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Com investimento de R$ 6 milhões, nova ciclovia de Taguatinga Norte entra na fase final das obras

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mais segurança para os ciclistas brasilienses. A governadora Celina Leão visitou nesta segunda-feira (24/7) as obras da nova ciclovia no Setor M Norte, em Taguatinga Norte. A intervenção entra na fase de conclusão, com as calçadas finalizadas e destaque para os acabamentos da pista dedicada às bicicletas. O projeto, que compreende um trecho de 9 quilômetros de ciclovia e passeios para pedestres, conecta a Avenida Hélio Prates à M2. A iniciativa recebeu investimento de R$ 6 milhões. Para a liberação total da pista, resta apenas a pintura das faixas de sinalização horizontal, a instalação de placas verticais e a varrição final.  “A gente quer espaços onde a população possa fazer atividades físicas e ter mais uma opção de lazer. Desde quando eu assumi o governo, nós já ampliamos em 200 km as ciclovias do Distrito Federal. A gente quer investir muito nisso, porque é qualidade de vida, saúde e mobilidade urbana. O ciclista quer ir para o trabalho de bicicleta e ainda não tem ciclovias suficientes. Hoje já somos a segunda maior malha, mas até o fim do ano queremos ser a primeira", afirmou Celina Leão.  Celina Leão ressalta que construir e ampliar ciclovias “é qualidade de vida, saúde e mobilidade urbana” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília De acordo com o secretário de Obras e Infraestrutura, Guilherme Nery, o DF caminha para a liderança nacional em ciclovias integradas. “O programa Vai de Bike integra a rede de ciclovias existentes, integrando 700 km de ciclovia em toda Brasília. Então, são ciclovias no Lago Norte, Lago Sul, Taguatinga, no Parque Urbano da Estrutural, Ceilândia e Sol Nascente. Vamos ter mais uns dois a três meses de obras. A ideia é ter mais de mil quilômetros de ciclovias integradas", destacou Nery.  Praticidade e cidadania Josilene Rosa comemora: “Tudo que é para facilitar nossa vida e praticar exercício físico sem precisar pagar academia é ótimo” Os moradores de Taguatinga comemoram o avanço e a acessibilidade que a nova ciclovia vai levar para a região. A agente de vigilância ambiental Josilene Rosa, de 51 anos, moradora local que pratica caminhadas e atividades ao ar livre, aprova a mudança: “Antes você passava aqui, não tinha ciclovia e era tudo desnivelado. Agora está tudo novo. Tudo que é para facilitar nossa vida e praticar exercício físico sem precisar pagar academia é ótimo. Não tem coisa melhor que exercício ao ar livre.”   A segurança no trânsito é outro ponto celebrado pela comunidade. O marceneiro Tarcísio José de Medeiros, 63 anos, lembrou que a falta de espaço adequado gerava acidentes graves na M Norte. "Está muito bom até para que a gente melhore o nosso convívio aqui na M Norte. O tráfego de carros é muito grande, não dá pra ficar disputando espaço com os veículos. Eu ando de bicicleta porque preciso, não tenho condições de ter um carro", avaliou o morador.  O mecânico de bicicletas Júlio César Viegas afirma que a ciclovia aquece o ramo de negócio dele O mecânico de bicicletas Júlio César Viegas, de 44 anos, também aponta que a reforma impulsionou o comércio de bicicletas e ampliou a circulação de pedestres pelas calçadas novas. "Melhorou o fluxo das bicicletas. Agora, a gente vê mais o pessoal andando durante o dia, o pessoal se exercitando. Melhorou o movimento na oficina também. E as calçadas estão novinhas", elogiou.  

