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Feiras do DF recebem investimento de R$ 56,3 milhões e fortalecem tradições culturais nas RAs

Cerca de R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal de 2019 até o ano passado. Esses equipamentos públicos são estratégicos para o desenvolvimento social e econômico do Quadradinho, com fortalecimento de tradições culturais, geração de emprego e renda, além de incentivo ao empreendedorismo. Atualmente, existem 35 feiras permanentes e três shoppings populares — localizados em Ceilândia, Taguatinga e Gama —, que totalizam 12 mil bancas cadastradas, das quais cerca de 9 mil estão ocupadas, o equivalente a 75% do total. Nos últimos sete anos, aproximadamente R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A modernização e a ampliação das estruturas, juntamente com a regularização dos feirantes e a ocupação dos boxes, são prioridades do Governo do Distrito Federal (GDF) e compõem o programa Feira Legal, instituído em 2019. A iniciativa une esforços da Secretaria de Governo (Segov) e de outras pastas do Executivo, prevendo também a promoção de incentivos aos comerciantes e a oferta de entretenimento nos espaços. Já foram regularizados 3,6 mil feirantes. O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destaca os pilares do programa: a reforma das feiras, a regularização e o incentivo à atividade produtiva. “No caso da reforma, promovemos um ambiente mais apropriado para os trabalhadores, feirantes, para que tenham um local digno para trabalhar e oferecer aos seus clientes um ambiente também mais agradável. Mesma coisa em relação aos clientes, que, ao chegarem a uma feira que está reformada, sentem que o governo está cuidando de um equipamento público importante para a comunidade, sobretudo no Distrito Federal, em que nós não temos praia”, explica. Araújo reforça o papel cultural desses espaços. “No DF temos a característica fortíssima do uso das feiras como uma fonte de renda, mas principalmente como um local de visita e de compras para a comunidade. É um lugar onde as famílias se encontram, onde o povo aproveita os seus finais de semana e faz as suas compras e faz dessa oportunidade de estar nas feiras também um momento de prazer”, ressalta. A obra da feira do Riacho Fundo II foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021 este GDF conseguiu destravar a ocupação das bancas para um funcionamento pleno do comércio Bem-estar para comerciantes e clientes Desde 2019, mais de 20 unidades passaram por serviços de manutenção e modernização. As obras foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e contemplaram feiras-modelo e centrais em regiões como Riacho Fundo, Brazlândia, cinco em Ceilândia (P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba e Central), duas em Planaltina (confecções e hortifrutigranjeiros), Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama. A abertura da unidade do Riacho Fundo II era uma demanda antiga da comunidade, conforme recorda a feirante Zilma Pinheiro, 54 anos. A obra foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021, graças aos esforços deste GDF para destravar a ocupação das bancas, começou a funcionar plenamente. “Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana”, comenta. Quem também celebrou a abertura do espaço foi a feirante Amelly Amorim, 59, que