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Parque Urbano do Setor O se solidifica como espaço de lazer, segurança e convivência em Ceilândia

O Parque Urbano do Setor O vem se consolidando como um dos principais espaços de lazer, esporte e convivência da população de Ceilândia. A área verde, com cerca de 103 mil m², recebeu uma série de benfeitorias estruturais, como cercamento em todo o perímetro, novos portões de acesso e modernização do sistema de iluminação com lâmpadas de LED, garantindo mais segurança, conforto e comodidade aos frequentadores. As intervenções têm como objetivo preservar o parque e ampliar o uso do espaço pela comunidade, inclusive no período noturno. Atualmente, o local conta com 12 portões, sendo dois principais e dez acessos secundários, distribuídos estrategicamente para facilitar a entrada em todas as áreas, evitando longos deslocamentos dos usuários. As melhorias fazem parte de um trabalho contínuo da Administração Regional de Ceilândia para garantir que a população tenha um espaço adequado para lazer, prática esportiva e convivência social, destacou o chefe de gabinete da Administração Regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza: “Nosso compromisso é cuidar do parque todos os dias, aprimorando acessos, iluminação e equipamentos, sempre pensando no bem-estar da população. O parque é um patrimônio da comunidade e precisa estar cada vez mais acessível, seguro e acolhedor”. Com cerca de 103 mil m², o Parque Urbano do Setor O é um dos principais espaços de lazer, esporte e convivência da população de Ceilândia | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Variedade O Parque Urbano do Setor O oferece uma ampla variedade de equipamentos públicos, como quadra de areia, campo sintético, playgrounds, duchas, parcão (área exclusiva para cães), mesas com bancos, banheiros, portaria e academia ao ar livre. O espaço é dividido em três zonas, planejadas para atender públicos diversos, incluindo crianças, jovens, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. As melhorias nos acessos internos também favorecem a circulação segura de pedestres e ciclistas. [LEIA_TAMBEM]Para os usuários, as mudanças já fazem diferença no dia a dia. “É muito bom ver melhorias assim no parque”, elogia Elisângela Rodrigues Feitosa, moradora do Setor O. “Eu e meus filhos frequentamos o espaço quase todos os dias, e agora ficou muito mais fácil entrar. Antes, a gente precisava dar a volta inteira no parque para acessar algumas áreas”. Parcão Outro destaque é o parcão, espaço exclusivo destinado aos tutores de animais. Cercado pela administração, o local permite que os cães fiquem soltos, sem coleira ou focinheira, promovendo bem-estar animal e socialização entre os pets. “Esse espaço é essencial para quem tem cachorro. Dá mais liberdade e segurança para os animais e tranquilidade para nós, donos”, comenta o morador Carlos Henrique Silva, frequentador assíduo do parque. Apesar dos avanços, a Administração Regional reforça a importância da conscientização da população. O Parque Urbano do Setor O tem sido alvo recorrente de atos de vandalismo, com danos a bancos, lixeiras, torneiras, bebedouros e outras estruturas de uso coletivo. Essas ações geram custos extras de manutenção e impactam diretamente a qualidade do espaço público. “Cuidar do parque é uma responsabilidade de todos. Quando há vandalismo, toda a comunidade é prejudicada”, ressaltou João Marcelo. O parcão totalmente cercado permite que tutores soltem seus cachorros para brincar com segurança Eventos Além da estrutura voltada ao lazer diário, o Parque Urbano do Setor O também se destaca como palco de diversas atividades gratuitas nas áreas de lazer, saúde, bem-estar, cultura e esporte. Ao longo do ano, o espaço recebe ações comunitárias, eventos esportivos, atividades físicas orientadas, apresentações culturais e iniciativas voltadas à promoção da qualidade de vida, reunindo moradores de diferentes idades. Essas programações reforçam o potencial do parque como um importante espaço público para a realização de eventos voltados à população, estimulando a convivência social, o uso consciente da área verde e o fortalecimento dos vínculos comunitários em Ceilândia. Histórico Criado em 1995, o espaço enfrentou diversos desafios ao longo dos anos até ser plenamente liberado para uso da população. Em 2019, o parque passou a ser gerido pela Administração Regional de Ceilândia. Já em maio de 2024, foi oficialmente instituído como Parque Urbano do Setor O, por meio do Decreto nº 45.796, assinado pelo governador Ibaneis Rocha. O texto aprovou o Plano de Uso e Ocupação do local, autorizou o cancelamento do registro de parcelamentos que interferiam na área e estabeleceu, de forma definitiva, o perímetro e os usos permitidos. Parque Urbano do Setor O → Horário de funcionamento: diariamente, das 5h às 23h *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Parque Gatumé, em Samambaia, será cercado para preservação ambiental e combate ao descarte irregular de lixo

