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Com alerta laranja, umidade pode chegar a 12% no DF nesta sexta e sábado

A umidade relativa do ar pode chegar a 12% no Distrito Federal nesta sexta-feira (14) e no sábado (15), principalmente durante as tardes. O DF está sob alerta laranja, de perigo, emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A previsão indica índices entre 20% e 12%, condição que aumenta o risco de incêndios florestais e pode causar impactos à saúde. O período mais crítico ocorre durante a tarde, quando as temperaturas sobem e a umidade tende a cair. A previsão indica que índices iguais ou inferiores a 12% ainda podem ser registrados até pelo menos segunda-feira (17). O período da tarde é o mais crítico, com umidade do ar ainda mais baixa | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A situação é provocada pela atuação de uma massa de ar quente e seco, associada à estabilidade atmosférica e à ausência prolongada de chuva. Essas condições dificultam a formação de nuvens e mantêm o tempo seco no Distrito Federal. Baixa umidade A região do Gama pode atingir 12% de umidade na tarde desta sexta-feira (14). O índice corresponde ao nível laranja de severidade utilizado pelo Inmet. O menor índice registrado no DF desde o início de agosto foi de 13%. A marca foi registrada no dia 10 deste mês, na Estação Meteorológica do Gama (Ponte Alta). Se a umidade ficar abaixo de 12%, o nível de severidade passa a ser vermelho, considerado de grande perigo. A partir de terça-feira (18), a umidade deve apresentar uma pequena elevação e ficar, em média, entre 30% e 35%. Mesmo assim, os índices ainda serão considerados baixos. Não há previsão de chuva para os próximos dias.  

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Distrito Federal entra em alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar nesta sexta-feira (7)

O Distrito Federal entra em alerta laranja de perigo devido à severa baixa umidade relativa do ar nesta sexta-feira (7). O aviso, emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), começa a valer a partir das 12h e vai até as 18h, com previsão de que a umidade varie entre 20% e 12%. O cenário acende o alerta para o risco de incêndios florestais e para complicações na saúde, como ressecamento de pele e desconforto nos olhos, boca e nariz. Baixa umidade atinge toda a região delimitada em laranja | Imagem: Inmet A queda nos índices de umidade é provocada pela atuação de um sistema de alta pressão na alta atmosfera, que age em conjunto com uma massa de ar seco sobre a região central do Brasil. Esse fenômeno meteorológico traz condições de tempo firme e favorável para a redução da umidade do ar, principalmente no período da tarde. O aviso engloba quase a totalidade do estado de Goiás, um pedaço de Mato Grosso e partes de Tocantins e Bahia, além de territórios entre o norte e o noroeste de Minas Gerais. Um dos primeiros hábitos a adotar é aumentar a frequência da hidratação durante a seca | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Recomendações e cuidados  Com a gravidade do alerta laranja, o Inmet recomenda que a população redobre os cuidados básicos de hidratação e proteção para reduzir os impactos da baixa umidade no dia a dia. Veja abaixo as principais orientações: Hidratação constante ⇒ Beba bastante líquido ao longo do dia, reforçando o consumo de água. Restrição de atividades ⇒ Atividades físicas não são recomendadas nos períodos mais secos. Exposição solar ⇒ Evite a exposição direta ao Sol nas horas mais quentes do dia (geralmente durante a tarde) e use roupas leves, bonés, chapéus ou sombrinhas. Umidificação ⇒ Mantenha os ambientes de casa e do trabalho adequadamente umidificados, utilize hidratante para a pele e use soro fisiológico para as vias respiratórias. A atenção deve ser ainda maior com os grupos mais vulneráveis, que incluem crianças, idosos, grávidas e pessoas com comorbidades, bem como populações e animais em situação de rua. Em caso de necessidade de suporte ou para obter mais informações, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193. Registros anteriores As regiões administrativas do Gama, Planaltina e Brazlândia são as áreas que têm registrado os menores valores de umidade relativa em eventos similares anteriores. Isso mantém a tendência de essas regiões serem as mais afetadas pela secura. Historicamente, o Distrito Federal já enfrentou marcas de estiagem ainda mais extremas. O menor índice de umidade já captado pelos equipamentos do Inmet foi de 7%, marca atingida na estação do Gama (Ponte Alta) em 3 de setembro de 2024. Brazlândia registrou 9% em 22 de agosto de 2025, o mesmo índice atingido em Águas Emendadas em 4 de outubro de 2020. Na área central de Brasília, o recorde de secura ocorreu em 15 de setembro de 2024, quando os registros chegaram a 10%. A previsão para os próximos dias aponta para a persistência do tempo seco. Os índices de umidade ainda devem atingir valores baixos durante as tardes e podem ficar em torno de 30% ou menos. Por isso, o Inmet recomenda manter o acompanhamento diário das previsões e atualizações dos avisos meteorológicos.  