mantém uma lanchonete em uma das bancas. Ela já trabalhou em feiras livres do Gama e de Santa Maria, convivendo com os desafios de não ter um ponto fixo. “Era muita dificuldade porque a gente tinha que carregar as coisas, pegar peso. A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade”, conta. “Sábado e domingo fica bem movimentado. Organizamos shows ao vivo também”. Amelly Amorim, feirante: "A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade" Projetos O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o investimento nesses equipamentos foi fundamental para valorizar o trabalho dos feirantes e proporcionar ambientes mais seguros e acessíveis. “Investir nas feiras reforça o compromisso com a modernização, garantindo melhores condições de convivência e geração de renda por meio de reformas e construções, como a da Feira de Santa Maria”, concluiu. Com obras em andamento, a Feira Permanente de Santa Maria recebe aporte na ordem de R$ 12 milhões. A obra, esperada há mais de 20 anos, promete mais conforto, segurança e estrutura moderna para feirantes e clientes. O novo espaço terá área total de 2.623,50 metros quadrados, com módulos edificáveis padrão. Também estão em execução serviços de manutenção nos equipamentos permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, Paranoá, Candangolândia e Taguatinga (QNL/QNJ). Outros pontos que recebem melhorias no momento são o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira do Produtor de Ceilândia, a Feira de Hortifrúti de Planaltina e a Feira da Torre de TV. Além disso, a Feira do Paranoá está em fase de licitação, e estão sendo elaborados projetos para a construção de unidades no Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras. Zilma Pinheiro, comerciante na Feira do Riacho Fundo II: "Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana" Segundo o subsecretário de Mobiliário Urbano e Apoio às Cidades da Segov-DF, Alexandre de Jesus Silva Yanez, os serviços executados seguem as necessidades específicas de cada unidade, a fim de atender às principais demandas dos permissionários e frequentadores. “Em São Sebastião, por exemplo, focamos a reforma da área de alimentação, que precisava muito de reparos. Em outras, as prioridades podem ser os banheiros, o telhado, o piso”, detalha. As intervenções incluem serviços como pintura geral, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias, manutenção de telhados, pisos e banheiros, além da modernização das áreas de alimentação. Mesmo as feiras que passaram por reformas completas continuam recebendo manutenção periódica, conforme o grau de criticidade e a disponibilidade orçamentária. Yanez explica, ainda, que a ocupação das bancas ocorre por meio de licitação. Aqueles que já mantêm algum boxe recebem documentação de regularização, enquanto os espaços vazios ou abandonados são retomados e disponibilizados para novo processo licitatório. “Hoje a licitação tem mais função social do que arrecadatória, porque arrecada um valor irrisório, mas proporciona um grande ganho social. Estamos dando espaço para o empreendedorismo e para a geração de emprego, além de impulsionar a cultura regional”, alega o subsecretário. “Feira é um negócio pujante, tem que ter gente, tem que estar girando. E incentivar isso é o objetivo principal do GDF, ocupar as feiras e gerar emprego e renda”.

