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VIII Olinsesp: segurança pública do DF celebra encerramento de olimpíadas com foco na integração e valorização do servidor

O Distrito Federal celebrou, nesta terça-feira (31), o encerramento das VIII Olimpíadas de Integração da Segurança Pública (Olinsesp), evento que marca a conclusão de uma jornada voltada para a valorização do capital humano das forças de segurança da capital. A competição, que começou em 24 de fevereiro, consolidou-se como um pilar essencial para o fortalecimento daqueles que protegem a vida dos brasilienses.  Ao longo de 36 dias de competições, mais de 2 mil atletas, divididos em 12 equipes, disputaram medalhas em 19 modalidades esportivas masculinas, femininas e mistas, como futebol de campo, vôlei, basquete, futsal, atletismo, truco, dominó, triathlon, jiu-jitsu, judô, tênis de mesa, vôlei de praia, corrida, beach tennis, futevôlei, xadrez, natação, calistenia e cabo de guerra.    No total, a VIII Olinsesp teve 253 campeões. Além da prática esportiva, o evento promoveu a união institucional entre policiais civis, militares, bombeiros e demais agentes. Entre os pilares das olimpíadas, estão, ainda, o aprimoramento do condicionamento físico e o desenvolvimento da cultura esportiva.  “A gente vê todas as forças, mas não só as do DF. A gente vê participar também as forças federais, a polícia legislativa, a polícia do Judiciário… Então, isso nos faz ter a certeza de que estamos todos do mesmo lado, construindo boas práticas, nos conhecendo, confraternizando. E isso tem um efeito muito grande nas nossas atividades do dia a dia. As forças de segurança têm que se conhecer, têm que se respeitar, e as olimpíadas trazem esse espírito”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Ao longo de 36 dias de competições, mais de 2 mil atletas, divididos em 12 equipes, disputaram medalhas em 19 modalidades esportivas masculinas, femininas e mistas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília De acordo com a comandante-geral da PMDF, Ana Paula Habka, o exercício físico já faz parte da rotina dos militares da corporação: "A gente já trabalha tanto, e eu vejo o tanto que eles se esforçam, porque no dia a dia já estão nas ruas e mesmo assim tiram aquele momento de folga para pegar um local emprestado para fazer um treinamento. Então, a minha busca é essa, dar dignidade aos nossos policiais para que tenham uma oportunidade de treinar, de se empenhar e também de fazer a nossa atividade fim que é servir e proteger". Para o comandante do CBMDF, coronel Moisés Barcelos, a iniciativa é uma forma de estimular o bom desempenho da tropa: "A nossa atividade de segurança pública depende muito do nosso condicionamento mental e físico. Então, incentivar o esporte é fundamental para que a gente mantenha o nosso físico pronto para o nosso serviço". Quadro de medalhas Segundo o regulamento da competição, foram atribuídos 20 pontos a cada medalha de ouro, 15 por prata e 12 por bronze. Do quarto lugar em diante, foram dados 9 pontos, 7 pontos (5º lugar), 5 pontos (6º lugar), 4 pontos (7º lugar), 3 pontos (8º lugar), 2 pontos (9º lugar) e 1 ponto (10º lugar).  Confira a pontuação geral por equipe: 1. PMDF: 619 pontos (98 medalhas de ouro, 63 de prata e 68 de bronze) 2. CBMDF: 570 pontos (65 medalhas de ouro, 59 de prata e 48 de bronze) 3. PCDF: 501 pontos (52 medalhas de ouro, 58 de prata e 54 de bronze) 4. Detrab-DF: 234 pontos (8 medalhas de ouro, 11 de prata e 16 de bronze) 5. SSP-DF: 233 pontos (9 medalhas de ouro, 9 de prata e 17 de bronze) 6. Sejus: 222 pontos (2 medalhas de ouro, 8 de prata e 16 de bronze) 7. Polícia Penal-DF: 215 pontos (8 medalhas de ouro, 17 de prata e 13 de bronze) 8. Polícias Legislativas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados: 127 pontos (4 medalhas de ouro, 3 de prata e 4 de bronze) 9. Polícia Legislativa do DF: 72 pontos (5 medalhas de ouro, 7 de prata e 4 de bronze) 10. PRF: 60 pontos (1 medalha de ouro, 1 de prata e 3 de bronze) 11. Polícia Penal Federal: 35 pontos (1 medalha de ouro, 2 de prata e 2 de bronze) 12. Polícia Judicial: 29 pontos (4 medalhas de bronze).

