Audiência pública oficializa nomes de espaços culturais do Guará
O Conselho de Cultura e a Administração Regional do Guará promovem nesta quarta-feira (25) a consulta pública que definirá os nomes oficiais da Casa da Cultura, do Teatro de Arena e da Biblioteca Pública. A votação será às 19h30, no Auditório da Administração, e é aberta à comunidade. Os três equipamentos culturais do Guará receberão oficialmente os nomes escolhidos | Foto: Divulgação/Administração Regional do Guará A proposta homenageia personalidades que marcaram a história cultural da cidade. A Casa da Cultura será nomeada Professora Sônia Dourado, idealizadora da primeira Casa da Cultura do Distrito Federal, reconhecida por incentivar atividades artísticas e educativas no Guará. O Teatro de Arena passará a se chamar Ricardo Retz, produtor e pesquisador da cena musical e da memória do rock de Brasília, conhecido pelo acervo de discos e materiais de shows e pela participação em ações culturais de preservação musical. “Essas homenagens registram na paisagem da cidade o legado de quem ajudou a construir a memória cultural do Guará” Arthur Nogueira, administrador do Guará A Biblioteca Pública receberá o nome Maruska Techmeier Morato, bibliotecária e voluntária dedicada a projetos de leitura e incentivo ao acesso ao livro. As biografias completas dos homenageados estão disponíveis na página da Administração Regional do Guará. “Essas homenagens registram na paisagem da cidade o legado de quem ajudou a construir a memória cultural do Guará”, afirma o administrador regional do Guará, Arthur Nogueira. “Mais do que nomes em placas, são histórias que inspiram novas gerações.” Melhorias estruturais [LEIA_TAMBEM]Os equipamentos passaram por reformas significativas recentemente, após longo período sem intervenções. As melhorias garantem mais acessibilidade, conforto e segurança para atividades culturais e educativas. O Conselho Regional de Cultura reforça que a escolha dos nomes seguiu critérios de relevância histórica, contribuição cultural e vínculo com o Guará. A iniciativa busca consolidar a memória cultural da cidade e valorizar artistas, produtores e profissionais que ajudaram a transformar o Guará em polo de produção cultural do Distrito Federal. Consulta pública ⇒ Tema: oficialização dos nomes da Casa da Cultura, do Teatro de Arena e da Biblioteca Pública do Guará ⇒ Data: Quarta-feira (25), às 19h30 ⇒ Local: Auditório da Administração do Guará. Participação aberta à comunidade. *Com informações da Administração Regional do Guará
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Brasília terá novos lotes para cultura e lazer no Eixo Monumental
Brasília terá cinco novos lotes no Eixo Monumental Oeste (EMO) para equipamentos culturais como bibliotecas e museus, entre outros, recebendo atividades artísticas e criativas ligadas ao Patrimônio Cultural e Ambiental. A iniciativa está no Decreto n° 46.488, assinado pelo governador Ibaneis Rocha e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (5). O Eixo Monumental Oeste terá cinco novos lotes destinados a equipamentos culturais, todos localizados no trecho entre a Praça do Cruzeiro e a Epia | Foto: Divulgação/Seduh-DF O texto elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) aprova o projeto de parcelamento do solo do EMO e determina as dimensões, localização e áreas para estacionamentos e acessos. Os espaços ficam no trecho entre a Praça do Cruzeiro e a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), cada um deles tendo 7.125 m². “Esse decreto será muito importante para o futuro cultural de Brasília, porque permitirá que novos equipamentos culturais sejam construídos no Eixo Monumental nos próximos anos, completando esse corredor cultural que começa na Torre de TV”, afirmou a secretária adjunta de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Janaína Vieira. “Lembrando que os projetos arquitetônicos das futuras edificações precisarão ser aprovados em concursos públicos.” Cada lote oferecerá cerca de 100 vagas de estacionamento em área pública, além das vagas dentro dos lotes, previstas em subsolo Os lotes foram dispostos dois a dois, com acessos pelas vias transversais existentes. Um deles fica em frente à Igreja Rainha da Paz, dois deles na altura das Quadras 500 do Sudoeste e os outros dois entre o Setor Militar Urbano e o Cruzeiro Velho. Um deles já está reservado para receber a futura sede do Arquivo Público do Distrito Federal (APDF). O lote anteriormente proposto precisou ser deslocado para