Alunos de escola do Lago Norte iniciam formação em robótica e inovação tecnológica
Alunos do 6º e 7º anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Lago Norte, que integra o modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), participaram da primeira aula de robótica no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec). As aulas são ofertadas por meio de uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Instituto Eixos de Gestão. Com um robô assistente (à direita), alunos assistem às aulas e desenvolvem noções importantes de tecnologia | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atividade marcou a participação da escola nas ações do projeto, que também contempla estudantes dos colégios cívico-militares do Itapoã, de Ceilândia e da Estrutural. Ao todo, mais de mil vagas estão sendo ofertadas aos alunos dessas unidades, em atividades realizadas no contraturno escolar. “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social”, afirma o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “A gestão compartilhada busca oferecer oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os para os desafios do futuro e incentivando o protagonismo, a criatividade e a construção de novos projetos de vida”, ressalta. Durante aproximadamente três horas, os estudantes participaram de oficinas de montagem e programação de robôs, treinamento em circuito de drones e atividades voltadas à cultura maker, sempre acompanhados por monitores especializados. A programação incluiu ainda a apresentação da estrutura do parque, com laboratórios de montagem, programação e testes, onde os robôs desenvolvidos pelos participantes são submetidos a desafios práticos, além da demonstração dos robôs mascotes do espaço. Parcerias Logística do curso é disponibilizada pelo Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec) “Proporcionar aos nossos alunos o contato com tecnologias que, muitas vezes, não fazem parte de seu cotidiano é uma experiência extremamente enriquecedora e capaz de ampliar perspectivas”, relata a subsecretária das Escolas de Gestão Compartilhada, Maria das Graças Costa. “Continuaremos buscando parcerias com o poder público e com a iniciativa privada, a fim de oferecer novos projetos em diferentes áreas, despertar talentos e ampliar o universo de oportunidades dessas crianças e jovens.” “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”Gustavo Araújo, presidente do PaTec Toda a logística é disponibilizada pelo PaTec, que oferece lanche durante a permanência no local e transporte para buscar os estudantes nas escolas e levá-los de volta ao término das atividades. Isso garante acesso às oficinas sem comprometer a rotina escolar, uma vez que todas as atividades acontecem no período de contraturno. “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”, avalia o presidente do PaTec, Gustavo Araújo. “Queremos que todos saiam daqui inspirados, descobrindo que a tecnologia e a robótica podem transformar ideias em oportunidades reais.” Imersão O Parque Tecnológico de Robótica foi concebido como um ambiente de aprendizagem prática e imersiva, aproximando estudantes das áreas de ciência, tecnologia, inovação e programação. Durante oito meses, os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker, utilizando kits de alta tecnologia que integram hardware avançado e software proprietário para o desenvolvimento das atividades. [LEIA_TAMBEM]A vice-diretora do CEF 1 do Lago Norte, Franciscarla Ventura, enfatiza que essa vivência amplia as oportunidades para os alunos. “Aumenta o contato deles não só com a tecnologia, mas também com esse mundo novo da robótica”, aponta. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade para os estudantes e fortalecer com eles esse vínculo de incentivo pelo futuro deles”. Além da formação tecnológica, os alunos que se destacarem poderão integrar equipes para representar suas escolas em competições de robótica no Distrito Federal e em outros estados. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Equipes do GDF vistoriam voçorocas em Alexânia (GO)
Técnicos da Secretaria do Entorno (Seent-DF) participaram, nesta terça-feira (14), de uma visita técnica a Alexânia, no Entorno do DF, para avaliar voçorocas — grandes erosões que são recorrentes ameaças a estradas e áreas urbanas. Área da voçoroca em Alexânia: erosão de grandes proporções ocorre por diferentes causas, como a impermeabilização excessiva do solo | Foto: Divulgação/Seent-DF A iniciativa teve como objetivo orientar a Defesa Civil municipal na formação de sua equipe e abrir tratativas para um curso de técnicos, a ser ministrado pela Seent-DF com instrutores da Defesa Civil do DF e colaboradores da secretaria. A ação contou com a colaboração da prefeitura da cidade goiana. Foram visitados cinco pontos críticos de voçorocas, utilizando drones para captar imagens aéreas