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Projeto escolar estimula vivência e respeito à diversidade nas aulas de educação física

A Escola Parque 303/304 Norte promoveu, na última semana, o projeto “Diversidade na Educação Física: vivenciando as dificuldades das pessoas com deficiência e sua inclusão nas práticas esportivas”. A ação celebrou o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado no domingo (21), e busca transformar o olhar dos estudantes sobre acessibilidade e inclusão. Iniciativa apresenta aos estudantes vivências reais sobre os desafios da acessibilidade e a importância da inclusão por meio do esporte | Fotos: Mary Leal/SEEDF O projeto é conduzido pela professora e especialista em Psicomotricidade Relacional, Luciane Vaneli. A docente explica que as ações envolvem alunos com e sem deficiência em atividades que vão além do esporte tradicional. Eles participam de situações que simulam a rotina de pessoas com deficiência física, auditiva e visual, promovendo empatia e respeito dentro e fora da sala de aula. O projeto Diversidade na Educação Física também aborda o combate ao capacitismo nas falas e atitudes dos estudantes, promovendo o respeito às pessoas com deficiência “Se eu encontrar uma pessoa com deficiência visual, vou primeiro perguntar se ela precisa de ajuda. E, se ela disser que precisa, eu ajudo.” A fala é de Bento Conti, 11 anos, que participou de uma atividade vendado, com os colegas da sala. Já Davi Lopes, 10, participou do futebol de cinco e falou sobre a experiência de guiar-se pelo som da bola, ressaltando a importância da cooperação e da gentileza na partida. “No futebol com venda, a gente se guia pelo barulho da bola e precisa se ajudar o tempo todo. É uma experiência que mostra como uma pessoa com deficiência visual se sente no dia a dia.” Luciane Vaneli explica que a iniciativa tem como objetivo mostrar que a atividade física pode e deve ser acessível a todos. “É fundamental que todos participem de forma colaborativa, aprendendo uns com os outros, o que promove o desenvolvimento social e emocional”, destacou a docente. Os estudantes Bento Conti (esquerda) e Davi Lopes (direita) participaram das atividades. "É uma experiência que mostra como uma pessoa com deficiência visual sente no dia a dia", comentou Davi Combate à invisibilização Este ano, as atividades ganharam caráter interdisciplinar, envolvendo as áreas de educação física, artes, teatro e musicalização. Antes das práticas, os estudantes tiveram aulas teóricas sobre inclusão, artistas com deficiência e combate ao capacitismo, aprendendo que respeitar a autonomia e oferecer ajuda apenas quando solicitada são atitudes fundamentais. Nas aulas de musicalização, os alunos foram convidados a explorar os sentidos além da visão, audição e tato ao tocar instrumentos. “Quando apresentamos artistas com deficiência visual, como Hermeto Pascoal, muitos ficaram impressionados porque não o conheciam. Isso combate a invisibilização e desperta empatia, que só se desenvolve com a experiência real”, explicou o professor Felipe Sobral. O futebol de cinco pessoas — no qual os participantes são vendados e precisam se guiar pelo som da bola — foi uma das atrações mais disputadas pelas crianças Gentileza gera gentileza Na parte prática, cerca de 50 alunos por turma, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, participaram de modalidades como futebol de cinco, vôlei sentado e uma pista de obstáculos acessível. As atividades mostraram as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da cooperação. Felipe Sobral ressalta a relevância do desenvolvimento da empatia em relação ao próximo durante a segunda infância. “No início, muitas crianças do projeto sentem medo por estarem temporariamente sem um dos sentidos ou numa situação de mobilidade reduzida, mas com o apoio dos demais colegas adquirem mais confiança em participar”, contou o professor. [LEIA_TAMBEM]A estudante Isabella Vasconcelos, 11 anos, participou do circuito usando cadeira de rodas e guiando colegas vendados. “Foi difícil passar pelas cordas e bambolês. As pessoas que usam cadeira de rodas enfrentam buracos e rampas ruins todos os dias. Coloquei-me no lugar delas e percebi como o apoio faz diferença”, contou. O projeto Diversidade na Educação Física também aborda o combate ao capacitismo nas falas e atitudes dos estudantes, promovendo o respeito às pessoas com deficiência. Os alunos aprendem ainda sobre a importância de não ocupar espaços destinados a pessoas com mobilidade reduzida, como vagas e assentos preferenciais. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Ceilândia se destaca na formação de estudantes-atletas no triatlo

Participar de uma prova que envolve nadar, correr e andar de bicicleta não é para qualquer um — exige muito preparo físico e mental, além de resiliência. Essa é a rotina de dois estudantes-atletas de triatlo, representantes do Distrito Federal nos Jogos da Juventude 2025: Larissa Ribeiro, de 16 anos, do Centro Educacional (CED) 16 de Ceilândia; e Vinícius Pessoa, 14 anos, do Colégio WGS, também localizado em Ceilândia. A prova, que fez parte do segundo bloco de modalidades da competição, foi realizada em torno da Orla da Ponte JK, um dos cartões postais do DF. Larissa competiu com outras 14 atletas de várias unidades da Federação, concluindo a prova em 34 minutos, em 11º lugar. “É emocionante só de estar aqui, porque não é fácil, cansa muito. Então eu fiquei muito feliz de ter finalizado a prova. Minha família veio me apoiar, minha escolinha de triatlo também”, contou. A última modalidade a ser executada no percurso é a corrida. “Foi muito difícil pra mim. A corrida é o último, então você tem que forçar muito a perna”, explicou Larissa. Atletas do triatlo de várias delegações conheceram o Lago Paranoá, palco da disputa de duas modalidades nos Jogos da Juventude | Foto: Juliana Avila/COB Técnico olímpico  O técnico da equipe de triatlo da delegação do DF é Leandro Macedo, que participou das Olimpíadas de Sydney, em 2000, e de Atenas, em 2004. Convidado para treinar os meninos para os Jogos da Juventude, ele relembra a própria trajetória. “Quando comecei, não tinha os jogos escolares, então comecei tarde, com 18 anos", disse. “Para um sonhador como eu, a única chance que tenho de deixar o esporte melhor, uma vida melhor para os meus filhos, netos, é trabalhando na base, trabalhando com esses meninos os valores do esporte”, complementou. Alunos do projeto social comandado pelo técnico Nildomar dos Passos, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões, em Ceilândia, faz parte da rotina de Larissa e Vinícius, que equilibram a vida de atletas com a de estudantes. “Minha rotina está sendo boa, estudo de manhã e treino na parte da tarde. Mas arranjar tempo para descansar é muito importante”, mencionou Vinícius.  Prata em casa Ainda no segundo bloco dos Jogos da Juventude 2025, o Lago Paranoá foi palco de outra competição: a de natação em águas abertas. E foi justamente no local que a estudante Maria Eduarda Borges, de 15 anos, conquistou a medalha de prata na modalidade. “É minha primeira vez numa edição de competição escolar. Estou muito feliz com o resultado. Eu me senti muito nervosa, mas agora estou aliviada”, celebrou a estudante do colégio Marista, que já competiu em lugares como Itajaí (SC) e em Fortaleza (CE). A equipe masculina de futsal do DF disputará a final contra o time de São Paulo | Foto: Victor Bandeira/SEEDF A natação em águas abertas é uma modalidade realizada em ambientes naturais como oceanos, lagos ou rios, em vez de piscinas, na qual o objetivo é completar uma determinada distância no menor tempo possível.  Goleada atrás de goleada Já fora da água, em terras firmes, a equipe masculina do Distrito Federal de futsal chegou até a final, com um ótimo desempenho na fase classificatória. Com um saldo de 30 gols em quatro partidas, o DF só perdeu um jogo que disputou. Os craques do time, Maurício Pedrosa, do Colégio Marista, e Pedro Henrique Ribeiro, do Centro de Ensino Médio (CEM) 111 do Recanto das Emas, brilharam em quadra.  “Eu participei da seletiva para estar aqui, e graças a Deus eu passei, e estou podendo presenciar tudo isso. Fico muito feliz, porque é muito tempo, esforço e ver que a gente tá sendo retribuído pelo nosso trabalho é muito gratificante”, relatou Pedro Henrique Ribeiro. Ele complementa: “É a primeira vez que estou participando dos Jogos da Juventude, a estrutura tá muito fera, eu nunca tinha presenciado isso antes", avaliou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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GDF reforça segurança e amplia infraestrutura no Parque da Cidade, que completa 47 anos

