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Loba-guará Conceição é transferida de Brasília para integrar programa de conservação 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A loba-guará Conceição, nascida em junho de 2024 no Zoológico de Brasília, foi transferida nessa quinta-feira (10/9) para o Zoológico de São Paulo (SP), onde permanecerá em período de quarentena. Após o cumprimento das etapas necessárias, o animal será encaminhado para a Fundação Temaikén, na Argentina. A transferência integra o Programa de Conservação do Lobo-Guará e faz parte de uma ação de cooperação entre instituições brasileiras e latino-americanas voltada à conservação da espécie sob cuidados humanos.  Transferência de Conceição para a Argentina integra o Programa de Conservação do Lobo-Guará e faz parte de uma ação de cooperação entre instituições brasileiras e latino-americanas voltada para a conservação da espécie | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília  Participam do processo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (Azab), a Asociación Latinoamericana de Parques Zoológicos y Acuarios (Alpza), os zoológicos de Brasília e São Paulo e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), por meio do Centro de Desenvolvimento Ambiental. Conceição é filha de Mônica, nascida no Zoológico de Brasília em 2015, e Zangado, que chegou à instituição em setembro de 2021 após ser encaminhado pela Secretaria do Meio Ambiente de Mato Grosso. O lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) é o maior canídeo da América do Sul. A espécie é encontrada principalmente em áreas de Cerrado e está entre as espécies contempladas por programas de conservação desenvolvidos por instituições zoológicas e órgãos ambientais.  Após a quarentena em São Paulo e as demais etapas para a transferência internacional, Conceição seguirá para a Fundação Temaikén, na Argentina.

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Nascimento de tamanduá-mirim no Zoo reforça engajamento na conservação

O Zoológico de Brasília comemora o nascimento de um tamanduá-mirim, filhote da fêmea Pitica e do macho Jujubo. O novo integrante da família – cuja sexagem ainda não foi feita pela equipe do zoo – nasceu em 25 de janeiro e já pode ser visto pelos visitantes. Este é o segundo filhote do casal, que teve Amendoim em dezembro de 2023. Filhote de tamanduá-mirim fica nas costas da mãe até adquirir independência | Foto: Divulgação/Jardim Zoológico de Brasília A equipe multidisciplinar do zoo, composta por veterinários, biólogos e tratadores, monitora constantemente o desenvolvimento do filhote. Os profissionais avaliam sua alimentação, crescimento e comportamento, garantindo que ele receba todos os cuidados necessários para um desenvolvimento saudável. “A chegada desse novo filhote é motivo de grande alegria para nós”, afirma o diretor-presidente do Zoológico, Wallison Couto. Isso mostra que o trabalho realizado aqui no Zoológico de Brasília está proporcionando condições adequadas para a reprodução e bem-estar da espécie.” Importância da conservação O nascimento desse filhote é uma conquista significativa para os programas de conservação da espécie. Encontrado em diversas regiões da América do Sul, o tamanduá-mirim enfrenta ameaças como a perda de habitat devido a desmatamentos, atropelamentos e ataques de cães. O tamanduá-mirim é um animal solitário, conhecido por sua habilidade em escalar árvores em busca de formigas e cupins, sua principal fonte de alimentação. Possui uma língua longa e pegajosa, que pode atingir até 40 centímetros, facilitando a captura de insetos.  As fêmeas costumam carregar os filhotes nas costas até que eles se tornem independentes, o que ocorre por volta dos seis meses de idade.  O Zoológico de Brasília segue com projetos de educação ambiental e conscientização sobre a importância da preservação da fauna silvestre. A chegada do novo filhote reforça a necessidade de proteger os ambientes naturais e promover a convivência harmoniosa entre os humanos e a vida selvagem. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília

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Deu match no Zoológico: ariranha ganha companheira

