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Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ceilândia

Os atendimentos oferecidos pela carreta do programa Agora Tem Especialistas, instalada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), começaram nesta semana. Com foco no diagnóstico precoce de doenças e a definição de tratamentos, a ação é uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) com o apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (de camiseta amarela), visitou as instalações do serviço móvel neste sábado | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”   Raquel Mesquita, subsecretária de Atenção Integral à Saúde  Neste sábado (13), a estrutura recebeu a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de gestores da SES-DF.  Totalmente estruturada com insumos, equipamentos e equipe multiprofissional, a unidade móvel de saúde oferta exames de tomografia e ultrassonografia para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) previamente agendados e encaminhados pela SES-DF. Somadas, a cada semana, serão oferecidas quase 600 vagas. Os exames de ultrassonografia são exclusivos para pacientes da Região de Saúde Oeste, que compreende Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”, afirma a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Raquel Mesquita.  Agendamentos [LEIA_TAMBEM]Os atendimentos do programa Agora Tem Especialistas no HRC tiveram início na segunda-feira (8). A previsão é que continue no local por 60 dias. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Neste sábado, foram agendados 15 pacientes. Esta é a sexta unidade móvel em operação no Distrito Federal. Nas primeiras quatro, mais de 5,7 mil pessoas foram atendidas. Outra carreta do programa, voltada para a saúde da mulher, está atualmente instalada no estacionamento do Hospital Regional do Gama (HRG).   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Aumento no número de transplantes de órgãos leva esperança a pacientes do DF

Quando o telefone tocou pela oitava vez, Ingrid do Carmo, 32 anos, ainda não tinha certeza, mas a sua vida mudaria a partir dali. Um novo fígado chegava. Era o órgão que diminuiria o mal-estar e as limitações, permitindo que o mundo voltasse a ser grande. “Foi um misto de alívio, medo e gratidão”, conta. “Hoje, vivo uma outra fase. Consigo pensar em fazer uma viagem, voltar a estudar, trabalhar”.  Ingrid do Carmo (D) fez um transplante em dezembro do ano passado: “Depois do novo fígado, esses sintomas passaram. A equipe do ICTDF e a minha família fizeram toda a diferença. Sem eles, eu não seria nada” | Foto: Acervo pessoal Em 2021, Ingrid foi diagnosticada com hepatite autoimune e iniciou o tratamento no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Depois de dois anos, a terapia deixou de ser eficaz. “Passei a me sentir muito mal, não conseguia mais trabalhar, então fui encaminhada ao ICTDF [Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal]”, lembra. “Logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que eu precisava de um transplante com urgência. Foi um choque”. O transplante veio no final de dezembro de 2024, e o passado foi virando o que deveria ser: memória e não presença. “Todos os dias eu vomitava”, relata Ingrid. “Vivia enjoada, sempre amarela, sempre mal. Depois do novo fígado, esses sintomas passaram. A equipe do ICTDF e a minha família fizeram toda a diferença. Sem eles, eu não seria nada. São pessoas iluminadas”. Transplantes no DF [LEIA_TAMBEM]De janeiro a junho deste ano, a Secretaria de Saúde (SES-DF) realizou 424 transplantes, um aumento de quase 4% em relação ao mesmo período do ano passado. Os procedimentos envolvem órgãos e tecidos - rim, fígado, coração, córneas, pele e medula óssea -, sendo executados em unidades como o Hospital de Base (HBDF), Hospital Universitário de Brasília (HUB) e o ICTDF - este por meio de contrato com a pasta.  A rede pública de saúde da capital vem se destacando - e com exclusividades no DF. O transplante de pele, por exemplo, é feito apenas no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Já o de medula óssea pediátrico autólogo - no qual são utilizadas células-tronco do próprio paciente - é disponibilizado no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB).  Doação  No âmbito do DF, a coordenação dessas atividades é feita pela Central Estadual de Transplantes (CET-DF). Sua atuação abrange tanto a rede pública quanto a particular. Entre as responsabilidades do setor, estão gerenciamento do cadastro de potenciais receptores, recebimento das notificações de morte encefálica, promoção da organização logística da doação e captação estadual e/ou interestadual, bem como a distribuição dos órgãos e/ou tecidos removidos na capital federal. “Falta cultura de doação. A gente precisa falar mais sobre o assunto, em casa, com amigos, como quem defende o amor à vida” Isabela Rodrigues, chefe do Banco de Órgãos do DF  Nesse lado do processo, há um intenso e sensível trabalho, principalmente das equipes responsáveis pela captação dos órgãos. “O momento mais difícil é a entrevista com a família que perdeu alguém”, explica a chefe do Banco de Órgãos do DF, Isabela Rodrigues. “É um instante de luto, de dor profunda. É preciso equilibrar o que deve ser feito, que é esclarecer a importância da doação, e a sensibilidade para não desrespeitar quem está sofrendo”. Apesar da distância ética que impede o contato direto com os receptores, alguns pacientes transplantados procuram a equipe para agradecer. “De vez em quando aparece alguém dizendo que só teve uma chance de viver melhor por causa daquela doação - é emocionante”, conta Isabela.  Especialistas e pacientes, contudo, defendem que o sistema de transplantes precisa de consciência coletiva. “Falta cultura de doação”, lembra a gestora. “Às vezes, a pessoa queria doar, mas a família não autoriza porque nunca conversou a respeito. A gente precisa falar mais sobre o assunto, em casa, com amigos, como quem defende o amor à vida”.  *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Disque Defensoria 129 reduz filas e otimiza o fluxo de atendimentos na DPDF

