Evento conecta diplomacia, produção local, gastronomia e turismo no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Brasília recebeu, nesta quinta-feira (20/8), o Brasília Gourmet Diplomática, o criado para apresentar a capital a partir de seu território, produção local, gastronomia, cultura, turismo rural e economia criativa. Com cerca de 140 convidados, o encontro reuniu embaixadores, representantes do corpo diplomático e de organismos internacionais, autoridades, lideranças empresariais, imprensa e representantes do setor turístico. O evento foi uma realização do Brasília e Região Convention & Visitors Bureau, Sindicato de Turismo Rural e Ecológico do Distrito Federal e Entorno (RuralTur), Secretaria de Relações Internacionais (Serinter-DF) e San Marco Hotel, com apoio da Secretaria de Turismo (Setur-DF) e da Inframerica – Aeroporto de Brasília. A programação contou com degustações de vinhos finos do Cerrado, cachaças premium, queijos autorais, cafés, petiscos e produtos regionais, além de experiências de turismo, cultura e economia criativa. “Queremos mostrar uma Brasília que vai além de sua arquitetura e vocação institucional. Temos um território produtivo, gastronomia, vinhos, queijos, cachaças, turismo rural, cultura e criatividade que merecem ser apresentados ao Brasil e ao mundo”, destacou Paulo Palhas, diretor-executivo do Brasília e Região Convention & Visitors Bureau. Objetivo do encontro é contribuir para a promoção do turismo em Brasília e aproximar a capital de novos públicos | Foto: Divulgação/Setur-DF "Temos uma produção local forte, uma gastronomia que valoriza os sabores do Cerrado, turismo rural, enoturismo, cultura e uma economia criativa pulsante" Bernardo Antunes, secretário de Turismo Para o secretário de Turismo do Distrito Federal, Bernardo Antunes, a iniciativa contribui para ampliar a promoção do destino e aproximar Brasília de novos públicos. Brasília tem muito a oferecer além de seus monumentos. Temos uma produção local forte, uma gastronomia que valoriza os sabores do Cerrado, turismo rural, enoturismo, cultura e uma economia criativa pulsante", afirmou. "Ao aproximarmos esses segmentos do corpo diplomático e do trade turístico, criamos novas oportunidades de negócios e fortalecemos a imagem de Brasília como um destino completo, inovador e cheio de experiências.” Produção local em destaque Entre os produtores participantes estavam presentes Cabríssima, Queijaria Dona Aroeira, Alambique Cavaco, Cachaça Saracura, Adega da Cachaça, Vinícola Brasília, Vinhedo Lacustre, Rancho Canabrava, Talk Café e Pesque e Pague Taguatinga. Para Fernando Mesquita, presidente do RuralTur-DF, a iniciativa amplia a visibilidade do turismo rural e da produção local. “Aproximar nossos produtores do corpo diplomático e de formadores de opinião é uma oportunidade de valorizar o território, gerar conexões e mostrar a força econômica e turística do Distrito Federal”, afirmou. O circuito contou ainda com a participação do Brasília Receptivo, SupremaTur, Brasília Convention & Visitors Bureau, Expresso Cerrado e da Voetur, com uma Kombi personalizada na entrada do hotel. Diplomacia, cultura e criatividade A participação da Serinter-DF reforçou a proposta de utilizar a diplomacia como ponte para ampliar a projeção de Brasília, aproximando as representações estrangeiras da gastronomia, da cultura e das experiências produzidas no Distrito Federal. A programação cultural contou com a Escola de Samba Capela Imperial de Taguatinga e atrações musicais. Já a moda brasiliense esteve representada pelo Brasília Trends Fashion Week, com cinco modelos apresentando uma prévia da próxima edição do evento, com styling de Thiago Malva e produção de Gabriel Guimarães. Com vista privilegiada para o Eixo Monumental, o San Marco Hotel completou a experiência, tendo a própria paisagem de Brasília como cenário do encontro. *Com informações da Setur-DF
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Bienal Internacional do Livro de Brasília tem programação gratuita no Museu Nacional
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília começa nesta segunda-feira (17/8) e vai até domingo (23/8) no Museu Nacional da República, com entrada gratuita e expectativa de receber cerca de 20 mil pessoas. Sob o tema “Ler o amanhã”, o evento retorna à capital federal após quatro anos e terá programação dedicada ao livro, à leitura, à literatura e à economia criativa. Ao longo de sete dias, leitores, escritores, estudantes, professores, artistas, editoras, livrarias, coletivos e representantes do movimento literário terão acesso a mesas de debate, rodas de conversa, lançamentos de livros, oficinas, atividades infantis, apresentações culturais, encontros com escritores e shows. A Bienal contará com aproximadamente 70 estandes. Além de editoras, livrarias e outros integrantes da cadeia produtiva do livro, os espaços serão ocupados por representantes de academias de letras das regiões administrativas do Distrito Federal, coletivos literários e entidades ligadas ao movimento literário local. A proposta é ampliar a visibilidade da produção brasiliense e aproximar o público de autores e