garantir uma visão mais livre do pôr do sol vislumbrado da Praça do Cruzeiro. Estacionamentos e acessibilidade Cada lote oferecerá cerca de 100 vagas de estacionamento em área pública, além das vagas dentro dos lotes, previstas em subsolo, atendendo à demanda por vagas públicas e seguindo como premissa os estacionamentos do Centro de Convenções Ulisses Guimarães e do Memorial JK. Os lotes serão criados com distância mínima de 100 metros entre eles e deverão respeitar os parâmetros de afastamentos, manutenção e acesso pelas vias locais. Para interligar cada um deles, foi proposta uma calçada acessível com 10 metros de largura, acompanhada de uma travessia de pedestres elevada, priorizando as caminhadas entre uma edificação e outra. Serão proibidos cercamentos, com normas para acessos e manutenção em pelo menos 30% da área verde interna aos lotes, com o objetivo de preservar a paisagem verde do Eixo Monumental. Também foram definidos os tamanhos e alturas das edificações, com máximo de 12 metros, podendo chegar a 20 metros com elementos de destaque ou esculturas. A criação dos lotes era prevista pela Portaria n° 166/2016 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e já contava com a aprovação do órgão, por meio do parecer técnico n° 31/2024. PPCub A iniciativa já tinha sido autorizada anteriormente pela Lei Complementar n° 995/2021. Contudo, com a aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), a lei foi revogada e as diretrizes foram incorporadas à nova legislação, com os parâmetros de uso e ocupação redefinidos. Agora, a Seduh encaminhará o projeto de parcelamento do EMO à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) para fazer o registro cartorial dos novos lotes. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação
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Investimento de R$ 8,2 milhões amplia espaço de lazer da Concha Acústica
O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta terça-feira (6), um novo espaço de lazer para turistas e moradores da capital federal desfrutarem da beleza da orla do Lago Paranoá. Com um investimento de R$ 8,2 milhões, a área localizada entre a Concha Acústica e o Museu de Arte de Brasília (MAB) foi equipada com calçadas, estacionamentos, paisagismo e uma praça que agora interliga os dois centros culturais. [Olho texto=”“O pessoal da Seduh fez um projeto lindíssimo e agora está aí mais um espaço para a população do DF poder aproveitar. Está a cargo das secretarias de Cultura e Turismo trazer eventos para cá para que a gente possa valorizar cada vez mais essa área”” assinatura=”Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”direita”] A obra faz parte de um convênio entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e a Novacap, visando à construção de calçamento e espaços de lazer. Durante a inauguração, o governador Ibaneis Rocha destacou a importância das intervenções. “Esse lugar é um dos mais belos da nossa cidade e estava abandonado há muitos anos. Nós fizemos um trabalho de paisagismo, de reconstrução de calçadas. O pessoal da Seduh [Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação] fez um projeto lindíssimo, e agora está aí mais um espaço para a população do DF poder aproveitar. Está a cargo das secretarias de Cultura e Turismo [Setur] trazer eventos para cá para que a gente possa valorizar cada vez mais essa área”, disse o governador. Obras incluíram novas calçadas, piso tátil e paisagismo na área localizada entre a Concha Acústica e o Museu de Arte de Brasília (MAB) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Foram executados serviços de drenagem pluvial, com instalação de grelhas de ferro fundido, construção de 12.398 m² de calçada em concreto e implantação de 3.969 m² de ciclovia. O paisagismo inclui um amplo gramado com cerca de 8,3 mil mudas do Cerrado. Além disso, para o conforto dos visitantes, foram instalados 14 bancos individuais e 29 coletivos, juntamente com placas de sinalização que incluem recursos de linguagem em Braille e piso tátil. “Pensamos na obra como um todo, desde o sistema de drenagem, com tubos coletores, grelhas e bocas de lobo, até a mobilidade, com pisos táteis e rampas elevadas para a passagem de pedestres. Adaptamos inclusive a bilheteria da Concha Acústica para atender às questões de acessibilidade, tudo para facilitar para as pessoas que frequentam os espaços”, ressaltou a engenheira responsável pela obra, Samara Leite. “São dois dos espaços culturais mais antigos da cidade, e não havia