Resultados da pesquisa

gestão de riscos

Thumbnail

Mais de 80 órgãos do DF se reúnem para discutir gestão de riscos e integridade

Mais de 80 órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) participaram, na sexta-feira (6), da 9ª Reunião Técnica sobre Gestão de Riscos e Programas de Integridade, promovida pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O encontro ocorreu no auditório do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e reuniu mais de 130 representantes de diversas unidades do DF. A reunião teve como objetivo apresentar resultados das ações realizadas em 2025, além de compartilhar diagnósticos, diretrizes e perspectivas para 2026, fortalecendo o diálogo entre a CGDF e os órgãos do GDF sobre prevenção, integridade e melhoria da gestão pública. Para o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, o evento reforça o papel orientador da auditoria interna. “É um momento em que nossa área técnica se une às equipes dos órgãos que possuem a missão de supervisionar e apoiar a gestão de riscos e os programas de integridade, buscando maior efetividade na aplicação dessas ferramentas. Nossa equipe tem trabalhado no desenvolvimento de soluções para ampliar o uso de instrumentos importantes para a governança pública”, destacou. Durante o encontro, também foram apresentados dados atualizados sobre o estágio da gestão de riscos e dos programas de integridade no âmbito do GDF. A reunião teve como objetivo apresentar resultados das ações realizadas em 2025, além de compartilhar diagnósticos, diretrizes e perspectivas para 2026, fortalecendo o diálogo entre a CGDF e os órgãos do GDF sobre prevenção, integridade e melhoria da gestão pública | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A subcontroladora de Controle Interno da CGDF, Graziella Brunale, ressaltou a importância do trabalho contínuo da Controladoria. “A CGDF vem apoiando os órgãos há quase uma década, sempre aperfeiçoando sua metodologia e contribuindo para que a gestão pública tenha, a sua disposição, ferramentas capazes de desenvolver políticas públicas com efetividade e ética”, afirmou. Avaliação dos trabalhos de consultoria Somente em 2025, a CGDF realizou 38 consultorias voltadas à implantação, ampliação e revisão da gestão de riscos e 18 consultorias relacionadas à implantação e revisão de programas de integridade, totalizando 56 ações prestadas. De acordo com a avaliação das próprias unidades atendidas, 83,3% dos trabalhos foram classificados como excelentes e 16,7% como bons, resultado que evidencia a contribuição das consultorias para o aprimoramento da gestão nos órgãos públicos do DF. Melhorias percebidas em 2025 Outro ponto de destaque da reunião foi a apresentação das melhorias percebidas pelos órgãos após o apoio técnico da CGDF. Os resultados de 2025 indicaram avanços significativos na maturidade da gestão de riscos e dos programas de integridade. Entre as principais melhorias apontadas no processo de autoavaliação estão o maior entendimento dos objetivos institucionais, o fortalecimento da capacidade organizacional para alcançá-los e a maior qualidade das informações utilizadas na tomada de decisão. No caso dos programas de integridade, os órgãos destacaram o fortalecimento dos controles internos e o aprimoramento dos mecanismos de governança, com impactos positivos na transparência, na definição de responsabilidades e na comunicação entre as áreas. Ao final, a reunião também apresentou diretrizes estratégicas para 2026, como o fortalecimento das atividades de acompanhamento, a ampliação das capacitações, o apoio às áreas responsáveis pela segunda linha de defesa e a maior padronização no registro e no relato das ações de gestão de riscos e integridade. A chefe de Divisão de Auditoria, Correição e Controle de Riscos do Iprev, Josemary Dantas, destacou a importância da reunião: “Participar desta reunião foi extremamente produtiva e nos trouxe muitas ideias. Foi tudo anotado para compartilhar e aplicar esse conhecimento em nosso órgão e subcomitê. Só temos a agradecer o trabalho da Controladoria-Geral do DF, que estão sempre apoiando para melhorar a cultura da gestão de riscos e a melhoria da gestão pública no Distrito Federal”. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

Ler mais...