O Disque Defensoria 129, da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), reduz filas e otimiza o fluxo de atendimentos presenciais. O canal de comunicação permite que pessoas em situação de vulnerabilidade social do DF recebam orientações e encaminhamentos da instituição sem qualquer tipo de custo. O dígito 4 atende às demandas gerais da população. O objetivo do ramal é encaminhar aos núcleos de assistência jurídica (NAJs) casos mais estruturados e prontos para encaminhamento, contribuindo para que os cidadãos cheguem aos atendimentos mais informados sobre os seus direitos e as opções jurídicas disponíveis, fortalecendo a busca por soluções justas e eficazes. “A triagem remota evita atendimentos presenciais desnecessários e reduz o tempo de espera para aqueles que precisam de assistência urgente ou de uma resolução rápida. A equipe jurídica pode se concentrar melhor em cada atendimento presencial, garantindo maior eficiência no tratamento das demandas e, ao mesmo tempo, mantendo um atendimento humanizado”                              Celestino Chupel, defensor público-geral O defensor público-geral, Celestino Chupel, explica que o 129 permite que o cidadão receba instruções claras sobre quais documentos levar, os requisitos necessários para o atendimento e o passo a passo para seguir com seu caso. “A triagem remota evita atendimentos presenciais desnecessários e reduz o tempo de espera para aqueles que precisam de assistência urgente ou de uma resolução rápida. A equipe jurídica pode se concentrar melhor em cada atendimento presencial, garantindo maior eficiência no tratamento das demandas e, ao mesmo tempo, mantendo um atendimento humanizado”, explicou. Central de Relacionamento A Central de Relacionamento com os Cidadãos (CRC) da DPDF funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h25 e das 13h15 às 16h55. A ligação é gratuita, e a equipe está pronta para atender e responder as dúvidas dos assistidos. O canal de comunicação conta com quatro ramais, para atendimentos em diferentes áreas. O dígito 1 é direcionado para casos de competência da Defensoria Pública da União (DPU). O 2 destina-se ao atendimento e ao acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica. O ramal 3 redireciona a ligação ao Núcleo de Execuções Penais (NEP) da DPDF. O dígito 4, por sua vez, recebe, acolhe e orienta demandas sobre todos os outros assuntos não abarcados pelos ramais anteriores. Pessoas que se encontram em outros estados podem acessar os serviços da instituição por meio do número (61) 3465-8200. *Com informações da DPDF

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Dengue: Tendas atendem 2,9 mil pessoas nesta terça-feira (7)

As novas tendas de acolhimento aos pacientes com dengue fecharam a terça-feira (7) com 2.914 atendimentos. São 11 espaços instalados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em várias regiões administrativas, que, juntas, totalizam 27.884 atendimentos às pessoas com sintomas da doença. Funcionamento das estruturas é similar ao dos hospitais de campanha: população tem acesso facilitado ao atendimento | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As tendas inauguradas funcionam todos os dias da semana de forma semelhante a hospitais de campanha para facilitar o acesso da população a exames e consultas. Em três tendas, o atendimento é ininterrupto, 24 horas por dia; nas demais, é das 7h às 19h. Somente nesta terça-feira (7), dos 2.914 atendimentos, 902 se deram no âmbito pediátrico, e 12 pacientes foram transferidos para unidades da rede pública de saúde em razão do agravamento do quadro clínico da doença. As tendas com o maior número de acolhimentos nas últimas 24 horas foram as de Planaltina, com 197 atendimentos, e de Taguatinga, com 166. Em cada uma das 11 tendas, há mais de 60 profissionais da saúde para atender uma média de 150 pessoas por dia. Esses espaços funcionam diariamente e estão estrategicamente posicionados próximo a hospitais regulares, unidades de pronto atendimento (UPAs) e unidades básicas de saúde (UBSs), a fim de garantir um atendimento mais rápido aos pacientes sintomáticos da doença e, consequentemente, reduzir a pressão sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). ‌Funcionamento 24 horas → Gama – estacionamento do hospital regional (HRG) → Guará – em frente à UBS 1 → Paranoá – estacionamento do Hospital da Região Leste ‌Funcionamento das 7h às 19h → Plano Piloto – estacionamento do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) → Vicente Pires – estacionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) → Varjão – atrás da UBS 1 → Taguatinga – estacionamento do ambulatório do hospital regional local (HRT) → Planaltina – na policlínica da região → Águas Claras – estacionamento da UBS 1 do Areal → Ceilândia – estacionamento do hospital regional local (HRC) → Samambaia – estacionamento da UBS 7.

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