Catetinho celebra 70 anos com programação cultural, apresentações musicais e atividades para o público
O Catetinho completa 70 anos com uma programação especial no dia 10 deste mês, reunindo atividades culturais, apresentações musicais, exposições e experiências interativas que resgatam a história do espaço e sua relação com a construção de Brasília. As comemorações começam às 8h, no museu localizado às margens da BR-040, na Saída Sul, região do Park Way. Entre as atrações está uma experiência imersiva com o filme Água de beber – uma viagem no tempo ao lado de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Por meio da realidade virtual, crianças, jovens e adultos poderão conhecer aspectos da história do Catetinho e da construção da capital federal de maneira interativa. A tecnologia também amplia as possibilidades de acesso ao patrimônio cultural. Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida poderão conhecer virtualmente áreas do museu que apresentam dificuldades de acesso físico, como o pavimento superior do edifício. História viva de Brasília Imagem do Catetinho, primeira residência oficial do então presidente Juscelino Kubitschek | Foto: Divulgação “Preservar a memória de Brasília também significa criar condições para que as pessoas conheçam e se reconheçam nessa história. Ao reunir os pioneiros, receber novas gerações e utilizar recursos que tornam o museu mais acessível, o Catetinho mostra como o patrimônio cultural pode continuar presente na vida da cidade” Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto, a celebração é uma oportunidade de aproximar a população da história da capital e ampliar o acesso ao patrimônio cultural. “Preservar a memória de Brasília também significa criar condições para que as pessoas conheçam e se reconheçam nessa história. Ao reunir os pioneiros, receber novas gerações e utilizar recursos que tornam o museu mais acessível, o Catetinho mostra como o patrimônio cultural pode continuar presente na vida da cidade”, destaca o secretário. A programação inclui ainda uma exposição da maquete do Catetinho, com apresentação e explicações do arquiteto Marcelo Berquó, além de uma réplica do edifício produzida por Antônio Sérgio. Café da Manhã de JK [LEIA_TAMBEM]Outro momento das comemorações será o tradicional Café da Manhã de JK, que reunirá pioneiros de Brasília, amigos e parceiros do Lions Club. O encontro contará com relatos e histórias sobre o Catetinho, visitas guiadas às dependências do Palácio de Tábuas e um lanche com bolo de milho, café preto e pão de queijo. Às 10h, a companhia Bagagem e Cia de Bonecos apresenta bonecos gigantes e o espetáculo Brasília – Uma História. Na sequência, às 11h, será a vez da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional se apresentar ao público. As atividades continuam à tarde, das 15h às 17h, com apresentações do Coral Seguindo a Vida e de Levi Andrade. Ao reunir música, memória, teatro e recursos de realidade virtual, a programação dos 70 anos do Catetinho oferece ao público diferentes formas de conhecer a história do museu e sua ligação com a construção de Brasília. A celebração também abre espaço para o encontro entre gerações, aproximando os relatos dos pioneiros das experiências de quem visita o patrimônio cultural nos dias de hoje. *Com informações da Secec-DF
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Brasília faz 65 anos e celebra história nos espaços de memória
Brasília é a grande protagonista do mês de abril, quando completa 65 anos de história. Mesmo nova, a cidade tem muita história para contar, relembrar e se redescobrir. No Distrito Federal essa memória não se perde. Mais do que isso, ela está muito bem guardada e contada, seja no Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF), seja nas ruas, em locais históricos como o Memorial JK, o Museu Vivo da Memória Candanga e Catetinho. O Catetinho foi a primeira sede do governo federal oficial no DF | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Responsável por abrigar documentos produzidos pelo Poder Executivo e acervos privados de interesse público, o Arquivo Público tem levado essa memória para outros continentes, a exemplo de Portugal. Recentemente, foi firmada a parceria com a Casa da Arquitectura de Portugal para compartilhar os documentos digitais de Lúcio Costa, urbanista responsável por planejar o Plano Piloto de Brasília. Iniciativa que busca preservar a memória e o legado do arquiteto para que futuras gerações possam desfrutar, já começou a ser compartilhado com o ArPDF. A parceria visa criar um acervo digital que reunirá plantas, esboços, correspondências, fotografias, publicações e outros materiais de relevância histórica e cultural, para facilitar pesquisas acadêmicas, exposições e intercâmbio de conhecimentos. 