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Lançados editais para contratação de profissionais da saúde

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Novos processos seletivos estão abertos para formação de cadastro de reserva em áreas estratégicas da assistência à saúde. As inscrições seguem até o dia 15 deste mês, exclusivamente pela internet. R$ 18.115,68 Salário destinado ao cargo de médico anestesiologista As vagas são para os cargos de farmacêutico clínico — oncologia, médico anestesiologista, técnico de enfermagem — medicina nuclear, urologista, nutricionista clínico e enfermeiro — centro cirúrgico.  A maior remuneração é destinada ao cargo de médico anestesiologista, com carga horária mínima de 24 horas semanais e salário bruto de R$ 18.115,68. Também se destacam o salário de urologista (R$ 13.359,56) e vagas para profissionais especializados em oncologia, terapia nutricional, medicina nuclear e centro cirúrgico.  Além da remuneração, os profissionais contratados terão acesso a benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornada superior a seis horas, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, auxílio-funeral, folga no aniversário, folga para acompanhamento de filhos em reuniões escolares e, conforme previsão em acordo coletivo, abono semestral.  Todos os processos seletivos são destinados à formação de cadastro de reserva e exigem formação específica, registro ativo no respectivo conselho profissional e experiência mínima de seis meses na área de atuação. Os editais completos, com os requisitos, etapas do processo seletivo e cronograma, estão disponíveis no portal de seleção. O acompanhamento das etapas é de responsabilidade do candidato, que deve observar os prazos previstos em cada edital para evitar desclassificação.

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Equipes do Hospital da Criança se unem no controle de infecções

Garantir a segurança de uma criança que passa por tratamento de saúde envolve prevenir infecções e, caso elas aconteçam, agir em tempo hábil para combatê-las. Para aprimorar esse cuidado, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) implementou novo processo de vigilância, integrando a equipe de enfermagem ao monitoramento das infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras). Controle de infecção é rigoroso nos procedimentos adotados pelos profissionais do hospital | Fotos: Maria Clara Oliveira/HCB As Iras se dividem entre infecções primárias da corrente sanguínea (IPCS), pneumonia associada à ventilação e a infecções do trato urinário. Dos três tipos, o mais comum no HCB é o IPCS, devido ao perfil de pacientes atendidos: crianças imunossuprimidas, vários tipos de cateter e complexidade de acessos venosos. Periodicamente, os pacientes internados passam por visitas durante as quais se coletam os bundles, conjuntos de informações referentes ao controle de infecções. “Podemos ver os sinais precocemente e agir precocemente para evitar a infecção” Lorena Borges, enfermeira do HCB As visitas para verificação de cateteres das crianças internadas no Hospital são feitas pelas equipes do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do HCB e de enfermagem. Ao envolver mais profissionais na tarefa, o hospital consegue identificar sinais de infecção mais rapidamente. Análises aprimoradas “Sempre trabalhamos com os bundles de IPCS, mas as auditorias eram muito centradas no SCIH”, relata o gerente do Serviço, o infectologista Bruno Lima. “Tínhamos dificuldade em cobrir alguns turnos e de discussão de condutas entre as equipes.” Com o novo processo, a equipe orientou os enfermeiros sobre a melhor forma de analisar os cateteres e quais informações coletar com pacientes e acompanhantes. [LEIA_TAMBEM]Essa integração traz tempo de resposta mais rápido, avalia a enfermeira Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado do Paciente Onco-hematológico: “Podemos ver os sinais precocemente e agir precocemente para evitar a infecção”. A periodicidade das vistorias varia dependendo do perfil de atendimento de cada ala da internação do HCB, mas todos os pacientes são acompanhados no que se refere a vermelhidão, presença de sangue, fluidez do cateter e outras características relacionadas a um processo infeccioso. O HCB também adotou uma ferramenta para o registro das visitas, gerando um histórico de cada paciente. Com isso, em casos de infecção, é possível verificar outras informações relacionadas à causa ou ao manejo do quadro. “Hoje, o processo todo é registrado na plataforma RedCap e conseguimos rastrear todos os bundles nominalmente”, aponta Bruno Lima. “Se tivermos uma infecção e quisermos rastreá-los retroativamente, temos acesso a essas informações, o que foi um ganho muito grande”. O novo processo teve início em 2025, como um projeto-piloto, e alcançou toda a internação em janeiro deste ano. Ao longo das diferentes fases da implementação, o HCB tem mantido uma taxa de conformidade de 96%. A expectativa é que, ao final do primeiro semestre, os dados consolidados confirmem os bons resultados alcançados até o momento.   *Com informações do Hospital da Criança de Brasília  

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Atenção domiciliar no DF é destaque em evento com profissionais de saúde

