Combate a escorpiões exige prevenção contínua
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O enfrentamento aos acidentes com escorpiões no Distrito Federal exige um esforço coletivo contínuo, já que o ambiente urbano oferece abrigo e alimento em todas as estações do ano. Com o registro de 4,7 mil acidentes em 2025 no DF, a melhor estratégia de controle é a prevenção dentro das residências e nos quintais. No DF, o escorpião-amarelo — venenoso, como os demais — é o tipo mais comum | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A eliminação de entulho, o recolhimento de materiais de construção, a vedação de ralos e frestas em paredes e o controle de baratas — principal fonte de alimento desses aracnídeos predadores — são passos fundamentais para evitar o aparecimento de escorpiões. Cuidados simples, como examinar roupas e calçados antes do uso e afastar camas e cortinas das paredes, reduzem significativamente o risco de picadas. Em caso de acidente, a orientação é procurar imediatamente o atendimento médico. Pacientes adultos com dor leve devem se dirigir a uma unidade básica de saúde (UBS), enquanto quadros moderados ou graves recebem ampolas de soro antiescorpiônico nos hospitais da rede pública. A atenção deve ser redobrada com as crianças, que correm maior risco de complicações severas. A atenção deve ser redobrada com as crianças, que correm maior risco de complicações severas. “A piora do quadro pode ocorrer em poucas horas, e a pessoa passa a apresentar episódios de vômitos, suor extremo, confusão mental e dificuldade respiratória”, explica a toxicologista Flávia Neri, da Secretaria de Saúde (SES-DF). Capacitação Vigilância Ambiental promove capacitações e treinamentos para aperfeiçoar o combate aos escorpiões | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Agentes de Vigilância Ambiental (Avas) participam de treinamentos constantes para aperfeiçoar o trabalho de combate aos escorpiões. A iniciativa busca padronizar os procedimentos e mapear de forma mais precisa os pontos críticos de infestação em todo o território distrital. Os agentes trabalham com ações de campo para orientar a população quanto às ações ambientais preventivas, auxiliando a evitar ambientes de riscos para o aparecimento de escorpiões. No DF, o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus) é o tipo mais comum. Independentemente do tipo, todos os escorpiões são venenosos. “Precisamos lidar de maneira diferente com a grande quantidade de acidentes”, pontua o biólogo Israel Martins, da SES-DF. “A integração entre o cuidado individual dos moradores e o monitoramento técnico contínuo permanece sendo o caminho mais eficaz para mitigar os riscos.” *Com informações da Secretaria de Saúde
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Capacitação vai fortalecer atendimento humanizado à população em situação de rua
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Promover o alinhamento de condutas dos agentes públicos e fortalecer uma atuação integrada é o intuito do curso Reconhecer: Atendimento Humanizado à População em Situação de Rua, lançado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) na quarta-feira (2/9), no auditório do Colégio Militar Tiradentes, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Profissionais que participaram da capacitação reforçaram noções de abordagem social, mediação de conflitos e escuta ativa | Foto: Hudson Portella/Sedes-DF Cerca de 500 policiais foram capacitados por representantes de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) que atuam no atendimento a esse público, entre eles a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), abordando aspectos relacionados à abordagem social, à mediação de conflitos, à escuta ativa e à compreensão dos diferentes fatores que podem levar uma pessoa à situação de rua. “É um momento de integração e construção conjunta, fortalecendo a rede de proteção e a garantia de direitos” Guilherme Pereira Lima, diretor de Atenção à População em Situação de Rua Um dos eixos da capacitação é apresentar aos profissionais a rede de atendimento disponível no DF para a população em situação de rua, orientando sobre os caminhos adequados para o encaminhamento das pessoas conforme suas necessidades. O curso apresenta também informações sobre serviços da assistência social, como