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Programa de reflorestamento do Cerrado vai reforçar a segurança hídrica do DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou nesta segunda-feira (22) o edital de seleção do programa Reflorestar. Com investimento previsto de mais de R$ 3 milhões, a iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto Brasília Ambiental e a Fundação Banco do Brasil. O valor, originário de recursos de compensação florestal, será destinado à recuperação de áreas degradadas e ao fortalecimento da regularização ambiental de propriedades rurais em todo o DF. O edital vai selecionar uma organização da sociedade civil (OSC) para executar as ações. A governadora Celina Leão já havia assinado o decreto de regulamentação do programa Reflorestar; agora, ações vão sair do papel e consolidar a iniciativa de investir na conservação ambiental aliada à geração de renda para produtores rurais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A assinatura ocorreu no Palácio do Buriti, durante o lançamento do GDF na Sua Porta no Plano Piloto. A governadora Celina Leão ressaltou o papel da atual gestão em tirar as medidas do papel: “Isso é cuidar, é ouvir e ter coragem para tomar decisão. Todos os dias, tomamos decisões naquilo que a população tem anseio, e muitas delas a gente tem que ter coragem para tomar”. “Nós estamos aqui trabalhando para que tenhamos uma cidade resiliente com segurança hídrica” Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental O programa Reflorestar integra ações de recuperação de áreas degradadas, proteção de nascentes e implantação de sistemas produtivos sustentáveis, ao aliar conservação ambiental à geração de renda para produtores rurais. Atualmente, a iniciativa trabalha com cerca de 30 espécies nativas e de interesse ambiental e econômico, entre elas, braúna, aroeira, peroba, ipês e buriti, o que contribui para a preservação da biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas locais. Reflorestamento [LEIA_TAMBEM]Esta edição prevê um grande esforço de reflorestamento, que engloba a produção, o plantio e a manutenção de 130 mil mudas de espécies nativas do Cerrado — das quais 100 mil serão destinadas ao plantio e 30 mil à produção contínua. A ação vai beneficiar diretamente pequenos produtores rurais e agricultores familiares, com prioridade de atendimento para as regiões do Gama, São Sebastião, Brazlândia, Sobradinho e Santa Maria. O programa também abrange o monitoramento por até 24 meses de terras recuperadas, incluídas áreas de preservação permanente (APPs) e reservas legais.   Durante a solenidade, o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, ressaltou o esforço conjunto do governo para tornar a ação real. “É uma parceria com a Seagri [Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural] e a Fundação Banco do Brasil”, lembrou. “Nós vamos usar o viveiro da Seagri para que, de fato, a gente produza as mudas. Nós temos a capacidade de plantio de mais ou menos 130 mil mudas nas áreas rurais. Ou seja, estamos cuidando dos recursos hídricos. Nós estamos aqui trabalhando para que tenhamos uma cidade resiliente com segurança hídrica”. O decreto de regulamentação do Reflorestar foi assinado pela governadora Celina Leão em maio deste ano, durante a feira AgroBrasília. Desde então, o programa passou a ter normatização oficial após mais de 20 anos de atuação. A medida trouxe segurança jurídica, ampliou a capacidade de execução e fortaleceu as políticas públicas voltadas para a preservação ambiental e para o desenvolvimento sustentável no campo.

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Reunião discute planejamento de ações para unidades de conservação do DF

Foi realizada na manhã desta quinta-feira (13) a primeira da reunião plenária, do ano de 2025, da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. O encontro tem o objetivo de proporcionar a troca de experiências entre as equipes sobre os avanços e os trabalhos que estão em andamento. A coordenadora da plenária, Carolina Lepsch, explica que essas reuniões seguem a metodologia de planejamento das unidades de conservação (UCs) do Distrito Federal, publicada pela Instrução Normativa nº 22/2024. Equipes da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental se reuniram nesta quinta (13) para discutir o planejamento de ações relacionadas às áreas protegidas do DF | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “As plenárias acontecem pelo menos duas vezes ao ano, para apresentar um balanço e acompanhar os planos de ação. Além de fortalecer a integração da equipe, garantem mais transparência sobre as atividades que estão sendo realizadas, aproximando quem atua diretamente nas áreas protegidas do processo de planejamento e execução das ações”, esclarece a coordenadora, que também é diretora de Planos de Manejo e Criação de Unidades de Conservação do Instituto. Após a abertura do evento foi apresentado o balanço das atividades da Comissão Permanente de Planejamento das UCs do DF, a exposição do levantamento e os desafios de cada diretoria regional, a troca de experiência com os servidores que participaram de Congresso Brasileiro de Trilhas Ecológicas, realizado na cidade de São Paulo. “As plenárias evidenciam o cuidado e o trabalho técnico de qualidade desempenhado, em conjunto, pelos servidores do Instituto envolvidos na gestão dos parques ecológicos e demais unidades de conservação, sempre em defesa do meio ambiente”, comentou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A última parte da plenária foi dedicada à divulgação do fluxo da compensação ambiental e do grupo de trabalho do fundo de compensação pela assessoria técnica de gestão de unidades de conservação. “Essas reuniões são essenciais para a execução e o bom andamento dos serviços realizados nas unidades de conservação do DF, tão essenciais para a qualidade de vida dos brasilienses e de preservação do nosso bioma”, disse a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Curso sobre uso de plantas medicinais forma agentes de conservação ambiental

O Instituto Brasília Ambiental, por meio do seu Projeto Reconexão Cerrado, concluiu na tarde de sexta-feira (9), no Parque Ecológico Olhos D’Água (Asa Norte), a oficina gratuita sobre Uso Tradicional de Plantas Medicinais. A ação foi viabilizada por meio de compensação ambiental e voltada à formação dos agentes de unidades de conservação do instituto e à comunidade em geral. “É um projeto que a gente gosta muito mesmo, e nosso objetivo é ampliá-lo e disponibilizá-lo para mais pessoas”          Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental A formação foi ministrada pela agricultora especialista em plantas medicinais, Josefa Ataides, entre os dias 5 e 9 de agosto, das 13h às 17h, e foi realizado por meio do Projeto Reconexão Cerrado. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou os participantes do Projeto Reconexão pela realização do evento, que esgotou rapidamente as inscrições e foi sucesso de público. “É um projeto que a gente gosta muito mesmo, e nosso objetivo é ampliá-lo e disponibilizá-lo para mais pessoas”, anunciou. A ação foi viabilizada por meio de compensação ambiental e voltada à formação dos agentes de unidades de conservação do instituto e à comunidade em geral | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental A superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), Marcela Versiani, endossou as palavras do presidente, enfatizando que tem memória do início do projeto e que é muito bom acompanhar o seu crescimento. “Para mim, é uma grande alegria ver o sucesso desse projeto, ver o interesse de todos com relação a esse assunto muito relevante. Cada vez mais a gente consegue enxergar o valor do meio ambiente não só na questão ambiental, mas também o valor predial, patrimonial, o valor cultural, o valor histórico. E isso tudo conversa com a natureza, conversa com os seres humanos. Estamos todos inseridos dentro de um mesmo meio ambiente. Então, conseguir fazer a integração da cultural com o conhecimento tradicional e mostrar que isso é saúde para a população é maravilhoso”, comemorou. A formação foi ministrada pela agricultora especialista em plantas medicinais, Josefa Ataides entre os dias 5 e 9 de agosto, e foi realizada em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) Já o gerente de práticas integrativas da SES-DF, Marcos Trajano, informou que, desde 2018, a Secretaria de Saúde despertou para a necessidade de reconhecer o papel do meio ambiente na saúde e da saúde no meio ambiente. “É a partir daí que nascem os hortos agroflorestais medicinais biodinâmicos nas unidades básicas de saúde do DF e esperamos que, com isso, juntos com o Brasília Ambiental, possamos expandir o projeto para todo o DF e para todas as pessoas. As práticas integrativas e, especialmente, a assistência farmacêutica podem se beneficiar muito dessa parceria”, destacou. Outras Ações Além da Oficina sobre o Uso Tradicional de Plantas Medicinais, o Projeto Reconexão Cerrado realizará cursos de formação aos agentes de unidades de conservação nas seguintes áreas: Identificação de Espécies Arbóreas do Cerrado ou Coleta de Sementes, Introdução à Agricultura Biodinâmica e de Compostagem Biodinâmica. O Reconexão Cerrado também adquiriu dois destiladores por meio de compensação ambiental. Os equipamentos serão usados na produção dos fitoterápicos, uma das ações do projeto, feita a partir das plantas medicinais cultivadas nos jardins de ervas medicinais das unidades de conservação. O projeto conta com uma comissão coordenadora realizando ações e práticas que promovam a conexão entre saúde e meio ambiente, por meio das unidades de conservação geridas pelo Brasília Ambiental, abrindo espaço para que as pessoas tenham essa possibilidade de conexão com a natureza. A iniciativa tem ainda a finalidade de incentivar e promover a regeneração do Cerrado, por meio de outras ações também realizadas pela comissão, como a de melhorias estruturais nas unidades e a valorização das atividades voluntárias nestes espaços, potencializando o uso, o pertencimento e o empoderamento da população junto com o incentivo pela realização das práticas integrativas de saúde (PICS). *Com informações do Brasília Ambiental  

