Educa.Conecta: projeto leva internet e inclusão digital a escolas rurais do DF
Promover a inclusão digital e fortalecer a educação pública em áreas mais afastadas do Distrito Federal são desafios que exigem soluções estruturantes, baseadas em ciência, inovação e políticas públicas eficazes. Nesse contexto, o projeto Educa.Conecta se destaca como uma iniciativa que alia pesquisa aplicada, tecnologia e impacto social, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). A iniciativa foi desenvolvida por meio do edital Demanda Induzida (2021) da FAPDF, voltado ao fomento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação em áreas estratégicas, como ciência, tecnologia da informação, gestão pública e governo digital. O edital tem como foco apoiar projetos com potencial de gerar impacto social e subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências. Executado pela Universidade Católica de Brasília (UCB) sob a coordenação do professor doutor Carlos Enrique Carrasco Gutierrez, o Educa.Conecta tem como objetivo levar conectividade digital, energia sustentável e infraestrutura tecnológica a escolas públicas rurais do DF, criando condições para a ampliação do acesso às tecnologias da informação, a inovação pedagógica e a melhoria do desempenho educacional dos estudantes. Inclusão digital como estratégia de fortalecimento da educação A proposta do Educa.Conecta surgiu a partir da identificação de desafios relacionados ao acesso à internet e às tecnologias digitais no ambiente escolar, especialmente em unidades localizadas em áreas rurais. De acordo com Carlos Enrique, a experiência do ensino remoto implementado em 2020, durante a pandemia da covid-19, reforçou a importância da conectividade como elemento essencial para o processo educacional. Equipe técnica e pesquisadores em reunião de planejamento e acompanhamento das ações do projeto Educa.Conecta | Foto: Divulgação/Educa.Conecta “A conectividade e o acesso a recursos digitais são hoje componentes fundamentais para ampliar as possibilidades de aprendizagem e apoiar o trabalho pedagógico nas escolas”, destaca. Ao direcionar suas ações para escolas rurais, o projeto adota uma abordagem orientada à equidade, levando soluções tecnológicas a regiões que apresentam maiores desafios de infraestrutura e acesso, contribuindo para a ampliação de oportunidades educacionais. Tecnologia integrada à rotina escolar A implementação do Educa.Conecta teve início com a instalação de um laboratório tecnológico autossustentável nas escolas participantes. O espaço é equipado com computadores de alto desempenho, acesso à internet, garantindo autonomia energética e funcionamento contínuo dos equipamentos. Com a implantação da infraestrutura, a tecnologia passou a integrar a rotina escolar. Os alunos passaram a ter acesso regular ao laboratório, enquanto os professores incorporaram gradualmente o uso do espaço aos planos de aula. Diferentes disciplinas passaram a utilizar recursos digitais como apoio às atividades pedagógicas, ampliando as possibilidades de ensino e aprendizagem. Internet via satélite, energia sustentável e aprimoramento educacional Para assegurar conectividade em regiões onde a banda larga convencional não está disponível, o projeto adotou a internet via satélite, garantindo alcance, estabilidade e qualidade de sinal, independentemente da localização geográfica das escolas. Além disso, foram implantados sistemas de energia solar fotovoltaica, com baterias de alta capacidade, que asseguram o funcionamento dos equipamentos mesmo em locais com fornecimento elétrico instável. A solução contribui para a sustentabilidade ambiental e pode gerar redução de custos operacionais para as escolas. O Educa.Conecta também contempla ações de capacitação em iniciação digital para alunos e professores. As atividades são estruturadas a partir de diagnósticos prévios e organizadas de forma progressiva. Para os estudantes, as oficinas envolvem desde a familiarização com o computador até o uso da internet para pesquisas e acesso a conteúdos educacionais. Para os docentes, a formação combina capacitação técnica e pedagógica, apoiando a integração das tecnologias digitais ao processo de ensino-aprendizagem. Essas ações têm contribuído para maior engajamento dos alunos, diversificação das metodologias de ensino e fortalecimento das competências digitais da comunidade escolar. Impactos educacionais e sociais Com a chegada da conectividade e dos recursos digitais, o cotidiano escolar passou a incorporar novas práticas pedagógicas, como pesquisas online, uso de conteúdos multimídia e atividades interativas. Professores ampliaram suas estratégias de ensino, e os alunos demonstraram maior interesse e participação nas atividades escolares. Embora a conectividade esteja concentrada no ambiente escolar, os efeitos do projeto também se refletem nas famílias, a partir do fortalecimento do vínculo entre escola, estudantes e comunidade. A médio e longo prazos, a iniciativa tem potencial para contribuir com a melhoria do desempenho educacional, a permanência dos estudantes na escola e o fortalecimento da escola como espaço de inovação e inclusão digital. Além da implantação da infraestrutura, o projeto conta com uma estratégia consistente de monitoramento e avaliação de impacto, com produção de relatórios técnicos e artigos científicos que analisam os efeitos da conectividade digital sobre o desempenho educacional e indicadores socioeconômicos das comunidades atendidas. [LEIA_TAMBEM]Essa produção científica fortalece o caráter replicável do projeto e contribui para o aprimoramento de políticas públicas voltadas à inclusão digital na educação, alinhando pesquisa, inovação e tomada de decisão baseada em evidências. Segundo o coordenador do Educa.Conecta, Carlos Enrique Carrasco Gutierrez, o fomento da Fundação foi decisivo para transformar a proposta em uma solução concreta para a educação pública rural. “O apoio da FAPDF foi essencial para que o projeto saísse do campo conceitual e se materializasse nas escolas. Sem esse investimento público, seria inviável implantar uma infraestrutura tecnológica desse porte, garantir conectividade estável e realizar o acompanhamento técnico e científico necessário para avaliar os impactos da iniciativa”, destaca. Com base nos resultados já observados, há expectativa de ampliação do Educa.Conecta para outras escolas e regiões do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), fortalecendo a inclusão digital como eixo estruturante da educação pública e ampliando o alcance das políticas públicas baseadas em evidências. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
Ler mais...