Centros Pop e unidades de acolhimento, além da rede de saúde, incluindo os consultórios na rua e os centros de atenção psicossocial (Caps). Atuação fortalecida “Essa capacitação é voltada especialmente aos profissionais e servidores da segurança pública, com o objetivo de fortalecer uma atuação cada vez mais humanizada junto à população em situação de rua”, enfatizou a subsecretária de Assistência Social da Sedes-DF, Marcela Bianchini, que participou da primeira edição do curso. “É fundamental que esses profissionais estejam preparados para compreender as diferentes vulnerabilidades, saber ouvir, dialogar e conhecer a rede de serviços disponível, garantindo que cada pessoa seja atendida com respeito, dignidade e seus direitos assegurados.” Entre as diretrizes apresentadas está a priorização de estratégias de diálogo, escuta e mediação de conflitos, com o uso da força como último recurso e observância das técnicas de menor potencial ofensivo. Outro ponto do curso é o combate ao estigma enfrentado pela população em situação de rua. A capacitação busca contribuir para a desconstrução de preconceitos e de abordagens criminalizantes contra pessoas que vivem em condições de extrema vulnerabilidade social. “Este curso representa um passo importante para qualificar os profissionais da segurança pública para um atendimento mais humanizado e respeitoso à população em situação de rua”, pontuou Guilherme Pereira Lima, diretor de Atenção à População em Situação de Rua da secretaria. “É um momento de integração e construção conjunta, fortalecendo a rede de proteção e a garantia de direitos”. *Com informações da Sedes-DF
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Brasil.IA certifica mais 714 alunos em quatro regiões do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta sexta-feira (28/8), 714 alunos da sétima etapa do projeto Brasil.IA celebram uma nova conquista com a formatura na capacitação tecnológica gratuita que contempla diferentes regiões do Distrito Federal. Os certificados serão entregues a participantes de quatro regiões administrativas: 171 em Taguatinga, 208 no Gama, 194 em Santa Maria e 141 em Planaltina. As cerimônias serão realizadas simultaneamente em quatro escolas — CEF 03 de Taguatinga, CEF 05 do Gama, CEF 308 de Santa Maria e CEF 04 de Planaltina. Desde 2025, o projeto Brasil.IA já teve mais de 9 mil pessoas inscritas em todo o DF | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa amplia o acesso da população a conhecimentos cada vez mais presentes no cotidiano e no mercado de trabalho, com formação em inteligência artificial e competências digitais. Com uma proposta prática e acessível, o projeto aproxima jovens e adultos de novas ferramentas tecnológicas, estimula o desenvolvimento de habilidades e amplia as possibilidades de qualificação diante das transformações provocadas pela inteligência artificial e pela digitalização. Os números mostram o alcance da iniciativa. Em 2025, o Brasil.IA registrou mais de 9 mil inscrições, mais de 7 mil alunos matriculados e mais de 4 mil pessoas certificadas, passando por pelo menos 16 regiões administrativas do DF. A expansão permite que a formação chegue mais perto das comunidades, facilitando o acesso ao conhecimento sem que os participantes precisem se deslocar para regiões centrais. Com esta certificação, o Brasil.IA reforça seu papel na democratização da tecnologia e na criação de novas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional. O avanço do projeto demonstra a importância de descentralizar a formação tecnológica e aproximar cada vez mais a população das possibilidades oferecidas pela ciência, tecnologia e inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Capacita SAN reforça boas práticas na produção de refeições dos restaurantes comunitários
