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Riacho Fundo II ganha primeiro papa-entulho e amplia descarte correto de resíduos no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta quarta-feira (14), o primeiro papa-entulho do Riacho Fundo II. A entrega do equipamento, que integra a política de descarte correto de resíduos do DF, contou com a presença da governadora em exercício do DF, Celina Leão, e marca a ampliação da rede de pontos de entrega voluntária (PEVs) voltados ao recebimento de entulho e materiais inservíveis. Localizado na QN 20, Conjunto 1, Lote 1, o novo papa-entulho recebeu investimento de R$ 465 mil, com recursos do Banco do Brasil, e ocupa uma área de mil m². O espaço foi projetado para receber resíduos da construção civil de pequeno porte, móveis velhos, restos de poda, materiais recicláveis e óleo de cozinha usado, contribuindo para a preservação ambiental, a organização urbana e a redução do descarte irregular em vias públicas, áreas verdes e terrenos baldios. Celina Leão: “Quando a gente cria um papa-entulho, a gente traz um local adequado para que a comunidade possa descartar um outro tipo de material que antes ficava jogado e abandonado no meio da cidade. Essa política nunca parou, nós vamos ampliar ainda mais e criar mais papa-entulhos pelo DF” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Quando a gente cria um papa-entulho, a gente traz um local adequado para que a comunidade possa descartar um outro tipo de material que antes ficava jogado e abandonado no meio da cidade. Essa política nunca parou, nós vamos ampliar ainda mais e criar mais papa-entulhos pelo Distrito Federal. Nós queremos uma cidade cada vez mais limpa”, afirmou Celina Leão. Com a unidade do Riacho Fundo II, o Distrito Federal passa a contar com 25 papa-entulhos em funcionamento. Os equipamentos são administrados pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e têm papel estratégico no enfrentamento aos pontos de despejo irregular, que geram impactos ambientais, custos adicionais ao poder público e prejuízos à qualidade de vida da população.   Entre 2019 e 2025, este GDF ampliou de forma significativa a rede de equipamentos de descarte. Nesse período, foram instalados 689 papa-lixos e 15 papa-entulhos em diversas regiões administrativas, somando-se aos pontos já existentes. Em 2025, os 24 papa-entulhos em operação receberam mais de 49 mil toneladas de resíduos, sendo cerca de 38 mil toneladas de resíduos da construção civil, 7 mil toneladas de podas e 4 mil toneladas de volumosos, como móveis descartados.  "Nós queremos uma cidade cada vez mais limpa” Celina Leão, governadora em exercício “Essa era uma região administrativa que ainda não tinha nenhum equipamento dessa natureza. Tínhamos 24 papa-entulhos e esse já é o 25º. Agora com um no Riacho Fundo II, a gente pode direcionar o descarte regular da população. Com esse equipamento a gente consegue minimizar o descarte irregular, que é um problema crônico de Brasília. A nossa meta é, durante esse ano, praticamente dobrar esse número de papa-entulhos”, anunciou o presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso. Os papa-entulhos funcionam como locais adequados para o descarte de resíduos que, historicamente, eram lançados de forma irregular nas ruas. Cada usuário pode descartar até 1 metro cúbico de material por visita. Para volumes maiores, o SLU orienta que o descarte seja feito de forma fracionada. Já obras de maior porte exigem a contratação de empresas cadastradas no órgão, que utilizam caçambas específicas e encaminham os resíduos às unidades de recebimento de entulhos (UREs). Papa-lixo e papa-entulho: qual a diferença? Embora complementares, os equipamentos atendem a diferentes finalidades. O papa-lixo é destinado ao descarte de lixo comum não reciclável, especialmente em áreas de difícil acesso para os caminhões de coleta. Já o papa-entulho recebe resíduos de pequenas obras, móveis inservíveis, podas de árvores e materiais recicláveis, sendo proibido o descarte de lixo orgânico e resíduos eletrônicos. Comunidade aprova “Hoje é um dia incrível. A gente sabe que o lixo jogado em qualquer lugar é um problema de saúde pública", destaca a aposentada Marilda Alves Moradora do Riacho Fundo II, a aposentada Marilda Alves, de 61 anos, destacou a importância do novo equipamento para a saúde pública e para a organização da cidade. “Hoje é um dia incrível. A gente sabe que o lixo jogado em qualquer lugar é um problema de saúde pública. Quando você vê que a gente conseguiu chegar a esse momento de ter um espaço adequado, é muito importante para toda a comunidade”, disse. Já o professor Edilson Abreu, de 59 anos, defende que a entrega representa um avanço histórico. “Foi uma grande luta, mas é uma luta maravilhosa. Isso traz mais qualidade de vida, mais saúde e mais limpeza. É um espaço adequado para uma população que é grande e