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GDF na Sua Porta investe mais de R$ 10 milhões em pontos de encontro comunitário no DF

A paisagem urbana do Distrito Federal passa por um processo de reconfiguração com foco no bem-estar, na saúde e na ocupação qualificada dos espaços públicos. Como parte do programa governamental GDF na Sua Porta, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) mobilizou um investimento de mais de R$ 10 milhões para implantar e revitalizar quase 200 pontos de encontro comunitário (PECs). A ação amplia o acesso ao lazer gratuito nas cidades mais populosas do DF. Para acelerar o ritmo das entregas, a Novacap estruturou uma operação coordenada pela Diretoria das Cidades que une duas de suas principais forças operacionais. A Divisão de Equipamentos Públicos assumiu a liderança de duas frentes. A primeira é a fiscalização das empresas licitadas responsáveis pelas bases de concreto, serviço que envolve preparação do terreno, terraplenagem e concretagem de alta resistência para garantir acessibilidade e segurança, com mais de 20 obras em andamento.   Objetivo da Novacap, com o investimento, é instalar e revitalizar quase 200 pontos de encontro comunitário (PECs), ampliando o acesso da população à prática de atividades físicas e ao lazer gratuito nas cidades mais populosas do DF | Fotos: Divulgação/Novacap A segunda frente cuida da gestão de fornecimento dos aparelhos de PEC e de sua manutenção contínua, realizada com mão de obra própria da companhia para atender aos 188 pontos prioritários de expansão. Em paralelo, a Diretoria de Obras atua na Colônia Agrícola 26 de Setembro com o nivelamento do terreno e a elevação do solo em 80 centímetros, preparando a área para receber um complexo esportivo completo, com campo de futebol sintético, quadra poliesportiva, parquinho infantil e uma nova academia ao ar livre. "Esses espaços incentivam a convivência entre os moradores, fortalecem os vínculos comunitários e proporcionam uma ocupação positiva das áreas públicas, tornando os ambientes mais seguros, acolhedores e valorizados para toda a comunidade" Ramon Castro, chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap Essa articulação técnica reflete de forma concreta no cotidiano das comunidades beneficiadas. Para o chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap, Ramon Castro, o impacto de aproximar as academias ao ar livre da residência dos cidadãos atinge a base das relações sociais. "O Ponto de Encontro Comunitário é um equipamento público que vai muito além da prática de exercícios físicos. Ele promove saúde, lazer, integração social e qualidade de vida para a população", destaca Ramon.   Convivência entre gerações De acordo com o gestor, a presença ativa das estruturas nas quadras estimula a convivência intergeracional e inibe a degradação urbana. "Esses espaços incentivam a convivência entre os moradores, fortalecem os vínculos comunitários e proporcionam uma ocupação positiva das áreas públicas, tornando os ambientes mais seguros, acolhedores e valorizados para toda a comunidade", avalia.  No mapa das entregas, o Itapoã desponta como a primeira região a atingir a meta física de conclusão. As cinco instalações projetadas para a localidade, situadas em pontos estratégicos como a marginal da DF-001, além de três trechos ao longo da marginal da DF-250 receberam um aporte de quase R$ 900 mil e já estão plenamente operacionais. A chegada das estruturas foi recebida com entusiasmo pela população, que vê na iniciativa uma oportunidade de resgatar o uso do espaço urbano de forma saudável. "A vinda dessas academias mudou muito a rotina da vizinhança. Ficou excelente para quem quer se exercitar no fim da tarde sem precisar pagar mensalidade. Agora, o nosso principal papel como moradores é cuidar do que é nosso, pois a depredação acaba prejudicando a própria comunidade", disse Janailsa Vieira de Sousa, de 38 anos, moradora do Itapoã.  O sucesso da entrega, contudo, caminha lado a lado com o desafio da conservação. Equipes da Novacap já realizam as primeiras intervenções de manutenção corretiva e reparos em aparelhos que sofreram desgastes precoces por ação pública inadequada, evidenciando que a zeladoria urbana é um processo contínuo.  