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Escola da Natureza celebra 30 anos de educação ambiental no DF

Em meio ao concreto e à rotina da cidade, um espaço cercado pelo verde, pelo canto dos pássaros e pela sombra das árvores segue formando gerações de estudantes da rede pública do Distrito Federal. A Escola da Natureza, unidade da Secretaria de Educação (SEEDF), localizada no Parque da Cidade, celebrou 30 anos de atuação com uma programação que reuniu atividades culturais, plantio de árvores e o reencontro de educadoras que participaram da criação da escola. Inaugurada em 1996 e institucionalizada no ano seguinte, a Escola da Natureza foi a primeira unidade de educação ambiental da rede pública do Distrito Federal e permanece como referência na área. O espaço reúne estufas, hortas, minhocário, banheiro seco e o Jardim de Cheiros, onde estudantes vivenciam experiências ligadas à biodiversidade, à sustentabilidade e à preservação do Cerrado. Ao longo do ano, a Escola da Natureza recebe entre 2.500 e 3.000 estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da rede pública | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF   Integrante da unidade desde 2008, Lucrécia Silva assumiu a direção em 2024 e destaca que a escola amplia o olhar de estudantes e educadores sobre a relação com o meio ambiente: “Aqui na escola, as crianças têm a oportunidade de vivenciar o que elas não vivenciam no dia a dia, tendo contato com a natureza, animais, aprendem sobre o cerrado, conservação do meio ambiente, respeito aos animais e à diversidade, fazem plantios de sementes e tem uma alimentação saudável. Elas vêm para cá para aprender e respeitar as diversidades ecológica e cultural. Educação ambiental é uma pauta que mexe muito com o emocional da gente. A gente trabalha com amor e carinho”. “Aqui na escola, as crianças têm a oportunidade de vivenciar o que elas não vivenciam no dia a dia, tendo contato com a natureza, animais, aprendem sobre o cerrado, conservação do meio ambiente, respeito aos animais e à diversidade” Lucrécia Silva, diretora da Escola da Natureza A comemoração contou com bate-papo entre professoras pioneiras, plantio de cinco árvores, pintura coletiva com as digitais dos servidores e apresentação da Corporação Musical Liese Beatriz, formada por 38 estudantes do Centro Educacional 01 do Itapoã. Vera Catalão, Iracema de Paula, Edna Guimarães e Maria da Paixão Oliveira foram algumas das pioneiras da escola. Vera explicou como a escola evoluiu e lembrou que educação ambiental ainda é necessária para reforçar a importância do consumo consciente, da qualidade de vida e das mudanças climáticas. Ao longo do ano, a Escola da Natureza recebe entre 2.500 e 3.000 estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da rede pública. A unidade também promove cursos para professores e oficinas voltadas a diferentes áreas da Secretaria de Educação, ampliando o alcance das ações de educação ambiental desenvolvidas no espaço. Uma das idealizadoras da escola, em 1.996, Vera Catalão (a esquerda) e a atual gestora, Lucrécia Silva (a direita) [LEIA_TAMBEM]O coordenador de escolas de Natureza Especial e representante da Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto, professor Valentim Cordeiro, destacou a relevância das crianças aprenderem sobre a natureza. “A importância da Escola da Natureza extrapola a rede pública, ela tem uma importância crucial para as pessoas e crianças entenderem que elas fazem parte da natureza. Não é a pessoa aqui e a natureza lá. Nós somos parte de todo esse sistema. Essa escola tem o poder de fazer com que as crianças percebam isso para que no futuro elas promovam um mundo melhor, em harmonia com a natureza.” A professora da Escola da Natureza, Elizabeth Parente, reforçou a importância de trabalhar com projetos. “Ano passado nós abordamos o conteúdo sobre o Cerrado. Este ano, nós estamos trabalhando a questão da ancestralidade, da floresta, dos nossos avós, trabalhar esse contato da criança com os familiares mais idosos e as histórias que eles têm para contar”.  Três décadas depois de sua criação, a Escola da Natureza segue como uma referência da educação ambiental na rede pública do Distrito Federal. Ao integrar teoria e vivências ao ar livre, a unidade contribui para formar estudantes mais conscientes da preservação do meio ambiente e fortalece a relação entre educação, sustentabilidade e cidadania.   *Com informações da SEEDF

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Profissionais da educação infantil concluem curso na Escola da Natureza

