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Após receber a casa reconstruída, família da Estrutural tem a vida transformada

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Cidade Estrutural é uma das regiões atendidas pelo programa Melhorias Habitacionais, que transforma a realidade de famílias que vivem em moradias precárias e não têm condições financeiras para custear reformas. Nesta terça-feira (11/8), foi a vez de Marta Fernandes de Carvalho, de 48 anos, realizar o sonho de viver com mais segurança e conforto. Diarista, mãe de dois filhos e avó, ela recebeu da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF) a casa reconstruída e pronta para morar com dignidade.  A diarista Marta de Carvalho (D) foi contemplada com a reforma pelo programa do GDF: “Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia” | Fotos: Divulgação/Codhab  A intervenção das equipes da Diretoria de Assistência Técnica (Diate) da Codhab-DF transformou completamente a realidade da antiga moradia, que era construída, em grande parte, com madeirite e tinha problemas elétricos e de saneamento.  A obra começou pela fundação e contemplou toda a estrutura da residência, além da reconstrução e melhor distribuição dos ambientes para aproveitar um lote estreito. Também foram executadas novas instalações elétricas e hidráulicas, pisos, área de serviço e a substituição de todas as esquadrias, com investimento total de R$ 99.953,28. Qualidade de vida Para Marta, a entrega representa a realização de um sonho que, durante muitos anos, parecia distante. Ela conheceu o trabalho da Codhab por volta de 2018, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que já acompanhava a família. Assim, identificou que o núcleo familiar atendia aos critérios necessários para buscar o auxílio do programa Melhorias Habitacionais. Reforma foi feita em cada canto da casa, desde o piso até todas as instalações “Na época, minha casa era de madeirite e estava muito deteriorada, caindo aos poucos”, lembra. “Eu não sabia que existia um programa que ajudava famílias em situação de vulnerabilidade a melhorar ou reconstruir suas casas. Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia.” “Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade” Arthur Côrtes, arquiteto responsável pelo projeto da reforma Ao recordar as condições em que vivia, Marta conta que um dos maiores problemas estava justamente no banheiro: “A casa praticamente não tinha banheiro. O vaso sanitário quebrou, e o espaço acabou virando uma espécie de fossa, muito perigoso. Agora tenho este banheiro lindo”.  Com a nova casa pronta, o sentimento é de felicidade e gratidão. “Eu jamais teria condições de construir uma casa como essa”, comemora. “Para mim, era algo que parecia impossível. Nem nos meus sonhos eu imaginava conseguir. Hoje estou realizando um grande sonho: ter a minha casa reconstruída por meio da Codhab”. Olhar especializado  Responsável pelo projeto da residência, o arquiteto e urbanista Arthur Côrtes explica que as condições encontradas inicialmente exigiram uma reorganização completa do espaço. “A casa apresentava uma situação bastante precária”, detalhou. “O lote havia sido dividido, e a construção era praticamente toda feita de aglomerado, sem uma divisão adequada dos cômodos e, como a própria moradora relatou, praticamente sem banheiro. Além disso, havia riscos relacionados à parte elétrica, com possibilidade de curtos-circuitos, principalmente durante o período de chuvas. Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade.” “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família” Alcimar Borges, engenheiro civil De acordo com Arthur, as dimensões do terreno exigiram um projeto pensado para aproveitar cada espaço disponível. “O lote mede aproximadamente 3,5 metros por 12 metros”, enumera. “É um terreno muito estreito, praticamente como um corredor comprido. Por isso, foi necessário pensar muito bem na distribuição dos ambientes para aproveitar o espaço e garantir uma moradia digna, confortável e segura”. O engenheiro civil Alcimar Borges, responsável pela execução e pelo acompanhamento da obra, ressaltou que a intervenção alcançou praticamente toda a residência: “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. A intervenção foi completa. O trabalho começou desde a fundação e envolveu toda a estrutura da residência, além da instalação elétrica e hidráulica. Também foram feitos os pisos, a área de serviço e a substituição de todas as esquadrias. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família”. A história de Marta representa o propósito do programa Melhorias Habitacionais: transformar não apenas espaços físicos, mas também a vida de quem vive neles. Ao levar segurança e conforto para dentro de casa, a iniciativa da Codhab contribui para que famílias possam olhar para o futuro com mais esperança. Para quem esperou anos por essa mudança, a nova casa representa mais do que uma obra concluída: é a oportunidade de recomeçar em um lar mais seguro e adequado às necessidades de seus moradores.   *Com informações da Codhab