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Compartilhar informações sobre atualizações na legislação de vigilância sanitária e incentivar boas práticas de manipulação e conservação dos alimentos nos 18 restaurantes comunitários do DF. Esse é o objetivo do Capacita SAN, treinamento realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e a Diretoria de Vigilância Sanitária do DF para servidores e colaboradores que atuam no atendimento ao público e produção de refeições, que ocorre durante toda esta semana no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. A expectativa é receber cerca de 300 pessoas, no total, de segunda a sexta-feira: pela manhã, os funcionários terceirizados que atuam na operacionalização dos restaurantes e no atendimento direto ao público se revezam para participar da capacitação; à tarde, servidores dos equipamentos, como as nutricionistas da Sedes que atuam no monitoramento das refeições, responsáveis técnicos e gestores de contratos. Cada dia, um tema diferente. “Destacamos as orientações corretas para manipulação de alimentos, todo o fluxo de preparo do alimento, do recebimento da matéria-prima até esse alimento estar pronto para ser servido aos usuários, à comunidade. Abordamos todas as etapas do processo produtivo, inclusive outras ações que interferem indiretamente na segurança deste alimento, na saúde do colaborador, no correto tratamento de água, controle de pragas e todos os outros requisitos para chegar ao final com um alimento seguro para quem o consome diariamente”, pontua Alessandra Machado, da Gerência de Alimentos da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF), responsável por ministrar o treinamento. Esta é a 3º edição do Capacita SAN – Boas Práticas na Manipulação de Alimentos | Foto: Divulgação/Sedes-DF Esta é a 3º edição do Capacita SAN – Boas Práticas na Manipulação de Alimentos, capacitação realizada anualmente com as equipes da Sedes e das empresas terceirizadas que produzem as refeições nos restaurantes comunitários. “É o momento em que a gente compartilha todas as experiências e vivências que a vigilância sanitária identifica ao longo das suas inspeções. E, sim, já percebemos bons resultados da capacitação na mudança de postura dos colaboradores, na compreensão da importância de seguir as regras e até na redução dos descartes de alimentos que foram produzidos de forma inadequada. Desde que começamos o treinamento, percebemos uma diminuição considerável de ouvidorias feitas pelos usuários e que chegam até a vigilância sanitária sobre as questões de manipulação de alimentos”, explica a gerente. Troca de experiências Funcionário terceirizado da empresa Norte Sul, Thales Xavier é cozinheiro do Restaurante Comunitário de Samambaia Expansão e está aproveitando o curso para se atualizar e trocar experiências. “Tem sido bastante produtivo o curso. Fundamental para aperfeiçoar nosso trabalho no dia a dia. Além de eu ter a oportunidade de trocar ideias com companheiros de outras unidades, a gente vai conversando, vai trocando: ‘Ah, você faz a feijoada assim, eu faço assim, o frango fica bom assim’. Vamos trocando experiências, fora o conhecimento da Alessandra, que é muito grande”, conta o colaborador. São cinco módulos que tratam de temas como exercício profissional na garantia das boas práticas de manipulação para serviços de alimentação; contaminação dos alimentos: riscos físicos, químicos e biológicos; doenças de transmissão hídrica e alimentar transmitidas por alimentos; manipulação segura de alimentos de alto risco (carnes, ovos e produtos lácteos); controle de temperatura e armazenamento de alimentos; gestão da qualidade; responsabilidade sanitária e documentação obrigatória; e sustentabilidade alimentar. “Essa parceria com a vigilância sanitária foi muito importante para entregarmos um serviço de maior qualidade, porque eles começam a entender o processo, o porquê das coisas, e isso reflete na qualidade do serviço e na entrega de uma alimentação saudável e de qualidade. No Termo de Referência com as empresas, nós determinamos que os funcionários passem por capacitações. Então, as empresas viabilizam transporte e fazem escalas para que eles possam participar do treinamento”, enfatiza a diretora de Gestão dos Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karen Moreno. “Investir na capacitação das equipes é investir diretamente na qualidade do serviço que chega à população. Nos Restaurantes Comunitários, a segurança dos alimentos é uma prioridade, e essa parceria com a Vigilância Sanitária fortalece o trabalho de servidores e colaboradores, aprimorando os processos e garantindo refeições cada vez mais seguras e de qualidade para os usuários”, reforça o secretário de Desenvolvimento substituto, Rafael Rodrigues. *Com informações da Sedes-DF
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