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Na Hora Perícia Médica Federal realiza mutirão para antecipar mais de 600 perícias

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A unidade do Na Hora Perícia Médica Federal, no Setor Comercial Sul (SCS), realiza, de 18 a 30 de setembro, um mutirão para antecipar perícias médicas que já estão agendadas nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Distrito Federal. Os atendimentos da força-tarefa ocorrerão sempre no período da tarde. A iniciativa tem como objetivo contribuir para a redução da fila de espera por perícias nas agências do INSS, aproveitando a capacidade de atendimento disponível na unidade do Na Hora Perícia Médica Federal. A previsão é que sejam realizadas mais de 600 perícias durante o mutirão, com uma média de 60 antecipações por dia. A medida busca dar maior agilidade aos atendimentos e otimizar a utilização da estrutura e da capacidade operacional da unidade. Onde será realizado Os atendimentos ocorrerão na unidade do Na Hora Perícia Médica Federal, localizada no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 4, Bloco A, Edifício Luiz Carlos Botelho — Brasília/DF. O mutirão será realizado entre 18 e 30 de setembro, exclusivamente no período vespertino. A antecipação é destinada a pessoas que já possuem perícia médica agendada nas agências do INSS no Distrito Federal. A convocação para o atendimento antecipado seguirá os procedimentos definidos para a força-tarefa. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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UPAs do DF registram mais de 8,6 mil atendimentos por sintomas respiratórios em maio

Mais de 8,6 mil atendimentos por sintomas respiratórios foram realizados nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal em maio. O aumento da procura, de 11,7% em relação a abril, acompanha o avanço dos quadros respiratórios registrados nesta época do ano. Os grupos que mais buscaram atendimento foram adultos entre 20 e 29 anos e crianças de 1 a 4 anos, faixa etária mais vulnerável às doenças típicas desta época do ano. Foi a preocupação com a persistência dos sintomas que levou a auxiliar administrativa Ana Paula Figueiredo, 32 anos, a procurar atendimento para a filha de 2 anos. “Eu achei que era só uma gripe, mas quando ela começou a ficar mais molinha e não queria comer, fiquei preocupada. Na unidade explicaram o que precisava observar e saí mais tranquila”, conta. As doenças típicas deste período continuam entre os principais motivos de procura pediátrica. Atualmente, a assistência infantil está disponível nas unidades de Sobradinho, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia. Em maio, as unidades do Recanto das Emas e de Sobradinho registraram os maiores volumes de atendimentos relacionados a sintomas respiratórios, com 1.261 e 1.260 registros, respectivamente. De acordo com o pediatra Wilson Luiz Maldonado de Aguiar, da UPA do Recanto das Emas, a maioria dos casos envolve infecções leves das vias aéreas superiores. “As manifestações mais frequentes são tosse, coriza, febre baixa e obstrução nasal. Nos bebês menores de seis meses também observamos dificuldade para mamar e redução da alimentação”, observa. Os grupos que mais buscaram atendimento foram adultos entre 20 e 29 anos e crianças de 1 a 4 anos, faixa etária mais vulnerável às doenças típicas desta época do ano | Fotos: Divulgação/IgesDF Apesar de muitos quadros evoluírem de forma favorável, alguns sinais exigem atenção imediata dos responsáveis. “Febre persistente, prostração, dificuldade para respirar, recusa alimentar, sinais de desidratação e alterações importantes no comportamento da criança merecem avaliação médica. Em bebês menores de três meses, qualquer episódio de febre deve ser investigado”, alerta. O médico ressalta ainda que a baixa umidade contribui para agravar os sintomas. “O clima seco irrita as vias respiratórias, favorece crises alérgicas e pode prolongar a recuperação de quem já está doente”, afirma. Segundo a coordenadora médica da UPA do Gama, Juliana de Almeida Barros, as alergias também aumentam nesta época do ano. “Neste período, há um agravamento das crises asmáticas, rinite, sinusite e infecções respiratórias. Muitas pessoas chegam às unidades quando os sintomas já estão mais intensos”, adverte. Apesar do aumento da demanda, a maior parte dos pacientes apresentou quadros considerados leves. Dados do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), responsável pelas 13 UPAs do DF, mostram que 53% dos atendimentos receberam classificação verde, destinada a casos de menor urgência. Outros 34% foram classificados como amarelos, enquanto os casos mais graves, identificados pelas pulseiras laranja e vermelha, representaram pouco mais de 9% dos registros. Como funciona o atendimento Uma das principais dúvidas dos usuários das UPAs está relacionada ao tempo de espera. O atendimento segue critérios clínicos definidos durante a classificação de risco, realizada logo após o cadastro. A gerente-geral de Assistência das UPAs, Adriana Gonçalves, explica que o processo vai muito além da simples identificação dos sintomas. “Os enfermeiros avaliam sinais vitais, intensidade das queixas, tempo de evolução do problema, condições de saúde preexistentes e possíveis sinais de agravamento. É essa análise que determina a prioridade do atendimento, garantindo mais segurança aos pacientes”, explica. Entre os sinais que recebem atenção imediata estão falta de ar intensa, dor no peito, alterações neurológicas e suspeitas de infecção grave. Nem sempre quem chega primeiro é atendido primeiro. A especialista reforça que a ordem de chegada não é o principal critério para definir quem tem preferência no atendimento. “Nosso objetivo é identificar rapidamente quem corre maior risco de agravamento. Isso permite direcionar recursos e assistência para quem realmente precisa de atendimento imediato”, destaca. Apesar do aumento da demanda, a maior parte dos pacientes apresentou quadros considerados leves Pacientes classificados como Pouco Urgente (verde) e Não Urgente (azul) podem seguir fluxos assistenciais diferenciados, incluindo a possibilidade de atendimento por teleconsulta, serviço disponível nas 13 unidades do DF. “O teleatendimento atua como uma ferramenta complementar ao atendimento presencial. Após o acolhimento e a classificação de risco, os pacientes pouco urgentes ou não urgentes têm a opção da teleconsulta. Se durante a avaliação, o médico identificar a necessidade de exame físico ou de uma abordagem presencial, o atendimento pode ser convertido, garantindo a continuidade da assistência e o adequado direcionamento do paciente”, complementa Adriana. Segundo o superintendente das UPAs, Francivaldo Soares, as unidades têm organizado seus fluxos internos para priorizar pacientes conforme a gravidade clínica e garantir atendimento oportuno aos casos mais urgentes. “Mesmo diante desse cenário, as equipes seguem atuando de forma coordenada para garantir acolhimento, classificação de risco e continuidade do cuidado aos usuários”, destaca. Quando procurar ajuda Especialistas recomendam procurar avaliação médica principalmente em situações como: - dificuldade para respirar; - febre persistente ou muito alta; - sinais de desidratação; - sonolência excessiva; - piora rápida do quadro; - recusa alimentar, especialmente em crianças; - lábios arroxeados; - redução importante da ingestão de líquidos. Manter vacinação atualizada, beber bastante água, realizar lavagem nasal com soro fisiológico e evitar ambientes fechados ajudam a reduzir complicações. Especialistas reforçam que procurar ajuda logo nos primeiros sinais de piora pode evitar agravamentos e acelerar a recuperação. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Justiça Mais Perto do Cidadão promoveu mais de 4,3 mil atendimentos desde 2022