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SIA amplia calçadas acessíveis e implanta ciclovias para melhorar mobilidade urbana

A Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) vem registrando avanços expressivos na execução de projetos de arquitetura e urbanismo voltados à qualificação da mobilidade urbana. As iniciativas têm como eixo central a implantação de calçadas acessíveis e seguras, plenamente alinhadas às normas técnicas de acessibilidade, reafirmando o compromisso com o direito de ir e vir, a inclusão social e a valorização dos espaços públicos. O SIA tem melhorado a mobilidade urbana da região com a implantação de calçadas acessíveis e ciclovias | Foto: Divulgação/Administração do SIA As intervenções abrangem trechos estratégicos do SIA, definidos a partir de critérios técnicos e da intensa circulação de trabalhadores, usuários do transporte público e pedestres em geral. Somados, os projetos já implantados e em fase de planejamento correspondem a aproximadamente sete quilômetros de calçadas, com destaque para os trechos 2 e 17 do SIA, além de áreas relevantes do Setor de Abastecimento e Armazenamento Norte (Saan), como as quadras 3 e 4, e do Setor Regimento de Cavalaria de Guardas (RCG). A esse conjunto soma-se ainda a execução de 1,2 quilômetro de novas calçadas no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte), ampliando de forma significativa a malha de circulação segura para pedestres. No Trecho 17 do SIA, especialmente na Rua 3, localizada nos fundos do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), foram desenvolvidos projetos de calçadas acessíveis ao longo de toda a via, incluindo a conexão com o Trecho 4. A região concentra elevado fluxo diário de pedestres, impulsionado pela presença de pontos de ônibus e de atividades produtivas, e a inexistência de infraestrutura adequada representava riscos constantes à segurança, sobretudo para pessoas com mobilidade reduzida. A implantação das calçadas assegura deslocamentos contínuos, seguros e acessíveis, promovendo mais dignidade, conforto e qualidade de vida aos usuários. [LEIA_TAMBEM]Paralelamente, o Setor de Oficinas Norte (SOF Norte) vem passando por um processo de requalificação urbana, com intervenções coordenadas pela Administração Regional do SIA, em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a Novacap e o programa RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). As ações têm como foco a melhoria da mobilidade, da acessibilidade e das condições de circulação para moradores, trabalhadores e frequentadores da região. No eixo da mobilidade ativa, a Administração Regional do SIA também tem investido no fortalecimento da integração entre os diferentes modais de transporte. Entre as ações de destaque está a implantação de ciclovia e a duplicação das vias do RCG, que passam a integrar um percurso de aproximadamente 8 quilômetros, conectando o Saan ao RCG e seguindo em direção ao Cruzeiro. A iniciativa amplia as alternativas de deslocamento sustentável, incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte e promove conexões mais seguras e eficientes entre áreas industriais, comerciais e logísticas. “A atuação do DER na implantação da ciclovia no SIA, Saan, SOF Norte e RCG tem como objetivo oferecer uma infraestrutura adequada para a mobilidade ativa, promovendo conexões seguras", esclareceu o presidente do departamento, Fauzi Nacfur Júnior. De acordo com Bruno Oliveira, administrador do SIA, os projetos em andamento na região buscam tornar a mobilidade urbana mais humana, segura e inclusiva: "Estamos priorizando a implantação de calçadas acessíveis, a integração dos modais de transporte e a implantação de ciclovias, garantindo o direito de ir e vir de pedestres, ciclistas e de todos que circulam diariamente pela região". *Com informações da Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA)

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Ciclovia entra na fase de pavimentação e acrescenta 2,1 km à malha de Ceilândia