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Feiras do DF recebem R$ 56,3 milhões em investimentos entre 2021 e 2025

Tradicionais polos de comércio, convivência e identidade cultural, as feiras públicas do Distrito Federal desempenham papel central no abastecimento alimentar, na geração de renda e na preservação da memória e da diversidade regional. Presentes na maioria das regiões administrativas, esses espaços conectam produtores e consumidores, garantindo à população acesso a alimentos frescos e a preços mais acessíveis. Entre 2021 e 2025, as feiras do DF foram contempladas com diversas ações de obras e manutenção, totalizando 22 intervenções. O investimento somou cerca de R$ 56,3 milhões e incluiu a construção de novas estruturas, reformas completas, ampliações, modernizações e serviços contínuos de manutenção, voltados à melhoria da infraestrutura. A Feira de Santa Maria está em construção, com investimento aproximado de R$ 14 milhões | Foto: Antonio Pinzan/Novacap Uma nova feira foi construída no Riacho Fundo II, e outras 21 passaram por serviços de manutenção já concluídos. São feiras-modelo e centrais de regiões como Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Brazlândia, P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba, Central de Ceilândia, duas em Planaltina (confecções e hortifrutigranjeiros), Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama. As obras fazem parte do programa de construção e manutenção de feiras públicas do Governo do Distrito Federal (GDF) e foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Entre as feiras permanentes que também receberam reparos estão as de São Sebastião, Ceilândia, Taguatinga (QNL/QNJ), Gama, Sobradinho II, Guará, Candangolândia, Samambaia (QN 202 e QN 210) e M Norte. Conforme a necessidade de cada espaço, as intervenções envolveram serviços de manutenção, como pintura geral, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias, pintura de alambrados, conservação de banheiros e manutenção de telhados. Mesmo as feiras que passaram por melhorias de maior porte continuam recebendo manutenção periódica, executada por meio de contratos continuados, de acordo com a demanda, a disponibilidade de recursos e o grau de criticidade de cada local. Manutenção constante "Tais medidas são de grande importância também para atrair os usuários e, consequentemente, potencializar o comércio nesses estabelecimentos" Paulo César Bastos, chefe do Departamento de Projetos da Novacap Os serviços de construção de novos mercados públicos e de manutenção das estruturas já existentes seguem em andamento. Atualmente, está em construção a Feira de Santa Maria, com investimento aproximado de R$ 14 milhões. Já as feiras permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, P Norte, Paranoá, Candangolândia e QNL/QNJ, em Taguatinga, passam novamente por manutenções. O Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira de Hortifruti de Planaltina, a Feira do Produtor de Ceilândia e a Feira da Torre de TV também estão sendo assistidos com serviços de manutenção, somando investimento de R$ 14 milhões. O chefe do Departamento de Projetos da Novacap, Paulo César Bastos, comentou que o GDF vem empreendendo esforços ao longo dos últimos anos para garantir melhorias e qualidade de vida no ambiente de trabalho dos feirantes espalhados pelo Distrito Federal. “Tais medidas são de grande importância também para atrair os usuários e, consequentemente, potencializar o comércio nesses estabelecimentos”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Mais feiras para a população Atualmente, a Novacap mantém projeto de construção da Feira do Paranoá em fase de licitação. Estão em fase de projetos para construção as feiras do Jardim Botânico, do Itapoã, de Arniqueira, do Recanto das Emas e de Águas Claras. Ainda há um projeto para reforma da Feira da Torre de TV. As propostas incluem construção e reforma das feiras e seguem em etapas técnicas e administrativas, como estudos, definição de escopo e planejamento orçamentário, necessárias para o início das obras. Para o morador de Ceilândia e frequentador assíduo da feira central da cidade, Elias José, de 66 anos, as feiras do DF refletem a diversidade regional que marca a formação da capital federal, reunindo costumes, sabores, sons e tradições de diferentes partes do país. “Frequentar feira é uma tradição antiga para mim, gosto de ir todos os fins de semana. É um espaço que faz parte da vida da gente, reúne gente de todos os estados e gerações, e ela ser bem cuidada e organizada é importante porque fica melhor para frequentar e para quem trabalha também”, concluiu. *Com informações da Novacap

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Vacinação em feiras do DF ganha destaque no fim de semana

As feiras do Distrito Federal serão pontos de vacinação neste fim de semana. No sábado (30), das 9h às 18h, haverá atendimento na Feira do Guará. No domingo (31), a vacinação ocorrerá na Feira Permanente de São Sebastião, das 8h às 15h. Neste final de semana, 55 locais vão oferecer vacinação no sábado e um no domingo | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A programação faz parte das ações da Secretaria de Saúde (SES-DF) para ampliar a cobertura vacinal. Além das feiras, a 4ª Caravana de Proteção Animal, na Praça do Trabalhador, em Ceilândia, também terá vacinação no sábado. No mesmo dia, um Carro da Vacina vai percorrer as ruas do Trecho 3 do Sol Nascente. Outras unidades funcionarão no Itapoã, na Igreja Assembleia Madureira, e na zona rural de Planaltina, na Escola Classe Coperbras. [LEIA_TAMBEM]Ao todo, serão 55 locais de atendimento no sábado e um no domingo. A lista completa, com endereços e horários, está disponível no site da Secretaria de Saúde. Em todos os postos, as vacinas seguem o Calendário de Vacinação, respeitando cada faixa etária. É necessário apresentar documento de identificação e a caderneta de vacinação. Caso o documento tenha sido extraviado, ainda assim será possível receber a dose. Os pontos de vacinação estão abertos a toda a população, independentemente da região administrativa de residência. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Rodoviária, feiras e estações de metrô do DF recebem ações de reforço no combate à dengue