iniciativas desenvolvidas em diferentes regiões do DF. Uma das propostas da bienal é ampliar a visibilidade da produção brasiliense e aproximar o público de autores e iniciativas desenvolvidas em diferentes regiões do DF | Fotos: Divulgação A participação de escritores do Distrito Federal é um dos eixos da programação. Um grupo de curadores com atuação no movimento literário participou da indicação de autores e mediadores locais e regionais. Ao todo, 20 escritores locais foram convidados por meio da curadoria. Outros 40 espaços para lançamento de livros foram disponibilizados por chamamento simplificado, ampliando a participação da comunidade literária. Entre as atrações nacionais estão Djamila Ribeiro, Leonardo Boff, Elisa Lucinda, Bela Gil, Gabriel o Pensador, Ana Paula Araújo, Carla Akotirene, Bárbara Carine, Maria Paula, Hélio de la Peña, Criolo e Zeca Baleiro. As discussões abordarão temas como literatura e antirracismo, democracia, diversidade e representatividade, educação e pensamento crítico, sustentabilidade, enfrentamento à violência contra a mulher, juventude, identidade e liberdade. De quinta-feira a sábado, a programação será estendida até a maia-noite, com atrações que aproximam literatura, música e cultura urbana | A programação ocorrerá das 9h às 21h, de segunda a quarta-feira. Na quinta, sexta-feira e sábado, as atividades seguem até a meia-noite, com atrações que aproximam literatura, música e cultura urbana. A programação noturna inclui a Batalha de Rima Freestyle ao Quadrado, DJ Maoli, DJ Janna e shows de Criolo e Zeca Baleiro. A formação de novos leitores também integra as ações da bienal. Aproximadamente 9 mil estudantes da rede pública do Distrito Federal participarão do evento ao longo da semana. O projeto disponibilizará ônibus e kit lanche para alunos das escolas selecionadas, com prioridade para unidades novas da rede pública, escolas cívico-militares situadas em regiões de alta vulnerabilidade social e escolas localizadas nesses territórios. Outro eixo da edição será o Vale-Livro, que destinará R$ 500 mil para a aquisição de livros para bibliotecas da rede pública do Distrito Federal. A compra deverá considerar as necessidades das unidades participantes e de seus estudantes, ao mesmo tempo em que os recursos circularão entre expositores e agentes da cadeia produtiva do livro presentes no evento. Com a retomada, a Bienal volta a reunir em Brasília autores, leitores, estudantes, profissionais do livro e representantes de diferentes segmentos da produção cultural, combinando a programação literária com iniciativas de acesso ao livro, formação de leitores e valorização da produção do Distrito Federal.
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Circuito Paroquial leva turismo religioso a sete regiões do Distrito Federal
O Distrito Federal recebe, entre agosto e outubro, o Circuito Paroquial do Distrito Federal, iniciativa voltada para o fortalecimento do turismo religioso e a valorização das festividades tradicionais de matriz católica. Realizado em sete localidades, o projeto descentraliza o fluxo turístico e amplia a movimentação de visitantes e a geração de renda em diferentes regiões administrativas. A Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Ceilândia, recebeu o circuito em 8 e 9 de agosto | Fotos: Divulgação A programação teve início em agosto, com duas festas realizadas no mesmo fim de semana: na Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em Taguatinga, entre os dias 7 e 9 de agosto; e na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Ceilândia, nos dias 8 e 9 de agosto. O circuito segue com outras cinco festividades programadas até outubro: Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Samambaia: 14 a 16 de agosto; Paróquia Nossa Senhora das Lágrimas, em Vicente Pires: 12 e 13 de setembro; Paróquia São José, em Samambaia: 11 a 13 de setembro; Paróquia São Pedro e São Paulo, em Taguatinga: 19 e 20 de setembro; Paróquia João Paulo II, no Jardins Mangueiral: 10 e 11 de outubro. A expectativa do projeto é reunir cerca de 5 mil pessoas por edição, alcançando aproximadamente 35 mil visitantes ao longo de todo o circuito. Além das celebrações religiosas, as festividades contam com apresentações de bandas regionais, barracas gastronômicas, espaços de convivência e estrutura preparada para receber o público com segurança e acessibilidade. O circuito fortalece o turismo religioso, a economia criativa e o empreendedorismo local O circuito também contribui para o fortalecimento da economia criativa e do empreendedorismo local, a partir da contratação de bandas regionais e da participação de comerciantes e empreendedores responsáveis pelas barracas de alimentação e serviços, contribuindo para a geração de trabalho e renda durante os eventos. Outro objetivo é incentivar o deslocamento de moradores de diferentes regiões do Distrito Federal e do Entorno motivados pela fé, devoção e interesse pelas manifestações culturais e religiosas. Dessa forma, o projeto contribuiu para ampliar a circulação de pessoas pelo território e estimular o consumo de produtos e serviços nas comunidades que recebem as festividades.