Em Ceilândia, o novo trecho da ciclovia da via M2 Sul avança em ritmo acelerado. As equipes já iniciaram a fase de aplicação da massa asfáltica, seguindo rigorosos padrões técnicos para assegurar mais qualidade, durabilidade e segurança ao trajeto que beneficiará milhares de moradores. A nova ciclovia terá 2,1 quilômetros de extensão e vai se integrar às rotas já existentes, conectando o centro de Ceilândia à Avenida Elmo Serejo e às estações de metrô Centro Metropolitano, Ceilândia Centro, Guariroba e Ceilândia Sul. Trabalhos fazem parte do programa Vai de Bike, tocado em parceria pelas secretarias de Transporte e Mobilidade (Semob) e de Obras e Infraestrutura (SODF) | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Com essa expansão, a cidade passa a contar com 37 quilômetros de ciclovias, fortalecendo a malha cicloviária da cidade e ampliando as opções de deslocamento seguro para ciclistas e pedestres. “Brasília está assumindo a liderança nacional em infraestrutura cicloviária” Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade A obra faz parte do programa Vai de Bike, coordenado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e executado pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF). O investimento é de aproximadamente R$ 660 mil, dentro de um contrato que prevê mais de R$ 18,5 milhões para implantação de novas ciclovias em diversas regiões do Distrito Federal. Preservação ambiental Em pontos específicos, houve necessidade de supressão vegetal para viabilizar o traçado da ciclovia. Todo o processo segue normas ambientais rígidas, com compensação prevista, incluindo o plantio de novas espécies e a manutenção de árvores no Parque Urbano do Setor O. O objetivo é garantir equilíbrio entre infraestrutura, sustentabilidade e preservação ambiental. “Ceilândia está crescendo e precisa acompanhar esse ritmo com infraestrutura moderna”, ressalta o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “A nova ciclovia é um incentivo à mobilidade sustentável, à prática de esportes e à qualidade de vida da população.” [LEIA_TAMBEM]A ampliação da malha cicloviária coloca o Distrito Federal cada vez mais próximo de consolidar uma das maiores redes do país. Hoje, há ciclovias e ciclofaixas distribuídas pelas 32 regiões administrativas, de acordo com a Semob. Com as frentes de trabalho em execução, o território avança rumo ao objetivo de ultrapassar a marca de mil quilômetros dedicados à mobilidade por bicicleta. “Brasília está assumindo a liderança nacional em infraestrutura cicloviária”, reforça o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. “Já alcançamos 727 quilômetros e, com os 300 quilômetros previstos em novos projetos, vamos ultrapassar a marca de mil quilômetros, levando essa estrutura também para além do Plano Piloto.”    *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

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Com segunda maior malha cicloviária do país, DF incentiva mobilidade ativa e investe em qualidade de vida para a população