Escola de Brazlândia comemora a Semana do Cerrado com atividades de conscientização
Criado em 2003 com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do bioma, o Dia Nacional do Cerrado é celebrado nesta quinta (11). A partir dessa temática, ocorre a Semana do Cerrado, com diversas atividades e programações nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Alunos da Escola Parque da Natureza de Brazlândia já estão desenvolvendo atividades comemorativas à Semana do Cerrado | Foto: André Amendoeira/SEEDF A Escola Parque da Natureza de Brazlândia já começou a comemorar a data, com a nona edição do projeto C.O.R (Cerrado: Oxigênio da Rede). Com o tema “Aquilombar o Cerrado: todas as vidas importam”, a iniciativa começou nesta segunda (8) e segue até quinta-feira. O C.O.R começou a ser desenvolvido em 2015. Os alunos poderão escolher entre os módulos “Na cozinha de mãinha”, que trabalhará questões ambientais, culturais e históricas das comunidades quilombolas; “Matérias-vivas do Cerrado”, em que aprenderão sobre tecnologias ancestrais e tradições; “Cerrado: todas as vidas, o mesmo lar”, que explora as relações entre o ser humano e a natureza; e “Soncata”, a turma vai construir e tocar instrumentos musicais fabricados a partir de materiais recicláveis. O diretor da escola, Alan Ribeiro, era professor na época em que o C.O.R foi criado. “Desde quando a escola nasceu, o propósito era trazer Brazlândia como o cinturão verde do DF, porque muitas frutas e hortaliças da capital são produzidas aqui”, lembra. “Como sempre tivemos uma educação ambiental bem forte, o projeto veio da ideia de mostrar a importância do Cerrado para as outras unidades da rede de ensino”. Bioma ameaçado [LEIA_TAMBEM]Segundo maior bioma do Brasil, o Cerrado abrange 12 estados, incluindo o Distrito Federal, 25% do território nacional. Abrigando 5% da diversidade biológica do planeta, com cerca de 30 espécies por metro quadrado, é o bioma mais ameaçado do país, tendo registradas 300 espécies que se encontram em risco de extinção. Com 900 alunos do 1º ao 5º ano, a Escola Parque da Natureza de Brazlândia atende seis instituições de ensino rurais e duas urbanas. De acordo com o diretor, as atividades buscam reforçar, nos alunos, a importância do papel da comunidade no manejo da natureza. “As pessoas da cidade nem sempre valorizam o trabalhador rural, então queremos desmistificar isso e mostrar que o Cerrado, local onde eles estão, é importante”, afirma. Professor de artes visuais da rede de ensino há dez anos, Orlando Pereira dos Santos conta que, mesmo fora da Semana do Cerrado, os educadores abordam o tema. “O carro-chefe é o Cerrado: sensibilizar para ter respeito com a natureza”, aponta. “Fazemos parte do meio ambiente sendo o meio ambiente. É uma troca de saberes aqui. Os alunos nos trazem os conhecimentos das famílias deles, e nós passamos as informações que complementam esse saber de forma que não haja mais desmatamento ou poluição”. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
Manutenção de estradas rurais leva qualidade de vida para estudantes, moradores e produtores de Ceilândia
Mais de 25 km de estradas vicinais foram recuperadas na área rural de Ceilândia, garantindo melhores condições de acesso às escolas rurais e ao escoamento da produção. A ação é uma parceria da administração regional da cidade com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), a Novacap e o GDF Presente. Os serviços vão de nivelamento dos terrenos à construção de bolsões, canaletas e desvios de água pluvial da estrada vicinal, melhorando a segurança, o tráfego e a circulação de viaturas, ambulâncias e o transporte escolar. As obras melhoram o acesso às escolas rurais da região de Ceilândia | Fotos: Divulgação/Administração de Ceilândia As frentes de trabalho contemplaram a Gleba 03 do Núcleo Rural Alexandre Gusmão, e estradas próximas ao Centro Educacional Incra 09, além de vias da Colônia Agrícola Guariroba, Boa Esperança e Laje da Jiboia. Em alguns pontos, como no acesso à Escola do Incra 09 (Gleba 03) e à Escola da Jiboia, foi feita terraplanagem para pavimentação asfáltica. A agenda de obras prevê novos serviços em outros núcleos rurais. O administrador de Ceilândia, Dilson Resende, explica que a manutenção das vias rurais tem sido constante e permanente. “Às estradas rurais, enquanto não recebem asfalto, destinamos uma equipe fixa para a realização de manutenção das