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UnDF publica novo edital para concessão de auxílios estudantis

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) lançou um novo edital para concessão de auxílios a estudantes regularmente matriculados na instituição. A publicação, voltada para alunos em condição de vulnerabilidade socioeconômica, contempla auxílios destinados à permanência, à saúde mental, ao transporte, à creche e, pela primeira vez, à cultura. Para concorrer às 545 vagas disponibilizadas, interessadas e interessados devem se inscrever por meio do site da UnDF (universidade.df.gov.br) no período de 28 de julho a 26 de agosto. Os auxílios terão duração de até 12 (doze) meses. Os alunos da UnDF, beneficiários de quaisquer auxílios estudantis concedidos por editais anteriores, devem ficar atentos, pois não há renovação automática dos benefícios. É necessário, portanto, que todos os contemplados por editais anteriores participem da nova seleção e concorram novamente às vagas disponibilizadas — desta vez, conforme as regras do edital nº 17 de 2026. Para conhecer os requisitos necessários à concessão dos auxílios estudantis e a documentação exigida no ato de inscrição, alunas e alunos devem acessar e acompanhar as publicações no site da universidade. É a primeira vez que o auxílio destinará recursos para possibilitar o acesso e a participação de estudantes em atividades culturais, artísticas e formativas | Foto: Divulgação/UnDF A Diretoria de Assistência Estudantil e Humanização da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário da UnDF é quem coordena a concessão dos auxílios. Tal concessão integra a Política de Assistência Estudantil (PAE) da Universidade do Distrito Federal. Criada pela Resolução nº 2/2023, a PAE é constituída por programas, projetos e ações orientados para a democratização do acesso à educação, a redução das desigualdades sociais e a facilitação da permanência dos estudantes na educação superior pública distrital. De 2023 a 2025, a UnDF destinou mais de R$ 6,7 milhões à Política de Assistência Estudantil.  Sobre os auxílios estudantis O auxílio-permanência é destinado à moradia, à alimentação e aos gastos básicos dos estudantes e tem como propósito principal evitar a evasão estudantil. O valor mensal a ser repassado é de R$ 690. Para este auxílio são disponibilizadas 350 vagas. O auxílio-saúde mental visa contribuir para o custeio de tratamento neurológico, psicológico ou psiquiátrico e para a aquisição de medicamentos necessários ao tratamento. O auxílio será concedido no valor de R$ 470 mensais, tendo sido liberadas 60 vagas para este benefício. O auxílio-transporte consiste no repasse financeiro mensal ao estudante para custeio parcial da despesa com transporte entre a residência dele no Entorno do Distrito Federal e o campus universitário em que estuda. Para este auxílio, que terá o valor de R$ 420, são oferecidas 70 vagas. O auxílio-creche é voltado a estudantes que sejam responsáveis legais e residam com criança menor de 4 (quatro) anos que ainda não tenha sido contemplada com vaga na rede pública de ensino (creche ou pré-escola) do DF ou da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride). O auxílio mensal, no valor de R$ 505, incluirá os períodos relativos às férias e aos recessos legais. Há 15 vagas para esse auxílio. O novo auxílio-cultura contempla recursos financeiros destinados a possibilitar o acesso e a participação de estudantes em atividades culturais, artísticas e formativas, tais como eventos culturais, aquisição de produtos e experiências culturais. Há 50 vagas para esse auxílio, cujo valor mensal será de R$ 150.   *Com informações da UnDF  

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GDF orienta população sobre inscrição em creches no Riacho Fundo II

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) está presente na terceira edição do programa itinerante GDF na sua Porta, que começou nesta segunda-feira (4) e segue até sexta (8), no quadradão cultural do Riacho Fundo II, ao lado do restaurante comunitário. Durante a semana, a população poderá acessar diversos serviços, incluindo os educacionais, e receber orientações diretamente no local. A abertura da ação contou com a presença da governadora Celina Leão, da secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, além de outras autoridades, que acompanharam o início dos atendimentos e serviços públicos da comunidade. No local, a SEEDF disponibiliza diversos serviços por meio da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Núcleo Bandeirante, com orientações e encaminhamentos voltados à comunidade escolar. Entre os atendimentos oferecidos está o suporte para inscrição em creches públicas. Famílias que não conseguiram