4,5 milhões número de documentos em pequeno formato no acervo do Arquivo Público do DF O superintendente do ArPDF, Adalberto Scigliano, ressalta que qualquer registro, em qualquer formato, seja audiovisual, textual ou cartográfico, é fundamental para complementar a história de Brasília. Para ele, tudo é relevante, desde fotos e documentos de pioneiros até registros de um grande gênio como o Lúcio Costa, pois cada peça ajuda a compor uma visão mais completa da cidade e garante a preservação dessa história para futuras gerações. No Arquivo Público, a história da capital está contada em aproximadamente 6 mil caixas-arquivos, com 4,5 milhões de documentos em pequenos formatos. Além disso, a instituição mantém cerca de 45 mil documentos em grandes formatos, dois milhões de negativos e microfilmes, além de 300 películas e mais de 500 vídeos em diversos suportes. Memória de Brasília O Museu Vivo da Memória Candanga preparou uma exposição de fotos especialmente para o aniversário de 65 anos de Brasília | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília A memória da construção de Brasília está espalhada pelo Distrito Federal. Um desses locais é o Museu Vivo da Memória Candanga. Antes de se tornar um museu, o local funcionava como o Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), criado para atender à crescente demanda por serviços de saúde no Distrito Federal. Além de socorrer operários, acidentados nas obras, o hospital também realizava partos e prestava atendimento ambulatorial a crianças e donas de casa. O complexo era formado por 23 edificações de madeira e permaneceu em funcionamento até 1974, quando foi inaugurado o Hospital Distrital, atual Hospital de Base. “Esse hospital teve Edson Porto como primeiro diretor. A esposa dele, Marilda Porto, ainda vem aqui às vezes. Quando ela entra, se emociona muito, chora… e nunca senta na cadeira dele. É uma memória forte, né? Ele veio pra Brasília justamente para cuidar desses operários”, comenta a gerente do Museu da Memória Candanga, Eliane Falcão. Além dos itens utilizados pelos operários, o espaço conta com uma exposição que resgata a presença feminina na história de Brasília, muitas vezes esquecida. Somente no último ano, o espaço recebeu cerca de 25 mil visitas. Para comemorar o aniversário de 65 anos de Brasília, o Museu Vivo da Memória Candanga preparou uma exposição com fotos coloridas da década de 1970. São 140 fotos do acervo de Joaquim Paiva que ficarão expostas por cerca de dois meses. Há também o Museu do Catetinho, que foi a primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek. Construído em apenas 10 dias, o projeto de Oscar Niemeyer é um prédio simples, feito de madeira, e conhecido como Palácio das Tábuas. Visitantes encontram referências da época, através da preservação do mobiliário original e outros objetos. O Memorial JK recebe, em média, 40 mil pessoas por ano | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A cidade também conta com o Memorial JK, onde os visitantes encontram objetos que simbolizam a capital, além do acervo pessoal do ex-presidente da República, Juscelino Kubitschek. Logo na entrada, o impacto inicial vem da estrutura arquitetônica assinada por Oscar Niemeyer, que traduz em formas a força simbólica da história de JK. O visitante é recebido por uma série de fotografias que contam a trajetória dele, desde a vida pessoal, como médico, até a atuação política e encontros com líderes de outros países. Além disso, o espaço revela momentos marcantes da vida e do legado de JK. O acervo tem cerca de 16 mil itens, entre documentos, fotos, condecorações, roupas, livros e objetos pessoais. “Eu acho que o mais importante do museu é que ele preserva uma história singular, essencial para compreendermos o Brasil de hoje. JK foi um homem que realmente cumpriu o que prometeu. Seu plano de governo, que propunha ‘50 anos em 5’, teve como pilares a educação, a energia, o transporte, a alimentação e a indústria de base. E ele entregou”, destaca o vice-presidente do Memorial JK, André Octavio Kubitschek. O Memorial JK recebe em média 40 mil pessoas por ano. O espaço promove o programa Museu-Escola, que leva cerca de 20 mil crianças ao longo do ano, principalmente nos períodos escolares, como abril e julho. Os outros 20 mil visitantes adultos, em geral são turistas, estudiosos ou pessoas interessadas na história de Brasília e do Brasil.
