Resultados da pesquisa

bolsa

Thumbnail

RenovaDF conclui ciclo com 1.772 alunos e 136 equipamentos públicos recuperados

“Para quem vem de fora, ter uma política pública que abre as portas para nós é importantíssimo.” A avaliação é do venezuelano Gustavo Jesus Gutiérrez, um dos 1.772 alunos formados nesta terça-feira (10) pelo programa RenovaDF, iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) voltado à qualificação profissional e à recuperação de equipamentos públicos. O venezuelano Gustavo Jesus Gutiérrez (D) participou da capacitação: “Hoje já consigo fazer pequenos serviços de manutenção, e isso pode abrir portas no mercado de trabalho” | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Morando no Brasil há cerca de dez anos, Gutiérrez decidiu participar do programa após ouvir relatos de outros participantes. Em três meses de curso, ele afirma ter adquirido conhecimentos que vão ajudar tanto na vida profissional quanto no dia a dia. “Hoje já consigo fazer pequenos serviços de manutenção, e isso pode abrir portas no mercado de trabalho”, relata. “É um jogo de ganha-ganha: quem precisa de oportunidade se qualifica, as empresas passam a contar com profissionais preparados e a cidade ganha com os espaços recuperados” Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda A formatura desta etapa marcou a conclusão de mais um ciclo do programa. Durante os três meses de capacitação, os alunos aplicaram o aprendizado na recuperação de 136 equipamentos públicos em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, como praças, parques, quadras e paradas de ônibus. Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o RenovaDF oferece cursos de qualificação voltados principalmente à área da construção civil, com atividades como manutenção predial, jardinagem, elétrica, hidráulica, carpintaria e serralheria. Durante a formação, os participantes recebem bolsa equivalente a um salário mínimo e realizam atividades práticas de reforma de espaços públicos utilizados pela população. Espaços recuperados Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, o RenovaDF é muito mais que qualificação profissional. “É um jogo de ganha-ganha: quem precisa de oportunidade se qualifica, as empresas passam a contar com profissionais preparados e a cidade ganha com os espaços recuperados”, afirma. A aposentada Geralda Andrade resolveu participar do programa e gostou: “Aprendi a pintar e a mexer com coisas que eu queria fazer na minha própria casa. Para mim foi maravilhoso, parece que voltei 20 anos na minha vida” Com os formandos desta etapa, o RenovaDF passa a somar 41.202 alunos matriculados e cerca de 30 mil participantes certificados. Ao longo da execução do programa, mais de 3 mil equipamentos públicos já foram recuperados. Entre os formandos também está a aposentada Geralda Maria de Jesus Andrade. Costureira de formação, ela decidiu participar do programa e afirma que a experiência trouxe disposição e aprendizado. [LEIA_TAMBEM]“Eu estava me sentindo muito para baixo, e minha filha falou para eu fazer o RenovaDF para conhecer pessoas e levantar o astral”, conta. “E realmente me renovou. Aprendi a pintar e a mexer com coisas que eu queria fazer na minha própria casa. Com a bolsa, consegui comprar material e terminar parte da reforma da minha casa. Para mim foi maravilhoso, parece que voltei 20 anos na minha vida.” Outro formando é Dioripes Rodrigues de Oliveira, que estava desempregado antes de ingressar no curso e vê no programa uma oportunidade de recomeço. “Eu estava sem trabalho, e isso é muito difícil”, lembra. “O RenovaDF foi uma vida nova para mim. Fiz amizades, participei de todas as aulas e aprendi bastante. Foi uma oportunidade muito boa para quem está desempregado e agora espero conseguir um trabalho com o que aprendi aqui”. Criado para ampliar oportunidades de qualificação e inserção profissional, o RenovaDF alia formação técnica, bolsa durante o período de capacitação e atividades práticas de manutenção e reforma de espaços públicos nas cidades. Segundo a Sedet-DF, há a previsão de um novo ciclo do programa para este mês, com cerca de 1.500 vagas.  