realizar o cadastro pelo telefone 156 podem fazer a solicitação diretamente no local. Após o registro, a etapa de validação documental deve ser concluída presencialmente na CRE. "O GDF na sua Porta é um programa muito singular, que vai resolver a questão de zeladoria, daquilo que incomoda o cidadão, com a presença do governo na cidade, ouvindo as demandas, dando ordens de serviço. E, por onde nós passamos, há transformação, aconteceu no Paranoá e no Itapoã. É também uma oportunidade de ouvir a população, as informações vão chegando e você vai dando gestão", destacou a governadora Celina Leão. "O GDF na sua Porta é, realmente, o governo com o olhar do cidadão", disse. SEEDF oferece atendimento à população com serviços de auxílio para inscrições em creche, orientações sobre programas estudantis e apoio da rede pública às famílias | Foto: Jotta Casttro/SEEDF “Participar desta ação é uma forma de aproximar ainda mais a educação da comunidade. Esse espaço permite que a população tenha acesso facilitado a serviços essenciais, como inscrições em creche, orientações sobre assistência estudantil e informações sobre programas da rede pública. Nosso objetivo é garantir acolhimento, escuta e atendimento de qualidade, fortalecendo o vínculo entre a Educação e as famílias”, disse a secretária interina de Educação, Iêdes Soares Braga. Outros serviços educacionais Além disso, a equipe realiza consultas sobre lista de creches, verificação de vagas e informações sobre o programa Pé-de-Meia. A população também recebe orientações sobre assistência estudantil, como o Programa de Saúde do Estudante (PSE), Cartão Uniforme e Material Escolar, Programa de Transporte e Alimentação Escolar. Quando necessário, os cidadãos podem deixar o contato e aguardar a resposta da equipe técnica. Outro destaque da participação da SEEDF é a ação de busca ativa de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O trabalho tem como objetivo localizar alunos que interromperam os estudos, compreender os motivos da evasão e buscar alternativa para possibilitar o retorno à rede pública de ensino. Nesta edição, os atendimentos estão concentrados no Riacho Fundo II. No entanto, a Coordenação Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante atende também outras quatro regiões administrativas: Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Parkway e Riacho Fundo.  Todas as demandas registradas durante o evento são organizadas em formulário próprio, com dados básicos de atendimento. Depois dessa etapa, o acompanhamento das solicitações deve ser feito diretamente junto à Coordenação Regional de Ensino responsável. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Dez horas dentro de uma creche do DF: a única UF que tem 100% das creches com tempo integral

À primeira vista, a entrada do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Flor de Magnólia, no Riacho Fundo II, pode parecer uma creche comum: colunas de ferro entrelaçadas por grades de alumínio. Mas para as 188 crianças e bebês matriculados no local, ela é muito mais do que isso: é por lá que os pequenos passam, de segunda a sexta-feira, às 7h30, para iniciar uma jornada diária de aprendizado e descobertas. Ao chegar às salas, tiram os sapatos e seguem com as tias, como as professoras são chamadas pelas crianças, para o refeitório. Entre risadas e brincadeiras animadas, é ali que é servido o café da manhã. O cardápio, elaborado por uma nutricionista da rede, é passado semanalmente às famílias. Entre os alimentos oferecidos nessa primeira refeição estão mingau, cuscuz, frutas e bolo. A rotina nas creches do DF combina alimentação balanceada, atividades pedagógicas e convivência com os colegas. Depois de fazerem a primeira refeição do dia, as crianças voltam às salas para dar início às atividades pedagógicas. Um dos momentos mais aguardados é a chamada “rodinha”. Sentados em círculo, os pequenos participam de cantigas, musicalização, conversas em grupo e contação de histórias. É ali que surgem as primeiras interações do dia e onde muitos começam a se soltar — e também onde se revela a forma como o aprendizado ocorre nas creches. Hoje, as creches já não trabalham com a lógica de fazer a criança sair dali alfabetizada. A orientação pedagógica é outra: em vez do ensino formal de letras e números, o foco está nas vivências, nas interações e em atividades lúdicas que estimulem o desenvolvimento integral dos alunos. Isso não significa que temas como cores, números e letras fiquem de fora da rotina, mas eles aparecem de forma indireta, sempre adaptados à idade de cada turma e mediados por brincadeiras, objetos, tintas, papéis, músicas e histórias. Na prática, um mesmo tema pode mobilizar toda a creche, que atende crianças de 4 meses a 4 anos, mas