A Secretaria de Saúde (SES-DF) intensificou as ações de combate à dengue em locais estratégicos de grande circulação, como a Rodoviária do Plano Piloto, todas as estações de metrô do DF e feiras permanentes em diversas regiões administrativas. A medida inclui a aplicação da técnica chamada Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), que utiliza inseticidas de alta durabilidade para minimizar a presença do mosquito transmissor. A Rodoviária do Plano Piloto é considerada pela Secretaria de Saúde um ponto estratégico; o produto aplicado tem poder residual prolongado, permanecendo ativo nas paredes e superfícies | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, o DF tem que continuar fazendo o seu dever de casa quando o assunto é dengue. “Não é porque tivemos uma diminuição de quase 98% dos casos neste início de ano, comparado com o ano passado, que podemos descansar. Pelo contrário, temos que continuar trabalhando e investindo para que a dengue não faça mais vítimas”, esclarece. “A eliminação de criadouros, como recipientes que acumulam água parada, continua sendo indispensável para conter a proliferação do mosquito” Edi Xavier, gerente de Vigilância de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo da SES-DF A borrifação será realizada até maio em feiras locais de Águas Claras, Gama, Cruzeiro, Fercal, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Riacho Fundo e Riacho Fundo II. Segundo o gerente de Vigilância de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo da SES-DF, Edi Xavier, a técnica é especialmente eficaz para reduzir o contato da população com o vetor. “A Rodoviária do Plano Piloto é um ponto estratégico. O produto aplicado tem poder residual prolongado, permanecendo ativo nas paredes e superfícies. Assim, ao repousar nesses locais, os mosquitos entram em contato com o inseticida e são eliminados”, explica. Os principais focos da pulverização incluem áreas próximas a banheiros, espaços de convivência e corredores. “É importante ressaltar que esta técnica é segura à população, animais domésticos e meio ambiente”, complementa o gerente. A técnica de borrifação residual é especialmente indicada para locais com grande movimentação de pessoas, onde há maior risco de proliferação de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. A expectativa é que as ações contribuam para uma redução significativa dos casos dessas doenças no DF. Saúde contra a dengue A técnica de borrifação é segura à população, animais domésticos e meio ambiente Além da borrifação, a SES-DF ampliou o número de profissionais envolvidos no combate ao Aedes aegypti. O contingente de agentes de vigilância ambiental (AVAs) aumentou de 415 para 915, e o de agentes comunitários de saúde (ACSs), de 800 para 1,2 mil. A Defesa Civil também reforçou seu time, passando de 70 para 109 agentes, com equipes destacadas para cada região administrativa. A secretaria também está investindo em tecnologia, com a aquisição de drones e de um aplicativo de georreferenciamento para identificar e monitorar focos do mosquito. Atualmente, 657 smartphones auxiliam os agentes no controle vetorial. O número de estações disseminadoras de larvicida, conhecidas como armadilhas, saltou de 2,3 mil para cerca de 4 mil. Esses dispositivos já foram instalados em locais como Sol Nascente/Pôr do Sol e, em breve, chegarão às regiões de Água Quente e Recanto das Emas. A instalação de ovitrampas também será ampliada, com previsão de 6 mil unidades em 2025. Engajamento da comunidade é indispensável O gerente de Vigilância de Vetores enfatiza que, embora as inovações sejam importantes, o apoio da população é fundamental. “A eliminação de criadouros, como recipientes que acumulam água parada, continua sendo indispensável para conter a proliferação do mosquito”, alerta. Com o esforço conjunto entre governo e sociedade, a SES-DF reforça seu compromisso em proteger a saúde da população e enfrentar os desafios do controle do Aedes aegypti. Resultados O ano de 2025 começou com uma queda significativa dos casos de dengue no Distrito Federal. A primeira semana de janeiro registrou 196 casos prováveis, o que representa uma redução de 97,6% em relação ao ano passado. No mesmo período de 2024, a capital já tinha 8.228, e, no ano anterior, 711 registros. *Com informações da SES-DF  

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