Thumbnail

CGDF amplia ações de formação em gestão de riscos em 2026 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) lançou o cronograma de capacitações em gestão de riscos para o exercício de 2026. Com carga horária total de 120 horas de formação técnica, a iniciativa busca consolidar a cultura de integridade e fortalecer os controles internos em todos os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Capacitações, por meio de cursos e oficinas, dão suporte a gestores públicos para implementar programas | Foto: Divulgação/CGDF O novo ciclo de treinamentos está alinhado às diretrizes da auditoria governamental e às recomendações técnicas do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). As ações reforçam a gestão de riscos, os controles internos e a integridade pública. As oficinas e os cursos práticos foram estruturados para apoiar gestores públicos na implementação de programas de integridade e na adequação à Lei nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações. Com planos bem-estruturados, os gestores se antecipam a problemas, reduzem o retrabalho e asseguram a aplicação mais eficiente dos recursos públicos. “Quando o risco é bem-gerenciado, a sociedade ganha com serviços públicos mais consistentes”, afirma o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima. Em busca de soluções “Quando mapeamos riscos nos processos de trabalho, identificamos fragilidades antes que se tornem problemas reais; em vez de apagar incêndios, passamos a preveni-los, e isso poupa tempo, recursos e energia de toda a máquina pública” Artur Dornas, coordenador do  Subcomitê de Gestão de Riscos da Segov-DF A gestão de riscos é reconhecida como um dos pilares para a melhoria dos resultados na administração pública. A prática contribui para a mitigação de falhas operacionais e estratégicas e favorece decisões mais seguras, eficientes e transparentes. “Quando mapeamos riscos nos processos de trabalho, identificamos fragilidades antes que se tornem problemas reais; em vez de apagar incêndios, passamos a preveni-los, e isso poupa tempo, recursos e energia de toda a máquina pública”, afirma Artur Dornas, participante do curso de 2025 e coordenador do Subcomitê de Gestão de Riscos da Secretaria de Governo (Segov-DF). Programação deste ano  A CGDF oferecerá 120 horas de formação técnica, distribuídas nas seguintes modalidades:  ⇒ Curso “Gestão de riscos e programas de integridade na administração pública”,  em formato de oficinas práticas, com carga horária de 20 horas;  ⇒ Curso “Gerenciamento de riscos utilizando o sistema SaeWeb” prático em ambiente de laboratório, com carga horária de 8 horas;  ⇒ Palestras com duração de quatro horas, sobre os temas “Aplicação da gestão de riscos na perspectiva da Lei nº 14.133/2021” e “Gestão de riscos como ferramenta de apoio à estratégia e à tomada de decisão”.  As inscrições serão abertas em breve e poderão ser feitas pelo site da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov).   Avanços dos últimos anos A CGDF vem intensificando o suporte técnico às unidades do GDF. Em 2024, o órgão capacitou 233 servidores em gestão de riscos e programas de integridade e outros 111 no uso do sistema SaeWeb, totalizando 344 servidores atendidos.  Em 2025, o número de servidores capacitados chegou a 400, o que representa um aumento de 16,3% em relação ao ano anterior. A capacitação contínua dos servidores públicos é um fundamental para o aprimoramento da gestão. [LEIA_TAMBEM]Graziela Neves, chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF), participou de uma capacitação em 2025 e avalia: “O servidor capacitado tem condições de identificar eventuais irregularidades ou vulnerabilidades no cumprimento de normativos, fortalecendo o controle interno e o compliance, conferindo assim maior transparência e integridade à instituição pública”.  Ainda em 2025, a CGDF promoveu um treinamento prático em Gerenciamento de Riscos pelo SaeWeb, voltado à operacionalização da ferramenta nos órgãos do GDF, com foco em aspectos metodológicos e boas práticas de uso da plataforma. A iniciativa incluiu a publicação do Guia Prático de Gestão de Riscos Aplicada à Elaboração e Implementação de Políticas Públicas e do Guia para Análise de Programas de Integridade Privada, além de consultoria e suporte técnico, com mais de 70 órgãos apoiados diretamente na estruturação de seus modelos de governança, e a publicação de instruções normativas que reestruturaram comitês de governança e estabeleceram prazos para a gestão de riscos no âmbito do Distrito Federal.   *Com informações da Controladoria-Geral do DF

Ler mais...

