Semana começa com 397 vagas de emprego nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta segunda-feira (22), 397 vagas de emprego para candidatos com diferentes níveis de escolaridade. As oportunidades atendem tanto profissionais com experiência quanto aqueles que buscam uma colocação no mercado de trabalho pela primeira vez. Entre as vaga abertas, a de recepcionista é a que oferece a maior remuneração: R$ 3,2 mil | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os salários chegam a R$ 3,2 mil, valor oferecido para o cargo de recepcionista, no Guará, com uma vaga em aberto. A função se destaca como a oportunidade com a maior remuneração do dia. Entre os cargos com maior oferta de oportunidades estão os de operador de caixa e repositor de mercadorias, com 110 e 100 vagas abertas respectivamente. Para ambas as funções, a remuneração oferecida é de R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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DF gera 3,7 mil empregos formais em setembro e ultrapassa 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada
O mercado de trabalho do Distrito Federal criou em setembro 3.716 novos empregos formais, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No mês, foram registradas 42.171 admissões e 38.455 desligamentos, o que manteve o saldo positivo pelo nono mês consecutivo. Foi o melhor desempenho da região Centro-Oeste. Com o desempenho, o estoque total de empregos formais na capital federal em setembro chegou a 1.048.656 vínculos ativos, consolidando o DF acima da marca de 1 milhão de trabalhadores com carteira assinada, um patamar histórico que demonstra a resiliência do mercado local mesmo diante das oscilações econômicas do país. “Estamos fortalecendo o ambiente de negócios e investindo em capacitação, para que cada novo emprego seja também uma oportunidade de transformação social" Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, os números mostram que o Distrito Federal vive um novo momento de confiança econômica. “Estamos fortalecendo o ambiente de negócios e investindo em capacitação, para que cada novo emprego seja também uma oportunidade de transformação social. Nosso compromisso é continuar ampliando essas conquistas para todas as regiões do DF”, afirma. De janeiro a setembro de 2025, o saldo acumulado chega a 38.282 novos postos de trabalho, resultado de 371.168 contratações e 332.886 desligamentos. Já no recorte de 12 meses, entre outubro de 2024 e setembro de 2025, o Distrito Federal registrou 39.729 novas vagas, com 481.399 admissões e 441.670 desligamentos. Com 3,94% de variação relativa, o DF lidera o ritmo de expansão no emprego formal da região nos últimos 12 meses, acima da média nacional (3,28%) e bem acima da média regional (2,46%). Setor de serviços aquecido O comércio é um dos destaques do DF no Novo Caged | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Historicamente, a economia do Distrito Federal tem no setor de serviços a maior força. Em 2025, o segmento continua sendo o principal responsável pelo saldo positivo de empregos, puxado pelas áreas de comércio, administração pública, educação, saúde e atividades empresariais. Além disso, o crescimento da construção civil e o aumento de contratações temporárias para o segundo semestre, impulsionadas pelo comércio e por serviços ligados à temporada de eventos e festas de fim de ano, ajudam a consolidar a tendência de estabilidade no mercado. Estabilidade e perspectivas [LEIA_TAMBEM]O desempenho ao longo do ano reforça o ambiente de confiança dos empregadores, especialmente após o período de desaceleração observado em 2023. Com a retomada gradual de investimentos públicos e privados, a expectativa é de que o saldo positivo se mantenha até o fim de 2025, com maior movimentação de contratações em outubro e novembro. A capital também se destaca pela alta qualificação da mão de obra e pelo peso da administração pública e dos serviços especializados, fatores que contribuem para a manutenção de um dos menores índices de informalidade do país. “O Distrito Federal vem apresentando resultados consistentes na geração de empregos formais, mostrando que o mercado local tem capacidade de absorção mesmo em cenários econômicos mais desafiadores”, avalia o secretário Thales Mendes.
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DF foi responsável por 30% das vagas de emprego formais criadas no Centro-Oeste nos últimos 12 meses
Nos 12 meses entre agosto de 2024 e julho deste ano, o Distrito Federal, sozinho, foi responsável por 30,3% de todas as vagas de emprego formais criadas na região Centro-Oeste. O dado consta no último relatório do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado nesta semana. No período, foram abertos no DF 43.457 postos com carteira assinada — valor resultante da diferença entre as 478 mil admissões e os 434.543 desligamentos. Em todo o Centro-Oeste, o saldo foi de 143.443. Entre as unidades federativas da região, o Distrito Federal só ficou atrás de Goiás, que teve 54.120 novas vagas, mas com uma população 2,5 vezes maior. De agosto de 2024 a julho deste ano, o Distrito Federal foi responsável por 30,3% de todas as vagas de emprego formais criadas na região Centro-Oeste | Foto: Arquivo/Agência Brasília "Esse resultado mostra que o DF tem conseguido se consolidar como motor econômico do Centro-Oeste. O principal fator para chegarmos a esse índice expressivo é a combinação de políticas de qualificação profissional e o fortalecimento da nossa rede de intermediação de mão de obra, que aproximam empresas e trabalhadores de forma eficiente. Isso garante não apenas a geração de novas vagas, mas também a ocupação delas por profissionais preparados para as demandas do mercado formal", destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. No acumulado do ano, de janeiro a julho, o Distrito Federal registra saldo de 31.466 novos postos formais — com 287.335 admissões e 255.869 desligamentos. Apenas em julho, o total de novas vagas foi de 1.749. Neste período, foram 37.793 desligamentos e 39.542 admissões. O número de contratados, aliás, foi