Governador Ibaneis Rocha nomeia 1.154 profissionais para reforçar a rede pública de saúde
O Governo do Distrito Federal nomeou, nesta quinta-feira (26), 1.154 novos servidores aprovados no último concurso da Secretaria de Saúde (SES-DF). O ato foi oficializado pelo governador Ibaneis Rocha, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e marcou o ingresso de profissionais que passam a atuar diretamente no atendimento à população. “Nós temos uma Secretaria de Saúde que é classificada como uma das melhores do Brasil. Temos excelentes profissionais, os mais qualificados. Toda vez que se faz uma quantidade de nomeações dessas — são 1.154 só hoje —, é um sinal claro de que a gente quer uma saúde pública melhor”, afirmou o governador. O grupo nomeado é formado por 850 técnicos em enfermagem, 150 enfermeiros, 40 cirurgiões-dentistas, 45 agentes de vigilância ambiental em saúde (Avas), 45 agentes comunitários de saúde (ACS) e 24 auditores de vigilância sanitária. Os profissionais passam a atuar em diversas frentes, desde o atendimento direto ao paciente até ações de prevenção e controle sanitário. Ibaneis Rocha: “Nós temos uma Secretaria de Saúde que é classificada como uma das melhores do Brasil. Temos excelentes profissionais, os mais qualificados. Toda vez que se faz uma quantidade de nomeações dessas — são 1.154 só hoje —, é um sinal claro de que a gente quer uma saúde pública melhor” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Presente na solenidade, a vice-governadora Celina Leão destacou o potencial do Sistema Único de Saúde (SUS): "Nós acreditamos verdadeiramente no SUS porque, quando a gente recebe alguém no Hospital de Base, por exemplo, a gente não pergunta se ele tem condição de pagar por aquilo. Ele tem atendimento médico independentemente de qualquer coisa. Isso é o SUS. Ele é universal". Atenção básica e prevenção "Nós acreditamos verdadeiramente no SUS porque, quando a gente recebe alguém no Hospital de Base, por exemplo, a gente não pergunta se ele tem condição de pagar por aquilo. Ele tem atendimento médico independentemente de qualquer coisa. Isso é o SUS. Ele é universal" Celina Leão, vice-governadora do DF Com a nomeação, o quadro da Secretaria de Saúde passa a contar com o reforço desses novos servidores, que se somam aos 29.717 profissionais ativos. Os nomeados têm 30 dias corridos para tomar posse, a contar da publicação do ato de nomeação. O impacto financeiro previsto é de R$ 80 milhões até o fim do ano, verba que sairá do próprio orçamento da Secretaria de Saúde. “Vocês vão chegar num momento de extrema importância, porque nós estamos passando por inúmeras transformações para trazer novas tecnologias e novas ferramentas de trabalho para a saúde. Nós temos trabalhado de maneira incansável para trazer mais humanização aos nossos atendimentos”, destacou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. O técnico de enfermagem Anderson Filipini é um dos nomeados e comemora a conquista aos 34 anos. Morador da Asa Norte, foi aprovado após dois anos de estudo. “Essa nomeação expressiva vai reforçar a saúde e trazer mais qualidade de vida para a população do DF. Os técnicos de enfermagem são o primeiro contato do usuário com a assistência: são eles que realizam a primeira medicação e aferem a pressão arterial. Portanto, é a força de trabalho que chega diretamente à ponta do atendimento”, diz o servidor. Andressa dos Santos também foi nomeada e celebra mais essa etapa aos 26 anos. Técnica de enfermagem e moradora do Recanto das Emas, ela destaca a necessidade de reforço nas equipes. “Os hospitais estavam precisando muito. E a gente está muito grato — todos os aprovados estão muito gratos por essa chamada. Estamos preparados para reforçar o atendimento na saúde”, garante a servidora. Mais atendimento médico Ato foi oficializado pelo governador Ibaneis Rocha no Centro de Convenções Ulysses Guimarães Em dezembro do ano passado, foram nomeados mais de cem médicos para compor o quadro da rede pública de saúde. Entre o maior número de nomeações, destacam-se cirurgia geral, com 29 profissionais convocados, e ginecologia, com dez novos médicos. Também foram nomeados anestesiologistas, cirurgiões oncológicos, pediátricos e vasculares, profissionais da clínica médica, coloproctologistas, gastroenterologistas, hematologistas, neurocirurgiões e pediatras. “Essa nomeação expressiva vai reforçar a saúde e trazer mais qualidade de vida para a população do DF", destaca o nomeado Anderson Filipini | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Desde 2019, início da atual gestão, o GDF já nomeou 8.233 servidores para a área da saúde. O reforço na força de trabalho tem como foco ampliar a capacidade da rede pública e qualificar os serviços prestados à população.