Thumbnail

Guia de Gestão de Riscos voltado à Políticas Públicas é lançado em reunião técnica

Na manhã da última terça-feira (2), a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promoveu a 8ª Reunião Técnica sobre Gestão de Riscos e Integridade Pública, no auditório da Escola de Governo. O encontro reuniu representantes de órgãos e entidades do Distrito Federal, que receberam apoio técnico-consultivo ou foram objeto de auditorias pela CGDF, com foco nos agentes públicos que atuam diretamente na implementação, acompanhamento e monitoramento da gestão de riscos e dos programas de integridade.  Durante a reunião técnica, houve o lançamento do Guia Prático de Gestão de Riscos Aplicado à Elaboração e Implementação de Políticas Públicas, um complemento ao Guia de Políticas Públicas do Distrito Federal, desenvolvido pela Secretaria de Economia do DF (SEEDF). A iniciativa visa apoiar os gestores na tomada de decisões mais seguras e eficazes.  Novo guia também visa estimular a cultura de integridade no serviço público | Foto: Divulgação/CGDF Assim como qualquer outra atividade estatal, o ciclo de elaboração das políticas públicas enfrenta riscos de diversas naturezas: políticas, econômicas, regulamentares, de conformidade, ambientais, tecnológicas, operacionais e sociais. A gestão de riscos surge, então, como um processo sistemático e estruturado para lidar com essas incertezas, identificando situações que possam impactar os resultados esperados e possibilitando o desenvolvimento de estratégias de prevenção e resposta.  O novo Guia vem também para estimular a cultura de integridade no serviço público. A iniciativa busca fortalecer os controles internos administrativos, promovendo maior integração entre os órgãos do GDF e incentivando o intercâmbio de experiências e boas práticas. O controlador-geral do DF, Daniel Lima, destacou a importância da iniciativa: “É a consolidação de uma construção que vem sendo realizada com todos os órgãos da administração pública do DF. O objetivo principal é trazer segurança ao gestor e toda a cadeia produtiva de políticas públicas. Nós temos trabalhado diariamente para que o servidor  e o gestor tenham segurança na elaboração dos seus trabalhos.”  O Guia funciona como um manual claro e acessível para apoiar servidores e gestores na identificação, avaliação, tratamento e monitoramento dos riscos que podem impactar as atividades de qualquer órgão. A subcontroladora de Controle Interno da CGDF, Graziella Brunale, também participou da abertura e comentou: “Um momento importante em que reunimos gestão, instância de governança e auditoria para alinhar expectativas, compartilhar boas experiências e crescer juntos. A intenção do Guia é orientar, agregar valor e auxiliar a gestão a entregar melhores resultados em  políticas públicas que atendam ao cidadão e à sociedade como um todo.”  “É a consolidação de uma construção que vem sendo realizada com todos os órgãos da administração pública do DF. O objetivo principal é trazer segurança ao gestor e toda a cadeia produtiva de políticas públicas". Daniel Lima, controlador-geral do DF Apoio essencial O Guia de Gestão de Riscos é um aliado essencial do Guia de Políticas Públicas, pois garante que as ações planejadas considerem as incertezas que possam comprometer seus resultados. Enquanto um orienta na construção de políticas eficazes e bem fundamentadas, a gestão de riscos atua de forma preventiva, identificando fragilidades, propondo soluções e assegurando que os objetivos estratégicos do DF sejam alcançados com mais segurança, eficiência e transparência.  A subsecretária de Planejamento Governamental da Secretaria de Economia, Luiza Almeida Londe, ressaltou a importância da integração entre os órgãos e da orientação técnica aos gestores públicos: “Nós elaboramos o Guia de Políticas Públicas do Distrito Federal, uma iniciativa para orientar as áreas técnicas e a alta gestão desde a formulação de políticas públicas, fase de execução, monitoramento e avaliação dos resultados do que está sendo entregue para a sociedade. Esse complemento que a CGDF está lançando demonstra a integração da Secretaria de Economia com a Controladoria no papel de orientar os gestores na boa atuação governamental.”[LEIA_TAMBEM] Painéis de boas práticas e parcerias com OSCs A programação seguiu com dois painéis temáticos. O primeiro, mediado por Robson Lopes da Gama Júnior, coordenador da CORIS da CGDF, abordou o papel da auditoria interna na geração de valor para a gestão pública. Participaram representantes da SEDUH e do Jardim Botânico de Brasília, que compartilharam experiências bem-sucedidas em suas áreas. O segundo painel, conduzido por José Marco Rezende Andrade, diretor de Consultoria em Integridade e Riscos da CGDF, tratou da aplicação da gestão de riscos nas parcerias com organizações da sociedade civil (OSCs), destacando desafios e soluções adotadas por diferentes órgãos. A importância dessa reunião técnica é criar um ambiente entre mais de 70 órgãos que já receberam apoio construtivo da CGDF, para que possamos compartilhar boas práticas, promover orientações técnicas, diretrizes da Controladoria e, nesse caso específico de hoje, fazer o lançamento do Guia Prático de Gestão de Riscos Aplicado à Elaboração e Implementação de Políticas Públicas. Esse guia apresenta, de maneira simples e objetiva, diretrizes etapas, processos e exemplos para que qualquer órgão consiga aplicá-lo à sua realidade e obtenha ganho de efetividade nas ações voltadas às políticas”, comenta Robson Gama, coordenador de Auditoria de Riscos e Integridade da CGDF.  *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

Ler mais...