com propostas diferentes para cada faixa etária. O objetivo, segundo a equipe pedagógica, é fortalecer o desenvolvimento sensorial, cognitivo, motor e social. A ideia é que as experiências ajudem a formar repertório, memórias e bases mais sólidas para a etapa seguinte da vida escolar, quando começa a alfabetização propriamente dita. Hoje, as creches já não trabalham com a lógica de fazer a criança sair dali alfabetizada. A orientação pedagógica é outra: em vez do ensino formal de letras e números, o foco está nas vivências, nas interações e em atividades lúdicas que estimulem o desenvolvimento integral dos alunos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na sequência, logo após a “rodinha”, as atividades seguem com pintura, colagem, modelagem com massinha e jogos educativos. Ao longo da manhã, os pequenos ainda têm um intervalo para explorar o parquinho e os espaços externos da creche. É justamente nesse convívio diário, entre brincadeiras e descobertas, que muitos pais começam a perceber mudanças no comportamento dos filhos. A servidora pública Sthephanie Ribeiro matriculou a filha de 11 meses na unidade há poucas semanas e diz que a adaptação já trouxe resultados. “Foi uma decisão difícil no início, porque a gente gostaria de ficar sempre com os filhos. Mas eu percebo que ela já está mais sociável, começou a dar beijinhos e está quase andando. A convivência com outras crianças ajuda muito”, diz. Enquanto a manhã avança, “o dia letivo” segue movimentado. Depois das atividades e das brincadeiras no parquinho, chega a hora da segunda refeição: um lanche leve, geralmente uma fruta fresca. Em seguida, os pequenos voltam às atividades lúdicas, com brinquedos de montar, jogos coletivos e novas explorações pelo pátio da unidade.   Segundo os pais, essas experiências ajudam a desenvolver a coordenação motora e estimulam a curiosidade das crianças. Para o empresário Rodrigo Matos, foi esse cuidado que chamou sua atenção ao matricular o filho, diagnosticado com autismo. “No começo, ficamos apreensivos. Mas logo percebemos que ele foi acolhido. Hoje ele pede para vir para a escola. A evolução é visível. Ele está mais tranquilo, mais sociável e a adaptação foi muito positiva”, relata o pai. “Até o remédio que ele toma está diminuindo por causa da convivência com a escola”, completa. É no convívio diário, entre brincadeiras e descobertas, que muitos pais começam a perceber mudanças no comportamento dos filhos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Chegou a hora do almoço Por volta das 11h, o movimento no refeitório recomeça. É hora do almoço. O cardápio, também planejado por nutricionista da rede, inclui pratos balanceados, como arroz, feijão, carnes ou frango, além de legumes e verduras. Os bebês mais novos fazem a refeição nas próprias salas, acomodados em cadeirinhas apropriadas. Já as crianças maiores seguem para o refeitório, onde mesas e cadeiras foram pensadas para o tamanho de cada faixa etária. Depois de uma manhã cheia de atividades, chega o momento de desacelerar. É a hora do descanso. O período de sono costuma se estender até 13h30. Ao acordarem, as crianças passam por uma nova rotina de cuidados. Penteiam o cabelo, tomam banho e se preparam para as atividades da tarde. Em seguida, é servida a quarta refeição, com frutas, biscoitos ou lanches leves. O restante da tarde costuma ser marcado por atividades mais livres e recreativas, muitas vezes ao ar livre. Rodas de música, jogos coletivos e brincadeiras com bola ajudam a manter o ritmo até o fim do dia. Por volta das 16h acontece a última refeição: o jantar. Depois da alimentação, as equipes organizam a higienização das crianças, trocam roupas quando necessário e registram na agenda escolar as atividades do dia para compartilhar com as famílias. A partir das 17h, os portões começam a abrir novamente. Pais e responsáveis chegam para buscar os filhos, que aos poucos deixam a creche depois de mais um dia de aprendizado, brincadeiras e convivência. Dez horas nas creches do DF A cena se repete em todas as creches públicas do Distrito Federal. Atualmente, a rede pública e as parcerias com instituições privadas atendem crianças em regime integral, sendo a capital federal a única UF que tem 100% das creches com essa carga horária. Ao todo, a rede do DF tem 41.741 vagas e 36.402 crianças já matriculadas, fora as que estão encaminhadas às creches. Ao todo, são 73 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), estruturas construídas ou administradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), além de 72 instituições parceiras, 133 unidades particulares atendidas pelo Cartão Creche e duas escolas da rede pública distrital. Segundo a ex-secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, o atendimento nas creches faz parte do processo educacional das crianças desde os primeiros anos de vida. “Durante muito tempo a creche foi vista apenas como assistencialismo, mas desde a Constituição de 1988 e a LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional] ela passou a ser educação. É ali que a criança começa a ser estimulada, conviver com outras crianças e aprender a socializar”, afirma. De acordo com a ex-secretária, o investimento na ampliação da rede permitiu expandir o acesso das famílias ao atendimento em tempo integral. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal construiu 28 Cepis, dos quais mais de 20 já foram oficialmente inaugurados. “Esse estímulo e esse cuidado são fundamentais nessa fase da vida. A criança fica bem assistida, aprende, evolui e a família pode trabalhar com tranquilidade”, acrescenta Hélvia Paranaguá. Todas as creches vinculadas ao órgão funcionam em período integral de 10 horas diárias e dispõem de cinco refeições por dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Para a ex-secretária, o modelo também tem impacto social. “Na creche em tempo integral, a criança tem cinco refeições. Ela aprende mais, está mais protegida e vai para casa bem alimentada”, afirma. A diretora do Cepi Flor de Magnólia, Tatiane Maria de Jesus, conta ainda que as equipes acompanham diariamente a evolução de cada aluno. “Existe uma observação contínua. Temos um diário de bordo onde são registradas as atividades e o desenvolvimento das crianças. Assim conseguimos acompanhar o progresso e compartilhar essas informações com os pais.” Expansão da rede A ampliação da rede de creches tem sido uma das estratégias para ampliar o acesso ao atendimento na primeira infância no Distrito Federal. Em 2019, a fila de espera por uma vaga em creche era de 24 mil crianças. Nesses sete anos, o GDF construiu 27 Cepis distribuídos pelas regiões administrativas — além de ampliar a lista de creches conveniadas. Com isso, hoje, há mais vagas abertas do que crianças aguardando.

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GDF inaugura primeiro Centro de Ensino da Primeira Infância no Jardins Mangueiral

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, inaugurou, nesta quarta-feira (5), o primeiro Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) do Jardins Mangueiral. Localizado na Praça de Atividades, o Cepi Flor do Cerrado tem capacidade para atender 188 crianças de 4 meses a 4 anos de idade em tempo integral. Essa é a segunda unidade escolar entregue por este GDF no bairro, que já conta com o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral.  Durante a entrega, o governador Ibaneis Rocha destacou que o novo Cepi amplia o acesso à educação infantil, ajudando a zerar a fila das creches no DF. “Essas últimas semanas têm sido muito alegres para nós todos aqui do Governo do Distrito Federal porque estamos fazendo várias entregas de creches. Nas últimas semanas, já foram três creches entregues à população do DF, um objetivo claro nosso e um compromisso meu e da secretária Hélvia [Paranaguá, de Educação] de que nós vamos deixar o governo com todas as crianças do  DF ocupando uma vaga nas creches públicas da nossa cidade e contando também com o apoio do Cartão Creche, que tem ajudado tantas famílias a pagar as creches privadas. Esse é um compromisso nosso e nós vamos cumprir. Quando recebemos o governo, em 2019, tínhamos aproximadamente 25 mil crianças fora de creches. Hoje nós temos menos de 1,5 mil, e grande parte delas ainda não completaram os 4 meses, que é a idade de entrar numa creche pública”, enfatizou o governador. Ibaneis Rocha: "Vamos deixar o governo com todas as crianças do  DF ocupando uma vaga nas creches públicas da nossa cidade" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  "Estamos avançando para zerar a fila de espera por creches, um compromisso da nossa gestão e que, com a inauguração do Cepi Flor do Cerrado, damos mais um passo firme para garantir o acesso à educação para as nossas crianças", reforçou a vice-governadora Celina Leão. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a importância dos Cepis para a população do DF: “Todas as nossas creches funcionam 100% em tempo integral. Então, são 10 horas que a criança passa, com segurança alimentar. A mãe fica tranquila sabendo que os filhos vão poder estudar pertinho de casa. É um governo que realmente tem investido em educação”. A gestora lembrou, ainda, que o bairro receberá uma terceira unidade escolar: um Centro de Ensino Fundamental (CEF), totalizando as três primeiras escolas do Jardins Mangueiral.  