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Grupo é criado para aprimorar gestão das Farmácias de Alto Custo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) criou, nesta terça-feira (25), o Grupo de Intervenção e Apoio à Gestão das Farmácias de Alto Custo. A iniciativa tem como objetivo otimizar e padronizar os processos de atendimento nas unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) da Asa Sul, de Ceilândia e do Gama. Instituído pela Ordem de Serviço nº 26/2026, o grupo vai atuar na identificação de gargalos e no acompanhamento de indicadores relacionados ao funcionamento das três unidades. Entre as prioridades estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas, com identificação das causas de eventuais demoras no atendimento e na entrega de medicamentos. A equipe técnica também vai avaliar a força de trabalho, buscando adequar a distribuição dos profissionais às necessidades de cada unidade e acompanhar a produtividade. Na área de logística, serão monitorados o abastecimento e os níveis de estoque, com medidas preventivas para reduzir o risco de desabastecimento. Entre as prioridades das novas medidas estão a análise dos tempos de espera e da formação de filas | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF Outra frente de atuação será a padronização dos processos de trabalho, com a harmonização dos procedimentos adotados nas três Farmácias de Alto Custo do DF. Gestão baseada em indicadores O trabalho será orientado pelo acompanhamento sistemático de indicadores de desempenho. A proposta é identificar antecipadamente problemas assistenciais, administrativos ou logísticos e, a partir desse diagnóstico, estabelecer planos de ação específicos para cada situação. Vinculado à Assessoria de Gestão Estratégica da Subsecretaria de Assistência Farmacêutica e Logística (SAFLOG), o grupo terá caráter temporário e permanecerá em atividade pelo período necessário ao aprimoramento da gestão e do funcionamento das unidades. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Café com Projetos reúne 300 participantes para debater metodologias de gestão no DF

Expandir a cultura de gerenciamento de projetos dentro do Distrito Federal, trocar experiências e disseminar boas práticas aplicadas à realidade do setor público. Esses foram os objetivos do Café com Projetos, evento promovido nesta quinta-feira (9) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Project Management Institute (PMI-DF), no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. Encontro reuniu representantes de órgãos do GDF e da iniciativa privada, além de especialistas na área de gestão de projetos | Foto: Divulgação/Sedes-DF  Cerca de 300 pessoas participaram do encontro, entre servidores de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), da iniciativa privada e especialistas da área — convidados para conduzir a palestra “Gestão de Projetos na Prática”, que apresentou os conceitos fundamentais e exemplos, e o painel “Tecnologia e IA na Gestão de Projetos”, que discutiu o uso da inteligência artificial e os impactos na gestão de projetos. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão” Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social em exercício “Na etapa de iniciação, as ferramentas de inteligência artificial podem colaborar no planejamento, no desenvolvimento, por exemplo, de um plano de comunicação, de um cronograma, de uma estrutura analítica de projetos: é a automação, utilizando a IA, para tomada de decisão baseada em dados”, explica o presidente do PMI-DF, Matheus Rocha. “A prática que os palestrantes trouxeram mostra que os desafios vão existir, mas que há possibilidade de gestão para fazer boas entregas nos projetos.” Eficiência ampliada A gestão de projetos utiliza ferramentas tecnológicas para otimizar fluxos de trabalho e aumentar a eficiência e eficácia dos processos dentro de uma empresa ou órgão público, com resultados mais consistentes. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social em exercício, Jackeline Canhedo. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente, Rodrigo Freitas, reforça: “Esse tipo de evento garante troca de experiências e apresenta propostas de uso da inteligência artificial no setor público, com aplicação de conceitos e metodologias de projetos que enriquecem a política pública de assistência social”. Gestão de projetos [LEIA_TAMBEM]O projeto é um esforço temporário — com início, meio e fim —  para entregar um produto, serviço ou resultado que a organização precisa. A gestão de projetos garante que esse resultado ocorra de forma planejada, estruturada para agregar o valor que o negócio precisa. A partir do planejamento, fundamental para o sucesso do projeto, cria-se uma estrutura que será trabalhada e definem-se quais são as atividades e o que é preciso fazer para cumprir essas metas. “As ferramentas apoiam o time do projeto a ter essa visibilidade do que precisa ser feito e quando precisa ser realizado”, aponta Matheus Rocha. “Com a gestão desse projeto, é possível acompanhar quando tem um risco que pode atrapalhar a entrega, ter um replanejamento de datas para cumprir o cronograma. Essas ferramentas ajudam o gerente de projetos a ter essa previsibilidade do que vai ser entregue, se há riscos, para que, se tiver ameaças, ele tenha condições de agir previamente e garantir que não haja prejuízo. Entre as ferramentas mais conhecidas estão o MS Project, Monday.com, ClickUp, Kanban e o Trello, que é muito utilizado pela simplicidade.”   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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IgesDF alcança 77% das metas em 2025 e fortalece gestão com foco no cidadão

Planejar, acompanhar resultados e corrigir fluxos antes que os problemas virem crise. Essa tem sido a linha de ação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que completou, em 2025, o primeiro ano de execução do seu planejamento estratégico com avanços concretos na gestão e reflexos diretos no atendimento à população. Ao longo do ano, o instituto atingiu mais de 77% das metas estipuladas, realizou 12 reuniões operacionais, promoveu mais de 30 análises críticas, acompanhou mais de 40 indicadores estratégicos e estruturou quatro mapas de prioridades, ferramenta que organiza objetivos e direciona ações para cada área. Os resultados foram apresentados durante o Encontro de Balanço Estratégico 2025, realizado nesta terça-feira (10), que reuniu gestores para avaliar forças e fragilidades no comparativo entre 2024 e 2025 e alinhar os próximos passos do IgesDF. Promovido pela Coordenação de Planejamento Estratégico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua, o encontro marcou um momento simbólico de amadurecimento institucional. Para o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, o primeiro ciclo foi decisivo para ajustes e aprendizado. Promovido pela Coordenação de Planejamento Estratégico da Superintendência de Qualidade e Melhoria Contínua do IgesDF, o encontro marcou um momento simbólico para a Instituição | Foto: Divulgação/IgesDF “Foi um ano de muita calibração. Ajustamos rotas ao longo do caminho e tiramos lições importantes para avançar em 2026. A saúde é um sistema complexo e, por muito tempo, fomos levados apenas a apagar incêndios. O planejamento é o caminho para mitigar crises e alcançar resultados mais sustentáveis”, afirma. Gestão mais madura e orientada por indicadores Clayton destaca que investir em planejamento é fundamental para romper ciclos históricos de improviso na gestão pública. “Sem planejamento, ficamos presos à lógica de resolver problemas pontuais, sem mudar a realidade estrutural. A partir de 2026, o IgesDF passará a acompanhar cerca de 300 metas em todas as unidades, com processos contínuos de calibração ao longo do ano e maior peso para aquelas com maior impacto assistencial”, completa. O balanço estratégico evidenciou a evolução da maturidade gerencial do instituto, com análises mais qualificadas de forças e fragilidades. Para o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, a mudança já é perceptível no dia a dia das equipes. “Hoje, gestores e equipes conhecem suas metas, entendem o contrato de gestão e questionam resultados. Em 2024, isso não existia. O instituto evoluiu rapidamente, saindo da análise de números absolutos para discutir qualidade, valor e resultado assistencial”, avalia. Resultados que chegam ao cidadão Os avanços do planejamento estratégico já refletem diretamente no atendimento à população. Um dos destaques é a ouvidoria, que reduziu em 48% o prazo médio de resposta aos usuários, passando de 20 dias, limite máximo previsto na Lei nº 13.460/2017, para 10,3 dias. Essa lei estabelece regras de proteção e defesa dos direitos do cidadão que utiliza serviços públicos. No eixo de governança e integridade, mais de 4 mil colaboradores participaram de capacitações em compliance, termo usado para definir ações voltadas ao cumprimento de normas e à prevenção de irregularidades, um crescimento de 27% em relação a 2024. Já na comunicação institucional, o IgesDF registrou aumento expressivo no engajamento digital. O alcance nas redes sociais saltou de 65,5 milhões para 79,9 milhões, registrando