Chegada dos equipamentos vem sendo muito bem recebida, principalmente nas cidades com maior densidade populacional O ritmo acelerado de obras também se estende para o Riacho Fundo II e o Altiplano Leste, no Paranoá. Na primeira região, a empresa Infraengeth executa a implantação de duas bases de concreto nas quadras QN 23 e QN 25 sob um orçamento de R$ 230 mil. Em paralelo, a montagem dos 27 aparelhos previstos para a cidade, sob investimento de R$ 774,9 mil, progride em estágios diversos, entre a fase de instalação e liberação técnica. "A gente que já passou dos 60 anos precisa muito se movimentar, mas nem sempre temos um lugar seguro e plano perto de casa para fazer exercícios. Essa academia, além de melhorar a saúde física, acaba virando um ponto de encontro muito bom para conversar e interagir com os vizinhos" Zeneide Rodrigues, moradora do Paranoá Já no Altiplano Leste, a construtora LA Dart também avançou na construção de uma base orçada em R$ 145.668,68, preparando o terreno para a fixação de parte dos 18 novos equipamentos destinados ao Paranoá, em um investimento de R$ 157 mil. A novidade tem gerado grande expectativa, especialmente para a população idosa da região, que busca opções acessíveis de lazer e socialização. "A gente que já passou dos 60 anos precisa muito se movimentar, mas nem sempre temos um lugar seguro e plano perto de casa para fazer exercícios. Essa academia ao ar livre vai facilitar bastante o nosso dia a dia. Além de melhorar a saúde física, acaba virando um ponto de encontro muito bom para conversar e interagir com os vizinhos", comemora Zeneide Rodrigues, de 66 anos, moradora do Paranoá. Nas regiões com maior densidade populacional, as intervenções demandam estratégias voltadas para a escala e para a readequação de estruturas já existentes. É o caso de Samambaia, que abriga o maior contrato de engenharia civil do pacote. Nele, a Infraengeth realiza a manutenção de bases de concreto em 56 localizações distintas, estendendo-se da QR 202 à QR 303, um esforço orçado em R$ 473.643,80 que se encontra em estágio inicial de execução física. À medida que o solo é preparado, a Diretoria das Cidades planeja a liberação financeira de R$ 778.225,00 para iniciar a fabricação de 56 novos aparelhos de ginástica. [LEIA_TAMBEM]Em Ceilândia, a estratégia inverte a lógica de construção pesada e foca na revitalização integral de bases já consolidadas, otimizando recursos públicos. Para repovoar essas praças, a Diretoria de Obras projeta a instalação de 23 novos equipamentos fornecidos pela parceira Ziober-Genesis, somando R$ 644 mil em investimentos, cujos componentes encontram-se atualmente em fase de produção industrial.  Novas frentes de atuação O plano de expansão do programa encerra o primeiro semestre de 2026 pavimentando novas frentes de atuação em Planaltina. A recente autorização concedida em 15 de junho viabilizou um investimento estimado em R$ 830 mil para implantar cinco bases em núcleos rurais e setores urbanos, como o Jardim Morumbi e a Quadra 77 do Setor Tradicional.  Enquanto a terraplanagem aguarda o início físico, a montagem dos 22 equipamentos estimados em R$ 638 mil já começou a se materializar na quadra de Buritis II, registrando progresso. No Arapoanga, a Novacap planeja investir R$ 149.950,00 na manutenção completa de cinco PECs. No momento, equipes técnicas atuam na demarcação física e locação dos terrenos públicos que acolherão os futuros espaços de saúde. Na Colônia Agrícola 26 de Setembro, a construtora Mussa prepara-se para iniciar a construção de uma nova base na junção das marginais DF-001 e DF-097 no valor de R$ 105.027,43, cujo equipamento de ginástica correspondente, avaliado em R$ 36.982,74, também já está em fase de fabricação. Já para região administrativa do Plano Piloto, está prevista a manutenção e reforma de 12 pontos de encontro comunitários, com investimento de R$ 344 mil, e implantação de 15 novos PECs, com aporte de R$ 936.677,28.  *Com informações da Novacap