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DF em alerta laranja de baixa umidade: Veja como proteger sua saúde durante a seca

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta quarta-feira (13), alerta de perigo devido ao tempo seco em seis estados e no Distrito Federal. Com umidade relativa do ar podendo chegar a 12%, especialistas de saúde apontam riscos como ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz, e recomendam a ingestão de bastante líquido e o uso de hidratante para a pele. Além disso, deve-se evitar a exposição ao sol e a prática de esportes, sobretudo nas horas mais quentes do dia. A Agência Brasília conversou com profissionais de saúde para saber quais os cuidados essenciais para evitar os problemas típicos deste período e percorreu três parques da capital para saber quais são as precauções tomadas pelos frequentadores. Segundo alerta do Inmet, a umidade pode chegar a 12% nos próximos dias | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Problemas respiratórios Pneumologista do Hospital de Base do Distrito Federal, Bethânia Bertoldi Soares alerta que, nesta época do ano, além de haver maior circulação viral, o tempo é mais seco e há maior variação de temperatura com dias mais quentes e noites e início das manhãs com temperaturas mais amenas. Segundo ela, diversas patologias respiratórias podem ocorrer ou até mesmo se intensificar. “As mais frequentes incluem rinite alérgica, sinusite, asma, bronquite, faringite, laringite, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) , resfriados e gripe”, enumera. Para os que não abrem mão da atividade física, a médica elenca uma série de cuidados: “É importante manter-se bem hidratado e, em alguns casos, pode ser indicada a reposição de sais minerais”. A pneumologista aconselha também que certos horários não são propícios à prática desportiva ao ar livre. “Prefira treinar antes das 10h ou após as 17h, quando a temperatura e a radiação solar estão mais baixas, em dias de umidade muito baixa (menos de 30%), se possível, treine em local fechado ou adie o treino intenso”, diz a médica. Ela afirma também que é melhor diminuir a intensidade do treino quando necessário. “O ar seco aumenta o esforço respiratório. Reduza ritmo e volume de treino para evitar queda de desempenho e mal-estar.” Além disso, Bethânia aconselha os portadores de doenças crônicas que estejam atentos ao uso das medicações conforme indicado por um profissional. A hidratação é um importante aliado contra o período de seca  A pneumologista também faz uma série de recomendações para a população em geral: ⇒ Beber bastante água; ⇒ Usar umidificador ou toalhas úmidas no quarto; ⇒ Evitar exposição a fumaça e poeira; ⇒ Lavar o nariz com soro fisiológico; ⇒ Manter janelas abertas em horários menos poluídos para ventilar o ambiente; ⇒ Dar atenção à pele e aos olhos; ⇒ Usar protetor solar, óculos escuros e, se necessário, colírio lubrificante para evitar irritação. Cuidados com a pele Outro aspecto de saúde importante neste período é o cuidado com a pele. Segundo a médica dermatologista do Hospital de Base, Danielle Aquino, além de beber muita água, as pessoas devem sempre usar o protetor e preferir aqueles com Fator de Proteção Solar (FPS) acima de 50. O ideal é que a pessoa passe o protetor 30 minutos antes de se expor ao sol “O ideal é que a pessoa passe o protetor 30 minutos antes de se expor ao sol, para dar tempo de a pele absorver o produto. Também é recomendável evitar a exposição direta ao sol entre 10h e 17h, quando a incidência de raios é maior e a umidade é muito baixa”, alerta. Outra dica da dermatologista é usar sabonetes umectantes e hidratantes durante o banho, e evitar a o uso de esponjas ou mesmo de buchas vegetais.  “Elas retiram a camada de gordura da pele e a deixam  mais ressecada”, explica. “Também recomendo que a água do banho seja morna ou fria, nunca muito quente. Além disso, é aconselhável que a pessoa use um creme hidratante após o banho”, afirma. Danielle adverte também sobre a importância da boa alimentação para a saúde da pele. “Prefira alimentos leves e ricos em vitaminas e sais minerais. As frutas são ótimas opções. O importante é passar longe dos ultraprocessados como embutidos e refrigerantes”, aponta a médica. “Minha dica são alimentos de feira, ou seja, naturais”, acrescenta. “Outra coisa: os sucos são gostosos e refrescantes, mas prefira comer a fruta. Se você pode comer a fruta, não beba ela”, aconselha. A médica diz ainda que aqueles que perceberem problemas que persistem na pele devem procurar um dermatologista. “Caso o ressecamento persista, ou haja continuidade dos sintomas, é interessante procurar um médico especialista.” Atividades ao ar livre A gestora de RH Shimeny Sabino come muita fruta e procura estar sempre hidratada: "Água é vida" De acordo com o meteorologista do Inmet Mércio Aranha, a condição do tempo segue sem mudanças significativas nos próximos dias.“Os dias seguem com temperaturas amenas nas primeiras horas do dia, e com temperaturas em elevação no período da tarde”, afirma. “A umidade relativa continua baixa nos próximos dias, principalmente no período da tarde, com índices inferiores aos 20%”, alerta.  A gestora de RH Shimeny Sabino costuma correr no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek de duas a três vezes por semana. Ela conta que alterna os treinos entre o início da manhã e fim da tarde para evitar o período mais quente do dia. “Nesse período seco o ideal é se hidratar, passar o protetor solar, e comer frutas. As frutas costumam hidratar também bastante. Além disso, beber muita água. Água é vida”, pontua. Shimeny relata que costuma beber pelo menos 4 litros de água por dia e fica atenta às roupas mais adequadas para a prática desportiva sob o sol:  “No quesito roupas, costumo usar [peças] com proteção UVA [tipo de radiação ultravioleta emitida pelo sol] . As roupas são fundamentais para esse período”. Thiago Rezende notou diferença quando trocou a litorânea Florianópolis pela capital federal Outro frequentador do Parque da Cidade é o empresário do ramo fitness Thiago Rezende. Ele afirma que, com o clima seco desta época do ano, a hidratação é fundamental. “A hidratação tem que ser bem-feita, senão acaba prejudicando bastante o rendimento dos atletas, dos alunos”, diz Rezende, que presta consultoria para pessoas que praticam a corrida. Natural de Florianópolis (SC), o empresário conta que teve dificuldade de adaptação ao se mudar, há 12 anos, de uma cidade litorânea para Brasília. “Vim para cá em 2012. Eu não estava acostumado com o clima. Tive alergia de pele nos três primeiros anos, mas depois fui me acostumando”, lembra. A professora Evelyn Silva treina corrida com Thiago. Ela ressalta alguns cuidados ao usar o protetor solar. “Não saio de casa sem protetor solar. Passo no pescoço, nas orelhas, que muitas vezes são negligenciadas, e nas pálpebras, além do resto do corpo para que a gente não fique exposta ao sol e corra risco aí de pegar aí alguma doença, como um câncer de pele”, alerta. Alexandre Cardoso prefere se exercitar cedo e não abre mão do uso de umidificador em casa [LEIA_TAMBEM]O auditor do TCU Alexandre Cardoso pratica musculação quatro vezes por semana e corre nos outros dois dias no Parque Asa Delta, no Lago Sul. “Só descanso um dia por semana, porque estou me aproximando dos 60 [anos]”, conta. Ele afirma que, neste período do ano, é comum sofrer de alergias que causam rinite. Cardoso prefere se exercitar mais cedo para evitar o calor. “Logo depois eu tomo água de coco, ou algum isotônico, para suprir a perda de sais minerais, além de muita água”, comenta. Mesmo sob o sol mais ameno do início da manhã, Cardoso não se descuida do protetor solar. “Passo protetor solar, não só no rosto, mas no corpo todo. Apesar de ter a pele morena, passo protetor solar no rosto até para trabalhar por causa da radiação da tela [do computador]”, afirma. “Em casa, também costumo umidificar os ambientes”, arremata.