crescimento de 22% na interação com a população. Ensino, pesquisa e inovação em alta A área de ensino e pesquisa também apresentou resultados significativos em 2025. O instituto publicou mais de 150 artigos científicos e ampliou em 19% os recursos captados pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), alcançando R$ 1,5 milhão em investimentos, um acréscimo de R$ 260 mil a mais do que no ano anterior. Para a titular da Diep, Emanuela Dourado, o planejamento estratégico foi essencial para engajar equipes e fortalecer a cultura institucional. “Muitas equipes sequer conheciam o contrato de gestão. Com o planejamento, passaram a entender seu papel dentro da Instituição. Isso gerou engajamento, motivação e uma competitividade saudável”, destaca. Guardiões das metas e próximos passos Outro ponto de destaque do ciclo 2025 foi a atuação dos Guardiões das Metas, grupo responsável por acompanhar e apoiar a execução das metas estratégicas nos setores. Segundo o coordenador de Planejamento Estratégico do IgesDF, Luiz Fillipe Rodrigues, a iniciativa aproximou o planejamento da rotina operacional das unidades. “Com os aprendizados do primeiro ano, o IgesDF inicia 2026 em um novo patamar de maturidade, com foco na gestão por indicadores, maior integração entre áreas, planejamento financeiro, orçamentário e de compras, além do aumento da eficiência assistencial”, finaliza. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Nova presidente do Conselho de Educação do DF toma posse defendendo mais inclusão na rede de ensino

Tomou posse, nesta quinta-feira (5), a nova presidente do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), Eliana Moysés Mussi, que comandará a instituição no biênio de 22 de dezembro de 2025 a 21 de dezembro de 2027. A vice-presidência será exercida por Erenice Natália Soares de Carvalho. A cerimônia simbólica marcou o início de uma gestão que promete intensificar o debate sobre políticas educacionais inclusivas. “Quando falamos de rede pública e rede privada, precisamos pensar na articulação de um sistema de ensino verdadeiramente inclusivo. É fundamental que todas as instituições tenham clareza sobre o que está determinado nas normatizações e que isso seja incorporado a um sistema mais amplo, que considere todo o ensino e dialogue com as forças governamentais e privadas para concretizar o objetivo final: a inclusão”, afirmou a presidente Eliana Moysés Mussi. Eliana Moysés Mussi: "É fundamental que todas as instituições tenham clareza sobre o que está determinado nas normatizações e que isso seja incorporado a um sistema mais amplo, que considere todo o ensino e dialogue com as forças governamentais e privadas para concretizar o objetivo final: a inclusão" | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Durante a posse, foi apresentado um relatório sobre educação especial no sistema de ensino do Distrito Federal, produzido pela presidente eleita em parceria com a técnica Renata Antunes de Souza. O documento apontou conquistas e desafios da área. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou a evolução das políticas de inclusão nas últimas décadas. “Temos uma boa discussão para fazer. No final dos anos 1990 e início dos anos 2000, buscava-se um mecanismo para garantir que as escolas privadas recebessem crianças com deficiência. Hoje, nenhuma escola pode mais recusá-las. Houve avanços importantes, mas ainda precisamos avançar mais. Esse diálogo é essencial para que possamos, juntos, fortalecer ainda mais a inclusão, especialmente diante de novos desafios que surgem ao longo do tempo", avaliou. "Essas articulações interinstitucionais são fundamentais para promover ações e políticas inclusivas de forma integrada, assegurando desde o apoio à saúde até a efetiva inclusão no ambiente escolar" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação A secretária também ressaltou a importância de parcerias interinstitucionais para ampliar a segurança e o acolhimento nas escolas. “Em relação à Lei Lucas, implementada pela Lei nº 13.722/2018, firmamos parceria com o Corpo de Bombeiros. Essas articulações interinstitucionais são fundamentais para promover ações e políticas inclusivas de forma integrada, assegurando desde o apoio à saúde até a efetiva inclusão no ambiente escolar”, completou Hélvia Paranaguá. A nova gestão do Conselho de Educação do DF sinaliza prioridade para o fortalecimento das políticas de inclusão e o aprimoramento do diálogo entre as redes pública e privada de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação  

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