Trecho da via P4, em Ceilândia, terá rede de drenagem reformada
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) dará início, nesta 1ª semana de setembro, à obra de recuperação da drenagem urbana na via P4, entre as quadras QNP 22 e 26 de Ceilândia. O serviço tem como objetivo preparar o local para o período de chuvas e sanar os problemas de alagamento registrados entre outubro e março na região. A companhia é a responsável pela supervisão do serviço e atende a uma demanda do programa GDF na Sua Porta da edição de Ceilândia. O Consórcio Central/GW, vencedor da licitação, está encarregado da execução, com investimento na obra de aproximadamente R$ 1,4 milhão. Além da reestruturação da rede de drenagem — em um trecho de aproximadamente 290 metros —, a obra contempla melhorias no pavimento asfáltico e calçadas, totalizando 5.684 m² de área total beneficiada com os serviços. A reforma prevê a criação de 42 baterias de bocas de lobo, que funcionam como pontos de captação da água, e 254 metros de sarjetas, responsáveis por direcioná-la até esses pontos. Também serão implantados 249 metros de rede coletora e 49 metros de ramais, responsáveis por conduzir a água da chuva captada pelas bocas de lobo. Para permitir o acesso das equipes de manutenção e limpeza à rede, serão construídos 7 poços de visita, e adequado um já existente. O projeto inclui ainda o levantamento e nivelamento de 580 metros de meios-fios e 3.654 m² de calçadas, que ajudam na organização e no escoamento adequado da água. Por fim, serão recuperadas as camadas do pavimento e será aplicado um novo revestimento asfáltico no trecho afetado, garantindo a recuperação da via após as intervenções. Quanto ao trânsito durante o período da reforma, não haverá bloqueio total da via. Os serviços serão executados na faixa do lado esquerdo. A faixa do lado direito permanecerá livre para o tráfego durante toda a intervenção. Morador da região, Yago Gomes, 27 anos, que testemunhou diversos problemas com o alagamento da via, afirma que a intervenção será bem-vinda. “Durante o período de chuvas, é comum ver casas e lojas alagadas por aqui. Além dos moradores, isso acaba prejudicando o comércio. Então recebemos com muita expectativa a informação de que a obra vai começar", diz. "Essa obra na Via P4 resolve um problema antigo de quem mora entre as QNPs 22 e 26. A água que hoje transborda no canteiro central vai passar a ser captada de forma adequada, com uma rede nova de drenagem e recuperação completa do pavimento e das calçadas. É um investimento que trará mais segurança para quem trafega pelo local, principalmente no período de chuvas", afirma o diretor de obras da Novacap, André Vaz. *Com informações da Novacap
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Aberta licitação para obras de drenagem no Condomínio Vivendas Bela Vista
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) abriu licitação pública para a contratação de empresa de engenharia responsável pela execução de obras de drenagem de águas pluviais no Condomínio Vivendas Bela Vista, localizado na Grande Colorado, na Região Administrativa de Sobradinho. A área do empreendimento tem aproximadamente 100 hectares, com 19 conjuntos habitacionais e 719 lotes residenciais. Concorrência será aberta na sede da Terracap, próxima ao Anexo do Palácio do Buriti | Foto: Divulgação/Terracap A concorrência será presencial e está marcada para 3 de dezembro, às 10h, na sede da Terracap — Setor de Áreas Municipais (SAM), Bloco F, atrás do Anexo do Palácio do Buriti. A sessão ocorrerá na Sala 24, no subsolo do edifício. [LEIA_TAMBEM]O critério de julgamento é o menor preço, ou seja, será declarado vencedor o licitante que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública. O credenciamento do representante deve ser feito até 2 de dezembro, às 17h, exclusivamente pelo e-mail cplic@terracap.df.gov.br. O prazo para entrega dos envelopes será 3 de dezembro, antes da abertura da licitação. Mais informações podem ser obtidas pelo call center da Terracap, no telefone (61) 3350-2222, ou pelo chat online disponível no portal da agência. O atendimento é prestado de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. O edital e demais documentos da Licitação Presencial nº 22/2025 estão disponíveis neste link. *Com informações da Terracap
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Drenar DF: Maior programa de captação de águas pluviais do GDF será inaugurado neste sábado (29)
O maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF) será inaugurado neste sábado (29), a partir das 9h30. Com investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é mais do que uma grandiosa obra de infraestrutura: é a solução para um problema histórico na capital do país e levará mais qualidade de vida e segurança para a população. O sistema de drenagem duplica a capacidade da rede existente, minimizando os impactos imediatos das chuvas para os moradores das quadras iniciais da Asa Norte. Além disso, contribui com a preservação do Lago Paranoá, reduzindo a pressão e o índice de sujeira da água que chega ao corpo hídrico por meio da bacia de detenção, e oferece mais um ponto de lazer e desporto para os cidadãos – o Parque Internacional da Paz. Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília As obras foram divididas em cinco lotes e executadas pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). A empreitada foi concluída em etapas. No período mais intenso dos serviços, 35 frentes de trabalho atuavam em todos os lotes de forma simultânea, com registro de 450 empregos diretos e indiretos. R$ 180 milhões investimentos no Drenar DF, o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do GDF A rede de tubulação soma 7,7 km de extensão e foi projetada para suportar chuvas intensas e transportar grandes volumes de água até o ponto de escoamento. As galerias começam na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), seguindo em paralelo às quadras Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chegando à L4 Norte. Ao longo do percurso, foram construídas 291 bocas de lobo em pontos estratégicos da Asa Norte, selecionados com base em levantamento sobre trechos críticos de alagamento ou de empoçamento. Os dispositivos, que estavam vedados com blocos de tijolo e concreto, começaram a ser abertos nesta quinta-feira (27) – etapa essencial para a liberação do sistema. “A sobrecarga do sistema atual é descarregada na rede do Drenar DF, tudo isso para que não ocorram mais alagamentos, enchentes e enxurradas nas quadras iniciais da Asa Norte” Hamilton Lourenço Filho, diretor técnico da Terracap Para evitar sobrecarga e eventuais transtornos à população, a nova rede de tubulação intercepta a antiga em sete pontos. Os dispositivos de derivação são semelhantes a janelas e permitem que parte do volume captado pela rede antiga seja direcionado para o novo sistema. Além de duplicar a capacidade de escoamento da região, a estratégia otimiza os recursos investidos no projeto e o tempo de execução das obras. “A rede antiga será mantida e continuará em operação. O que acontece é que nós estamos aliviando o sistema atual com as novas bocas de lobo. A sobrecarga do sistema atual é descarregada na rede do Drenar DF, tudo isso para que não ocorram mais alagamentos, enchentes e enxurradas nas quadras iniciais da Asa Norte”, explica o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. Preservação ambiental Com capacidade para reter até 96 mil m³ de água, a bacia de detenção do Drenar DF terá a função de reduzir a pressão da água e o índice de sujeira que chegam ao Lago Paranoá | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na ponta final do projeto, está a bacia de detenção. O reservatório ocupa um terreno de 37 mil m² – equivalente a quatro campos de futebol tradicionais – no Parque Urbano Internacional da Paz, no Setor de Embaixadas Norte. Além disso, o tanque tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas. A bacia terá a função de reduzir a pressão da água que chega ao lago e o índice de sujeira incorporado a partir do processo de decantação. Com isso, auxiliará na manutenção da qualidade e da balneabilidade do lago, que hoje é considerada adequada em 95% de sua extensão. Antes, o volume chegava em alta velocidade e repleto de resíduos, animais mortos e lixo em geral. Parque Urbano Internacional da Paz Obra do Drenar DF inclui mais um espaço de esporte e lazer para a população, o Parque Urbano Internacional da Paz | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Com a entrega do Drenar DF, Brasília também ganha mais um cartão-postal: o Parque Urbano Internacional da Paz. Construído em contrato à parte do sistema de drenagem com investimento na ordem de R$ 2,2 milhões, o espaço de lazer e desporto promete ser o novo point dos brasilienses para fotos e momentos de contemplação da natureza. O parque abriga a bacia de detenção, uma praça homônima, ciclovia, calçada e estacionamento, além de arbustos e árvores frutíferas e para sombreamento. O projeto foi desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e seguindo exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Escavação Próximo à bacia de detenção, foi identificado um solo rígido, que exigiu o uso de escavadeiras e furadeiras hidráulicas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília As galerias do Drenar DF foram criadas longe dos olhos da população, graças ao método não destrutivo tunnel liner. A técnica consiste na abertura de poços de visita (PVs) – únicas estruturas à vista -, utilizados para a escavação das galerias subterrâneas. 