Saúde e Segurança Pública oficializam integração de câmeras das unidades de saúde
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi oficializado, nesta quinta-feira (30), o termo de cooperação entre as Secretarias de Saúde (SES-DF) e de Segurança Pública (SSP-DF) que integra as câmeras das unidades de saúde ao sistema DF 360. Com a medida, cerca de 8 mil câmeras espalhadas em todas as unidades da rede pública de saúde passam a compor a plataforma de monitoramento da SSP. O acordo foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A iniciativa já havia sido anunciada no início de junho. A integração ao sistema contempla as câmeras instaladas em hospitais regionais, unidades básicas de saúde (UBSs), policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), bases do Samu-DF, núcleos de inspeção e a Administração Central da SES-DF. A medida tem como objetivo reforçar a segurança dos servidores, pacientes, acompanhantes e patrimônio. A integração vai ocorrer de forma gradual: primeiro nos hospitais, depois nas UBSs e, por fim, nas outras unidades. O termo de cooperação tem vigência até maio de 2027. Além das câmeras, a Saúde conta com outras ferramentas para segurança, como mais de 1,2 mil leitores biométricos e 1,2 mil fechaduras eletromagnéticas. DF 360 Desenvolvido pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o DF 360 é uma plataforma centralizada que unifica o atendimento de emergências, otimiza a comunicação com o cidadão e introduz inteligência proativa por meio de alertas automáticos. A principal ferramenta do sistema é a integração das imagens de câmeras já existentes em locais públicos ou de interesse coletivo, ampliando a capacidade de monitoramento dos órgãos de segurança pública, apoiando as ações de prevenção, atendimento de ocorrências, investigação e proteção da população. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Publicado programa de proteção e segurança integral em unidades de saúde
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Criado por meio da Lei nº 7.934, o Programa de Proteção e Segurança Integral aos Profissionais de Saúde no Distrito Federal entrou em vigor nesta segunda-feira (27/7), semanas após a Secretaria de Saúde (SES-DF) iniciar um amplo projeto de serviços de proteção para 254 unidades, incluindo hospitais, unidades básicas de saúde (UBSs), policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), farmácias, bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF), entre outras instalações. Em abril, a pasta iniciou a instalação de mais de 12 mil câmeras e sistemas de controle de acesso. Ao todo, são 1,2 mil leitores biométricos, 1,2 mil fechaduras eletromagnéticas e 592 novas cancelas de acesso com leitores faciais. O investimento também inclui 36 detectores de metais. O efetivo de vigilantes também foi ampliado: durante o dia, são 732 postos de trabalho, sendo 147 com profissionais armados. À noite, são 546 postos, incluindo 157 com profissionais que utilizam armas. Tanto no período diurno quanto no noturno, há 32 profissionais em veículos motorizados. O investimento total será de aproximadamente R$ 900 milhões, ao longo de dez anos. Em abril, a pasta iniciou a instalação de mais de 12 mil câmeras e sistemas de controle de acesso | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Com esses equipamentos e serviços, a SES-DF deve cumprir a previsão, em lei, de monitoramento por vídeo, contenção por barreiras físicas, existência de acessos com controle e segurança ativa com patrulhamento preventivo. Por meio dos contratos de manutenção predial, a pasta também investe na iluminação das unidades. Apesar de o Programa de Proteção e Segurança Integral aos Profissionais de Saúde no Distrito Federal tratar especificamente sobre os trabalhadores, a SES-DF sustenta que as contratações também são fundamentais para garantir a segurança de todas as pessoas que frequentam os ambientes das unidades de saúde, em especial dos pacientes e de seus acompanhantes. Em junho, também houve a assinatura do acordo entre a SES-DF e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) para integrar o programa DF Mais Seguro. A prioridade neste trabalho é para os hospitais. Depois haverá a expansão para a rede de unidades básicas de saúde e, posteriormente, às demais unidades da SES-DF. Essa integração vai garantir o acionamento rápido das forças policiais em caso de necessidade, conforme estabelece a nova lei. *Com informações da SES-DF
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Com aproximadamente 500 câmeras, DF 360 amplia segurança no Conic
Câmeras de videomonitoramento instaladas em estabelecimentos comerciais do Conic passarão a integrar a plataforma DF 360 — Segurança Integral, da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A medida foi formalizada nesta terça-feira (30/6) por meio de representantes da SSP-DF, da prefeitura do Conic e de comerciantes locais. Parceria de reforço da segurança no Conic foi oficialmente lançada nesta terça-feira | Foto: Divulgação/SSP-DF “Com essa expansão, fortalecemos a prevenção, aumentamos a sensação de segurança e contribuímos para a revitalização da área central da cidade, estimulando a circulação de pessoas, o comércio e o turismo” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A expectativa é que a adesão dos comerciantes permita a integração gradual de cerca de 500 câmeras à rede colaborativa de monitoramento do Governo do Distrito Federal (GDF), fortalecendo a atuação integrada das forças de segurança e ampliando a capacidade de prevenção e resposta em uma das regiões de maior circulação de pessoas da capital. “Desta forma, ampliamos significativamente nossa capacidade de monitoramento e de resposta das forças