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Governador Ibaneis Rocha autoriza nomeação de mais de 1,1 mil profissionais em saúde
O governador Ibaneis Rocha autorizou, nesta quarta-feira (4), a nomeação de 1.154 aprovados no último concurso da Secretaria de Saúde (SES-DF) para assumirem cargos de servidores efetivos. A expectativa é de que a convocação seja publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) no próximo dia 26. Os novos profissionais são de diferentes áreas de atuação, como enfermagem, atenção básica e vigilância em saúde, que chegam para reforçar o atendimento na rede. “Nós teremos a nomeação de 150 enfermeiros, 850 técnicos de enfermagem, 45 agentes de vigilância ambiental em saúde, 45 agentes comunitários de saúde, 24 auditores de vigilância sanitária e 40 cirurgiões-dentistas. Isso tudo com a finalidade de reforçar a saúde pública no DF, de modo que a gente possa atender, cada vez mais, o paciente lá na ponta, nos nossos hospitais, nas nossas UBSs [unidades básicas de saúde], reforçando o nosso compromisso de governo com a saúde pública no Distrito Federal”, ressaltou o chefe do Executivo. “Nós teremos a nomeação de 150 enfermeiros, 850 técnicos de enfermagem, 45 agentes de vigilância ambiental em saúde, 45 agentes comunitários de saúde, 24 auditores de vigilância sanitária e 40 cirurgiões-dentistas", destacou o governador Ibaneis Rocha | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Os novos profissionais vão compor o quadro de servidores efetivos da pasta e devem atuar em diferentes unidades da rede pública. A distribuição será definida a partir de estudos realizados pela Secretaria de Saúde, que identificou as regiões com necessidade de reforço. “Essas nomeações vão suprir parte do déficit, e nós também vamos otimizar leitos que estavam bloqueados por conta de recursos humanos. Então, nós vamos reabrir parte dos leitos da Secretaria de Saúde. É um grande avanço”, celebrou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. O impacto financeiro previsto é de R$ 80 milhões até o fim do ano, verba que virá do próprio orçamento da Secretaria de Saúde. “A Secretaria de Economia (Seec-DF), junto à de Saúde, está fazendo esse ajuste orçamentário para permitir que essas nomeações aconteçam. É um trabalho conjunto das duas pastas para fazer esse ajuste orçamentário buscando fonte dentro da própria Secretaria de Saúde para permitir fazer as nomeações”, apontou o secretário de Economia, Daniel Izaias. A autorização vem um dia depois da entrega oficial de 56 novos veículos para a Secretaria de Saúde, com investimento de R$ 28 milhões. A compra foi a maior da história do DF para a pasta e inclui cinco consultórios odontológicos móveis inéditos, um carro exclusivo para vacinação e um ônibus com estrutura equivalente à de uma Unidade Básica de Saúde (UBS). “Essas nomeações vão suprir parte do déficit, e nós também vamos otimizar leitos que estavam bloqueados por conta de recursos humanos. Então, nós vamos reabrir parte dos leitos da Secretaria de Saúde. É um grande avanço” Juracy Lacerda, secretário de Saúde do DF Atenção básica e prevenção Entre os profissionais autorizados para nomeação estão agentes comunitários de saúde (ACSs) e agentes de vigilância ambiental (AVAs), categorias que atuam diretamente nas comunidades e no acompanhamento das famílias do Distrito Federal. De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde e Agentes Comunitários de Saúde do Distrito Federal (Sindivacs-DF), Iuri Marques, os novos servidores chegam para fortalecer o trabalho preventivo feito na rede pública de saúde. “O trabalho do agente comunitário de saúdee do agente de vigilância ambiental em saúde é de extrema importância para o Sistema Único de Saúde (SUS). Eles [os ACSs] trabalham nos postos de saúde, junto às equipes de saúde da família, fazendo as visitas de casa em casa, cuidando dos pacientes na ponta, cuidando do hipertenso, do diabético, da criança, do idoso, da gestante. E os AVAs cuidam, eentre outras atribuições, da dengue, de todas as questões das arboviroses. Então é a saúde preventiva. E prevenir, como a gente sabe pelo ditado, é melhor do que remediar”, reforçou. Mais atendimento médico Em dezembro do ano passado, foram nomeados mais de cem médicos para compor o quadro da rede pública de saúde. Entre o maior número de nomeações, destacam-se cirurgia geral, com 29 profissionais convocados, e ginecologia, com dez novos médicos. Também foram nomeados anestesiologistas, cirurgiões oncológicos, pediátricos e vasculares, profissionais da clínica médica, coloproctologistas, gastroenterologistas, hematologistas, neurocirurgiões e pediatras.