o melhor para o mês desde o início da série histórica, em 2020. [LEIA_TAMBEM]Hoje, o DF conta com 1.041.820 trabalhadores com carteira assinada. Em todo o Brasil são 48.544.646. Em julho, o país registrou 2.251.440 admissões e 2.121.665 desligamentos, resultando em um saldo de 129.775. Perfil O setor de serviços lidera entre os que mais admitiram pessoas em junho no DF, com 23.192 contratações (58,65% do total). Na sequência, aparecem o comércio, com 10.100 (25,54%); construção, com 4.198 (10,61%); indústria, com 1.741 (4,4%); e agropecuária, com 311 (0,78%). Do total de contratados, 22.301 (ou 56,39%) são homens e 17.241 (43,6%), mulheres. A grande maioria (25.678 ou 64,93%) tem ensino médio completo. Em relação à idade, a maior fatia — 11.405 ou 28,84% — tem entre 18 e 24 anos, mas houve um volume expressivo de contratados com 40 anos ou mais: 9.609, equivalente a 24,3%. O setor de serviços foi o que mais admitiu pessoas em junho no Distrito Federal, com 23.192 contratações (58,65% do total) | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Estímulo O Governo do Distrito Federal (GDF) investe em programas de qualificação profissional para aqueles que buscam uma vaga no mercado de trabalho. Um deles é o QualificaDF, que promove cursos profissionalizantes gratuitos nas áreas de agronegócio, comércio, serviços, saúde e informática. Outro é o RenovaDF, cujo intuito é promover a formação profissional da população, ao mesmo tempo em que propicia a reforma de espaços públicos. O programa oferece auxílio de um salário mínimo para os participantes, além de vale-transporte e seguro contra acidentes pessoais. Nele, são abordadas técnicas de alvenaria, carpintaria, elétrica, hidráulica, jardinagem, paisagismo, pintura, serralheria e segurança no ambiente de trabalho. Desde os respectivos inícios, o QualificaDF já atendeu 67.587 alunos; o QualificaDF móvel, 15.284; e o RenovaDF, 27.211. Após a formação em qualquer um dos programas, o cidadão que está em busca de uma oportunidade é encaminhado a uma das 15 agências do trabalhador espalhadas pelo DF.
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DF tem saldo positivo na geração de empregos em abril e chega a 24,6 mil novas vagas neste ano
Agência Brasília · DF TEM SALDO POSITIVO NA GERAÇÃO DE EMPREGOS EM ABRIL E CHEGA A 24,6 MIL NOVAS VAGAS NESTE ANO O Distrito Federal fechou o mês de abril com 6.738 novas vagas de trabalho com carteira assinada, resultado de 38.820 admissões e 32.082 demissões. Com isso, a capital alcançou variação relativa de 0,66%, maior do que a média nacional, de 0,54%. Os dados foram divulgados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), nesta quarta-feira (28), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Já no acumulado de janeiro a abril, o saldo do DF ficou em 24.680 novos empregos, resultado de 166.207 contratações com carteira assinada e 141.527 demissões. Nos últimos 12 meses, de maio de 2024 a abril de 2025, a variação relativa do DF chegou a 4,57% na comparação com o mesmo período anterior, com criação de 45.258 postos empregatícios. "Os números do Caged refletem um trabalho integrado e contínuo deste GDF somado ao empenho dos nossos empresários. Nós entendemos que é necessário qualificar a população de acordo com as áreas onde estão as oportunidades. Ao mesmo tempo, fazemos a intermediação da mão de obra para ocupar essas vagas. Por outro lado, criamos um ambiente favorável para a criação de empregos, dando segurança jurídica e incentivos para os empresários. O resultado mostra, mais uma vez, que seguimos no caminho certo", afirma a vice-governadora Celina Leão. Programas incentivam o desenvolvimento econômico no Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os números refletem os esforços deste Governo do Distrito Federal (GDF), com programas de incentivo ao desenvolvimento econômico e de oferta de qualificação profissional. “O resultado do Novo Caged demonstra como as políticas públicas de geração de emprego e renda tem gerado impactos concretos na vida das pessoas. Os programas RenovaDF e o Emprega DF, por exemplo, desempenham um papel essencial na formação profissional e na geração de novas oportunidades”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes. Instituído em 2019, o Emprega DF impulsiona o crescimento das empresas e a criação de novos postos de trabalho por meio da concessão de benefícios fiscais. Já o RenovaDF, lançado em 2021, promove formação profissional à população, ao mesmo tempo que equipamentos e espaços públicos são reformados. A iniciativa oferece auxílio no valor de um salário mínimo, vale-transporte e seguro contra acidentes pessoais, e aborda técnicas de alvenaria, carpintaria, elétrica, hidráulica, entre outros. Lançado em 2020, o QualificaDF oferece cursos profissionalizantes | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Há ainda o QualificaDF, lançado em 2020, que oferece cursos profissionalizantes gratuitos nas áreas de agronegócio, comércio, serviços, saúde e informática – escolhidos a partir de análise sobre as vagas que mais aparecem no banco de intermediação das agências do trabalhador do DF. Para expandir o acesso às formações, foi criado o Qualifica DF Móvel, em 2022, que leva os cursos para perto da casa dos cidadãos. [LEIA_TAMBEM]Após a formação nos programas de qualificação, o cidadão, caso esteja em busca de uma oportunidade, é encaminhado para uma agência do trabalhador. São 14 postos no Distrito Federal, que auxiliam os candidatos na busca pelo tão sonhado emprego (https://sedet.df.gov.br/agencias/). Além disso, empregadores podem divulgar as oportunidades na plataforma gratuitamente e contam com estrutura física para a realização de entrevistas e seleções presenciais. Em relação ao Brasil, o número de vagas formais geradas de janeiro a abril deste ano é de 922.362. O estoque total de vínculos celetistas atinge, assim, um patamar de 48.124.423 trabalhadores com carteira assinada. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo positivo é de 1.641.330 novas vagas formais.
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