Aprovados projetos de reparcelamento do solo para escolas da Asa Sul
O Governo do Distrito Federal (GDF) aprovou os projetos de urbanismo de reparcelamento do solo para a criação dos lotes de escolas públicas localizadas na Asa Sul, no Plano Piloto. A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 48.542, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (5). Ao todo, foram regularizadas áreas que somam 9.587,45 m², destinadas às escolas classe da 103 Sul, 108 Sul, 405 Sul e 315 Sul, além do Jardim de Infância 108 Sul. Os projetos urbanísticos, solicitados pela antiga Fundação Educacional do Distrito Federal (FEDF), atual Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), criam os lotes dos equipamentos públicos destinados às instituições de ensino em áreas já ocupadas pelas escolas e pelo jardim de infância. A regularização permitirá avanços na gestão patrimonial dos imóveis e viabilizará intervenções necessárias nas escolas, como obras de manutenção, adequações às normas de acessibilidade e medidas de prevenção contra incêndios. A regularização permitirá avanços na gestão patrimonial dos imóveis e viabilizará intervenções necessárias nas escolas | Foto: Seduh/Divulgação A demanda teve origem em determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que apontou a necessidade de regularização das áreas utilizadas pela Secretaria de Educação após a extinção da Fundação Educacional do Distrito Federal e a consequente necessidade de regularização patrimonial dos imóveis vinculados à antiga fundação. Os projetos foram desenvolvidos pela equipe técnica da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) e estão previstos no Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), legislação que regulamenta o uso e a ocupação do solo no Conjunto Urbanístico de Brasília, preservando as características do patrimônio tombado e estabelecendo parâmetros para construções e intervenções urbanas. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento de Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh)
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Escolas públicas do Distrito Federal refletem arquitetura moderna de Brasília
Curvas, traços e espaços abertos encantam moradores e visitantes de Brasília, que celebra 66 anos nesta terça-feira (21). Projetada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer, a capital tornou-se referência mundial em urbanismo e arquitetura. Monumentos como a Catedral Metropolitana e o Congresso Nacional ajudam a narrar a trajetória de uma cidade planejada para o futuro. Escola Classe Juscelino Kubitschek: estrutura remete à vocação arquitetônica de Brasília, destacando aqui todo o prédio em piso térreo, que prioriza a acessibilidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os traços conhecidos e vistos nos monumentos e nas ruas da cidade também orientam e inspiram a construção das novas escolas públicas do Distrito Federal. A Secretaria de Educação (SEEDF) tem adotado um novo olhar no planejamento das unidades escolares. A proposta é criar ambientes mais modernos, acessíveis e que estimulem a convivência, a prática esportiva e o desenvolvimento integral dos estudantes. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração” | Foto: André Amendoeira/SEEDF “Hoje, pensamos a escola como um espaço que vai além das salas de aula”, afirma a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração. Também investimos em espaços esportivos para promover saúde, bem-estar e o desenvolvimento dos nossos alunos.” A influência dos criadores de Brasília segue presente nas escolas públicas do Distrito Federal. Segundo Tiago Reges da Silva, diretor de Arquitetura da SEEDF, os princípios de Lucio Costa e Oscar Niemeyer continuam orientando os projetos. “O pensamento de Lucio Costa aparece na organização dos espaços e na forma como tudo se integra”, aponta. “Já Niemeyer inspira a criatividade e o uso da arquitetura como experiência. Hoje, adaptamos essas ideias às necessidades atuais, sem abrir mão da base moderna que marca Brasília”. Integração de ambientes Servidora da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (Siae) a SEEDF, a arquiteta Aline Lima explica que os projetos das novas escolas seguem princípios da arquitetura moderna ao valorizarem a integração entre os ambientes internos e externos. Segundo ela, essa conexão aparece especialmente nos pátios cobertos e descobertos, que ampliam o uso dos espaços e favorecem a convivência. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações” Aline Lima, da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar As escolas são planejadas como espaços integrados, substituindo o modelo antigo de blocos separados. Isso facilita o controle dos ambientes e aumenta a sensação de segurança, sem perder a conexão com a comunidade. Os cobogós, elementos tradicionais em Brasília, também fazem parte dessa estrutura. “Nos projetos das unidades escolares, buscamos integrar os espaços internos e externos, principalmente por meio dos pátios cobertos e descobertos, seguindo princípios da arquitetura moderna”, detalha a arquiteta. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações.” Exemplos dessa proposta podem ser vistos em projetos como o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, que possui pátios integrados e áreas que favorecem a convivência. A circulação vertical na unidade é feita por uma rampa circular com inclinação suave, pensada para garantir acessibilidade. Ela organiza o espaço e forma um átrio interno que amplia a entrada de luz natural, melhora a ventilação e integra visualmente os pavimentos. Ampliação da rede pública de ensino Entre 2019 e este ano, a rede pública de ensino do DF foi ampliada com 17 novas unidades escolares, entre construções, reconstruções e reformas. As entregas contemplaram Itapoã, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama e Riacho Fundo, com destaque para as escolas técnicas de Santa Maria e Leste Sérgio Damasceno, no Paranoá, e a Escola Bilíngue do Plano Piloto. [LEIA_TAMBEM]Na educação infantil, 28 unidades do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) foram entregues, ampliando o atendimento em regiões como Sol Nascente, Recanto das Emas, Gama e Planaltina. Entre eles, destacam-se o Cepi Jandaia, no Pôr do Sol, o Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente, e o Cepi Manacá, em Taguatinga. Mostra educativa No Espaço Neusa França, que fica na sede da Secretaria de Educação, segue em cartaz a exposição Projetando Saberes, dedicada à arquitetura escolar pública do DF. Com visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, a mostra prestigia o papel da arquitetura na educação e evidencia como os ambientes escolares vão além da função estrutural, tornando-se capazes de influenciar o aprendizado e contribuir para o bem-estar e a convivência. *Com informações da Secretaria de Educação Tags: Aniversário de Brasília, 66 anos, arquitetura escolar, rede pública, exposição, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Projetando Saberes.
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Praças da Candangolândia foram completamente reformadas; ciclovias construídas e escolas ganharam cara nova
É impossível não perceber a modernização pela qual a Candangolândia passou desde 2019. As praças da cidade são a prova disso. A Praça dos Estados, ao lado da Epia, recebeu espaços de esporte e lazer, como uma quadra de vôlei de areia. Já a Praça do Bosque ganhou novas churrasqueiras, campo de grama sintética e pista de skate. A Praça da Bíblia, após a reconstrução, tornou-se um ponto de encontro para eventos culturais. Outro ponto indispensável em um passeio pela cidade é a Feira Permanente da Candangolândia, que recebeu manutenção no telhado, além de pintura, nova rede elétrica, novo sistema de esgoto e melhorias no piso e nos banheiros. Já a Escola Classe 01 ganhou uma quadra novinha, e o Centro de Ensino Infantil inaugurou nova cozinha e depósitos. Um pacote de obras aguardado há décadas que finalmente chegou para beneficiar os moradores da região.
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Matrículas das vagas remanescentes da rede pública de ensino começam nesta quarta-feira (28)
A Secretaria de Educação (SEEDF) inicia, nesta quarta-feira (28), o período de matrículas para estudantes contemplados nas vagas remanescentes da rede pública de ensino para o ano letivo de 2026. O resultado da etapa já pode ser consultado no site da pasta. Oportunidade contempla estudantes que perderam o prazo das chamadas anteriores, desde que não tenham vínculo com outra unidade escolar da rede pública | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF A oportunidade é destinada a pais ou responsáveis que perderam os prazos das chamadas anteriores ou que buscam vaga para estudantes que ainda não possuem vínculo com uma unidade escolar da rede pública. [LEIA_TAMBEM]Para efetivar a matrícula, o estudante, pai ou responsável deverá comparecer à escola indicada no resultado, com os documentos necessários, até sexta-feira (30). Confira abaixo a lista de documentos necessários. ⇒ RG, Certidão de Nascimento ou outro documento oficial com foto do estudante ⇒ CPF do estudante ⇒ RG ou CNH do responsável legal pela matrícula do estudante ⇒ CPF do responsável legal pela matrícula do estudante ⇒ Comprovante de residência atualizado e/ou do local de trabalho, conforme indicado no ato de inscrição ⇒ Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou Histórico Escolar ⇒ Duas fotos 3x4 ⇒ Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH (Lei Distrital nº 4.379/2009) ⇒ Carteira de Vacinação, conforme Lei nº 6.345/2019 ⇒ NIS (Número de Inscrição Social) do estudante ⇒ Laudo médico (para estudantes da Educação Especial). *Com informações da Secretaria de Educação
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