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Aulas são mantidas nas escolas públicas

A Secretaria de Educação (SEEDF) manterá as aulas nas escolas públicas durante esses dias em que o ar de Brasília aparece com vestígios de fumaça. A decisão foi tomada após conversa entre a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o subsecretário do Sistema de Defesa Civil, Evandro Tomaz de Aquino, e o comandante do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), coronel Sandro Santos da Silva – segundo o qual o nível de alerta está na cor laranja, permitindo a continuidade das atividades escolares. Aulas seguem dentro dos padrões de segurança; Secretaria de Educação acompanha a situação e está pronta para agir | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “Estamos atentos e preparados para agir rapidamente se a situação se agravar. A recomendação é que as atividades continuem normalmente, mas com monitoramento constante” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação A secretária lembra que a medida se baseia em dados técnicos e no acompanhamento contínuo da situação ambiental: “Nosso objetivo é garantir que as escolas funcionem de maneira segura. Estamos atentos e preparados para agir rapidamente se a situação se agravar. A recomendação é que as atividades continuem normalmente, mas com monitoramento constante. Se o alerta passar a ser vermelho, suspenderemos as aulas de imediato e comunicaremos à população do Distrito Federal”. A preocupação com a fumaça das queimadas não é exclusiva do Distrito Federal. Diversos estados brasileiros estão enfrentando problemas semelhantes, e em todos eles as aulas também estão mantidas. A decisão de seguir com as atividades presenciais é baseada em análises locais das condições atmosféricas, sempre priorizando a saúde dos alunos. Em situações extremas, as escolas têm autonomia para adaptar suas rotinas. “Cada escola tem suas especificidades, e os gestores têm liberdade para tomar decisões pontuais, sempre em diálogo com a Secretaria de Educação”, ressalta Hélvia Paranaguá.  Acompanhamento constante  A SEEDF, informa a titular da pasta, segue monitorando a situação e permanece em comunicação constante com as escolas e autoridades competentes. A comunidade escolar será informada imediatamente sobre qualquer alteração nas condições que exija mudanças no funcionamento das unidades. Enquanto isso, o foco continua sendo a segurança e o bem-estar de alunos e profissionais. Veja, abaixo, as principais recomendações da secretaria para as escolas durante este período. ⇒ Manter os bebedouros em boas condições de funcionamento, com atenção à higiene e à qualidade da água oferecida ⇒ Orientar os estudantes a trazerem sua garrafinha de água para a escola e a não compartilhá-la com colegas, evitando assim a propagação de gripes e resfriados ⇒ Incentivar o consumo regular de água pelos alunos durante o período escolar ⇒ Evitar a realização de atividades físicas ao ar livre entre as 10h e as 16h ⇒ Assegurar que as salas de aula estejam sempre bem-ventiladas ⇒ Reforçar as medidas de higiene em todos os ambientes escolares, incluindo pátios, sanitários e salas de aula. *Com informações da Secretaria de Educação

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