A unidade de conservação do Refúgio de Vida Silvestre Gatumé, em Samambaia, terá todo o seu perímetro cercado. O serviço será executado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) com o objetivo de preservar a área do parque e impedir o descarte irregular de lixo. Cercamento do Parque Gatumé visa combater o descarte irregular de resíduos e preservar a área | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília De acordo com o diretor de Cidades da Novacap, Raimundo de Oliveira Silva, a iniciativa faz parte de um projeto maior de cercamento de todas as unidades de conservação do Distrito Federal. “Começamos pelo Parque do Setor O, em Ceilândia, depois seguimos para o Parque do Sol Nascente, e agora vamos também no Gatumé. Estamos atendendo conforme as solicitações chegam”, explicou. Para o diretor, a necessidade do cercamento se torna ainda mais necessária com as ocorrências de descarte irregular de resíduos: “Retiramos mais de 400 toneladas de lixo do Gatumé. O cercamento será de alta qualidade, praticamente inviolável por vândalos, pois é totalmente travado por concreto. Com isso, impedimos que o local continue sendo alvo para descarte de entulho”. Os recursos para a obra são do Governo do Distrito Federal (GDF) e a execução será feita diretamente pela Novacap. A empresa já iniciou os levantamentos topográficos para definir a área exata a ser cercada. A Novacap aposta na alta qualidade do material utilizado para garantir a durabilidade e a eficiência do cercamento, conforme já foi utilizado no cercamento do Parque do Setor O. “Estamos utilizando um material muito superior aos gradis anteriores, e os resultados já podem ser vistos nos parques que receberam essa estrutura”, ressaltou Raimundo.  

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GDF investe R$ 2 milhões no cercamento do Parque Ecológico de Santa Maria

