronto-socorro; 2.026 no ambulatório e 202 cirurgias. No ano passado, foram quase 3 mil na emergência e 8,7 mil no ambulatório – os maiores números em seis anos. Ainda em 2023, 557 cirurgias ocorreram no hospital relacionadas a queimaduras graves. Na avaliação do chefe da unidade, Ricardo de Lauro, os números devem ser superados este ano. O local se destaca pela busca de tratamento completo, com equipe multidisciplinar, equipamentos de anestesia, sala de cirurgia própria, sala de curativos, espaço de fisioterapia e Farmácia Clínica. “Queimadura é um problema de saúde pública grave e expressivo. E é extremamente comum em uma população mais vulnerável, como idosos, crianças e pessoas em uma situação socioeconômica desfavorável” Ricardo de Lauro, Unidade de Queimados do Hran “O Hran oferece atendimento tanto ao queimado agudo como à pessoa que sofre pelas sequelas. É um tratamento integral, observando as muitas necessidades do paciente, desde a parte clínica, de fisioterapia e de nutrição, até o suporte psicológico e de assistência social”, explica o gestor. Acidentes mais comuns Segundo o especialista, historicamente, as causas mais habituais de queimaduras ocorrem pelo contato com líquidos quentes e chamas diretas. O local mais perigoso costuma ser a cozinha. De acordo com o Ministério da Saúde, são mais de um milhão de casos por ano, muitos resultando em óbitos. “Queimadura é um problema de saúde pública grave e expressivo. E é extremamente comum em uma população mais vulnerável, como idosos, crianças e pessoas em uma situação socioeconômica desfavorável”, avalia de Lauro. As causas mais comuns de queimaduras costumam ser contato com líquidos quentes e com chamas diretas. Festividades merecem atenção | Foto: Breno Esaki/Arquivo/Agência Saúde-DF No Hran, observa-se um aumento da quantidade de pacientes no auge da seca, entre agosto e setembro. No entanto, as festividades – como festas juninas – em geral também são motivo de atenção. “Em datas comemorativas, há uma combinação altamente inflamável: pessoas em locais limitados, com possível grau de embriaguez, presença de alimentos e bebidas quentes e situações ambientais que favorecem o surgimento de acidentes”, acrescenta o profissional. Como evitar? Nesta quinta-feira (6), é celebrado o Dia Nacional de Luta contra Queimaduras. Instituída pela Lei nº 12.026/2009, a data busca promover a ideia de que o melhor caminho é a prevenção. Entre os cuidados na cozinha, por exemplo, estão: assistência e vigilância constantes das crianças; lembrar de desligar fogão e forno, especialmente aqueles sem chamas; não trabalhar na cozinha com roupas inadequadas ou despido; prender os cabelos compridos ao cozinhar; não tentar apagar o fogo em panelas de fritura com água fria; não fritar alimentos molhados em gordura quente etc. O que fazer? Em casos de acidente, o primeiro passo é interromper o processo de queimadura com água limpa em abundância ou abafando o local. Em seguida, resfriar a região com água em temperatura ambiente ou fria por pelo menos 20 minutos – sem necessidade de ser gelada. Por fim, procurar imediatamente o serviço de saúde, podendo ser uma das 176 unidades básicas de saúde (UBS) ou o pronto-socorro dos hospitais regionais. A equipe irá avaliar as feridas, medicar a dor, fazer os curativos necessários e checar a vacinação antitetânica. *Com informações da SES-DF

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