Ler mais...

Thumbnail

Abertas inscrições para residências multiprofissionais em urgência, emergência e oncologia

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta terça-feira (10), o edital do processo seletivo dos programas de residência multiprofissional em urgência e emergência e oncologia. Os programas, com duração de dois anos, oferecem 14 vagas destinadas a graduados em enfermagem, nutrição, fisioterapia e farmácia, com bolsa de R$ 4.106,09 para uma jornada de 60 horas semanais. Oportunidades contemplam diferentes áreas de atuação na Saúde | Foto: Divulgação/IgesDF As inscrições podem ser feitas exclusivamente no site do instituto, até 5 de janeiro de 2025. A taxa é de R$ 149. Os programas, que terão início em 5 de março de 2025, combinam atividades práticas e teóricas, com ênfase no treinamento em serviço.  A residência em oncologia tem como foco capacitar profissionais para atuar interdisciplinarmente na atenção oncológica, enquanto a residência em urgência e emergência prepara os residentes para cenários críticos, priorizando a integralidade e a equidade no cuidado, conforme as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Atendimento “Esses programas são uma oportunidade única para profissionais da saúde se especializarem e contribuírem diretamente para a qualidade do atendimento na nossa rede”, reforça a chefe do Núcleo de Ensino do IgesDF, Égle Pires Santos.  Os interessados devem acessar o edital completo no site do IgesDF para conferir todos os detalhes e requisitos. A seleção seguirá critérios rigorosos de avaliação, garantindo excelência na formação dos futuros especialistas.  O IgesDF é a instituição responsável pela administração dos hospitais de Base do Distrito Federal (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM), Cidade do Sol (HSol) e das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Evento debate Programa de Pesquisa Científica na UnDF