O cercamento do Parque Ecológico de Santa Maria começou na terça-feira (13). A obra é do Instituto Brasília Ambiental e executada pela Terracap, com um investimento total de R$ 2.046.592,12 do Governo do Distrito Federal (GDF). O Parque Ecológico de Santa Maria está passando pelas escavações para a instalação de 1.331,59 metros lineares de alambrado, com 2,15 m de altura, além de 4.450 metros lineares de estacas mourões, com cinco fios de arame de aço | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De acordo com a Terracap, são 1.331,59 metros lineares de alambrado, com 2,15 m de altura, além de 4.450 metros lineares de estacas mourões, com cinco fios de arame de aço. No total, o cercamento misto encorpa aproximadamente 4,8 mil metros. O alambrado é destinado à proteção dos equipamentos públicos, enquanto as estacas de mourão cercam o perímetro da unidade de conservação. De acordo com o administrador de Santa Maria, Josiel França, o cercamento vai abraçar todo o parque ecológico. “É uma questão de segurança, além de evitar que haja descarte de lixo nessas áreas, ajudando na preservação”, ressaltou. O administrador regional Josiel França comemora os investimentos feitos em Santa Maria. Além do cercamento do parque, que protege e ajuda na preservação do equipamento público, também está sendo corrigido um problema de nivelamento na Rua Alagados e a Escola Técnica está em fase final de construção Há também o projeto de iluminação previsto para junho, com recursos de emenda parlamentar. Serão instalados 98 postes com luminárias de LED, com 7,5 metros de altura, ao longo de aproximadamente 4,7 quilômetros de passeio. O valor total da obra foi estimado em mais de R$ 1 milhão. “Esses serviços darão mais acesso e segurança para que a população possa usufruir do parque à noite”, destacou o administrador. As obras em Santa Maria não se resumem apenas ao parque. Segundo Josiel, a Rua dos Alagados, que estava com problema de nivelamento, está sendo corrigida, com a primeira parte já feita para depois vir a massa asfáltica. E, na fase final de construção, está a Escola Técnica de Santa Maria, que fica na entrada da cidade e vai oferecer diversos cursos profissionalizantes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Utilização do parque Localizado na Quadra Central 1, o Parque Ecológico de Santa Maria foi inaugurado em julho de 2021. Desde então, o espaço vem recebendo infraestrutura e hoje conta com portal, parque infantil, Ponto de Encontro Comunitário (PEC), quadra de areia, quadra poliesportiva, pergolado, conjunto de lixeiras, bancos e mesas de concreto. O espaço tem atributos ambientalmente sensíveis como campos de murundus, vegetação típica do cerrado facilmente inundável na época das chuvas. Dessa forma, o Plano de Manejo, que visa ações de gestão em unidades de conservação, busca garantir que o uso do equipamento público não cause prejuízos à biodiversidade.

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Parques recebem investimento de R$ 6 milhões para cercamento

O Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou, nesta sexta-feira (3), Contrato de Prestação de Serviços para execução de cercamento de quatro parques ecológicos e um parque distrital que serão contemplados com a demarcação de seus limites poligonais.  A execução da compensação ambiental será feita pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Além do Parque Ecológico do Lago Norte, também serão cercados os parques também ecológicos Veredinha (Brazlândia), do Areal (Arniqueira) e Saburo Onoyama (Taguatinga) e o Parque Distrital dos Pequizeiros (Planaltina) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O Brasília Ambiental constatou que existem variáveis, dentro do processo de execução das compensações, que dificultam a ação efetiva e eficiente do Estado. Por isso, em conjunto com a Terracap, optou em focar no tipo de intervenção que é comum a mais de uma Unidade de Conservação (UC) e reunir, dentro de uma mesma licitação, o maior número de casos que já possam ser resolvidos. [Olho texto=”“Esperamos que, com esse modelo, mais UCs sejam contempladas, de uma só vez, com as intervenções necessárias e previstas nos seus respectivos planos de manejo”” assinatura=”Thúlio Moraes, secretário executivo do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ao considerar que uma das maiores demandas do Brasília Ambiental é justamente o cercamento dessas áreas, a autarquia fez o levantamento das UCs que estavam com as poligonais definidas e que poderiam ser financiadas com recursos de compensação ambiental, dando prioridade para os casos em que o cumprimento da compensação está judicializado. Por essa razão, nesse primeiro momento, serão contemplados os parques ecológicos do Lago Norte, Veredinha (Brazlândia), do Areal (Arniqueira), Saburo Onoyama (Taguatinga) e o Parque Distrital dos Pequizeiros (Planaltina). “Esperamos que, com esse modelo, mais UCs sejam contempladas, de uma só vez, com as intervenções necessárias e previstas nos seus respectivos planos de manejo”, afirma o secretário executivo do Brasília Ambiental, Thúlio Moraes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a Terracap, somente neste contrato, serão investidos mais de R$ 6 milhões. Trata-se da devolutiva em compensação ambiental, pelos impactos ambientais dos empreendimentos da estatal. A Terracap tem cumprido a obrigação de compensar os impactos ambientais, atendendo às condicionantes determinadas pelo órgão ambiental. Com isso, a agência também faz a devolutiva em qualidade de vida para a população, uma vez que o recurso é destinado à criação e manutenção de unidades de conservação e parques em todo o DF. *Com informações do Ibram

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