detalhadas, a fim de coletar informações. O prefeito de Alexânia, Warley Gouveia, já havia decretado situação de emergência, por meio de publicação oficial, na segunda-feira (13). “Com base nesse material, a secretaria dará apoio técnico para subsidiar um iminente pedido de situação de emergência do município junto ao Ministério da Integração Nacional e Defesa Civil Nacional”, afirmou o assessor especial da secretaria, Luiz Carlos Ribeiro. Também participaram da vistoria o vice-prefeito de Alexânia, Antônio Naldim Magalhães, bem como outros representantes da prefeitura. Parceria [LEIA_TAMBEM]“Agradecemos a parceria da Seent-DF, nesta vistoria técnica”, declarou o vice-prefeito. “A orientação para formar nossa equipe de Defesa Civil e o curso com instrutores de Brasília vão fortalecer nossa capacidade de enfrentar as voçorocas e outras ações adversas. Investir em prevenção e informação é proteger vidas.” De acordo com a Defesa Civil, a impermeabilização excessiva do solo por calçadas e asfalto impede a infiltração natural da água, acelerando o escoamento superficial e a erosão. A falta de infraestrutura para captação de águas pluviais agrava o problema ao permitir acúmulo descontrolado durante chuvas intensas. Já o desmatamento às margens de rios e riachos, que funcionam como calhas naturais, provoca assoreamento e destruição do solo circundante. Há, ainda, a ocupação desordenada de terrenos, que expõe áreas frágeis sem planejamento adequado, enquanto o solo típico do Cerrado — naturalmente propenso a erosões — se degrada rapidamente quando a vegetação nativa é removida. *Com informações da Secretararia do Entorno
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Novas viaturas e drone entregues à PMDF reforçam segurança no Distrito Federal
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) recebeu, nesta quarta-feira (1º), 13 novas viaturas e um drone para reforçar o policiamento e ampliar o uso de tecnologia nas operações. A entrega ocorreu no Palácio Tiradentes, feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e viabilizada por emenda parlamentar da senadora Damares Alves, que também destinou outras 27 viaturas à corporação em dezembro de 2025. Os equipamentos serão empregados prioritariamente no enfrentamento à violência doméstica, com acionamento via 190, buscando ampliar a rede de proteção a mulheres, crianças, idosos e pessoas com deficiência. A estratégia prevê atuação em regiões com maior incidência desse tipo de crime, com foco na agilidade das equipes e no monitoramento tecnológico. Celina Leão: "Quando você troca o equipamento da polícia, dá mais agilidade e protege mais o cidadão" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo a governadora Celina Leão, o reforço amplia a capacidade operacional da corporação. “Quando você troca o equipamento da polícia, dá mais agilidade e protege mais o cidadão. A distribuição é feita conforme o planejamento do comandante-geral, chegando para quem mais precisa”, declarou. Modernização da frota As viaturas serão distribuídas de forma descentralizada entre diferentes regiões administrativas, incluindo Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Brazlândia, Recanto das Emas, Taguatinga, Paranoá, São Sebastião, Estrutural e Gama. A medida também contempla iniciativas como o fortalecimento do policiamento de prevenção orientado à violência doméstica (Provid) e a implantação de espaços de acolhimento, como a sala lilás em unidades estratégicas. O comandante-geral da PMDF, coronel Rômulo Palhares, destacou que a modernização da frota e o uso do drone devem contribuir para ações mais rápidas e integradas, especialmente em ocorrências sensíveis, ampliando a capacidade de prevenção e resposta no DF. As novas viaturas têm tração diferenciada e, com o drone, será possível fazer a leitura de placas de carro com mais precisão “São veículos mais robustos, com tração diferenciada, que permitem atuar tanto em vias urbanas quanto em terrenos acidentados. O drone traz tecnologia importante, com leitura de placas e capacidade de quantificar pessoas em uma localidade, o que dá mais assertividade ao planejamento e às ações. A distribuição dessas viaturas considera regiões com maior incidência de feminicídio, para fortalecer a atuação onde esse tipo de crime mais ocorre”, ressaltou. Também presente na cerimônia de entrega, o secretário-executivo de Segurança Pública do DF (SSP-DF), Alexandre Patury, afirmou que o uso de tecnologia amplia a precisão das operações: “Foram entregues 40 equipamentos no total, com os de dezembro e de hoje. Esse drone tem um alcance muito maior, com inteligência artificial embarcada, que permite inclusive a contagem de pessoas em multidões. E as viaturas, que nesse primeiro momento são voltadas para o combate ao feminicídio e a outros crimes contra as mulheres, estão reforçando o atendimento na ponta.”