Criado em 2022 pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o programa Justiça Mais Perto do Cidadão amplia o acesso gratuito à assistência jurídica para pessoas em situação de vulnerabilidade social ao mesmo tempo em que abre espaço para advogados em início de carreira. A iniciativa contempla casos nos âmbitos civil e criminal e já promoveu mais de 4,3 mil atendimentos desde a implantação, dos quais 1.151 foram registrados neste ano. O programa é coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional DF (OAB-DF) e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). “É uma política pública que promove inclusão social, fortalece a cidadania e torna o acesso à justiça mais humano e eficiente no Distrito Federal”, explica o titular da pasta do Executivo, Jaime Santana. Atualmente, mais de 1.797 profissionais estão validados para atuar em algum processo jurídico. Os profissionais são designados conforme avaliação de juízes para os processos de pessoas hipossuficientes, que não conseguem atendimento pela Defensoria Pública. Desde 2022, mais de 5,5 mil advogados efetuaram o cadastro, dos quais 3,8 mil foram considerados aptos. Os honorários advocatícios são quitados pela Sejus-DF: até o momento, foram efetuados 1.383 pagamentos, alcançando o montante de R$ 783.027 em remuneração. Os valores são tabelados e podem ser modificados conforme o entendimento do juiz responsável pelo processo. Segundo a coordenadora do programa, Izabelle Oliveira, o programa foi estruturado para garantir rigor técnico e segurança no atendimento. “O advogado escolhe a área em que quer atuar, civil ou criminal, e também as regiões onde deseja atender. Depois de habilitado, ele entra em uma lista acessada pelo TJDFT. Quando o juiz identifica a necessidade, faz a designação”, detalha. O programa é coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional DF (OAB-DF) e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) | Foto: Divulgação/Sejus-DF A coordenadora, que também é advogada, ressalta o impacto do projeto na formação profissional dos participantes. “Quando ingressei no mercado, gostaria de ter tido um suporte assim. O advogado sai da faculdade sem experiência prática, sem saber captar clientes ou lidar com situações simples do dia a dia da profissão. Aqui, ele cria vínculo com os clientes e ganha experiência real”, avalia. A iniciativa também promove palestras e mentorias para preparar os profissionais para o mercado. O programa abriu portas profissionais para o advogado André Carvalho, 48. Desde 2024, ele já atuou em mais de dez processos do âmbito civil do Recanto das Emas e Riacho Fundo. “É uma ótima oportunidade para quem está no início da carreira. Tive contato com diversas matérias, como direito do consumidor e condominial”, afirma. “Me trouxe muito conhecimento e só tenho o que agradecer. A advocacia dativa me deu bastante subsídio para trabalhar na parte privada.” Quem recebe o suporte jurídico também elogia a medida criada pelo GDF. É o caso do serralheiro Manoel Vieira de Brito, 64, que necessitou de auxílio após vender um carro em 20 prestações para um conhecido e ter problemas com a quitação do débito. “Ele pagou 17 parcelas e depois disse que não ia pagar mais nada. Ainda teve uma discussão e ele mostrou uma arma. Fiquei com medo e fui procurar meus direitos”, conta. Foi então que Manoel conheceu o programa. “O atendimento foi muito bom, me surpreendi. O processo ainda está em andamento, mas estou gostando da ajuda”, completa. Saiba mais Instituído pela Lei Distrital nº 7.157/2022, o Justiça Mais Perto do Cidadão é destinado a advogados inscritos há no máximo cinco anos na OAB, sem vínculo empregatício com a administração direta e indireta da União, Estados, Distrito Federal e municípios, e domiciliados no DF ou na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride) há pelo menos três anos. Para mais informações, acesse o site do programa: https://justicamaispertodocidadao.sejus.df.gov.br/