Agência Brasília · GDF REFORÇA SEGURANÇA E AMPLIA INFRAESTRUTURA NO PARQUE DA CIDADE, QUE COMPLETA 47 ANOS Considerado o pulmão do Distrito Federal e o maior parque urbano da América Latina, o Parque da Cidade Sarah Kubitschek completa 47 anos em outubro. Para marcar a data, representantes de permissionários históricos do local - como Nicolândia, Gibão, Alpinus e Carreira Kart - se reuniram neste sábado (2) para agradecer o apoio e os cuidados prestados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) à região.  Aproximadamente 800 mil pessoas circulam por mês pelo Parque da Cidade, que tem estrutura para atender a um público bastante diversificado | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília  Com uma área de 420 hectares, o espaço recebe, em média, 790 mil pessoas por mês e oferece uma série de atrativos para todas as idades, como churrasqueiras, quadras para a prática de modalidades esportivas, parques infantis, praças, lagos, um centro hípico, restaurantes e o grande Pavilhão de Exposições. “Eu acho que o parque ainda tem muito a contribuir com Brasília” Governador Ibaneis Rocha O governador Ibaneis Rocha lembrou que o Parque da Cidade é um dos locais mais frequentados de Brasília, onde as pessoas praticam esportes, se divertem e convivem em família. “Eu mesmo frequento aqui com minha esposa e meu filho”, relatou. Ele explicou que o governo vem promovendo, ao longo do tempo, um processo de revitalização dos espaços do parque, valorizando uma área tão importante para a cidade. Mais segurança Entre as melhorias recentes, Ibaneis citou o novo cercamento do parque, que começa a ser instalado na segunda-feira (4), e a conclusão da instalação da iluminação de LED em todo o parque, finalizada há duas semanas. Ambas as ações, segundo ele, reforçam a segurança dos frequentadores. “Eu acho que o parque ainda tem muito a contribuir com Brasília”, enfatizou. Almir Vieira (E), presidente da  Associação dos Permissionários do Parque da Cidade: “Hoje, temos um parque mais seguro, mais agradável para a população. Isso é resultado do esforço conjunto” | Foto: Renato Agência Brasília  O presidente da Associação dos Permissionários do Parque da Cidade, Almir Vieira, explicou que o evento foi uma oportunidade de reunir os permissionários para agradecer ao GDF pelo trabalho realizado no local. “Quisemos chamar o governador para mostrar que nós reconhecemos e agradecemos o trabalho incansável do administrador Todi Moreno, que tem atuado lado a lado com a comunidade”, afirmou. “Somos permissionários antigos”, prosseguiu Almir. “Muitos de nós estão aqui há mais de 35 anos. A Nicolândia, por exemplo, vai completar 50 anos de atuação no parque. Hoje, temos um parque mais seguro, mais agradável para a população. Isso é resultado do esforço conjunto, e nós, como permissionários e como parte da comunidade, nos sentimos favorecidos.” Melhorias Recentemente, o parque urbano recebeu uma série de reformas que melhoraram a infraestrutura da área. Em destaque, a instalação de novos postes de iluminação LED no parque Ana Lídia e a reforma de banheiros masculinos, femininos e para pessoas com deficiência ou com alguma dificuldade de locomoção. Todi Moreno (D), administrador do Parque da Cidade: “Vamos abrir tudo que está fechado: quiosques, restaurantes, tudo será regularizado e devolvido à população” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Segundo o administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno, diversas reformas foram