Andar de bike é um hobby que faz a diferença na vida do servidor público Jaime Alves Pereira, 58 anos. Morador do Riacho Fundo II, ele usa o meio de transporte para fazer travessias corriqueiras, como ir ao mercado ou trabalho, mas, principalmente, para diversão. Por semana, percorre 150 km, passando por regiões como o Park Way, Núcleo Bandeirante e Candangolândia, utilizando ciclovias construídas por este Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019. “O melhor transporte que tem é esse, é o único que te dá liberdade, além de ser sustentável. Com a bicicleta, dá para trabalhar a parte mental e física, e significa menos gente doente indo ao hospital. O governo está fazendo a coisa certa. Quanto mais ciclovia, melhor”, afirma Jaime, que aumentou a frequência do pedal após a pandemia. O servidor público Jaime Alves Pereira, 58 anos, usa a bicicleta para fazer tarefas corriqueiras, como ir ao mercado ou trabalho, mas, principalmente, para diversão | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente, Brasília tem a segunda maior malha cicloviária do país, com 727 km de extensão, distribuídas em 32 regiões administrativas, de acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). Estamos atrás, apenas, de São Paulo, que tem 771,17 km de vias com tratamento cicloviário permanente, conforme o portal da Companhia de Engenharia de Tráfego do estado. O número atual do DF é 55% maior que o registrado em dezembro de 2018, quando a capital tinha 466,6 km de ciclovias. E o esforço é contínuo: no ano passado, foi lançado o programa Vai de Bike, que integra diversas pastas do Executivo para construir mais 300 km de ciclovias, instalar mais de 3 mil paraciclos, bem como reformar e conectar os trechos existentes. A licitação para os novos paraciclos foi publicada em fevereiro deste ano, com investimento previsto de mais de R$ 2,7 milhões. As áreas que receberão os equipamentos e os pontos que precisam de reparo ou conexão foram mapeados junto às administrações regionais. “Mobilidade ativa é vida. Falar em ciclismo, em bicicleta, em bike, é falar de saúde, em sustentabilidade. Brasília é a cidade que tem a melhor qualidade de vida do Brasil e nós temos um desafio — ter a maior malha cicloviária do país. Nós já temos 727 km e com a meta de novos 300 km, vamos superar mais de mil km de ciclovias”, afirma o secretário de Mobilidade e Transporte, Zeno Gonçalves.   O secretário destaca as ações do GDF: “Contamos com os patinetes compartilhados, que fazem parte do conceito de primeira e de última milha, e está em andamento a conexão de muitas ciclovias nas regiões administrativas, a expansão e manutenção da malha cicloviária, e a melhoria da iluminação e da sinalização. Tudo isto para que, de fato, o Distrito Federal seja reconhecido como a região de mais acesso e mais possibilidades de conexão por ciclovias.” Novos caminhos Atualmente, a legislação estabelece que todos os projetos de construção, ampliação ou adequação de vias públicas, trechos urbanos das rodovias e estradas em fase de construção executadas pelo governo devem incluir ciclovias, ciclofaixas e infraestrutura correspondente. No Corredor Eixo Oeste, por exemplo, o projeto prevê a implantação de ciclovias em todo o trajeto do Sol Nascente ao Eixo Monumental e ao Terminal Asa Sul. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) está com uma série de obras em andamento, que visam garantir uma mobilidade mais conectada e segura para os ciclistas. Estão previstos 40 km de travessias, com investimento na ordem de R$ 8 milhões. Na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), estão sendo construídos 9 km de ciclovia, interligando o Pistão Sul, em Taguatinga, à Candangolândia, passando por Riacho Fundo, Arniqueira e Núcleo Bandeirante. “Mobilidade ativa é vida. Falar em ciclismo, em bicicleta, em bike, é falar de saúde, em sustentabilidade", afirma o secretário de Mobilidade e Transporte, Zeno Gonçalves “Nesse trecho, já asfaltaram cerca de 4,6 km e o restante estamos fazendo terraplenagem”, esclarece o diretor do 3º Distrito Rodoviário, Jarbas Silva. Já na Estrada Parque Dom Bosco (EPDB), são cerca de 4 km de travessia, com início na altura do posto de combustíveis Melhor até o shopping Gilberto Salomão. “Lá o trecho que estava previsto já está totalmente pavimentado e estamos fazendo os ajustes de meios-fios para acessibilidade ao ciclista e, posteriormente, vamos fazer a sinalização horizontal.” A construção de ciclovias também é incluída em intervenções da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF). Com aporte de R$ 160 milhões, projeto para a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) abrange a criação de travessia específica para ciclistas e pedestres em pavimento rígido, indo desde o viaduto da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) até o Eixo Monumental, onde se conecta com trechos existentes. “São 7,5 km de ciclovia ao longo dos 6 km de rodovia que estamos ampliando para o BRT, integrando o transporte público coletivo com o transporte ativo, tanto os ciclistas e pedestres, melhorando a mobilidade urbana da região”, afirma o engenheiro da SODF Bruno Almeida. Outros trechos em obras são a duplicação da via de ligação Guará-Bandeirante, que terá rota de 3,5 km, e a região da Superquadra Park Sul, com cerca de 1,5 km de caminho para bicicletas. “São 7,5 km de ciclovia ao longo dos 6 km de rodovia [na Epig] que estamos ampliando para o BRT, integrando o transporte público coletivo com o transporte ativo, tanto os ciclistas e pedestres, melhorando a mobilidade urbana da região”, afirma o engenheiro da SODF Bruno Almeida Deslocamento facilitado Para favorecer o deslocamento das pessoas de forma integrada ao transporte público coletivo, o GDF implantou sistemas compartilhados de bikes, em 2021, e de patinetes elétricos, em janeiro deste ano. Os dois modelos são utilizados por aplicativo e permitem que o cidadão conclua o deslocamento de modo seguro e agilizado. Em relação ao transporte público, este GDF lançou neste ano o programa Vai de Graça, que possibilita à população o uso gratuito dos ônibus e metrô aos domingos e feriados. Também houve a renovação da frota de ônibus, com substituição de 2.831 novos veículos, e a extensão do horário do metrô aos domingos. Antes, os embarques encerravam-se às 19h, e agora vão até às 21h30. Houve, ainda, o retorno dos zebrinhas e a ampliação para mais regiões administrativas. Atualmente, o Transporte de Vizinhança atende Águas Claras, Arniqueira, Ceilândia, Cruzeiro, Lago Sul, Paranoá, Plano Piloto, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol, Sudoeste/Octogonal, Taguatinga, Vicente Pires e Park Way. O planejamento de ciclomobilidade do DF é divulgado no site da Semob.

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