A secretária Hélvia Paranaguá ressaltou que as mães ficam mais tranquilas quando as crianças estudam perto de casa Esse investimento na região foi ressaltado por Ibaneis Rocha, que elencou que o Cepi é mais um equipamento público levado por este GDF ao bairro e às regiões de São Sebastião e do Jardim Botânico, beneficiando a população local, que, somada, é de 174.183 pessoas, segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) 2024: “São Sebastião é um lugar que nós temos trabalhado muito, e aqui no Jardim Mangueiral não é diferente, assim como no Jardim Botânico. Fizemos a duplicação da DF-140 no Tororó — uma região que cresce bastante —, estamos levantando um hospital aqui em São Sebastião, entregamos UBSs [unidades básicas de saúde], entregamos viadutos que facilitaram a vida dos trabalhadores que precisam se dirigir ao Plano Piloto, e, ainda hoje, assinaremos a ordem de serviço do viaduto que liga São Sebastião e Jardins Mangueiral ao Jardim Botânico. Então, tem muita coisa boa para acontecer, e os empresários e aqueles trabalhadores que quiserem investir nessa região com certeza vão ter seus imóveis valorizados e vão ter um local tranquilo para viver em paz com as suas famílias”.   “Gostaria de agradecer por fazer história em uma cidade que durante 30 anos foi abandonada. Fico feliz de ver a história sendo construída. Durante 30 anos, o Jardim Botânico só teve a Escola Classe e a Escola Jataí. Hoje, o GDF entregou no Jardins Mangueiral o CED e o Cepi, e vai entregar uma terceira escola. Só no Jardins Mangueiral, o governo entregou uma UBS, tem hoje um viaduto para iniciar as obras… É um bairro que tem feito a diferença na cidade. Essa creche trabalha um dos pontos mais importantes, que é cuidar das famílias e, principalmente, das mães solos”, emendou o administrador regional do Jardim Botânico, Aderivaldo Cardoso. Estrutura O Cepi conta com salas de aula, berçário, fraldário e sala de alimentação, entre outros cômodos Foram investidos, no total, R$ 7.356.548,60 na construção do espaço, com recursos provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e contrapartida do GDF. A construção ficou sob responsabilidade da Elshaday Engenharia Ltda, com fiscalização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).  Com dez salas de aula distribuídas em uma área construída de 1.708,42 m², a estrutura conta com dois berçários, fraldário, lactário, solário, sala de amamentação, nove salas de atividades para turmas do maternal I e II, sala multiúso, sanitários infantis e adaptados para pessoas com deficiência, refeitório e áreas de recreação coberta e descoberta, equipadas com duchas. Além disso, o novo centro é o primeiro que conta com um espaço de convivência para os pais. “Esse espaço foi idealizado pela arquiteta da Secretaria de Educação, porque as mães pediam. Elas precisam de um cantinho para poder ficar esperando às crianças. É um espaço lindo para ter o maior acolhimento às famílias", explicou Hélvia Paranaguá. Maria José Veras aprovou a nova creche onde o neto dela, Ravi Lorenzo, vai estudar O novo Cepi já foi aproveitado pelo pequeno Ravi Lorenzo, 3 anos, e aprovado pela avó, Maria José Veras, 65. “É muito bonito, muito espaçoso. Dentro é tudo muito organizado, os bebedouros pequenos, tudo maravilhoso”, exaltou. Moradora de São Sebastião, a aposentada também ressaltou o ganho financeiro e em tranquilidade que o novo espaço levará à família: “Minha filha entra no serviço às 14h e só sai às 23h, e eu também tenho que fazer os meus bicos. Aí tinha que ficar procurando vizinho para ficar [com a criança], dar um agrado. Agora ele vai entrar às 7h30 e sair às 17h; ela vai ficar mais tranquila, não tem que ficar se preocupando. E é melhor do que pagar uma creche particular, que minha filha estava pagando R$ 800, mas não deu conta”.  [LEIA_TAMBEM]A gerente de eventos Alexandra Ferreira, 43, já vislumbra os ganhos pedagógicos para a filha, Aurora, 2. “A gente estava esperando por essa oportunidade de abrir a creche perto de casa. Fica bem próximo, a gente mora no Mangueiral há cinco anos e queríamos colocá-la aqui para ela aproveitar e também para aprender um pouquinho mais. Antes, ela estava ficando com a minha mãe, brincava no parquinho dentro do condomínio e tudo, mas a creche tem muito desenvolvimento, então eu vou para o trabalho mais tranquila”, diz. Creches em todo o DF Desde 2019, este GDF já inaugurou 27 unidades de educação infantil distribuídas em Samambaia, Lago Norte, Ceilândia, Pôr do Sol, Sol Nascente, Planaltina, Paranoá, Santa Maria, Gama, Plano Piloto, Taguatinga, Recanto das Emas, SCIA/Estrutural e Jardim Botânico. Além disso, o GDF tem oito Cepis em construção, localizados no Paranoá Parque, Guará, Riacho Fundo II, Lago Norte, Recanto das Emas e Planaltina, o que reforça a expansão da educação infantil no Distrito Federal.  

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