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), por meio da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb) e da Diretoria de Educação Infantil (Diinf), concluiu formação voltada a profissionais da educação infantil da rede pública, realizada em parceria com a Escola da Natureza, no Núcleo Bandeirante. Desenvolvido entre abril e junho, o curso reforçou a formação continuada dos educadores e incentivou o uso dos ambientes naturais como espaços de aprendizagem. A formação contou com cinco encontros presenciais, totalizando 30 horas de atividades entre momentos presenciais e estudos orientados. Durante o curso, os participantes vivenciaram reflexões e experiências práticas voltadas à construção de propostas pedagógicas que aproximam as crianças da natureza e valorizam os espaços externos como ambientes de descobertas, brincadeiras e produção de conhecimento. Durante o curso, os participantes vivenciaram reflexões e experiências práticas voltadas à construção de propostas pedagógicas que aproximam as crianças da natureza | Foto: Divulgação SEE-DF Para a secretária de Educação, Iêdes Braga, a iniciativa reforça o compromisso da rede pública com uma educação que amplia as experiências das crianças desde os primeiros anos escolares. "Quando levamos os educadores a repensar o espaço de aprendizagem para além da sala de aula, estamos formando crianças mais curiosas, mais autônomas e mais próximas do território onde estão inseridas", afirma a secretária. "Quando levamos os educadores a repensar o espaço de aprendizagem para além da sala de aula, estamos formando crianças mais curiosas, mais autônomas e mais próximas do território onde estão inseridas" Iêdes Braga, secretária da Educação A proposta esteve alinhada ao Currículo em Movimento do Distrito Federal e às diretrizes da Educação Infantil da rede pública, que incentivam a ampliação dos espaços educativos e reconhecem a natureza como parte do processo de ensino e aprendizagem. Ao longo da formação, os educadores foram estimulados a desenvolver práticas que favorecem a autonomia, a curiosidade e o protagonismo das crianças em diferentes ambientes. A parceria entre a Diretoria de Educação Infantil e a Escola da Natureza integra as ações da SEE-DF voltadas para a formação continuada de seus profissionais. A iniciativa contribui para fortalecer práticas pedagógicas que valorizam o contato com o meio ambiente e ampliam as possibilidades de aprendizagem na Educação Infantil.   *Com informações da SEE-DF

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Escola da Natureza recebe estudantes para oficinas sobre meio ambiente

Mudanças climáticas, preservação dos ecossistemas e uso consciente do solo. Na terça-feira (7), cerca de 60 estudantes do 5º ano do ensino fundamental da Escola Classe (EC) 8 do Cruzeiro participaram de atividades ligadas à proteção do meio ambiente. A saída de campo à Escola da Natureza, localizada no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, foi a convite da Embaixada dos Emirados Árabes Unidos e da Secretaria de Relações Internacionais do Distrito Federal (Serinter-DF). Cerca de 60 estudantes do 5º ano do ensino fundamental participaram de atividades ligadas à proteção do meio ambiente | Fotos: Mary Leal/SEE-DF O evento faz parte de uma série de ações promovidas pela embaixada desde o início de 2023 para conscientizar a população para a proteção do planeta e toda a sua rica biodiversidade, assunto que será tratado na 28ª Conferência de Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas, a COP 28, que ocorrerá entre 20 de novembro e 12 de dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Os estudantes praticaram meditação guiada com auxílio dos professores e receberam aula especial sobre proteção e preservação ambiental promovida por representantes da embaixada. Além disso, participaram das oficinas de reciclagem de papel; manejo no jardim de cheiros; plantio de hortaliças; pintura ao ar livre e plantio na sementeira. “Foi bem legal porque a gente aprendeu um pouco mais, só que dessa vez fora da sala de aula”, conta Aline Vitoria de Oliveira, 11 anos. “A parte que mais gostei das oficinas foi plantar a árvore da vida aqui no parque, pois, no futuro, sei que vou passar aqui e vê-la bem grande”, ressalta a estudante. Para a professora da EC 8 do Cruzeiro, Vitória Rodrigues, o encontro abordou ações realizadas em sala de aula. “Os estudos que fazemos em sala vão de acordo com a COP, trabalhamos muito sobre cidadania, mudança climática, convívio social, política, constituição, então é muito importante ter essa parte prática com eles. Então, eles terem a prática sobre o que é a COP vindo diretamente do país que vai sediar é fundamental”, explica a professora. “A visita à Escola da Natureza é feita mensalmente e muda muito o conceito de aprendizagem dos nossos estudantes, pois conseguimos colocar em prática uma parte do currículo em movimento que não conseguimos passar em sala”, explica Vitória Rodrigues. “Ter esse contato com a natureza, o acesso ao plantar, cultivo da terra, meditação e o próprio estudo ao ar livre foge do convencional das turmas e eles amam esses momentos”, conclui. COP 28 “A embaixada vem realizando ações para promover a COP 28. Fizemos uma visita técnica à Cachoeira do Tororó, no Jardim Botânico, um passeio ciclístico para evidenciar o uso consciente dos meios de locomoção e de preservação do meio ambiente. Em setembro, realizamos também a maratona Emirados Árabes COP 28 Run, no Eixão Norte. Um evento esportivo que contou com a presença de mais 3 mil pessoas nos percursos de 3 km, 5 km e 10 km e, que teve como propósito disseminar a conscientização sobre as mudanças climáticas”, explica a chefe do Departamento de Diplomacia Pública e Cultura da embaixada, Rafeya Bushenain. Aline Vitoria de Oliveira, de 11 anos (esquerda) plantou uma árvore com os colegas: “No futuro sei que vou passar aqui e ver ela bem grande” Ela fala ainda sobre a importância da inclusão dos alunos nas atividades e ações promovidas pela embaixada. “Essa última ação que fizemos com as crianças na Escola da Natureza é o reflexo do que estamos procurando fazer ao longo de todas as atividades propostas pela embaixada, que além de conscientizar a população com questões relacionadas ao meio ambiente, procura engajar as crianças e os jovens para a conscientização da proteção do ambiente”, finaliza. O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, destacou a importância das atividades educativas de prevenção e conscientização e a participação conjunta da população. “Estamos vivenciando os efeitos das mudanças climáticas e sabemos que, para mudar essa realidade, é preciso agir. Então, levar esse tema e promover o diálogo com todos é de extrema importância para chegarmos a esse objetivo. Só vamos mudar o mundo se cada um fizer a sua parte. Hoje, a Embaixada dos Emirados Árabes se une ao GDF para, justamente, plantar mais uma semente que vai contribuir para o entendimento de todos sobre a importância de ações concretas para salvar o planeta.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Culinária árabe Os estudantes conheceram também um pouco da culinária árabe, onde puderam experimentar sanduíche de falafel, receita típica feita com grão-de-bico, pão sírio, alface e tomate; esfirra aberta de queijo e doces árabes com castanha e pistache. A embaixada doou R$ 10 mil para manutenção da Escola da Natureza e 50 cavaletes e telas de pinturas para as oficinas realizadas pelos alunos da escola do Cruzeiro. A aluna Evelyn Rodrigues Tavares, de 11 anos, adorou a experiência gastronômica e desenhou um ipê-roxo na oficina de pintura: “Nossa, eu gostei muito dos doces, estavam bem gostosos. A parte mais legal foi pintar na tela o que eu mais admiro em Brasília, que são os ipês” *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF)