feitas nos últimos anos, mas as mais impactantes foram a dos banheiros e a da iluminação. “O parque, inaugurado em 1978, estava há muito tempo sem revitalizações”, comentou. “A maior reclamação dos frequentadores era em relação aos banheiros, então esse foi nosso primeiro foco. Em seguida, partimos para a iluminação, que era a segunda maior demanda”. Hoje, o parque conta com iluminação 100% em LED, que cobre todo o circuito dos 420 hectares. O trabalho foi executado em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF) e com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), além da destinação de uma emenda parlamentar de R$ 1,5 milhão, por meio do presidente da Câmara Legislativa do DF (CLDF), Wellington Luiz. Regularização De acordo com o administrador, o próximo passo é a reforma dos brinquedos e de toda a estrutura do parque. “Vamos abrir tudo que está fechado: quiosques, restaurantes, tudo será regularizado e devolvido à população”, afirmou. Ele também destacou a ampliação da acessibilidade e o aprimoramento da organização dos eventos, por meio da atualização do regimento interno. [LEIA_TAMBEM]“O regulamento anterior já não se aplicava mais”, pontuou o gestor. “Estamos elaborando um novo, com regras claras para horários de montagem e desmontagem de eventos, respeito às ciclovias e às faixas de caminhada. O Parque da Cidade nunca esteve tão programado e planejado como agora, no governo Ibaneis.” Sobre a esperada reforma da Piscina com Ondas, o administrador informou que a previsão de entrega da primeira piscina é março de 2026. “Essa é a nossa meta, e acreditamos que, junto à Novacap e à empresa contratada, vamos conseguir entregar esse presente que faz parte da memória afetiva de tantos brasilienses”, reforçou. Piscina com Ondas R$ 18,2 milhões Total de investimenos para o complexo aquático a ser construído no Parque da Cidade   Desativada há 27 anos, a Piscina com Ondas do Parque da Cidade já está com a reforma planejada. As obras estão em andamento, com os primeiros projetos executivos de arquitetura e estrutura já aprovados e o início da demolição dos pisos existentes, além da retirada do entulho. Com investimento de R$ 18,2 milhões, o novo complexo aquático terá, além da tradicional piscina com ondas, um rio lento, piscinas infantis com brinquedos e áreas de convivência. A ordem de serviço foi assinada em novembro do ano passado. Todi Moreno também falou sobre o novo cercamento do parque, anunciado pelo governador Ibaneis Rocha. Serão cerca de 15 mil metros de cerca, que trarão mais segurança para o espaço, especialmente com o reforço da iluminação e a instalação de câmeras de monitoramento. “O Parque da Cidade será totalmente seguro”, afirmou. “Quem cometer crime aqui dentro será identificado, inclusive por placas de veículos. Ladrão aqui não vai mais vingar”. Outras intervenções Este GDF publicou, em julho deste ano, o extrato do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre a Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF), a SEL-DF, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e a Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (Fapto) para a estruturação de um projeto voltado à requalificação do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek.  Reaberta em junho do ano passado, graças a uma parceria do GDF com o Laboratório Exame e a empresa Mude, a academia pública do Parque da Cidade Sarah Kubitschek tornou-se um ponto de encontro para brasilienses de diferentes idades e estilos de vida. O espaço oferece acesso gratuito para quem quer desempenhar atividades físicas, além de reforçar a conexão entre prática esportiva e qualidade de vida em um ambiente ao ar livre. Além disso, foi reforçado o plantio das árvores, conforme o projeto do paisagista Roberto Burle Marx, no ano passado, depois da supressão dos pinheiros que ocupavam a área havia mais de quatro décadas. As novas plantas estão saudáveis e, futuramente, vão encantar os frequentadores e embelezar, ainda mais, o espaço público.  

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