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Livro compartilha experiência de servidores da Saúde sobre assistência a vítimas de violência

Reflexões, troca de conhecimentos e uma visão realista sobre um dos serviços mais sensíveis prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É isso o que os leitores encontrarão no livro Violência Sexual: práticas de atendimento biopsicossocial a vítima, agressores e famílias. O evento de lançamento reuniu, na última quinta-feira (6), profissionais de saúde, estudantes, familiares e servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF).    A obra reúne análises de experiências vividas na rede de Centros de Especialidades para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepavs) da SES-DF. Os capítulos abordam temas como atendimento psicossocial, intervenção com meninos vitimizados, adolescentes vítimas de violência sexual, acompanhamento de mulheres em situação de violência, adolescentes que cometeram violência sexual, homens agressores de crianças e adolescentes, entre outros. Ao todo, são 22 autores. Lançamento reuniu profissionais de saúde, estudantes, familiares e servidores da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A organização ficou a cargo das servidoras da SES-DF Camila Lueneberg e Sônia Rodrigues, em parceria com as professoras da Universidade de Brasília (UnB) Liana Costa e Marlene Marra. Não se trata de uma obra teórica, mas de um guia prático que detalha a estruturação de atendimentos biopsicossociais a vítimas de violência sexual, a suas famílias e aos próprios agressores. “Esperamos que o livro desperte ainda mais profissionais e instituições de saúde e de proteção para a importância do acolhimento qualificado, e que as práticas apresentadas nos textos possam inspirar outras regiões do país", revelou Sônia. Durante o lançamento do livro, a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, afirmou que a obra representa "a generosidade dos autores em compartilhar suas experiências". Psicóloga, a gestora destacou a importância da troca de experiências para aprimorar os atendimentos. "Já aprendemos que é assim que conseguimos mudar as coisas: compartilhando saberes." Obra reúne análises de experiências vividas na rede de Centros de Especialidades para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência sexual, Familiar e Doméstica (Cepavs) O lançamento contou, ainda, com a presença da promotora de justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Camila Britto; do juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Ben-Hur Vinza; da assessora técnica do Departamento de Gestão do Cuidado Integral do Ministério da Saúde, Dieni Rodrigues; e da coordenadora de Operação do Instituto Sabin, Jéssica Campos.  O livro Violência Sexual: práticas de atendimento biopsicossocial a vítima, agressores e famílias já está à venda em livrarias online. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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GDF ultrapassa marca de meio milhão de cestas verdes entregues a pessoas em situação de vulnerabilidade social