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Programa Adote uma Praça soma R$ 72 milhões em investimentos privados e atinge maior número de parcerias desde 2019

Entre 2019 e 2025, o programa Adote uma Praça mobilizou R$ 72.088.442 em investimentos privados e formalizou 249 termos de cooperação para manutenção e recuperação de áreas públicas no Distrito Federal. Apenas em 2025, foram 83 novas parcerias — o maior número anual desde a criação da iniciativa. Atualmente, 170 termos permanecem vigentes. A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF) projeta ampliar as adesões em 2026. Investimento em acessibilidade é um dos compromissos assumidos pelo programa Adote uma Praça | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Muitas vezes a pessoa olha um espaço abandonado e acha que não pode fazer nada. E pode. Pode ajudar, pode cooperar. Quando o espaço passa a ser usado, deixa de ser ponto de abandono e vira ponto de convivência” Marcos Teixeira, secretário de Projetos Especiais Para o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira, o resultado confirma a consolidação do programa. “Quando se fala em R$ 72 milhões em investimento, é um valor muito expressivo”, aponta. “O programa foi ganhando credibilidade ao longo dos anos. As empresas passaram a enxergar que existe segurança jurídica, que há um termo formal de cooperação com o Estado e que o processo é mais ágil”. Segundo ele, a previsibilidade também pesa na decisão de aderir: “A empresa sabe que vai assinar o termo e que poderá investir perto do seu local de atuação. Ela melhora o entorno e contribui com o desenvolvimento da cidade”. Uso público O programa não permite exploração comercial direta do espaço adotado. Por isso, a maioria das parcerias ocorre no entorno das próprias empresas ou residências dos interessados. “O ganho é indireto”, explica o secretário. “Quando a empresa melhora o espaço próximo, melhora a circulação, a segurança e valoriza a área. A adoção mais distante acontece, mas é mais rara”. O gestor lembra que o impacto ultrapassa a dimensão estética: “Muitas vezes a pessoa olha um espaço abandonado e acha que não pode fazer nada. E pode. Pode ajudar, pode cooperar. Quando o espaço passa a ser usado, deixa de ser ponto de abandono e vira ponto de convivência”. Convivência, presença e segurança Além da recuperação física, a Sepe-DF sinaliza efeitos na dinâmica dos bairros. Em um dos casos acompanhados pela pasta, um espaço antes degradado recebeu manutenção e instalação de canteiros e bancos. Depois da intervenção, moradores idosos passaram a frequentar a área diariamente. [LEIA_TAMBEM]A presença constante transformou a área em ponto de encontro e alterou a rotina do entorno. “Essas pessoas relataram o quanto aquilo fez diferença”, enfatiza Marcos Teixeira. “Saíram do isolamento, passaram a conviver. Não é só uma melhoria visual. Quando há ocupação, há mais circulação”. Segundo o secretário, espaços ativos tendem a ser mais preservados e seguros porque passam a integrar o cotidiano da comunidade. Entre os exemplos de maior visibilidade está o entorno do Sesi Lab, na área central de Brasília. A intervenção conectou três praças no trecho entre o Setor de Diversões Sul e o Museu da República, ampliando o fluxo de pedestres e consolidando o espaço como ponto de convivência e atividades culturais. “Foi um dos casos mais emblemáticos; mostrou como a parceria pode transformar uma área inteira, estimulando circulação e permanência das pessoas”, afirma o secretário. Da escala urbana ao cotidiano Espaço adotado pelo Cebraspe passou a ter estacionamento organizado, além de áreas dedicadas ao lazer  Em junho de 2025, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) firmou termo de cooperação, com investimento estimado em R$ 230 mil, para recuperar a área pública em frente à sua sede. O local recebeu rampa de acessibilidade, escadaria com corrimão e piso tátil, piso intertravado, bancos, mesas, pergolados, redários, paisagismo e reorganização do estacionamento, com 83 vagas demarcadas (67 para carros e 16 para motocicletas), além de bicicletário e sinalização. Larice dos Santos trabalha próximo a um local mantido pelo Adote uma Praça: “Ficou mais agradável. A gente tem um lugar para descansar e conversar” Para quem trabalha na região, a mudança foi percebida no dia a dia. “Antes não tinha estacionamento organizado nem espaço de lazer. Hoje o pessoal usa bastante”, relata a analista administrativa Larice Araújo dos Santos. “Na hora do almoço, muita gente vem para cá. Joga dominó, truco, tem gente que pendura rede. Melhorou a qualidade de vida”. Segundo ela, o uso constante trouxe organização e sensação de cuidado ao entorno: “Ficou mais agradável. A gente tem um lugar para descansar e conversar. Isso muda a rotina de quem trabalha aqui”. Como participar Interessados podem procurar a administração regional responsável pela área desejada ou protocolar o pedido pela internet.. Após análise de viabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), a Sepe-DF formaliza o termo e acompanha a execução. “O cidadão pode participar do desenvolvimento da cidade”, reforça o secretário de Projetos Especiais. “Quando ele usa o espaço, ele preserva, e isso fortalece a comunidade”.  