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Com volta das chuvas, Vigilância Ambiental reforça combate à dengue no DF
A volta das chuvas ao Distrito Federal reacendeu o alerta sobre os cuidados e medidas de prevenção contra a dengue. Com o aumento da umidade e do acúmulo de água em recipientes ao ar livre, o ambiente se torna ideal para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Floriculturas, borracharias e cemitérios são considerados pontos sensíveis para criadouros do Aedes aegypti, segundo a SES-DF | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Diante desse cenário, a Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria de Saúde (SES-DF), tem intensificado as ações de fiscalização e conscientização em pontos estratégicos da capital do país. Na segunda-feira (24), o alvo dos agentes foram floriculturas localizadas na Octogonal. A SES classifica esses estabelecimentos, além de cemitérios e borracharias, como pontos sensíveis para criadouros do Aedes aegypti. Isso porque o acúmulo de água nos pratinhos de vasos, a irrigação frequente das plantas e a presença de recipientes úmidos criam condições ideais para a proliferação do vetor. “A cada 15 dias estamos nesses locais realizando ações de fiscalização e conscientizando sobre medidas de prevenção que os proprietários devem seguir para evitar possíveis casos de dengue”, detalha o agente Hugo Ayala. “Todos esses pontos vulneráveis são mapeados, e um agente é designado para realizar essas ações periodicamente.” Francisca Barros de Alencar diz que toma todos os cuidados para evitar criadouros do mosquito transmissor da dengue: “Sei o quanto essa doença é perigosa” Um dos estabelecimentos visitados pelos agentes pertence à empresária Francisca Barros de Alencar, 60. Há 45 anos a comerciante ocupa o mesmo ponto e sempre procura seguir a orientação dos servidores. “Eu já tive dengue e sei o quanto essa doença é perigosa. Por isso, faço tudo que está ao meu alcance: tiro a água, não deixo ela parada, as vasilhas são todas furadas e estou sempre limpando os vasos”, conta. Cuidados em casa “Dedicando 10 minutos por semana para essa atividade, você consegue eliminar praticamente todos os focos que poderiam ter em casa”, diz o agente Hugo Ayala Os cuidados com a proliferação do mosquito, porém, não estão restritos aos estabelecimentos comerciais e aos períodos de precipitações. As autoridades reforçam que a prevenção contínua é a principal forma de conter surtos da doença e proteger a saúde coletiva. “As plantas podem armazenar água tanto dentro delas, como é o caso das bromélias, como também nos próprios materiais utilizados para o cuidado e manutenção das mesmas, como os pratinhos, vasos, os regadores que estão há muito tempo parados”, defende Hugo Ayala. Medidas simples, como evitar o acúmulo de água em vasos, garrafas e calhas, tampar tonéis e caixas-d’água e descartar corretamente materiais que possam reter líquidos, são essenciais para impedir a reprodução do Aedes aegypti. “É imprescindível que a população esteja sempre olhando esses pontos sensíveis. Dedicando dez minutos por semana para essa atividade, você consegue eliminar praticamente todos os focos que poderiam ter em casa. É um trabalho constante e que a gente pede para que a população siga fazendo dentro da sua residência”, completa. Casos de dengue Desde o início do ano, o Distrito Federal registrou 7.197 casos de dengue, dos quais 5.111 são considerados prováveis. Além disso, quatro óbitos estão sob investigação. Em comparação, no mesmo período do ano passado, houve 199.632 registros da doença, sendo 177.454 casos prováveis e 288 mortes confirmadas – uma queda de aproximadamente 97%.
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Agentes de Vigilância Ambiental vistoriam focos de dengue no Sol Nascente
Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) visitaram, na sexta-feira (14), residências no Sol Nascente/Pôr do Sol em busca de focos do mosquito Aedes aegypti. Este ano foram inspecionados quase 3 mil imóveis na região. De forma pioneira no Brasil, as equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) instalaram, no Sol Nascente, 3,1 mil estações disseminadoras de larvicidas (EDLs), tecnologia desenvolvida pelo Ministério da Saúde, a ser implementada em todo o país. A região administrativa do DF foi a escolhida para inaugurar as armadilhas pela alta vulnerabilidade em ocorrências de arboviroses (dengue, chikungunya, zika e febre amarela). O Sol Nascente é a primeira região do país a receber estações disseminadoras de larvicidas (EDLs) | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF O Avas Ernesto Augustus explica como as EDLs funcionam: “Em um balde escuro, colocamos água para atrair o Aedes aegypti. Dentro, há uma boia e uma tela impregnada com um hormônio. O mosquito, ao depositar os ovos na tela, se contamina e vai para outros depósitos”, diz. A principal vantagem, aponta o profissional, é que o hormônio atinge lugares de difícil acesso, como troncos de árvores e calhas. Cada armadilha cobre um raio de 400 metros. Mensalmente, os agentes voltam até o local e fazem a troca da tela e da água. “Com as EDLs, o mosquito se torna um autodisseminador desse hormônio. Assim, conseguimos reduzir os índices de infestação na região”, complementa Augustus. População segura O gráfico Ulânio Nunes, 40, ficou satisfeito com a aplicação da nova tecnologia. “Aqui em casa não deixo água parada e sempre coloco areia nos vasos das plantas para que nada fique acumulado ali. Essa foi a primeira vez que recebi os agentes para colocar esse tipo de armadilha. Parece-me uma ótima estratégia”, avaliou. A dona de casa Conceição de Araújo, 50, também aprovou: “Gostei dessa ideia. Minha família nunca teve dengue, mas ficamos sempre atentos”, comentou. *Com informações da Secretaria de Saúde
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