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Cuide-se+ chega ao Taguaparque neste domingo (26) com atendimentos gratuitos de cuidado e bem-estar 

Neste domingo (26), das 9h às 13h, o Taguaparque recebe mais uma edição do Cuide-se+, projeto itinerante promovido pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF). A iniciativa é gratuita e aberta ao público, oferecendo serviços voltados para o bem-estar, autocuidado e fortalecimento comunitário. O projeto integra a política da Seac-DF de aproximação com a população, levando atendimentos diretamente às regiões administrativas e ocupando espaços públicos com atividades que incentivam o cuidado, a convivência e a participação social. Realizado em parceria com o Instituto Acolher, o Cuide-se+ tem como objetivo promover o bem-estar e o autocuidado das comunidades, contribuindo para o aumento da qualidade de vida e o fortalecimento dos vínculos sociais no Distrito Federal. Durante o evento, o público terá acesso a uma programação diversificada, que inclui acolhimento e escuta qualificada, atendimentos com psicólogos e nutricionistas, além de práticas integrativas como acupuntura, auriculoterapia, reiki, yoga, arteterapia, reflexologia, musicoterapia, aromaterapia, fitoterapia e técnicas de redução de estresse. O Cuide-se+ tem como objetivo promover o bem-estar e o autocuidado das comunidades | Foto: Divulgação/Seac-DF Também serão oferecidos serviços de bem-estar e autocuidado, como massagem terapêutica e relaxante, massagem capilar, limpeza de pele, design de sobrancelhas e corte de cabelo. A proposta é oferecer, em um único espaço, diferentes formas de cuidado acessíveis à população. Com caráter itinerante, o Cuide-se+ percorre as regiões administrativas ao longo do ano, ampliando o acesso aos serviços e fortalecendo a presença do poder público em diferentes territórios. Para participar, não é necessário fazer inscrição prévia. Basta comparecer ao local dentro do horário e realizar o cadastro na recepção. Os atendimentos serão organizados por ordem de chegada. A secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, destaca a importância de levar o projeto a Taguatinga e reforça o compromisso da Seac-DF com a população. “O Cuide-se+ é uma iniciativa que leva cuidado, acolhimento e presença para perto das pessoas. Estar no Taguaparque, um espaço de convivência e grande circulação, é uma forma de ampliar o acesso e garantir que mais pessoas possam usufruir desses serviços. A Seac-DF segue trabalhando para fortalecer as comunidades e promover ações que impactem positivamente a vida da população”, conclui Clara Roriz. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)

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