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Comunidade Kids leva diversão e aprendizado às crianças de Santa Maria  

A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) promove, neste sábado (6), mais uma edição da Comunidade Kids, desta vez em Santa Maria. A ação ocorrerá das 9h às 14h, no estacionamento do Ginásio Poliesportivo da QC 1, levando à população uma manhã repleta de lazer, atividades educativas e serviços para as crianças e famílias da região.  Além da Seac-DF, participam da ação o Detran-D, a Administração Regional de Santa Maria, a Caesb e o SLU | Foto: Divulgação/Seac-DF   A iniciativa é fruto de parceria com a Administração Regional de Santa Maria, com apoio do Detran-DF — que levará uma apresentação de teatro infantil sobre o trânsito —,  da Caesb e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).  Durante toda a programação, as crianças poderão aproveitar tobogã, pula-pula, cama elástica, piscina de bolinhas, pintura facial, escultura de balão e uma oficina criativa. Haverá distribuição de pipoca e algodão-doce.  Elaborado pela Seac-DF, o Comunidade Kids percorre as regiões do Distrito Federal levando lazer, inclusão e aprendizado, com o objetivo de fortalecer os vínculos comunitários e promover o desenvolvimento integral das crianças por meio de experiências lúdicas e educativas.  “O Comunidade Kids é uma ação que aproxima o governo das famílias, criando espaços de convivência, cuidado e alegria”, resume a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “Em Santa Maria, esperamos mais uma manhã especial, onde o brincar se transforma em aprendizado e integração comunitária. Seguimos firmes no  propósito de estar presentes nos territórios, ouvindo, acolhendo e contribuindo para o bem-estar das nossas crianças.”    *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade

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Obras: desafios e metas cumpridas marcaram 2023

“Desde que recebi a missão do governador Ibaneis Rocha de liderar a Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF, mergulhei numa jornada que tem sido uma junção de desafios e conquistas. Cada projeto que abraço, vejo-o como mais uma importante contribuição para a melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal. Essa é a motivação pela qual eu e minha equipe de dedicados servidores da secretaria não medimos esforços para entregar vias asfaltadas, redes de drenagem eficientes, calçadas acessíveis e bem-executadas, espaços de convivência revitalizados e utilizados pela população. O ano de 2023 destacou-se por importantes entregas. É o caso do Túnel Rei Pelé e do Boulevard, obras que mudaram a realidade do centro de Taguatinga, e do Viaduto Luiz Carlos Botelho Ferreira, no Sudoeste, mais um avanço na construção do corredor Eixo Oeste, corredor BRT que vai ligar o Sol Nascente ao Plano Piloto, proporcionando fluidez no tráfego da região. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A requalificação da Avenida Paranoá era uma demanda antiga da população local. Não posso deixar de mencionar as obras em andamento na W3 Sul e no Setor Comercial Sul, ambas com o intuito de recuperar esses centros comerciais tão importantes para Brasília. O ano de 2024 promete mais trabalho, mais entregas e, acima de tudo, mais realizações. É nesta empreitada que sigo, em meio a desenhos técnicos e canteiros de obras, descobrindo a beleza de dar forma ao futuro. Certo de que cada obra de infraestrutura é uma peça no quebra-cabeça da evolução, eu, como engenheiro, tenho o privilégio de ser parte dessa narrativa de progresso e transformação. Vamos em frente!” *Luciano Carvalho, secretário de Obras e Infraestrutura

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