vias e execução de serviços emergenciais. O que queremos é proporcionar mais desenvolvimento e qualidade de vida para a zona rural", ressaltou. Para os produtores rurais, as estradas novas representam agilidade no transporte da produção [LEIA_TAMBEM]Moradores também comemoram. A produtora rural Maria de Freitas Osório reforçou a importância para a educação dos filhos. “Agora, o ônibus escolar chega sem risco de atolar e com mais conforto para as crianças. Antes, nos dias de chuva, era um sofrimento”, contou. Para o produtor rural José Martins Ferreira, de 54 anos, a melhoria nas estradas representa mais agilidade e segurança no transporte da produção. “Com a estrada arrumada, conseguimos entregar nossas mercadorias mais rápido e com menos desgaste dos veículos. Isso reduz custos e dá mais tranquilidade para quem precisa viajar todos os dias”, destacou o agricultor. A área rural de Ceilândia tem cerca de 248 quilômetros quadrados de extensão e está entre as cinco maiores do Distrito Federal. No local, destaca-se a produção de verduras e hortaliças, além da criação de frango. *Com informações da Administração de Ceilândia
Ler mais...
Novo módulo escolar no CED PAD-DF reforça educação no campo e valoriza comunidade rural
A comunidade rural do Paranoá e de regiões próximas ganhou, nesta sexta-feira (16), um reforço importante para a educação pública. Com investimento de R$ 1,5 milhão do Governo do Distrito Federal (GDF), as estruturas do Centro Educacional PAD-DF (CED PAD-DF) foram ampliadas com a construção de novos módulos escolares. “O nosso objetivo é cuidar dessas crianças que estão aqui, para a permanência dessas famílias no campo”, declarou a governadora em exercício Celina Leão | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em obra que foi conduzida pela Novacap, as instalações modernas, confortáveis e acessíveis permitem agora a implementação do ensino integral na instituição. Com capacidade para atender até 180 alunos por turno, este é considerado o maior investimento já recebido pela escola desde a sua inauguração, em 1988. “Esta é uma forma que temos de enxergar a área rural com o potencial que ela tem, com a prestação de serviço que eles já nos fazem”, afirmou a governadora em exercício, Celina Leão. “O nosso objetivo é cuidar dessas crianças que estão aqui, para a permanência dessas famílias no campo. O nosso investimento na construção de módulos escolares tem realmente dado um efeito muito positivo. A gente tem economizado em transporte público, porque às vezes precisava levar crianças para estudar em outros locais, e agora não precisa mais.” Instalações Externa e internamente, instalações são amplas e garantem o conforto dos estudantes A nova estrutura tem 988 m² e conta com seis salas de aula climatizadas, áreas de convivência cobertas e ao ar livre, banheiros adaptados e ambientes pensados para garantir conforto e acolhimento. O modelo de construção em steel frame proporciona durabilidade, conforto térmico e acústico, além de ser mais sustentável. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, comemorou: “Com essa entrega, a gente totaliza 21 módulos prontos e inaugurados” “A área rural tem crescido no Distrito Federal, e essas famílias não precisam mais ser transportadas para outras escolas, então o atendimento aqui é 100% da região”, celebrou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Com essa entrega, a gente totaliza 21 módulos prontos e inaugurados. Até final do ano, a meta é alcançar a marca de 60 módulos entregues.” Por sua vez, o diretor do CED PAD-DF, Gildney Ferreira de Souza, ressaltou: “Esse módulo é uma conquista histórica. Representa o que há de mais moderno para a educação do campo. Mais do que ampliar a capacidade física, esse investimento combate o êxodo rural, dá dignidade às famílias e permite que os estudantes possam sonhar com um futuro dentro da própria comunidade. É a força do campo mostrando seu potencial”. Gilney de Souza, diretor do CED PAD-DF: “Mais do que ampliar a capacidade física, esse investimento combate o êxodo rural, dá dignidade às famílias e permite que os estudantes possam sonhar com um futuro dentro da própria comunidade” Ensino integral A expansão da estrutura permitiu que a escola tirasse do papel o projeto de implementar o ensino integral, disponível agora para os alunos do 6º ao 9º ano. Para a coordenadora desta modalidade de ensino, Gislene Caxito, a chegada