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Câmara de Compensação aprova destinação de R$ 1,2 milhão a ações ambientais

O Instituto Brasília Ambiental realizou na tarde desta quinta-feira (13), a segunda reunião ordinária do ano da Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (CCAF). O encontro, presidido pelo secretário executivo do instituto, Valterson Silva, aconteceu na sede da própria autarquia, e resultou na aprovação de recursos na casa de R$ 1,2 milhão, que vão viabilizar as cinco propostas que estiveram em pauta. Câmara de Compensação Ambiental e Florestal se reuniu nesta quinta (13), com a aprovação de cinco propostas; a próxima reunião ordinária da CCAF está prevista para o mês de agosto | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A primeira proposta, no valor de R$ 125.210, viabiliza a versão eletrônica e impressa de cerca de 1.500 exemplares da publicação Flora do Jardim Botânico de Brasília – Ervas e Arbustos – Guia de Campo. Foi acordada a participação da CCAF na definição do Plano de Distribuição das impressões. Os recursos são parte da compensação florestal devida pela FGR Urbanismo Centro Sul. O segundo ponto de pauta aprovado foi a destinação de R$ 43.285,95 para a realização da 1ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (1ª CDUC). O valor integra a compensação florestal devida pela Ciplan. Na sequência, recebeu “sinal verde” também o custeio, no valor de R$ 498.625,02, do serviço de transporte de estudantes do Programa Parque Educador, recurso que teve como fonte a compensação ambiental do espólio de Hosannah Campos Guimarães. O combate à poluição sonora também foi favorecido com recursos de compensação ambiental. Foram destinados R$ 444.500 para a aquisição de dez sonômetros e dez calibradores acústicos. O montante veio de compensação devida pela Terracap. Finalizando a pauta, a CCAF aprovou a destinação do valor de R$ 165.864,57, referentes a compensação ambiental, recursos devidos pela Associação de Moradores do Condomínio Vivendas Bela Vista, para a Reserva Biológica da Contagem. Além dos membros da CCAF, a reunião contou com a participação das superintendentes de fiscalização, auditoria e monitoramento (Sufam), Simone de Moura Rocha, de licenciamento ambiental (Sulam), Nathalia Almeida, representante da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), Marcos João da Cunha, superintendente de administração geral (Suag), Ricardo Roriz, chefe da assessoria da presidência, Danyella Shayene, representantes da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), Suzzie Conceição de Oliveira Valadares, da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Henrique Zuck da Conceição e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), Carlos Fisher. A próxima reunião ordinária da CCAF está prevista para o mês de agosto. *Com informações do Brasília Ambiental  

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