Criado em 2019 por este Governo do Distrito Federal (GDF) para garantir a segurança alimentar e nutricional das famílias em situação de vulnerabilidade social, o programa Cesta Verde ultrapassou, neste mês, a marca de meio milhão de cestas com frutas, verduras e legumes frescos distribuídas como complemento ao Cartão Prato Cheio. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e visa promover a segurança alimentar e nutricional das famílias beneficiadas com as cestas, além de fomentar a agricultura familiar ao comprar os alimentos de cooperativas de produtores rurais locais. Stephany Frota está entre os beneficiários que passam por um momento de vulnerabilidade. Casada e mãe de três filhos, ela e o marido estão sem emprego. “Estávamos em um bom momento profissional quando acabamos ficando desempregados”, relata. “Ficamos à mercê de ajuda da família, para pagar aluguel, água, fazer tudo.” Objetivo é promover a segurança alimentar e nutricional das famílias beneficiadas com as cestas, além de fomentar a agricultura familiar | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. Diante da situação, Stephany decidiu procurar ajuda no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para alimentar a família. “O Cras me atendeu superbem. Conseguiu suprir a minha necessidade. Eu achava que só quem poderia receber esse benefício era quem estivesse em uma situação muito mais vulnerável que a minha, porque a minha é momentânea. O governo conseguiu me ajudar nesse momento de vulnerabilidade que a minha família passa. Eu achava que isso aí [o programa] não funcionava. Só que, quando foi a minha vez de precisar, vi quanto suporte eles dão”, observa. Moradora de Ceilândia, a aposentada Santília Cândida também passa por dificuldades e recebe a cesta. Ela conta que o filho está desempregado, o que tem apertado o orçamento da família. Para Santília, o programa ajuda muito as pessoas que passam por necessidades: “A cesta vai fazer muita diferença na nossa vida. O GDF ajuda muito as pessoas. É uma feira boa, é muito bom”. Complemento [LEIA_TAMBEM]Diretora de Programas Sociais de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Rayane Lorrane Lima explica que a Cesta Verde é um complemento alimentar para os beneficiários, que recebem tanto o cartão na modalidade pecúnia quanto a cesta básica. “A Cesta Verde traz o alimento nutritivo e saudável para a mesa dos beneficiários”, pontua. Ela acrescenta que existem duas modalidades de benefício. “A primeira é o programa Cartão Prato Cheio, na modalidade pecuária, que é um cartão mesmo com o qual o beneficiário recebe o valor de R$ 250. Para isso, as pessoas precisam passar por alguns critérios: renda per capita familiar de até meio salário mínimo, estar residindo no DF, estar inscrito no nosso sistema e estar em situação de insegurança alimentar e nutricional.” De acordo com a diretora, a cesta básica é voltada àqueles beneficiários que não conseguem cumprir os critérios do Cartão Prato Cheio. “São pessoas que têm algum tipo de renda, que têm alguma estabilidade, mas que, momentaneamente, estão passando por dificuldades. Então, a cesta básica é excepcional. Ela é para esses casos específicos onde a pessoa tem estabilidade, mas recebe a cesta básica porque naquele momento está precisando”, afirma. Moradora de Ceilândia, a aposentada Santília Cândida é uma das beneficiárias da Cesta Verde: "É uma feira boa, é muito bom” Como receber Com peso mínimo de 13 kg, a cesta é entregue por meio de empresas transportadoras parceiras da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), que, antes de enviarem o alimento, confirmam o endereço com as famílias por meio de ligação ou mensagem via WhatsApp.  Para ter acesso à Cesta Verde, é necessário buscar atendimento em um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) — com agendamento online e pelo telefone 156 — e participar do programa Cartão Prato Cheio ou receber a cesta básica emergencial. Os critérios para participar do Cartão Prato Cheio incluem ter renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, residir no Distrito Federal e comprovar situação de insegurança alimentar. 

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Plano Piloto tem ação de acolhimento da população em situação de rua nesta terça (15)

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em sete endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (15). Abordagens compreendem orientações aos ocupantes, como oferta de serviços e encaminhamento | Foto: Divulgação/DF Legal  Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para quem não tem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA (Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável.  No decorrer de toda a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação no Plano Piloto nesta terça.  ►  CLN 316, altura do Bosque Park ►  L2 Norte, altura da quadra 601 ►  902/903 Sul, em frente ao Senac ►  902 Sul, área verde entre o aeroclube e o colégio Serios ►  107/108 Sul, às margens do Eixo Rodoviário ►  Parquinho da 112/113 Sul ►  303/503 Sul, área verde ao lado do Big Box. *Com informações da DF Legal  

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