Thumbnail

Metodologia de programa de preservação da fauna do DF é apresentada

Servidores da Controladoria Geral do Distrito Federal (CGDF) apresentaram na tarde desta terça-feira (1º/4), na sede do Instituto Brasília Ambiental, a metodologia do Programa de Gestão de Riscos do GDF. O público-alvo foram os servidores da autarquia que atuam na área de fauna, mais especificamente, junto à gestão do Centro de Reabilitação de Fauna Silvestre (Hfaus). O encontro, que atendeu à solicitação da área técnica do instituto e foi organizado pelo chefe da auditoria interna do órgão, Valdinei Pereira Lima, deu início a uma consultoria sobre gestão de riscos, que visa melhorar a gestão do Hfaus. A metodologia apresentada é baseada na ISO 31.000:2108 da Associação Brasileira de Normas (ABNT). A metodologia apresentada é baseada na ISO 31.000:2108 da ABNT | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Na apresentação foram expostos conceitos fundamentais para uma boa gestão de riscos, como, por exemplo, o próprio conceito de risco, que, segundo os técnicos da CGDF, é a possibilidade de que eventos venham a ocorrer e afetem o alcance das estratégias e objetivos do projeto, no caso, do funcionamento do centro de reabilitação. Foi ressaltado também que dentro da matriz de risco devem ser apontadas medidas de controle, que são todas as iniciativas que podem ser tomadas para que o risco não aconteça. “Devemos dar um tamanho para cada risco que se levanta a possibilidade de acontecer. Isso ajuda na tomada de decisão da alta gestão, e na elaboração de controles, contribuindo com a parte operacional”, frisou a equipe da CGDF. Os técnicos também enfatizaram a importância, na elaboração de um programa de gestão de riscos, de, além de definir o objetivo, definir também escopo, contexto e critérios. Riscos Na sequência da apresentação do Programa de Gestão de Riscos do GDF, o gerente de Fauna do Brasília Ambiental, Rodrigo Santos, apresentou o que hoje existe em termos de gestão de risco do Hfaus. No documento foram expostos riscos, como o não cumprimento das metas de atendimento do centro de reabilitação e inadequação de espaços físicos, entre outros. A CGDF apontou a necessidade de ajustes de conceitos e orientou que o ideal é ter uma matriz de risco com foco no acompanhamento – já que a gestão do Hfaus é terceirizada-, e outra matriz de risco com foco no funcionamento do centro. “Foi muito bom para ajustarmos o que já temos, trazendo o passado, outras experiências e vendo que precisamos de muito pouco para alcançar o estágio de estarmos aptos, no que se refere à nossa ferramenta de gestão de risco do Hfaus. Agora a ideia é fazermos, ou melhor, adequarmos a matriz de gestão de risco junto com a área técnica da CGDF”, avaliou Rodrigo Santos. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou o esforço do pessoal do Instituto. “A Gerência de Fauna e a Auditoria Interna estão de parabéns. A iniciativa que tiveram é de grande importância e revela a vontade, a disposição e o compromisso em trabalhar da forma mais adequada possível, dentro dos padrões adotados pelo GDF. Essa troca de experiência é rica e necessária. Quem ganha com isso é a sociedade”, destacou. “Compartilhar o conhecimento e promover o auxílio mútuo entre as diferentes áreas do governo é essencial para melhorar cada vez mais o atendimento à população, que é o nosso objetivo final” Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora Celina Leão ressaltou que consultas como essa, feita entre as áreas técnicas da CGDF e do Brasília Ambiental, são fundamentais para o alinhamento das políticas de gestão. “Compartilhar o conhecimento e promover o auxílio mútuo entre as diferentes áreas do governo é essencial para melhorar cada vez mais o atendimento à população, que é o nosso objetivo final”, afirmou Celina. Ficou acertado que a Auditoria Interna do Instituto vai formalizar a solicitação da consultoria, que deve ocorrer até que o programa do Instituto se enquadre na metodologia hoje adotada pelo GDF. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador