Saiba como ter acesso a benefício que disponibiliza auxílio mensal de R$ 150
O programa DF Social consiste no repasse mensal de R$ 150 para famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. O auxílio é direcionado a núcleos familiares com renda per capita mensal igual ou inferior a R$ 810,50, valor que equivale a meio salário mínimo. Para ter acesso ao programa, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único. A inclusão dos beneficiários ocorre de forma automática, de acordo com o cruzamento de dados declarados no sistema e a disponibilidade orçamentária, não sendo necessário realizar pedido formal de ingresso. As famílias precisam estar inscritas no Cadastro Único para ter acesso ao benefício do programa social | Foto: Renato Raphael/Divulgação Famílias que integravam o antigo programa DF Sem Miséria (DFSM) até outubro de 2021 podem receber valores complementares, desde que a soma das quantias do Bolsa Família e do DF Social seja inferior ao montante recebido anteriormente pelo DFSM. O cronograma de liberação do auxílio ocorre no primeiro dia útil do mês subsequente ao da folha de pagamento. O valor referente ao mês de julho, por exemplo, é depositado no primeiro dia útil de agosto, salvo exceções operacionais. A movimentação dos valores exige a abertura de uma conta social gratuita junto ao Banco de Brasília (BRB), procedimento que pode ser feito pelo aplicativo BRB Mobile (disponível para sistemas Android e iOS). Após a abertura da conta, o prazo de emissão do cartão magnético é de dez a 15 dias. O cidadão deve consultar o portal do GDF Social para verificar a unidade bancária de retirada do documento, além de confirmar a seleção no programa. O saldo pode ser movimentado por saques ou transações digitais via aplicativo, como Pix e pagamento de boletos. Os critérios normativos para o ingresso no programa são: I – Inscrição regular no Cadastro Único; II – Renda familiar per capita mensal igual ou inferior a meio salário mínimo; III – Residência declarada no Distrito Federal. Requisitos complementares para a concessão: I – Ausência de pendências ou processos de fiscalização cadastral da família; II – Inclusão do CPF do Responsável Familiar (RF) no Cadastro Único; III – Abertura de conta social no BRB pelo responsável familiar. Em cenários de limitação orçamentária, a prioridade para o atendimento segue a ordem abaixo: I – Famílias vindas do programa DF Sem Miséria em outubro de 2021, com renda per capita mensal de até R$ 140, enquanto mantida a condição; II – Famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; III – Famílias com crianças de até 6 anos; IV – Famílias com pessoas com deficiência; V – Famílias com pessoas idosas; VI – Pessoas ou famílias em situação de rua. A classificação interna de cada grupo prioritário adota como critério de desempate a maior idade do responsável familiar registrado no Cadastro Único.
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Projeto Melhorias Habitacionais beneficia famílias na Estrutural
Duas famílias da Estrutural tiveram as casas em que residem, reformadas por meio do programa Melhorias Habitacionais, no qual é executado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). A entrega oficial aconteceu nesta quinta-feira (27) e, graças às obras, vão poder viver com mais segurança, conforto e qualidade de vida, porque agora contam com moradias renovadas e adaptadas às suas necessidades. “Fico feliz em ver minha mãe feliz, porque tínhamos vergonha de trazer as pessoas em casa”, diz Giovana, ao lado de Aline | Foto: Divulgação/Codhab Aline dos Santos Miranda, 42, natural do Maranhão, viu o lar em que reside desde 1997, ganhar uma nova vida após a reforma. Casada e mãe de três filhos, Aline trabalha há um ano em uma cooperativa de reciclagem e agora pode contar um ambiente mais seguro e confortável para sua família. “Eu gostei muito de como ficou a ventilação, a iluminação que melhorou, aqui era muito escuro. E eu fico feliz em ver minha mãe feliz, porque tínhamos vergonha de trazer as pessoas em casa, meu pai é acumulador e é muito difícil a situação, mas eu sei que agora vai ser diferente”, relata Giovana, filha do casal. “Agora tudo está seguro e confortável para nós e nossos filhos”, comemorou Santina Alves Gouveia Com um investimento de R$ 44.803,80, a reforma incluiu a renovação total das redes hidráulica, hidrossanitária, elétrica e de esgoto, além da substituição de todas as portas e janelas. O telhado foi completamente refeito e o contrapiso da área externa foi reformado para garantir mais segurança. Melhorias na caixa d’água e reparos para evitar infiltrações também foram realizados. “Eu sempre quis melhorar minha casa para os meus filhos, nós mulheres gostamos das coisas arrumadinhas, e agora ficou tudo perfeito, só tenho a agradecer”, disse Aline, emocionada. O casal goiano Genival Alves Gouveia, 40, e Santina, 42, também teve sua realidade transformada pelo programa. Ele trabalha como gari e ela atua na área de limpeza em um supermercado. Juntos, criam três filhos, uma menina e dois meninos. Genival nasceu em Goianésia e Santina, em Niquelândia, mas construíram toda a história deles aqui no DF e, na maior parte do tempo, na Estrutural. Mais de 200 famílias de baixa renda já foram beneficiadas com as reformas promovidas pelo projeto Melhorias Habitacionais A obra, com um investimento de R$ 39.798,30, trouxe melhorias essenciais para a residência, como a renovação do telhado e a instalação de um novo forro de PVC. Todas as paredes receberam textura para maior durabilidade, e o piso cerâmico foi instalado em toda a casa. A rede elétrica e hidrossanitária foi modernizada, com novos pontos de instalação para maior funcionalidade. Além disso, a pia da cozinha foi realocada para um espaço mais adequado e o banheiro recebeu novos equipamentos sanitários, incluindo um chuveiro moderno e eficiente. “Esperamos essa reforma por muito tempo e agora vemos nosso sonho realizado. Antes, tínhamos muitos problemas na casa, principalmente o piso, era o que mais me incomodava, mas agora tudo está seguro e confortável para nós e nossos filhos”, disse Santina, emocionada. Desde 2019, o programa Melhorias Habitacionais já beneficiou cerca de 200 famílias no Distrito Federal, com um investimento total superior a R$ 6,5 milhões. A iniciativa atende famílias de baixa renda, garantindo que seus lares sejam seguros e adequados para uma vida digna. “Em nome de toda a diretoria e de toda a equipe da Codhab, desejo que essas famílias encontrem muita felicidade em seus novos lares. Que elas possam compartilhar momentos especiais com seus entes queridos e amigos recebendo-os com alegria e conforto em suas casas”, ressaltou o gerente Assistência em Projetos e Obras, Wison Mozzer. *Com informações da Codhab-DF
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 27 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 3.755 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social – não se trata de uma conta bancária comum – aberta até as 18h do dia 27 deste mês. Cartão DF Social é destinado a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF Aqueles que não fizerem o procedimento no prazo estabelecido terão que aguardar nova rodada de contemplação. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo neste link. Para saber se foi contemplado, o cidadão precisa fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, basta informar CPF e data de nascimento do responsável financeiro, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. “É fundamental que as famílias mantenham suas informações cadastrais atualizadas e verifiquem se foram contempladas no programa”, reforça a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Além disso, é importante que a conta seja aberta dentro do prazo para garantir o recebimento desse auxílio mensal, que é tão essencial no dia a dia.” O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único. Para participar do programa, não é necessário solicitar a inclusão nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A seleção ocorre automaticamente, conforme priorização dos públicos descritos em lei e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Sedes-DF
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Mais 295 famílias são contempladas com subsídio do Passaporte Morar DF
Ampliar a oferta de moradia e reduzir o déficit habitacional é prioridade para o Governo do Distrito Federal (GDF), que, nesta sexta-feira (9), entregou 295 passaportes do programa Morar DF em evento na Praça do Buriti. O benefício vai permitir que famílias de baixa renda tenham um subsídio de R$ 15 mil para dar de entrada na casa própria. “Essa é uma iniciativa que dá dignidade às pessoas. Tenho certeza que vamos atingir todos aqueles que necessitam de moradia com esse programa. Tenho certeza que vai ficar marcado na memória de cada um de vocês que recebem esse benefício”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. Com as entregas de hoje, o GDF já emitiu 529 passaportes do Morar DF. “Essa é uma iniciativa que dá dignidade às pessoas. Tenho certeza que vamos atingir todos aqueles que necessitam de moradia com esse programa”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, durante a entrega de 295 passaportes do programa Morar DF | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília Concretização de um sonho O programa foi elaborado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh). Ele soluciona uma das principais dificuldades dos beneficiários na hora de financiar uma moradia: o valor de entrada que precisa ser repassado ao banco ou agente financeiro. Essa quantia pode ser alta demais para as famílias, que acabam por não conseguir arcar com o financiamento. Esse é o caso da recepcionista Claudete Rodrigues da Silva, 56 anos. Atualmente moradora do Areal, ela está comprando a sua primeira casa no Residencial Lúcio Mauro, em Samambaia, e estava com dificuldade para economizar o dinheiro da entrada do imóvel. “Quando recebi a notícia fiquei muito feliz. É um subsídio que a gente está recebendo deste governo. É muito importante porque nem todos têm essa reserva guardada. Ajuda muito a gente que trabalha e não tem como guardar dinheiro”, disse. A recepcionista Claudete Rodrigues da Silva comemorou o recebimento do benefício: “É muito importante porque nem todos têm essa reserva guardada. Ajuda muito a gente que trabalha e não tem como guardar dinheiro” A diarista Samara de Souza Fonseca, 43 anos, também saiu da Praça do Buriti com o Passaporte Morar DF em mãos. Ela vive há seis anos em Brasília, mas a luta pela moradia própria começou antes mesmo de vir para o Distrito Federal. “Vim do Amazonas para cá e morei em Goiás. Estou trabalhando aqui o tempo todo e lutando por isso. Sem esse subsídio eu não conseguiria ter a minha casa para morar com a minha filha. Sou autônoma, trabalho como diarista, então não teria condições”, admite. “Sem esse subsídio eu não conseguiria ter a minha casa para morar com a minha filha”, revelou a diarista Samara de Souza Fonseca Atualmente, a Codhab conta com mais de 100 mil habilitados – 96% deles são famílias que ganham até cinco salários mínimos. Ou seja, o Morar DF vem para enfrentar esse problema e atender as famílias de baixa renda, dando melhores condições de compra de unidades habitacionais. “É um subsídio de R$ 15 mil reais que o governo dá às pessoas que mais precisam, que ganham até 5 salários mínimos. É um governo que olha para as pessoas”, pontua o presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. Pelo Morar DF, os beneficiários poderão acessar cumulativamente outros subsídios de políticas habitacionais distritais ou federais como forma de facilitar a compra da moradia, exceto nos casos em que o imóvel já for subsidiado pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Ainda de acordo com a Codhab, muitos desses grupos familiares comprometem mais de 30% da renda com aluguel e encontram dificuldades para quitar os financiamentos. A consequência, muitas vezes, é a ocupação de residências em áreas irregulares, sem o devido acesso a serviços e infraestrutura.
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