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Na sala de aula, estudantes aprendem a respeitar o meio ambiente

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SES) vem implementando uma iniciativa que transforma a maneira como os estudantes encaram a relação com o meio ambiente. Em funcionamento no Parque da Cidade, a Escola da Natureza é um ambiente educativo sustentável que atende três mil alunos  de escolas do Plano Piloto. Entre as atividades desenvolvidas, alunos da Escola da Natureza aprendem a exercitar a consciência sobre valorização da diversidade | Foto: Vinicius Gabriel/SEE Integrante do Eixo Transversal para a Sustentabilidade do Currículo em Movimento da Educação Básica do DF, a Escola da Natureza é uma forma de complementar o aprendizado da sala de aula. A seleção das unidades escolares atendidas no local é feita pela Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto. Lá os estudantes exercitam o entendimento crítico sobre viver em rede, pensar, refletir e agir acerca de assuntos como produção e consumo consciente, qualidade de vida, alimentação saudável, economia solidária, agroecologia, cidadania planetária, ética global e valorização da diversidade. Respeito à natureza As visitas à Escola da Natureza não são apenas passeios educativos, mas experiências transformadoras. Os alunos participam de atividades ecopedagógicas como oficinas, palestras, cultivo de hortas, trilhas ecológicas e práticas de saúde. O objetivo é desenvolver uma consciência cidadã global e ética, além de cultivar o apreço pela natureza. Entusiasmado, o estudante da Escola Classe 8 do Cruzeiro, Gustavo Milhomem, de 10 anos, compartilhou sua perspectiva e a alegria em participar do programa: “Gosto de estudar aqui por gostar da mata, e nós aprendemos muitas coisas, assim como as espécies das plantas, a conexão com a natureza e por poder aprender de como cuidar do nosso planeta. O mais legal é brincar e me divertir com meus amigos”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Sustentabilidade De acordo com a diretora da escola, Renata Lafetá, um dos principais objetivos do programa é preparar os estudantes para se tornarem cidadãos responsáveis e ambientalmente conscientes, capazes de tomar decisões informadas que os ajudem a contribuir para um futuro mais sustentável.  “Ver o impacto positivo que a Escola da Natureza tem nas vidas dos alunos é recompensador”, reforça a gestora. “Estamos moldando os líderes do futuro que se preocupam com o meio ambiente e têm a capacidade de tomar decisões responsáveis.” A Escola da Natureza funciona, assim, como um exemplo de como a educação pode ir além da sala de aula tradicional e se tornar um canal para promover a conscientização ambiental e o pensamento crítico entre os jovens. *Com informações da Secretaria de Educação

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