dos novos módulos é resultado de anos de trabalho. “Há muito tempo a gente esperava por isso, mas não tinha local”, relatou a gestora. “Sem espaço físico, não podíamos avançar. Agora, temos um ambiente adequado não só para o ensino pedagógico, mas também para ações sociais e projetos como a horta orgânica. Trazer esse novo local para a comunidade, principalmente rural, é muito importante. Bons resultados Além da estrutura física, o CED PAD-DF se destaca nas pesquisas educacionais: em 2023, a instituição ficou em 14º lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) entre as escolas de ensino médio do DF e em 48º lugar no fundamental. Para a direção, essa conquista é um reflexo direto do empenho da equipe e do envolvimento da comunidade. A mudança também já é sentida por quem vive a rotina escolar, como a auxiliar de serviços gerais Edilaine Vieira, mãe do aluno Murilo, de 13 anos, diagnosticado com transtorno do espectro autista (TEA). “Essa estrutura é maravilhosa”, disse. “As salas são aconchegantes, os professores são ótimos e o ambiente faz toda a diferença para o desenvolvimento dele. A autoestima dos alunos melhora muito com essas salas novas.” Já o aluno do 3º ano do ensino médio Ranne Saraiva, 17, lembrou que o novo espaço é um estímulo para alcançar novos objetivos: “Já tem dois anos que eu estudo aqui, e vim para cá justamente porque nas outras escolas em que já estive, infelizmente, o ensino era precário. Eu sempre ouvia falar muito bem daqui, e quando cheguei, vi que foi uma das melhores decisões que eu já tomei, porque a escola é ampla, tem muitos projetos e sempre dá espaço para todos os alunos. Eu vou me formar esse ano e quero ser professor de história, e aqui encontrei um ambiente que realmente estimula esse aprendizado”. Mãe de um aluno, a auxiliar de serviços gerais Edilaine Vieira elogiou a estrutura da escola: “As salas são aconchegantes, os professores são ótimos e o ambiente faz toda a diferença para o desenvolvimento dele” Ensino Com aproximadamente mil estudantes matriculados, o CED PAD-DF atende jovens dos ensinos fundamental e médio, além de oferecer a modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A alimentação escolar é garantida conforme a etapa de ensino, com três refeições diárias para os alunos do fundamental e uma para os demais turnos. Para a secretária Hélvia Paranaguá, o investimento na ampliação é importante para além das estruturas físicas de ensino: “A mãe do campo precisa desse suporte, ela é quem fornece o alimento para as nossas escolas, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar [Pnae]. No campo, então, já entregamos duas creches, vamos inaugurar a terceira que está sendo construída, isso sem contar os módulos que estamos fazendo nas escolas”. [LEIA_TAMBEM]A expectativa da instituição é ampliar o número de estudantes atendidos pelos novos módulos neste ano, conforme o planejamento da Secretaria de Educação (SEEDF) e a demanda da comunidade. “Os novos módulos têm capacidade para até 180 alunos, mas estamos implementando o ensino integral de forma gradual”, reforçou o diretor da escola.”Até ano que vem, a expectativa é que já tenhamos todas essas vagas preenchidas”. Produtores rurais A poucos dias da maior feira de agronegócio do Distrito Federal, a AgroBrasília, a governadora em exercício Celina Leão aproveitou a visita à região para acompanhar a montagem do evento e, em seguida, almoçar com os produtores rurais do PAD-DF. A feira, marcada para ocorrer entre os dias 20 e 24 deste mês, tem como tema “Agro para Todos” e impulsiona o mercado rural, consolidando-se como um espaço estratégico para a apresentação de produtos agropecuários, inovações e tecnologias voltadas aos empreendedores do setor. Em seguida, Celina Leão se reuniu com produtores rurais da região para um almoço na sede da empresa Kicaldo — considerada a maior distribuidora de feijão do país. Lá, a governadora em exercício participou da cerimônia simbólica de inauguração do novo galpão de armazenamento com capacidade para seis mil toneladas. “Essa empresa fatura mais de R$ 1,2 bilhão e é genuinamente do Distrito Federal, empregando quase 800 funcionários, com presença no Brasil todo”, enfatizou a governadora em exercício. “Aqui eles contribuem com vários impostos para o Distrito Federal. O nosso objetivo é cada dia mais apoiar o agro e fazer com que ele gere emprego e renda para a nossa cidade”.
Ler mais...