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Hemocentro promove coleta de sangue nesta quinta (25) na Faculdade Mackenzie

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) promove, nesta quinta-feira (25), coleta de sangue na Faculdade Presbiteriana Mackenzie. A unidade móvel vai atender os doadores das 9h às 16h no estacionamento da instituição, localizada na SGAS 902. Os interessados podem agendar a doação pelo site ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro também disponibilizará atendimento sem agendamento, conforme a capacidade máxima da estrutura. Durante a ação na faculdade, as pessoas inscritas na 2ª Corrida Tá no Sangue Run poderão retirar os seus kits oficiais de participação. A retirada do material ocorrerá no mesmo local, das 10h às 20h. Últimas vagas para a corrida As inscrições para a corrida, que une esporte e conscientização sobre a importância da doação de sangue no Distrito Federal, continuam abertas e vão até esta quinta-feira (25) pelo site oficial do evento com taxa de inscrição no valor de R$ 119. As vagas são limitadas para a prova que ocorre neste sábado (27), com largada às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas, oferecendo percursos de 3 km para caminhada e 6 km para corrida. Os participantes cadastrados receberão um kit composto por sacochila, cantil, boné, camiseta e medalha, além de brindes dos patrocinadores, e haverá premiação para os primeiros colocados de cada categoria. Serviço ·         Coleta Externa (Unidade Móvel): Quinta-feira (25), das 9h às 16h. ·         Retirada de kits da corrida: Quinta-feira (25), das 10h às 20h. ·         Local: Faculdade Mackenzie — SGAS 902, Asa Sul. ·         Agendamento de doações: Pelo site agenda.df.gov.br ou telefone 160, opção 2. ·         Data da corrida: Sábado (27), às 17h30, no Memorial dos Povos Indígenas. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB)

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Hemocentro de Brasília promove coleta de sangue na Esplanada dos Ministérios

A Fundação Hemocentro de Brasília promove nesta quinta-feira (7), das 9h às 16h, uma ação de coleta externa de sangue no estacionamento do Bloco F, do Ministério do Trabalho e Emprego, na Esplanada dos Ministérios. A iniciativa integra a programação oficial da Semana do Trabalhador e Trabalhadora, evento realizado de 4 a 8 de maio pelo Ministério do Trabalho. A ação facilita o gesto de doar para quem nunca esteve em um hemocentro. O agendamento prévio pelo site AgendaDF é recomendado, mas doadores sem agendamento também serão atendidos por encaixe, conforme a disponibilidade de vagas no dia. A Semana do Trabalhador e Trabalhadora reúne gratuitamente serviços como emissão de documentos, vacinação, atendimentos de saúde, orientações sobre direitos trabalhistas e perícias do INSS. A participação do Hemocentro reforça a importância da doação voluntária para a manutenção dos estoques de sangue do Distrito Federal. "As coletas externas são fundamentais para facilitar o acesso de quem deseja doar e para a manutenção da estabilidade dos nossos estoques de sangue. Ao integrarmos a Semana do Trabalhador e Trabalhadora com nossa estrutura na Esplanada, conseguimos mobilizar um grande público que, pela rotina intensa, muitas vezes não consegue ir até a sede do Hemocentro. Cada bolsa coletada nessa ação é essencial para garantir o atendimento de urgências, cirurgias e tratamentos em todo o Distrito Federal", afirma o presidente da FHB, Osnei Okumoto. Serviço Coleta externa de sangue — Estacionamento do Ministério do Trabalho *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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Vencedor de ação do Hemocentro conhece o caminho do sangue até os hospitais