uma ligação física entre eles. Agora, temos isso, o que permite que turistas e brasilienses visitem os dois espaços simultaneamente”, disse o gerente do MAB e da Concha Acústica, Marcelo Gonczarowska Jorge “O sistema de drenagem estava com bastante problema, não atendia mais ao local, então foi tudo recuperado”, acrescenta o diretor de Edificações da Novacap, Carlos Alberto Spies. Espaços culturais Com a reforma, os equipamentos públicos projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer na década de 1960 passam a ser interligados pela Praça das Artes, demonstrando o compromisso do GDF com a cultura, a arte e a valorização do patrimônio histórico do DF. “A Concha Acústica é um símbolo de Brasília, um lugar extremamente dedicado à cultura e que reflete muito também um espírito que Brasília tem, que é esse museu a céu aberto. Penso que quando o Djavan escreveu a música Linha do Equador, o céu de Brasília, traço do arquiteto, acho que ele estava por aqui na Concha Acústica. É um lugar muito bonito que precisava de uma intervenção”, pontuou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Cláudio Abrantes. O gerente do MAB e da Concha Acústica, Marcelo Gonczarowska Jorge, lembrou que esse é um dos principais objetivos das melhorias: “São dois dos espaços culturais mais antigos da cidade, e não havia uma ligação física entre eles. Agora temos isso, o que permite que turistas e brasilienses visitem os dois espaços simultaneamente. O visitante pode explorar o museu, a Concha Acústica e o Lago Paranoá, conhecendo o legado cultural da cidade”. “Está sendo uma maravilha, pois tenho visto que aumentou muito a frequência de usuários; antes, era cheio de lama, barro e poeira”, comenta o auxiliar de serviços gerais Antônio José Azevedo O gestor relatou que a nova infraestrutura já está sendo utilizada diariamente por turistas e moradores locais, que aproveitam a região para fazer atividades físicas. “A população utiliza o calçadão sem parar, fazendo caminhadas, andando de bicicleta. Ele atende à comunidade de várias maneiras e tem sido bastante útil para a convivência e urbanidade dos brasilienses”, ressaltou. A Praça das Artes também deverá ser usada para atividades culturais, como feiras e exposições. Uma das pessoas que transitam pelo local é o auxiliar de serviços gerais Antônio José Azevedo. Ele acredita que a obra tem atraído mais pessoas para a região. “Está sendo uma maravilha, pois tenho visto que aumentou muito a frequência de usuários; antes, era cheio de lama, barro e poeira. Com as calçadas, ficou mais confortável para os pedestres, além de ter melhorado bastante a paisagem”, avaliou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Outras obras A Concha Acústica, que não passava por reformas havia cerca de 18 anos, ganhou, com este último trabalho, duas intervenções na gestão do governador Ibaneis Rocha. Em 2021, o espaço teve sua estrutura interna totalmente restaurada. Entre os serviços, estão a pintura completa, troca de piso e alambrado, instalação de refletores, substituição de vidros, limpeza das lajes, reparos hidráulicos e elétricos. O investimento foi de aproximadamente R$ 500 mil. Localizada às margens do Lago Paranoá, a Concha Acústica tem capacidade para abrigar 5 mil pessoas, conta com 200 bancos de concreto e possui uma área de 29.750 metros quadrados e área construída de 8.435 metros quadrados dedicada a apresentações artísticas ao ar livre. Possui ainda uma concha de 42 metros de comprimento e 5 metros de altura na parte mais elevada, além de dependências para bilheteria, camarins, banheiros, além de estacionamento público.
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Um final de semana no quadradinho
Fim de semana é bom para descansar, mas também é perfeito para viajar. Ainda mais quando o destino é um quadradinho bem no centro do país, localização que facilita bastante para o turista de qualquer região deste Brasil continental. O Aeroporto Internacional de Brasília é o único do país que se conecta com todas as 26 capitais estaduais, além de oferecer voos para outras 19 cidades brasileiras. De carro, as opções de rota também são muitas, sendo que as principais vias de acesso são as BRs 040, 060, 020 e 070. Ficou animado para passar o final de semana aqui? A Agência Brasília preparou um roteiro de três dias para ajudar você que quer conhecer melhor a capital federal. Prepara a sua mala e vem com a gente. Confira abaixo! Arte: Agência Brasília
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