Para celebrar a abertura da Iniciação Científica na Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG), em parceria com grupo de Planejamento constituído pelos docentes Carolina Ramos, Luís Guilherme Resende, Louis de Freitas e Otávio Souza, realiza entre os meses de fevereiro e abril deste ano, no Campus Norte da instituição, uma série de atividades referentes ao 1º Ciclo de Diálogos e Formação em Pesquisa da UnDF. O evento faz parte das ações de implantação e de divulgação do Programa de Pesquisa Científica na UnDF, viabilizado por meio das publicações da Resolução nº 15/2023 e do 1º edital de iniciação científica com a oferta de 30 bolsas de pesquisas no valor de R$ 700 cada, lançado em 16 de fevereiro deste ano. O evento faz parte das ações de implantação e de divulgação do Programa de Pesquisa Científica na UnDF | Foto: Divulgação/UnDF A abertura do ciclo de diálogos ocorreu nesta quarta-feira (21) e contou com as participações da reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck; da pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Fabiana França; da presidente da Comissão de Avaliação Técnico-Científica, professora Larissa Araújo Matos; e do coordenador de Tecnologia e de Inovação da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF), professor Gilmar Marques. Em sua fala, Marques informou aos docentes e estudantes que, em março, o órgão lançará os novos editais de 2024. “A FAPDF será parceira do projeto de iniciação científica da UnDF, dos professores e dos estudantes da instituição”, reforçou. Desafios e perspectivas Após a cerimônia de abertura, o professor Sérgio Ronaldo Granemann, diretor de Fomento à Iniciação Científica da Universidade de Brasília, proferiu palestra sobre o tema Desafios e Perspectivas da Iniciação Científica na Universidade. À frente da coordenação dos programas desenvolvidos pela instituição no campo da iniciação científica, Granemann falou sobre a evolução dos programas institucionais de bolsas de pesquisa, objetivos, formas de fomento e de relacionamento entre as instituições. Ele explicou ainda que os editais de iniciação científica são elaborados com base em consulta ao Comitê Institucional Gestor, o qual é constituído por equidade de professores das três grandes áreas de conhecimento da UnB: Ciências da Vida, Ciências Humanas, Ciências Exatas e Tecnológicas. [Olho texto=”São oferecidas 30 bolsas de pesquisa pelos programas Institucionais de Iniciação Científica (PIC) e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pidti). O valor mensal da bolsa a ser pago por projeto selecionado é de R$ 700″ assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Durante a palestra, o diretor de Fomento à Iniciação Científica da UnB parabenizou a UnDF pela iniciativa. “Hoje, eu tive o prazer de estar com toda a comunidade acadêmica e administrativa da UnDF e tive um belo debate com pessoas que estão motivadas para começar o projeto de iniciação científica na instituição”, destacou. “Acho que é o primeiro caminho para se consolidar um modelo de pesquisa, motivando professores que devem participar desse programa e também estudantes que, além de desenvolver pesquisas, vão ter uma fonte de renda adicional. Isso é muito importante e vão ter um desempenho de muito mais qualidade na graduação do que se não estivessem desenvolvendo iniciação científica. Então, eu recomendo e estou à disposição para ajudar e participar. Acho um belo projeto da UnDF. Parabéns a todos”, concluiu Granemann. Expectativa As estudantes do curso de Gestão Ambiental Maiara Esteves, Marina Raposo e Anelize Gehres participaram da abertura do 1º Ciclo de Diálogos e Formação em Pesquisa da UnDF. “Achei bem interessante ter esse incentivo para fazer as pesquisas. A gente já tem uma matéria que é sobre projetos e ter esse apoio a mais é muito bom”, ressaltou Maiara Esteves sobre a bolsa de iniciação científica no valor de R$ 700. Já Marina Raposo acredita que a bolsa ajudará os estudantes que precisam trabalhar. “Esta bolsa é uma oportunidade para focar apenas em estudar”, argumentou. Animada com a iniciação científica, Anelize Gehres pretende desenvolver o seu projeto de pesquisa na área ambiental. “Quero seguir alguma linha relacionada a animais. Realmente é muito gratificante essa oportunidade que a gente está tendo de continuar os nossos estudos. Espero conseguir a bolsa”, ressaltou. Edital de iniciação científica O 1º Edital de Iniciação Científica foi lançado em 16 de fevereiro e é destinado aos estudantes matriculados nos cursos de graduação da UnDF e de suas escolas vinculadas. São oferecidas 30 bolsas de pesquisa pelos Programas Institucionais de Iniciação Científica (PIC) e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pidti). O valor mensal da bolsa a ser pago por projeto selecionado é de R$ 700. Todas as informações sobre o edital e formulários estão disponíveis no site da UnDF. Confira a programação As atividades do 1º Ciclo de Diálogos e Formação em Pesquisa prosseguirão nos meses de fevereiro, março e abril. Dias 22 e 29/2 Apresentações dos grupos de pesquisa da UnDF, da Escola Superior de Ciências da Saúde e da Escola Superior de Polícia Civil. Dia 12/3 Curso de Extensão “Introdução à Pesquisa Científica” Carga horária: 40h Público: Estudantes da UnDF e suas escolas integradas e estudantes do ensino médio. Dia: 23/4 Encerramento com mesa redonda Tema: Perspectiva de Ética na Pesquisa Todos os eventos serão realizados no Campus Norte da UnDF. *Com informações da UnDF

Ler mais...