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Tecnologia e eficiência: drones com jatos de água atuam na limpeza da Ponte JK
Quem passa pela Ponte JK observa equipes concentradas na reforma de um dos mais famosos cartões-postais de Brasília. Desde dezembro do ano passado, o olhar mais atento acompanha as fases das obras de manutenção da estrutura, inaugurada em 2002. Agora, os esforços estão voltados à limpeza dos arcos, com auxílio de aparatos inovadores e tecnológicos — o processo de hidrojateamento é feito por meio de drones, com água do próprio Lago Paranoá. “É a primeira vez que esse tipo de limpeza com drones é feito na ponte e, acredito, em Brasília”, afirma o arquiteto Juan Carlos Del Carpio Natcheff, assessor da Diretoria de Projetos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “Não temos referência de outras construções, como prédios, que usaram drones de hidrojateamento para limpeza.” Serviços que exigem mais espaço estão sendo feitos durante a noite, de segunda a sexta-feira; materiais usados são específicos para cada estrutura | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para diminuir os impactos na rotina dos brasilienses, as etapas da reforma que tomam espaço têm sido executadas exclusivamente no período noturno, das 23h às 4h, de segunda a sexta-feira, com interdição de duas faixas (sentido Plano Piloto/Lago Sul). “É uma ponte muito visada. A preocupação é fazer um bom trabalho, e o mais rápido possível” Juan Carlos Natcheff, da Diretoria de Projetos da Novacap Mas não é o caso da limpeza da parte externa com os drones, iniciada na terça-feira (17). Como a operação é guiada de dentro do lago, em uma balsa, não há necessidade de interdição das vias. Assim, o serviço tem sido feito de manhã cedo. As faixas, contudo, seguem fechadas à noite para os outros trabalhos. A expectativa é concluir a etapa de limpeza dos arcos até o início da próxima semana, para começar a pintura das estruturas. A parte inferior da ponte já está limpa e com a pintura renovada. “Queremos entregar logo para a comunidade”, enfatiza Natcheff. “As pessoas têm mandado elogios; é uma ponte muito visada. A preocupação é fazer um bom trabalho, e o mais rápido possível”. Inovação O processo precisa de dois drones e do manuseio de um profissional. “Iniciamos os testes há mais de um mês, e [os drones] foram aprovados”, relata o arquiteto. “Foi um sucesso. É o jeito mais prático que conseguimos. Tudo é monitorado, com geoprocessamento e geomonitoramento”. O drone menor, detalha ele, apenas envia informações, como posição e distância do local em destaque. “O drone principal puxa a água do lago, uma bomba conduz até lá em cima, e o aparelho limpa”, prossegue Natcheff. “Outro equipamento menor direciona o trabalho com a altura necessária, por exemplo. Há, ainda, a pessoa que controla, que tem ficado na balsa, com o controle remoto, conduzindo.” Hidrojateamento não exige a remoção de toda a tinta antiga, o que permite um serviço sem respingo de produtos químicos no lago Segundo o arquiteto, o método, além de mais eficiente e mais rápido que os modos convencionais de limpeza, remove toda a sujeira, com até três passagens por um mesmo ponto: “Com o hidrojateamento, não é necessário remover a tinta antiga em sua totalidade — o que não poderia ser feito, porque precisaria usar produtos químicos, que poderiam respingar no lago. E não temos autorização para produzir esse tipo de sujeira”. Outro destaque tecnológico da reforma da Ponte JK são as tintas utilizadas. Os materiais são específicos para cada tipo de estrutura — nos arcos e nas demais partes metálicas, a tinta tem acabamento de poliuretano (PU) e é acrílica e autolimpante. “Há também um aditivo, um diluente que não é poluente, para ajudar na firmeza da tinta”, pontua o arquiteto da Novacap. Reforma [LEIA_TAMBEM]As intervenções na Ponte JK começaram em 15 de dezembro de 2025. Além da limpeza dos arcos com drones, atualmente, as equipes trabalham na pintura do corrimão da passarela superior (lado direito, sentido Plano Piloto/Lago Sul) e dos pilares curvos na parte inferior. As próximas etapas incluem a conclusão da limpeza geral e a pintura de corrimãos e pilares curvos. A pintura dos arcos está prevista para as próximas semanas — nessa fase, o serviço será manual, com rolo, andaimes e plataformas elevatórias. A lavagem e a pintura dos pilares retos de concreto (parte inferior) já foram concluídas. Interdição de faixas No período noturno, das 23h às 4h, de segunda a sexta-feira, há interdição de duas faixas (sentido Plano Piloto/Lago Sul) na Ponte JK, em ação coordenada pelo Detran-DF. Essa intervenção vai vigorar durante o tempo em que a reforma estiver sendo feita.
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