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Oficina gratuita de grafite no IFB celebra 10 anos de carreira da artista urbana Siren
A arte urbana como ferramenta de transformação social, formação cultural e ocupação criativa da cidade. É com essa proposta que a artista visual e grafiteira brasiliense Camilla Santos, conhecida como Siren, realiza a oficina gratuita Spray na Prática, destinada a estudantes do Instituto Federal de Brasília (IFB) – Campus Taguatinga. A atividade, que será realizada nesta terça-feira (16), das 14h às 18h, integra o projeto Fantasia Concreta, que celebra os 10 anos de trajetória da artista e antecede uma grande exposição inédita no Espaço Cultural Renato Russo. Artista visual e grafiteira, a brasiliense Camilla Santos, conhecida como Siren, realiza a oficina gratuita Spray na Prática | Fotos: Divulgação/Secec-DF Com carga horária de quatro horas e certificação para os participantes, a oficina oferecerá uma imersão prática nas técnicas do grafite em spray. O objetivo é aproximar jovens e adultos da cultura hip-hop e incentivar a criatividade, a expressão artística e novas possibilidades de atuação profissional no campo da economia criativa. Ao conectar educação, cultura e economia criativa, a iniciativa contribui para fortalecer a cena artística do Distrito Federal, valorizar a cultura urbana e criar novas oportunidades para jovens e artistas" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal "O apoio do Fundo de Apoio à Cultura permite que projetos como este alcancem a população de forma concreta, promovendo formação, inclusão e acesso à arte. Ao conectar educação, cultura e economia criativa, a iniciativa contribui para fortalecer a cena artística do Distrito Federal, valorizar a cultura urbana e criar novas oportunidades para jovens e artistas. Esse é um compromisso permanente da Secretaria de Cultura e Economia Criativa: ampliar o acesso à produção cultural e estimular a diversidade de expressões que compõem a identidade da nossa cidade", afirma o gestor da pasta, Fernando Modesto. A ação formativa marca o início de um projeto mais amplo, que inclui a exposição Fantasia Concreta, prevista para ocupar a Galeria Rubens Valentim, no Espaço Cultural Renato Russo, com aproximadamente 60 obras inéditas produzidas por Siren ao longo de uma década de pesquisa e intervenções urbanas. A mostra reunirá telas, bordados, objetos, instalações interativas e experimentações em diferentes suportes, convidando o público a uma experiência sensível sobre afeto, imaginação e pertencimento nos espaços urbanos. A arte de ampliar horizontes e despertar sensibilidades Na obra de Siren, destacam-se mulheres fortes e resilientes em conexão com a natureza e o território Reconhecida por retratar mulheres fortes e resilientes em conexão com a natureza e o território, Siren construiu uma trajetória de destaque na arte urbana brasileira desde 2014. Entre os marcos de sua carreira estão o Prêmio Cultura Brasília 60, concedido pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), e a publicação do livro Siren Concreta, lançado em versões bilíngue e em Braille. "Levar essa experiência aos estudantes do IFB é uma forma de devolver ao Distrito Federal parte de tudo o que construí e vivi nesses anos, contribuindo para que novos artistas e agentes culturais encontrem também seus próprios caminhos de expressão” Siren, artista plástica e grafiteira “O grafitti transformou a forma como eu vejo e me relaciono com a cidade, e acredito profundamente na capacidade que a arte tem de ampliar horizontes, despertar sensibilidades e criar novas possibilidades de existência", avalia Siren. "Levar essa experiência aos estudantes do IFB é uma forma de devolver ao Distrito Federal parte de tudo o que construí e vivi nesses anos, contribuindo para que novos artistas e agentes culturais encontrem também seus próprios caminhos de expressão”, enfatiza. Além da exposição e da oficina, o projeto prevê a doação de três obras para espaços públicos e acervos culturais do Distrito Federal, ampliando a presença da arte urbana em equipamentos públicos e fortalecendo o patrimônio cultural da cidade. Também será realizada uma campanha de arrecadação de materiais artísticos durante o período expositivo, destinada ao IFB Campus Taguatinga, com o objetivo de incentivar a continuidade de atividades criativas e formativas junto aos estudantes. [LEIA_TAMBEM]A iniciativa se destaca ainda pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. Todas as obras da exposição contarão com audiodescrição por meio de QR Codes, haverá atendimento especializado para pessoas com deficiência visual mediante agendamento, materiais acessíveis na oficina e presença de intérprete de Libras quando necessário. O projeto também reforça políticas de equidade de gênero e diversidade, sendo conduzido por uma equipe majoritariamente feminina e inclusiva. *Com informações da Secec-DF
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