de segurança”, avalia o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “Com essa expansão, fortalecemos a prevenção, aumentamos a sensação de segurança e contribuímos para a revitalização da área central da cidade, estimulando a circulação de pessoas, o comércio e o turismo.” O programa Lançado pela SSP-DF em fevereiro deste ano, o programa DF 360 reúne, em uma única plataforma, imagens e informações provenientes de câmeras de videomonitoramento, radares e sensores instalados em diferentes pontos do Distrito Federal. Atualmente, o sistema conta com cerca de 5 mil equipamentos integrados, entre câmeras e radares, número que continuará crescendo com a adesão de novos parceiros públicos e privados. A plataforma processa diariamente a leitura de cerca de 6 milhões de placas de veículos, cruzando essas informações com bancos de dados de segurança pública para identificar veículos roubados, furtados e outras ocorrências de interesse policial. Com a integração das novas câmeras do Conic e de outros equipamentos já previstos pela SSP-DF, a expectativa é que a rede ultrapasse 5,5 mil dispositivos conectados. [LEIA_TAMBEM]A plataforma já contribuiu para a prisão de mais de 300 pessoas com mandados em aberto e para a recuperação de mais de 500 veículos, lembra o secretário. “Toda área com grande circulação de pessoas exige atenção permanente”, aponta Alexandre Patury. “O reconhecimento facial já apresenta resultados importantes em locais estratégicos, como a Rodoviária do Plano Piloto, onde são registrados diversos alertas diariamente. No Conic, a expectativa é ampliar ainda mais essa capacidade”. Recentemente, o programa foi fortalecido pelo Decreto nº 48.728/2026, que consolidou o DF 360 como programa de Governo e tornou obrigatória a integração dos sistemas de videomonitoramento dos órgãos da administração pública distrital à plataforma. A norma também prevê a adesão voluntária de instituições privadas, como condomínios, centros comerciais, hospitais, escolas e estabelecimentos empresariais, ampliando a rede colaborativa de monitoramento em todo o Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Saúde aprimora segurança de pacientes, servidores e acompanhantes
A Secretaria de Saúde (SES-DF) iniciou a instalação de mais de 12 mil câmeras de monitoramento em 279 unidades, como hospitais, policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), farmácias, bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e unidades básicas de saúde (UBSs). Câmeras de monitoramento terão a segurança reforçada com a aquisição de leitores biométricos e fechaduras eletromagnéticas, além de serviço de segurança armada e desarmada | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Além disso, outras tecnologias passarão a fazer parte do sistema de segurança da pasta, incluindo 1,2 mil leitores biométricos e 1,2 mil fechaduras eletromagnéticas, aquisição aliada à contratação do serviço de segurança desarmada e armada. Quem trabalha diretamente com os pacientes elogia a novidade. “A instalação das câmeras traz uma segurança maior tanto para servidores quanto para usuários e seus acompanhantes”, afirma a diretora do Hospital Regional de Planaltina (HRPl), Keyla Blair. “Fiquei extremamente feliz quando soube que nossas unidades poderiam contar com esse recurso”. O hospital, que recebeu os equipamentos no fim de maio, será o local de funcionamento de uma das 11 centrais de monitoramento regionais, com acompanhamento e armazenamento das imagens. Melhoria no atendimento O diretor do Hospital Regional do Gama (HRG), Ruber Gomes, avalia que a iniciativa significa melhor atendimento aos pacientes: “É um investimento em tranquilidade, cuidado e eficiência. A medida reflete a prioridade em garantir ambientes mais seguros, humanizados e preparados para acolher a todos com dignidade”. [LEIA_TAMBEM]Já o diretor do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Rafael Guimuzzi, ressalta o grande número de equipamentos em instalação, garantindo uma ampla cobertura: “Haverá monitoramento de todos os espaços do hospital, algo importantíssimo para uma unidade como o HRT, com várias entradas e saídas. Será possível coibir várias ocorrências, como furtos e depredação”. A capacidade de ter imagens registradas também é vista como uma proteção para os servidores públicos. “A presença de câmeras contribui para um ambiente de trabalho mais seguro, reduzindo casos de violência contra os profissionais de saúde”, sinaliza o diretor do Hospital Regional da Asa Norte, Paulo Henrique Gondim. “O armazenamento das imagens permite gravar incidentes, conflitos ou situações emergenciais, podendo ser usadas como evidência”. O hospital recebeu os primeiros equipamentos no início de maio. Controle e vigilância O investimento em segurança conta ainda com ferramentas mais tradicionais. Haverá 592 novas cancelas de acesso com leitores faciais, e, em 36 locais, serão instalados detectores de metal. O número de vigilantes vai aumentar: de dia, haverá 780 postos de trabalho, sendo 125 com profissionais armados. À noite, serão 609 postos, incluindo 131 com profissionais armados. Além disso, tanto no período diurno quanto no noturno, haverá 13 profissionais motorizados. A distribuição dos vigilantes e dos equipamentos em cada unidade de saúde terá como base as características de cada local, variando conforme área total, acessos e pontos considerados sensíveis, como setores de acesso restrito, almoxarifado e farmácias. A Subsecretaria de Infraestrutura da SES-DF também fez a adaptação de pontos de energia, dutos, suportes e de redes de dados para permitir a instalação dos novos equipamentos. *Com informações da Secretaria de Saúde
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