O macho Macau e a fêmea Saráe, duas ariranhas com oito anos de idade, dividem agora o mesmo espaço. A tão aguardada união ocorreu nesta terça-feira (1º), sob a supervisão da Diretoria de Mamíferos do Zoológico de Brasília. A interação, segundo o diretor da área, o biólogo Filipe Reis, é que em cerca de 70 dias nasça um filhote dessa união. [Olho texto=”“Todo o manejo com as ariranhas foi feito pensando, em primeiro lugar, no bem-estar e na conservação dos animais. Essas são as palavras-chaves de um zoológico moderno e isso deve ser prioritário dentro da visão institucional”” assinatura=”Filipe Reis, diretor de Mamíferos do Zoológico de Brasília” esquerda_direita_centro=”direita”] A ariranha macho chegou a Brasília há três anos, vinda da Alemanha, e a fêmea foi doada pelo Aquário de São Paulo em setembro deste ano. O nome científico da espécie é Pteronura brasiliensis. Para que tudo desse certo na união entre Macau e Saráe, o entrosamento aconteceu aos poucos. “Durante a quarentena da fêmea, enquanto ela passava por uma avaliação comportamental e de saúde, ficou em um recinto próximo ao do macho, sendo possível que um sentisse o cheiro e a vocalização do outro. Isso já é um processo de aproximação. Com o passar do tempo, percebemos que estava tudo certo, inclusive com os exames, e hoje soltamos os dois juntos”, explicou Filipe Reis. “Todo o manejo com as ariranhas foi feito pensando, em primeiro lugar, no bem-estar e na conservação dos animais. Essas são as palavras-chaves de um zoológico moderno e isso deve ser prioritário dentro da visão institucional”, destacou o diretor de Mamíferos. Macau e Saráe passaram pelo processo de aproximação e agora ficam juntos no recinto dedicado à espécie: expectativa de acasalamento | Fotos: Joel Rodrigues / Agência Brasília O primeiro dia juntos serviu para que os animais se conhecessem. Macau, que antes nadava sozinho no tanque, agora corre para todos os lados com Saráe. No início da tarde, os dois esperavam ansiosos pela refeição de peixes, que foi saboreada rapidamente. Pela interação dos animais, a expectativa é que o acasalamento aconteça em breve. Diretor de Mamíferos do Zoo, Filipe Reis explica que os recintos do Zoológico de Brasília “permitem que os animais possam expressar seus comportamentos naturais, como se reproduzir em tocas” “Nosso macho veio da Alemanha, chegou em 2019, e a fêmea em outubro deste ano. Ela passou por uma quarentena e a nossa expectativa é a reprodução dentro do Programa Nacional para a Conservação da Espécie. A ideia é contribuir para que essa espécie não desapareça na natureza no futuro”, disse Filipe Reis. O diretor de Mamíferos explicou que as ariranhas eram ameaçadas de extinção devido ao alto preço de sua pele, e hoje a ameaça se dá pela perda de habitat e a alta exploração de peixes nos rios, o que acarreta a escassez de alimento. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Zoo de Brasília é o maior reprodutor de ariranhas do Brasil, com mais de 60 nascimentos. Segundo Filipe Reis, isso se dá devido ao trabalho feito com ariranhas desde o início da instituição, o que aumentou a experiência do Zoo. “Uma das questões que faz muita diferença aqui são os nossos recintos, que permitem que os animais possam expressar seus comportamentos naturais, como se reproduzir em tocas. São pequenos detalhes, cuidados com o dia a dia. Os animais do zoológico de Brasília são condicionados a fazer acompanhamento de saúde, como exames de sangue, sem a necessidade de contenção”, destacou.

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Zoo acolhe cachorro-do-mato-vinagre, espécie ameaçada de extinção

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) acolheu um cachorro-do-mato-vinagre macho de 1 ano e meio, após recomendação do programa de conservação da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (Azab) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O cachorro-do-mato-vinagre é uma espécie ameaçada de extinção e sua população na natureza é menor que 10 mil indivíduos. O jovem Rondon, da espécie cachorro-do-mato-vinagre, foi resgatado em Mato Grosso e acolhido pelo Zoológico de Brasília | Foto: Welington Coelho/Zoo O animal recebeu da equipe técnica do Zoo o nome de Rondon. Ele foi resgatado no estado de Mato Grosso (MT) e foi transportado gratuitamente de Cuiabá (MT) para Brasília pela Latam Cargo, por meio do programa Avião Solidário. [Olho texto=”“Os zoológicos são centros de conservação de fauna e devem focar seu trabalho em espécies ameaçadas de extinção, seguindo sempre as recomendações dos programas nacionais e internacionais”” assinatura=”Filipe Reis, diretor de Mamíferos do Zoológico de Brasília” esquerda_direita_centro=”direita”] Ao desembarcar no aeroporto da capital federal, nesta quarta-feira (15), foi recebido pela equipe de fauna do Aeroporto de Brasília e técnicos do Zoológico de Brasília na área de animais vivos do Terminal de Cargas. O animal chegou ao Zoo vai fazer companhia ao Xingu, macho adulto da mesma espécie que chegou em Brasília em 2017. Por se tratar de uma espécie de hábito gregário, ou seja, que vive em grupos, a aproximação dos dois indivíduos é essencial para o bem-estar de ambos. “Os zoológicos são centros de conservação de fauna e devem focar seu trabalho em espécies ameaçadas de extinção, seguindo sempre as recomendações dos programas nacionais e internacionais. Quando falamos em conservação, temos que sempre pensar também no bem-estar dos animais que estão sob nossos cuidados”, disse o diretor de Mamíferos do Zoológico de Brasília, Filipe Reis. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O animal ficará em quarentena em um recinto temporário, fora da área de visitação, para que sejam realizados todos os exames clínicos e comportamentais necessários. Após esse período passará por um processo de aproximação com seu novo companheiro. Avião Solidário O programa Avião Solidário existe há mais de 10 anos e é um dos mais importantes do Grupo Latam no contexto da sua estratégia de sustentabilidade. O programa coloca à disposição da América do Sul toda a experiência logística e a malha da Latam para o transporte gratuito de pessoas, animais e cargas em emergências de Saúde, Meio Ambiente e Desastres Naturais. No Brasil, o Avião Solidário já decolou para apoiar a conservação de mais de 4.600 animais de diferentes espécies, especialmente as ameaçadas de extinção. Somente em 2022 já foram transportados 120 animais silvestres. *Com informações do Zoológico de Brasília  

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