Promovida na quarta-feira (23) e na quinta (24) pela Secretaria de Saúde (SES-DF), a I Jornada da Atenção Domiciliar abriu espaço para debater a rede de cuidado e divulgação dos serviços oferecidos. Participaram 100 pessoas inscritas, entre servidores de diversas unidades da pasta e estudantes da área.  Silvana Leal (D), gerente do Serviço de Atenção Domiciliar: “Estamos falando de uma atenção importante tanto para o paciente quanto para quem está ao lado dele” | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde De acordo com a gerente de Serviço de Atenção Domiciliar, Silvana Leal, a jornada busca, principalmente, divulgar o tema e ampliar o acesso de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) a serviços do tipo. “Além da contínua capacitação, orientação e acolhimento permanente das equipes, trouxemos para o evento depoimentos marcantes de familiares a respeito dos cuidados paliativos, um tema difícil e sensível de discutir, mas estamos falando de uma atenção importante tanto para o paciente quanto para quem está ao lado dele”, apontou a gestora.  Na programação, foram ministradas palestras sobre cuidados paliativos pediátricos, odontologia em casa e desospitalização, entre outros temas. “Estou há mais de 15 anos na área e, ainda assim, foi muito proveitoso ver a experiência dos outros núcleos”, avaliou a nutricionista Karlla Betânia, do Núcleo Regional de Atenção Domiciliar (Nrad) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran)  [LEIA_TAMBEM]A consultora técnica da Coordenação Geral de Atenção Domiciliar do Ministério da Saúde, Denise Araújo, elogiou a iniciativa: “Esta primeira jornada é de suma importância, pois, no DF, temos equipes engajadas e uma coordenação muito focada na desospitalização do paciente, tirando-o de uma internação prolongada e levando-o para o conforto de casa”. Estrutura O Serviço de Atenção Domiciliar (SAD-DF) é dividido em três níveis: Serviço de Atenção Domiciliar de Alta Complexidade (SAD-AC), Programa de Internação Domiciliar (PID) e Programa de Oxigenoterapia Domiciliar (POD). As modalidades atendem pacientes com comorbidades crônicas, com uso de dispositivos ou com necessidade de atendimento em domicílio. São pessoas que apresentam particularidades e demandas específicas, além das vulnerabilidades derivadas da restrição ao leito.  Esse tipo de atenção impacta diretamente no giro de leitos dentro dos hospitais da rede pública, já que atua na redução do tempo de internação. O foco é promover a desospitalização, alimentando a qualidade de vida do paciente por meio de uma assistência humanizada.  Até junho deste ano, mais de 41 mil atendimentos foram prestados pelas equipes de atenção domiciliar. As visitas às casas dos pacientes levam em consideração um cuidado integral que, muitas vezes, engloba o trabalho de profissionais de diversas áreas, como técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Semana da Enfermagem do HRSM é encerrada com palestras sobre valorização profissional e autocuidado

Nesta quinta-feira (22), o auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu uma programação especial em comemoração à Semana da Enfermagem 2025. O evento reuniu profissionais da área para momentos de aprendizado, troca de experiências e discussões inspiradoras sobre a valorização da categoria e a importância do autocuidado. Semana da Enfermagem, no Hospital Regional de Santa Maria, incentivou troca de experiências profissionais e valorizou o autocuidado | Fotos: Divulgação/IgesDF Paralelamente às palestras, estandes informativos foram montados na área externa do auditório, com a participação de representantes dos núcleos de Vigilância Epidemiológica, Qualidade e Segurança do Paciente e do Centro de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav) Flor do Cerrado. Uma das palestras mais aguardadas foi ministrada por Silvia Fumeiro, representante do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-DF), com o tema “Gestão das Emoções: Resiliência e Autocuidado”. Silvia destacou a necessidade de os profissionais aprenderem a lidar com suas emoções e priorizarem momentos de pausa e reflexão. “Estamos tão acostumados a cuidar dos outros que, muitas vezes, nos esquecemos de nós mesmos. Isso não pode acontecer. Só quando estamos bem conseguimos cuidar do outro e oferecer o nosso melhor”, enfatizou. Evento contou com profissionais de enfermagem e estudantes A diretora do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (Sindate-DF), Josy Jacob, também marcou presença com a palestra “Cuidando de quem cuida: um olhar para o profissional de enfermagem, liderança e empoderamento”. Ela reforçou a importância da categoria se reconhecer como essencial no sistema de saúde e fortalecer sua liderança. “Durante a pandemia, o mundo inteiro voltou os olhos para nós. Agora, precisamos manter essa união, liderar e entender que também precisamos de cuidado, respeito e valorização. A humanização deve estar presente entre colegas e líderes”, afirmou. O evento também contou com a participação de diversos estudantes de enfermagem, fortalecendo o caráter formativo da iniciativa. A gerente de Enfermagem do HRSM, Jussara Bolandim, destacou a relevância das palestras e o impacto positivo para todos os presentes. “Foi um momento extremamente proveitoso e gratificante. Preparamos tudo com muito carinho. Agradeço às palestrantes, ao presidente do Coren-DF, Elisandro Noronha, ao Conselho Regional de Saúde de Santa Maria e a todos que participaram desse momento tão enriquecedor”, declarou. [LEIA_TAMBEM]Jussara ressaltou o envolvimento de todos os setores do hospital: “Cada setor enviou pelo menos um representante. Isso demonstra o comprometimento de toda a equipe com a valorização da nossa categoria”. Estandes e capacitação Entre os destaques do evento, o estande do Cepav Flor do Cerrado abordou as diversas formas de violência e orientou os profissionais de enfermagem sobre como identificar sinais e oferecer acolhimento humanizado. “Essas são questões muitas vezes silenciadas, mas que afetam profundamente a saúde e o bem-estar das vítimas. Nosso estande proporcionou informações valiosas para que os profissionais se atualizem sobre práticas de acolhimento e intervenção”, detalhou o chefe do setor, Ronaldo Lima Coutinho. Ronaldo reforçou que a presença do Cepav no evento simboliza o compromisso com a formação contínua dos profissionais e a promoção de um ambiente mais seguro e acolhedor: “É uma oportunidade de unir esforços na luta contra a violência e no fortalecimento da saúde comunitária”. *Com informações do IgesDF

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