precisava desse equipamento. O governo acertou muito com essa entrega”, avaliou. Investimentos que ampliam a qualidade de vida no Riacho Fundo II Além do reforço na política de limpeza urbana, o Riacho Fundo II tem recebido uma série de investimentos deste GDF nos últimos anos, refletindo diretamente na qualidade de vida da população e no crescimento da região. De acordo com dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a cidade está entre as que mais receberam migrantes internos, movimento impulsionado pela ampliação da infraestrutura urbana e dos serviços públicos. Localizado na QN 20, Conjunto 1, Lote 1, o novo papa-entulho recebeu investimento de R$ 465 mil, com recursos do Banco do Brasil, e ocupa uma área de mil m²  Na área de mobilidade, um dos principais destaques foi a duplicação da Avenida N3, que conecta a cidade à Estrada Parque Núcleo Bandeirante. Entregue em 2023, a obra contou com investimento de R$ 2,8 milhões e incluiu cerca de 1,2 km de pista duplicada, além da implantação de ciclovias, calçadas, drenagem, paisagismo, rampas de acessibilidade e paradas de ônibus, com aporte adicional de R$ 1,1 milhão. Outro marco importante foi a entrega do viaduto que liga o Riacho Fundo II ao Recanto das Emas, na Estrada Parque Contorno (DF-001), com investimento de R$ 30,9 milhões, beneficiando cerca de 30 mil motoristas diariamente. Os investimentos também alcançaram áreas essenciais como saúde e educação. Em 2021, a cidade passou a contar com uma nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma Unidade Básica de Saúde (UBS), obras que somaram R$ 14,6 milhões. Na educação, foram entregues o Centro Interescolar de Línguas (CIL) Riacho Fundo II, com capacidade para atender a mais de 3 mil estudantes em quatro idiomas, e o Centro de Educação Infantil (CEI) Parque do Riacho, na QN 12A, que pode atender até 560 alunos, com investimento de aproximadamente R$ 9,5 milhões.  

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GDF expande rede de papa-entulho e papa-lixo para reduzir descarte irregular no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) vem fortalecendo a política de descarte correto de resíduos ao ampliar a rede de papa-lixo e papa-entulho em diversas regiões administrativas. Entre 2019 e 2025, foram instalados 689 papa-lixos e 15 papa-entulhos, segundo dados do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). A ampliação se soma a equipamentos já existentes antes desse período e busca facilitar o descarte adequado de resíduos, além de reduzir o despejo irregular em vias públicas, áreas verdes e terrenos baldios. Atualmente, o Distrito Federal conta com 24 papa-entulhos em operação. Os pontos funcionam como locais adequados para o descarte de móveis velhos, restos de pequenas obras, podas de árvores e outros inservíveis que, historicamente, eram jogados de forma irregular nas ruas, gerando impactos ambientais, prejuízos urbanos e custos adicionais ao poder público. Os papa-entulhos recebem móveis velhos, restos de pequenas obras, podas de árvores e outros inservíveis | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, o papa-entulho cumpre papel estratégico ao aproximar o serviço da população. Ele explica que cada equipamento permite o descarte de até 1 metro cúbico de resíduos por visita, volume pensado para atender demandas domésticas do dia a dia. “A importância desse equipamento público é justamente oferecer uma opção correta para o morador. Em vez de descartar o material em qualquer área pública e criar um ponto de lixo irregular, a pessoa tem um local adequado para fazer esse descarte”, afirma. Everaldo ressalta que a ampliação da rede segue um planejamento contínuo. “A ideia é facilitar cada vez mais o acesso da população ao descarte correto, aproximando o equipamento do cidadão”, explica. As localizações dos papa-lixos e papa-entulhos podem ser consultadas no site do SLU e no aplicativo SLU Coleta DF, onde o cidadão encontra um mapa com os endereços atualizados. Diferença entre papa-lixo e papa-entulho Embora tenham funções complementares, os equipamentos atendem a diferentes tipos de resíduos. O papa-lixo, também chamado de papa-resíduo, é destinado ao descarte de lixo comum não reciclável, especialmente em locais remotos onde os caminhões de coleta enfrentam dificuldade de acesso. Já o papa-entulho, tecnicamente denominado Ponto de Entrega Voluntária (PEV), recebe entulho de pequenas obras, móveis inservíveis, podas de árvores e materiais recicláveis. Não é permitido o descarte de lixo orgânico ou resíduos eletrônicos nesses pontos. O papa-entulho permite que cada usuário descarte até 1 metro cúbico de resíduos por visita; volumes maiores devem ser fracionados Como utilizar o serviço Cada usuário pode descartar até 1 metro cúbico de resíduos por visita ao papa-entulho. Caso haja necessidade de volumes maiores, o SLU orienta que o descarte seja feito de