Doar sangue é um gesto de solidariedade que pode salvar vidas, mas poucos conhecem os bastidores desse processo essencial. Nesta terça-feira (22), o enfermeiro Vinícius Alves, 28 anos, doador frequente e vencedor de uma ação promovida nas redes sociais da Fundação Hemocentro de Brasília, teve a oportunidade de vivenciar de perto o caminho que o sangue percorre após ser coletado. O profissional de saúde participou de uma visita guiada exclusiva ao setor de Processamento e Distribuição de Hemocomponentes da instituição. “Eu sabia que não era simples, mas não fazia ideia da complexidade, do rastreio tão específico, desde qual profissional coletou, em qual máquina foi utilizada”, contou Vinícius.    Para ser um doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar mais de 51 kg e ter índice de massa corporal (IMC) igual ou maior a 18,5% | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Durante cerca de uma hora, Vinícius e a companheira Victoria Rocha, 28, que também é enfermeira, foram conduzidos em uma imersão técnica e informativa pelas etapas que garantem a qualidade e a segurança dos hemocomponentes distribuídos à rede pública e aos hospitais conveniados do Distrito Federal. O tour começou com a observação do repouso das bolsas de sangue recém-coletadas e seguiu por etapas como a centrifugação – responsável por separar os componentes (hemácias, plasma, plaquetas e crioprecipitado) –, o rotulamento, os exames sorológicos e imunohematológicos, o armazenamento em câmaras frias ou congeladas e, por fim, a organização logística para atendimento das solicitações de sangue, inclusive em casos de urgência. “Sou doador há mais de 10 anos, e é muito interessante conhecer, porque não fazia ideia que o prédio era tão grande, que tinha tantas áreas bem específicas, como aqui no subsolo. A gente fica focado na área do doador e não tem noção de toda a estrutura e dos profissionais envolvidos.” Rigor técnico Victoria também se impressionou com a estrutura e os cuidados envolvidos em cada etapa. “A gente já tinha essa noção de que não era simplesmente pegar o sangue e levar pro hospital, mas não sabia que era tão específico assim. São muitas fases para garantir que o sangue chegue com segurança ao paciente”, afirmou.   Vinicius e a esposa, Victória: ele doa sangue há 10 anos  Todo o processo é rigorosamente monitorado, com uso de códigos que garantem o anonimato dos doadores e o rastreamento das bolsas até o momento da transfusão. A visita também permitiu conhecer procedimentos específicos, como a irradiação de bolsas, necessária para determinados pacientes. Para o diretor do setor, Fábio de França, a iniciativa de abrir as portas do Hemocentro para os doadores é essencial. “No imaginário de muitos, o processo parece simples, mas é bastante complexo. São muitos profissionais qualificados e dedicados, trabalhando para garantir a qualidade do hemocomponente que vai atender o paciente — que é a nossa razão de existir”, explicou. O setor de Processamento e Distribuição conta com cerca de 20 profissionais por turno e funciona de forma contínua. “Convidar o doador para conhecer esse trabalho fortalece vínculos, valoriza o serviço público e incentiva o voluntariado. É uma excelente forma de fidelizar e multiplicar essa rede do bem.” Doe sangue, salve vidas Para ser um doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar mais de 51 kg e ter índice de massa corporal (IMC) igual ou maior a 18,5%. Menores de 18 anos só poderão doar acompanhados pelos respectivos pais ou responsáveis, enquanto idosos precisam ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos. Além disso, é necessário que o candidato a doar tenha dormido pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior. Não serão aceitas doações de sangue de pessoas que ingeriram bebida alcoólica 12 horas antes do procedimento ou que tenham fumado duas horas antes. [LEIA_TAMBEM]O candidato passa por avaliação de profissionais de saúde para verificar se está apto. Portanto, seja sincero ao responder às perguntas feitas durante a triagem e não omita informações importantes, pois disso depende a segurança do doador e do receptor. Lembre-se: nada de jejum. É importante estar bem alimentado para doar sangue, assim como beber bastante água desde o dia anterior à doação. O agendamento da doação de sangue é obrigatório e pode ser feito pelo site Agenda DF – Serviço de Agendamentos do Distrito Federal ou pelo telefone 160, opção 2. O Hemocentro de Brasília está localizado no Setor Médico Hospitalar Norte (início da W3 Norte), próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e à Fepecs, e atende de segunda a sábado, das 7h15 às 18h.  

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DF torna obrigatória a coleta de sangue em suínos selvagens abatidos

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), publicou a Portaria nº 121 no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), tornando obrigatória a coleta de sangue em suínos asselvajados abatidos no território distrital. A medida tem como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e garantir a biosseguridade da criação suína local, prevenindo a propagação da Peste Suína Clássica (PSC) e outras doenças de controle oficial. Atualmente, o Distrito Federal integra a Zona Livre para PSC com reconhecimento internacional. De acordo com a portaria, todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial. Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo. As amostras deverão ser entregues nos escritórios de Defesa Agropecuária da Seagri-DF em até 48 horas, se refrigeradas, ou em até sete dias, se congeladas. Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo | Foto: Divulgação/Seagri-DF O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, ressaltou a relevância da nova medida para a proteção da suinocultura local. “A proteção da produção suína do Distrito Federal é uma prioridade. Com essa iniciativa, a Seagri-DF reforça o compromisso com a vigilância sanitária e o controle de doenças, alinhando-se às diretrizes nacionais para monitoramento do javali. A coleta obrigatória de sangue dos javalis abatidos nos permite identificar riscos e agir preventivamente, garantindo a segurança sanitária e a sustentabilidade da suinocultura local.” A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Kalkmann, reforçou a relevância da medida: “Nosso objetivo é conscientizar sobre a importância desse trabalho para a sanidade suína. Quanto mais amostras conseguirmos coletar, melhor poderemos criar estratégias eficazes de controle e prevenção de doenças que possam impactar a suinocultura ou representar risco à saúde pública. Algumas dessas doenças são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas para os seres humanos, o que reforça a necessidade de um acompanhamento rigoroso.” Cadastro e treinamento A portaria também estabelece que os agentes manejadores de javalis deverão estar cadastrados no Serviço Veterinário Oficial (SVO) e apresentar documentação comprobatória, incluindo identidade com CPF, comprovante de endereço e certificado de regularidade no Cadastro Técnico Federal do Ibama. Além disso, os agentes deverão passar por um treinamento ministrado por veterinários do SVO, que poderá ocorrer de forma presencial ou online. A nova regulamentação também reforça a proibição do transporte de javalis vivos, determinando que os animais capturados durante as ações de controle sejam abatidos no próprio local. A portaria exige ainda a notificação imediata de qualquer avistamento de javalis doentes ou mortos. O descumprimento das novas regras poderá resultar em penalizações, conforme previsto na legislação vigente. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF)

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