35 frentes de trabalho chegaram a atuar de forma simultânea no Drenar DF, com registro de 450 empregos diretos e indiretos No total, foram abertos 108 PVs, que já estão equipados com tampas de concreto e escadas, e servirão para manutenção, limpeza e inspeção após o início da operação do sistema. As entradas de acesso têm profundidade média de 11,32 metros, e algumas chegam a 21,3 metros de altura – o equivalente a um prédio de seis andares. Após a abertura dos PVs, os operários partiam para a escavação dos túneis. Inicialmente, eram esperadas duas categorias de solo: mole, que esteve presente em quase todo o trecho de 7,7 km do sistema de drenagem, e pouco rígido, verificado em pontos distintos do projeto. Nos dois casos, os técnicos chegaram à conclusão de que a escavação poderia ser manual, com uso de pá, picareta e martelete elétrico. Um terceiro tipo de solo, rígido, foi identificado durante a escavação do lote 2, próximo à bacia de detenção. Para lidar com o desafio, foi preciso trocar a estratégia: os operários passaram a usar escavadeiras e furadeiras hidráulicas – equipamentos especializados, munidos de brocas, capazes de perfurar e romper solos resistentes. O rompimento do último trecho de solo rígido ocorreu no dia 8 deste mês. Próximos passos A segunda fase do projeto, que deve ser executado pela Terracap, compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.
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Drenar DF: Mais de 100 poços de visita permitiram escavação das galerias
Todos os 107 poços de visita (PVs) do Drenar DF – maior programa de escoamento e captação de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF) – estão prontos, com escavação e montagem concluída. As estruturas verticais possibilitaram a escavação das galerias, por onde passará a água captada pelo sistema de drenagem, reduzindo o incômodo para a população. Com investimento na ordem de R$ 180 milhões, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes e é executado pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). O projeto duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. Os 107 poços de visita do Drenar DF já estão prontos, com escavação e montagem concluída; as estruturas são pontos de partida para a escavação das galerias | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A metodologia empregada no programa é conhecida como tunnel liner e garante maior agilidade aos serviços, sem abertura de grandes valas no meio da cidade. Após a abertura dos poços de visita, é feita a escavação das galerias. A cada 46 cm de solo escavado com pás e picaretas, foram instaladas chapas de aço curvadas para sustentar o túnel aberto. Por serem pontos de partida para a escavação das galerias, as entradas também são chamadas de poços de ataque, conforme explica o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. “São por esses pontos que o pessoal desce e sobe para o trabalho, com equipamentos e com o material que é escavado. Quando concluirmos a obra, esses poços de ataque serão equipados com escadas, tampas e tudo mais, para que haja a manutenção do sistema”, salienta. Ao final da obra, os poços de visita serão equipados com escadas, tampas, para que possam ser usados na realização de inspeções e manutenções| Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As entradas de acesso à rede têm profundidade média de 11,32 metros, e algumas chegam a 21,3 metros de altura – o equivalente a um prédio de seis andares. Após a conclusão da obra, as estruturas servirão para inspeção, manutenção e limpeza das galerias, conforme manual estabelecido pela Terracap. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, passando pelas quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da Via L2 Norte, chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. Ao final do percurso, uma bacia de detenção será construída para reduzir a velocidade e melhorar a qualidade das águas pluviais, antes que o volume desague no Paranoá. A lagoa fará parte do Parque Internacional da Paz, um espaço que mistura lazer e natureza no Setor de Embaixadas Norte. O projeto conta com ciclovia, praça e paisagismo – serão plantadas mais de 200 árvores e arbustos de espécies típicas do Cerrado.
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