forma fracionada, permitindo que outros moradores também utilizem o equipamento. Para obras de maior porte, o procedimento é diferente. Nesses casos, o responsável deve contratar empresas cadastradas no SLU, que utilizam caçambas específicas e fazem o transporte até a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Everaldo Araújo reforça a orientação: “O papa-entulho é voltado para o uso cotidiano da residência, como móveis usados, restos de pequenas reformas e podas. Quando se trata de uma obra maior, com volume elevado, o correto é contratar uma empresa especializada.” [LEIA_TAMBEM]Destino do material descartado Everaldo Araújo destaca que o funcionamento do papa-entulho vai além do descarte correto e envolve a integração entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. De acordo com ele, os entulhos são encaminhados para a URE, onde o material é triturado e se transforma em brita, areia e rachão, que são reaproveitados em obras públicas. “Esse material é encaminhado às administrações regionais e utilizado, por exemplo, na recuperação de estradas rurais e vias de difícil acesso. É uma integração importante entre o SLU, as administrações regionais e outros órgãos do GDF”, explica. O subdiretor acrescenta que o processamento do entulho conta com tecnologia específica para garantir segurança no reaproveitamento. “Durante a trituração, há um sistema magnético que retira pregos e barras de ferro do material. Isso é fundamental para evitar danos aos veículos quando o RCC é aplicado nas estradas”, detalha. Gustavo Medeiros Moura, síndico: "A gente utiliza o serviço, em média, a cada três meses, principalmente quando há pequenas obras ou descarte de materiais maiores" Uso frequente pela comunidade Síndico de um condomínio residencial, Gustavo Medeiros Moura relata que o papa-entulho faz parte da rotina administrativa do prédio. “A gente utiliza o serviço, em média, a cada três meses, principalmente quando há pequenas obras ou descarte de materiais maiores. Com mais de 300 apartamentos, precisamos ter muita responsabilidade com o destino do lixo”, afirma. Segundo ele, o equipamento também contribui para a conscientização de moradores e prestadores de serviço. Para quem trabalha diretamente com obras, os pontos de descarte fazem diferença no dia a dia. O empreiteiro Edvan Henrique Santos afirma que recorre sempre ao papa-entulho. “É importante para o meio ambiente e ajuda a evitar que o lixo seja jogado na rua. Quando existe um lugar certo para descartar, fica mais fácil fazer a coisa correta”, avalia. Ele acrescenta que a ampliação da rede facilita o trabalho de quem busca cumprir as regras ambientais. Serviço As localizações dos papa-lixos e papa-entulhos podem ser consultadas no site do Serviço de Limpeza Urbana ou no aplicativo SLU Coleta DF, disponível gratuitamente para celulares.

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Uso de agregados e reciclados é tema de encontro 

Na manhã desta quarta-feira (13), representantes dos setores público, privado e acadêmico se reuniram no hall do Espaço Multiúso Rubens Rezende Macarrão, na Novacap, para participar do evento Construindo Sustentabilidade. A iniciativa foi do Comitê de Resíduos da Construção Civil do Distrito Federal (Corc/DF) composto pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon/DF), Novacap e Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), com o objetivo de desmistificar e incentivar o uso de agregados reciclados em obras públicas e privadas. O secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes (segundo a partir da esquerda) enfatizou: “Mais do que fiscalizar, precisamos criar caminhos para que a destinação correta seja viável, economicamente atrativa e tecnicamente segura” | Foto: Hudson Portella/Sema-DF Entre os temas abordados, estiveram experiências bem-sucedidas, avanços nas regulamentações e estratégias de incentivo à economia circular no setor. A programação foi aberta pelo diretor de projetos da Novacap, Carlos Spies, e pelo secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, que falaram sobre a importância da pauta para unir desenvolvimento e responsabilidade ambiental. Também participou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]“O uso de agregados reciclados é uma ação concreta de economia circular, que fortalece a cadeia produtiva local, gera empregos e contribui para a sustentabilidade das nossas obras”, explicou o titular da Sema-DF. “Mais do que fiscalizar, precisamos criar caminhos para que a destinação correta seja viável, economicamente atrativa e tecnicamente segura.” Além de discutir aspectos técnicos e regulatórios, o encontro apresentou o consenso de que o descarte irregular de resíduos da construção continua sendo um desafio no Distrito Federal, gerando impactos ambientais e sociais. Para os organizadores, ampliar as alternativas de reaproveitamento e integrar produtores, transportadores e receptores é essencial para reduzir os danos e melhorar a gestão dos resíduos. A expectativa é que a iniciativa contribua para sensibilizar e engajar o setor da construção civil no uso de agregados reciclados, fortalecer parcerias institucionais e consolidar o protagonismo da Sema-DF na implementação de políticas públicas para a área. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente    

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Carnaval sustentável: folia de 2024 foi a mais limpa da história do DF

O Carnaval de 2024 entra para a história como o mais limpo da série histórica do Distrito Federal com relação à quantidade de resíduos recolhidos, superando o feito do ano passado. Foram cerca de 19,9 toneladas de resíduos retirados das ruas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) entre os dias 10 e 13 de fevereiro. Em 2023, houve a coleta de 26,6 toneladas, sendo a menor quantidade até então. Em 2020, último carnaval no DF antes da pandemia de covid-19, foram coletadas 22,3 toneladas; em 2019, 49,7 toneladas; e 82,2 toneladas em 2018. Foram cerca de 19,9 toneladas de resíduos retiradas das ruas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) entre os dias 10 e 13 de fevereiro | Foto: Divulgação/SLU A força-tarefa de limpeza contou com 1.300 garis (número maior que em 2023), distribuídos nos principais pontos do DF. Foram utilizados 6.662 sacos de lixo. Para deixar o Carnaval ainda mais limpo e para incentivar a conscientização dos foliões, o SLU distribuiu 40 papa-recicláveis adesivados com o tema da campanha “Folião Limpa 2024”, em pontos estratégicos do Carnaval de Brasília, somados às 21 mil papeleiras já instaladas em diversas ruas. Além disso, o SLU disponibilizou aos blocos carnavalescos o jingle gravado pelo diretor-presidente da autarquia, que incentiva a sustentabilidade no descarte adequado de resíduos. A vice-governadora Celina Leão afirmou que o trabalho feito junto aos foliões, aliado com o número de equipes nas ruas, fez toda a diferença para uma festa sustentável. “Mais uma vez tivemos um Carnaval limpo no Distrito Federal. Isso é resultado do trabalho de conscientização do público e das ações do governo para que os foliões pudessem fazer o descarte correto. Tivemos papa-recicláveis instalados em importantes áreas do DF e a atuação de mais de mil garis para garantir que, durante a passagem dos blocos, a cidade não ficasse com acúmulo de lixo nas ruas. E conseguimos cumprir esse objetivo”, destacou. A limpeza durante o Carnaval contou com 1.300 garis, distribuídos nos principais pontos do DF; foram utilizados 6.662 sacos de lixo “Os foliões do DF estão de parabéns. Esses números mostram que a nossa população está mais consciente sobre o descarte correto de resíduos, tanto é que superaram os dados da limpeza do carnaval do ano passado, que tinha sido o mais limpo até então. Esse tipo de atitude além de ser extremamente relevante para o meio ambiente, também valoriza os nossos garis, que trabalham todos os dias para manter a nossa cidade limpa, inclusive no carnaval”, enfatizou o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira. Entretanto, apesar de os números terem melhorado bastante, ainda há muito caminho a percorrer rumo à conscientização de toda a população. “A quantidade de resíduos produzida, dentro e fora do Carnaval, ainda é muito grande, além da insistência de muitas pessoas em descartar resíduos em locais inadequados, mesmo tendo à disposição não só o serviço de coleta convencional e seletiva, mas também equipamentos públicos como as papeleiras, os papa-recicláveis, os papa-lixos e os papa-entulhos”, destacou Silvio Vieira. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Premiação Pelo segundo ano consecutivo, o SLU vai premiar os dez blocos de rua mais limpos do Carnaval do Distrito Federal. Na ocasião, também serão reconhecidos aqueles que tiverem as melhores iniciativas em prol da limpeza urbana durante os dias de folia. Os bloquinhos vencedores vão ganhar um troféu. O resultado oficial dos ganhadores será divulgado até o próximo sábado (16) e a cerimônia de premiação já está marcada para o dia 29, às 10h, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. “O fato de o Carnaval deste ano ter sido o mais limpo da história de Brasília também se deve à colaboração dos blocos que fizeram parte dessa corrente de sustentabilidade, incentivada pelo SLU, e que agora serão reconhecidos pelo prêmio Folia Limpa”, ressaltou o diretor-presidente do SLU. Em 2023, foram premiados os blocos Rebu, Praça dos Prazeres 2023, Vassourinhas de Brasília, Plataforma da Diversidade, Carnapati, Bloco do Rock, Montadas, Setor Carnavalesco Sul (compartilhado com Bloco dos Catadores), Bloco Mamãe Tagua e Charretinha + Tropicaos. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

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