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Microrrevestimento asfáltico na Epia prolonga vida útil da pista e beneficia cerca de 70 mil motoristas diariamente
Cerca de 8,8 km da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia/DF-003) passarão pelo serviço de microrrevestimento asfáltico do viaduto do Catetinho até a saída para o Aeroporto de Brasília, nos dois sentidos. A ação do Governo do Distrito Federal (GDF) visa a aumentar a fluidez do trânsito, beneficiando aproximadamente 70 mil condutores diariamente. A obra começou no último dia 6 e é executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), com investimento de R$ 7 milhões. Técnica de microrrevestimento é duradoura e proporciona economia durante a execução | Foto: Divulgação/DER-DF “É um serviço para acabar com a trepidação dos veículos, para que o motorista não caia em buracos, não perca o controle na via e possa trafegar de forma mais harmônica” Mozer de Castro, engenheiro civil do DER-DF A técnica, considerada econômica e duradoura, prolonga a vida útil do asfalto. Além disso, oferece mais aderência dos veículos com a pista, principalmente no período chuvoso. Segundo o engenheiro civil do DER-DF Mozer de Castro, trata-se da recomposição funcional da pista, com o objetivo de melhorar a experiência do condutor sem refazer a base do asfalto. “É um serviço para acabar com a trepidação dos veículos, para que o motorista não caia em buracos, não perca o controle na via e possa trafegar de forma mais harmônica”, resume. O método tem início com a fresagem da área, que é a retirada do pavimento desgastado. Em seguida, ocorre o preenchimento da via com uma nova camada de capa asfáltica do tipo Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e, posteriormente, há a implantação do microrrevestimento asfáltico. O material é depositado na pista por uma usina móvel, cuja produção diária estimada é de 9 mil m² de camada dupla da composição, uma mistura de brita, cal e emulsão especial. Para evitar congestionamentos e interferências na rotina dos usuários da rodovia, máquinas e operários trabalham no período noturno, das 22h às 3h. Em menos de uma semana, as equipes já executaram o trecho inicial próximo ao viaduto do Catetinho. Outras vias importantes da capital já contam com o tipo de revestimento, como o Pistão Norte, em Taguatinga, a Estrada Parque das Nações, tanto na L4 Sul quanto na L4 Norte, e a Estrada Parque Dom Bosco, que contorna o Lago Sul.
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Aniversário de Brasília tem shows católicos e balonismo nesta quinta (18)
Brasília está prestes a celebrar 64 anos, e a programação para comemorar o aniversário da capital segue movimentando a cidade. Para esta quinta-feira (18), há diversas atividades gratuitas, de shows e eventos religiosos a festivais de balonismo. O que não falta é opção para agitar o brasiliense. Nesta quinta, o destaque vai para o evento católico com a apresentação musical do padre Fábio de Melo, na estrutura montada no complexo da Torre de TV. O show está previsto para começar às 20h30, mas haverá outras atrações católicas com bandas locais a partir das 14h. Também começa nesta quinta o Festival de Balões. Entre as 14h e as 18h, o céu na altura do gramado do Eixo Monumental ficará colorido com a apresentação da Etapa Nacional do Campeonato de Balonismo. O festival segue até o dia 28 deste mês. Padre Fábio de Melo é uma das atrações da noite desta quinta-feira, na Torre de TV | Foto: Divulgação O Recanto das Emas vai receber, a partir das 13h, o LAB Biblioteca Renato Russo. As oficinas ocorrerão no Centro de Ensino Médio (CEM) 111 da cidade. História, arte e cultura O Memorial JK será palco para o ciclo de visitas guiadas Descobrindo Brasília: um passeio pela história | Foto: Tony Oliveira/ Agência Brasília Até o próximo sábado (20), o Memorial JK e o Museu do Catetinho receberão a cada dia cerca de 40 crianças em vulnerabilidade social para visitas guiadas intituladas Descobrindo Brasília: um passeio pela história. Ao longo de todo este mês, as estações do metrô Galeria e Central apresentarão a exposição dos artistas plásticos Xande e Rivas, tendo Brasília como tema. Aulões de dança também serão ofertados nos complexos culturais de Samambaia e de Planaltina, Centro de Dança, Espaço Cultural Renato Russo e Casa do Cantador. Já na Biblioteca Nacional de Brasília, serão realizados clubes de leitura uma vez por semana com a discussão de obras do poeta Nicolas Behr. Durante o mês ocorre ainda a primeira edição do concurso de fotografia Regina Santos. Serão contempladas três categorias: fotografias de natureza, de pessoas e de arquitetura. A premiação varia de R$ 1 mil a R$ 10 mil. As imagens vencedoras ficarão expostas no Espaço Oscar Niemeyer, na Praça dos Três Poderes. Clique aqui para ver a programação completa do aniversário de Brasília.
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