Thumbnail

Atleta brasiliense de cheerleading conquista bolsa em universidade nos EUA

Lucas Cauê Castro Silva é atleta de cheerleading, um esporte norte-americano ligado à animação de torcida que trabalha força, flexibilidade e coordenação. Em 2022, o universitário de 23 anos entrou na Seleção Brasileira de Cheerleading, quando competiu em Orlando, na Flórida. Este ano, a equipe de Lucas trouxe as duas primeiras medalhas do esporte para o Brasil, com bronze na categoria CoEd Elite e prata na Junior, ficando à frente até de equipes locais. Lucas ressaltou a importância do programa em fortalecer sua rede de contatos e trazer mais oportunidades no esporte | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O atleta conheceu o esporte em um evento de 2018 e achou muito diferente. Em 2019, começou a praticar, treinando o alto rendimento e participando de várias competições, com equipes universitárias e All Star (nas quais não é necessário o vínculo estudantil para entrar, desde que se faça a seletiva). A bolsa do Compete Brasília veio em 2023, junto à Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) e à Federação Brasileira de Cheerleading. De janeiro a julho deste ano, 2.677 atletas foram atendidos pelo programa que, até o momento, investiu mais de R$ 6,3 milhões em diversas modalidades no Distrito Federal. [Olho texto=”O Compete Brasília é um programa do GDF que incentiva a participação de atletas e paratletas de alto rendimento das mais diversas modalidades em campeonatos nacionais e internacionais, por meio da concessão de passagens, transporte aéreo para destinos nacionais ou internacionais e transporte terrestre para destinos nacionais” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Essa conquista do Lucas Cauê é o resultado do comprometimento da Secretaria de Esporte e Lazer com o alto rendimento dos atletas da nossa cidade. Todo esse investimento por meio do Programa Compete Brasília comprova que também estamos empenhados em fortalecer o desenvolvimento esportivo na nossa cidade”, declarou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. Lucas ressaltou a importância do programa para fortalecer uma rede de contatos e trazer mais oportunidades no esporte, entre elas a conquista da bolsa integral na faculdade Iowa Western Community. “O Compete Brasília foi de suma importância porque, além de competir, eu pude estar lá nos Estados Unidos e me relacionar com as pessoas, conversar. Me deu uma oportunidade de ser visto e reconhecido”, destacou o jovem. “Quando a gente chega para o GDF [Governo do Distrito Federal] e eles disponibilizam esse programa, é uma pitada de esperança e energia, de ‘vai lá e traz essa medalha para a gente’. E a gente foi e trouxe”, completou. Como funciona A modalidade do cheerleading surgiu em 1887, na Universidade de Princeton e desde então ocorre principalmente nos Estados Unidos. Inicialmente era praticado apenas por homens O Compete Brasília é um programa do Governo do Distrito Federal que incentiva a participação de atletas e paratletas de alto rendimento das mais diversas modalidades em campeonatos nacionais e internacionais, por meio da concessão de passagens, transporte aéreo para destinos nacionais ou internacionais e transporte terrestre para destinos nacionais. De acordo com o atleta de cheerleading, antes da integração no programa, alguns atletas gastavam de 24 a 36 horas em viagens de carro para poder competir e treinar, sem investimento ou apoio. “No meu primeiro ano, eu gastei uns R$ 25 mil para conseguir representar o meu país. Isso abala não só o financeiro, mas o psicológico do atleta”, explicou o universitário. Para Lucas, o programa é um gás para quem é atleta no Brasil, além de ser um investimento importante em diversas outras áreas. “A partir do momento que você investe no esporte, a pessoa se torna mais saudável e foge um pouco da marginalidade. Então, você pode ver que, de maneira indireta, o investimento no esporte investe em segurança e na saúde.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A história do cheerleading A modalidade do cheerleading surgiu em 1887, na Universidade de Princeton e, desde então, ocorre principalmente nos Estados Unidos. Inicialmente, era praticado apenas por homens. Porém, a partir dos anos 1920, as mulheres entraram usando saias que chegavam à canela. Com o passar dos anos foi se tornando a atividade favorita das meninas colegiais e deixou de ser apenas para animar a torcida para se tornar um esporte em si. Em 2012, o SportAccord, organização que reúne todas as federações internacionais de esportes, reconheceu o cheerleading como esporte. Em 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI), além de reconhecer o esporte, também reconheceu a União Internacional de Cheerleading (ICU). Atualmente, há expectativas de que o esporte seja incluído no rol de modalidades das Olimpíadas.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador