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hospital regional do recanto das emas (HRE)

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Obra de construção do Hospital Regional do Recanto das Emas utiliza tecnologia inovadora

As obras do Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE) seguem em ritmo acelerado e já alcançaram importantes etapas estruturais. Executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a construção da nova unidade hospitalar representa um investimento de R$ 133,7 milhões e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a ampliação e a modernização da rede pública de saúde.  Atualmente, foram concluídos os serviços de fundação, além dos pilares, vigas e lajes do primeiro pavimento da Junta A, etapa considerada fundamental para o desenvolvimento da estrutura do empreendimento. E um dos diferenciais da obra é a utilização da tecnologia BubbleDeck, sistema construtivo inovador que substitui parte do concreto das lajes por esferas plásticas recicladas, reduz o peso da estrutura sem comprometer sua resistência. A solução será empregada principalmente nas lajes da edificação, o que permite maior eficiência estrutural, redução no consumo de materiais e diminuição dos impactos ambientais da construção. A engenheira Maruska Lima, chefe da Assessoria de Projetos Especiais (Apes) da Novacap, destacou os benefícios da tecnologia adotada. “A adoção da tecnologia BubbleDeck nos permite conciliar economia de recursos, velocidade de execução e excelência técnica. É uma solução sustentável que garante mais eficiência e contribui diretamente para a qualidade da infraestrutura de saúde que a população merece”, concluiu. A solução será empregada principalmente nas lajes da edificação, o que permite maior eficiência estrutural, redução no consumo de materiais e diminuição dos impactos ambientais da construção | Foto: Divulgação/Novacap Em visita técnica à obra, o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, complementou: “A construção do Hospital do Recanto das Emas reúne dois aspectos fundamentais para a engenharia pública moderna: inovação e compromisso social. A tecnologia BubbleDeck traz ganhos expressivos em sustentabilidade, produtividade e qualidade construtiva, enquanto a obra em si representa uma resposta concreta às necessidades da população. Estamos trabalhando para entregar uma estrutura moderna, eficiente e preparada para ampliar o acesso aos serviços de saúde para milhares de moradores da região e de todo o Distrito Federal”. Expectativa da população Moradora do Recanto das Emas há mais de duas décadas, a auxiliar administrativo Patrícia Alves Ferreira, de 42 anos, acompanha de perto a evolução das obras e acredita que a nova unidade trará melhorias significativas para os moradores da região. “Ter um hospital desse porte tão próximo de casa representa mais tranquilidade para as famílias. A gente sabe da importância de ter atendimento mais rápido e mais perto quando surge uma emergência. Espero que essa unidade ajude a reduzir deslocamentos e ofereça mais conforto e dignidade para quem precisa de atendimento médico”, afirmou. O empreendimento  Localizado no Lote 25, Quadra 104, Setor Hospitalar do Recanto das Emas, o hospital foi planejado para atender à crescente demanda da população da região administrativa e de localidades vizinhas. A unidade contará com 100 leitos, sendo 60 destinados à clínica médica, 30 à clínica pediátrica e dez à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica. Além da capacidade de internação, o hospital terá seis consultórios, centro cirúrgico com duas salas, setores de diagnóstico por imagem com equipamentos de raios-X, tomografia e ultrassonografia, além de áreas técnicas essenciais para o funcionamento da unidade, como farmácia, laboratório e nutrição. O contrato contempla desde a elaboração dos projetos básico e executivo de arquitetura e engenharia até a execução das obras, obtenção de licenças, instalação de equipamentos e mobiliários, realização de testes operacionais e entrega final da unidade em pleno funcionamento.   *Com informações da Novacap

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GDF investe mais de R$ 524 milhões na construção e reforma de hospitais e unidades de saúde

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem investido de forma robusta para fortalecer a rede pública de saúde. Uma das medidas é a ampliação dos espaços de atendimento de urgência, emergência e atenção primária e secundária. Estão em andamento a construção de dois novos hospitais, a reforma de áreas em cinco já existentes, além da implantação de cinco unidades básicas de saúde (UBSs), sete unidades de pronto atendimento (UPAs) e dois centros de atenção psicossocial (Caps). O investimento total é de R$ 524.170.071,70. “As obras em andamento na rede pública de saúde do Distrito Federal são estratégicas para ampliar o acesso e melhorar a qualidade do atendimento à população. Com a construção de novas unidades e a reforma de hospitais e UPAs, vamos conseguir desafogar os serviços de emergência e reduzir o tempo de espera por consultas e procedimentos, beneficiando diretamente milhares de pessoas em todo o DF. Nosso compromisso é entregar uma saúde mais eficiente, humanizada e próxima de quem mais precisa”, explica o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. Hospitais contam com a maior parte dos recursos e receberão melhorias, além da construção do Hospital Regional do Recanto das Emas e do Hospital Clínico Ortopédico, no Guará | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O maior volume dos recursos está voltado aos novos hospitais. São R$ 307,7 milhões destinados para que sejam erguidos o Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE) e o Hospital Clínico Ortopédico (HCO), no Guará. Ambos estão com os canteiros de obras iniciados e os serviços de terraplanagem finalizados. Paralelamente, o GDF aguarda a finalização da licitação do Hospital Regional de São Sebastião, que tem previsão de investimento de R$ 180 milhões. O HRE terá 100 leitos distribuídos entre clínica médica, clínica pediátrica e UTI pediátrica. A estrutura inclui ainda seis consultórios — sendo dois no ambulatório geral e quatro na emergência pediátrica —, um centro cirúrgico com duas salas de cirurgia e uma área de diagnóstico por imagem com duas salas de raio-X, uma sala de tomografia e quatro salas de ultrassonografia. A unidade vai beneficiar diretamente os moradores do Recanto das Emas — que tem uma população estimada em mais de 105 mil pessoas, sendo 80% SUS dependente —, bem como aliviar a demanda dos hospitais vizinhos nas regiões de Taguatinga, Ceilândia e Gama. Nosso compromisso é entregar uma saúde mais eficiente, humanizada e próxima de quem mais precisa” Juracy Lacerda, secretário de Saúde Voltado a atender a pacientes referenciados para a área de ortopedia, o Hospital Ortopédico do Guará terá 160 leitos, sendo 90 de ortopedia, 50 de clínica médica e 20 de UTI adulta. A unidade também vai dispor de atendimento ambulatorial, internação ortopédica, centro cirúrgico, apoios de diagnóstico e terapia e de nutrição e dietética, farmácia hospitalar e centrais de Material Esterilizado (CME) e de Ensino e Pesquisa. Também estão em andamento a reforma do pronto-socorro do Hospital Regional de Brazlândia (HRBz), da subestação Hospital de Apoio, da Unidade Fissurados do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e da cozinha do Hospital de Santa Maria (HRSM). No Hospital de Base (HBDF), o investimento é para a construção de um novo centro cirúrgico com 16 salas operatórias, uma sala de recuperação pós-anestésica (RPA) com 18 leitos e áreas de apoio para equipes de saúde e logística hospitalar. Juntas, as obras totalizam R$ 32.900.343,96. Descentralização do atendimento Outro eixo de expansão na saúde são as unidades de pronto atendimento (UPAs). Atualmente, o DF conta com 13 em funcionamento. A partir do investimento de R$ 118,7 milhões foram contratadas em junho de 2025 sete novas unidades que estão em fase inicial das obras. Elas serão implantadas no Guará, Estrutural, Águas Claras, Água Quente, Sol Nascente, Arapoanga e Taguatinga. Sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs) estão em fase inicial das obras | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF Cada uma será de porte 3 e terá 65 leitos, sendo 33 destinados ao público adulto e 32 para atendimento pediátrico, além de consultórios médicos, salas de estabilização, isolamento, curativos, laboratório, brinquedoteca, farmácia, serviço de imagem, refeitório e áreas de apoio aos profissionais. Esse é o maior modelo dentro da classificação do Ministério da Saúde. “A população passará a contar com atendimento de urgência mais próximo de casa, sem precisar se deslocar para outras regiões, o que também contribui para reduzir a sobrecarga nas unidades já existentes”, destaca o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Cleber Monteiro. Paralelamente às obras estão sendo lançados processos seletivos para a formação das equipes que atuarão nas novas unidades. “Nosso planejamento garante que, no momento da entrega das UPAs, todas já estejam com suas equipes completas e treinadas, assegurando o início imediato dos atendimentos”, completa. “A população passará a contar com atendimento de urgência mais próximo de casa, sem precisar se deslocar para outras regiões, o que também contribui para reduzir a sobrecarga nas unidades já existentes” Cleber Monteiro, presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) Além disso, cinco unidades modulares de unidades básicas de saúde (UBSs) estão em andamento para ampliar o suporte aos pacientes na atenção primária. Hoje, o DF tem 182 UBSs que atuam como porta de entrada da população no Sistema Único de Saúde (SUS), contando com a unidade modelo do formato modular, localizada em Santa Maria, que já está em funcionamento. As demais — duas em Brazlândia (Chapadinha e Incra 8), uma no Gama (Ponte Alta) e outra na Estrutural — estão em execução. O investimento total é de R$ 43.987.519,37. Na área da saúde mental, dois novos equipamentos estão em execução: o Caps III do Gama, com aporte de R$ 3,6 milhões, e o Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi) do Recanto das Emas, no valor de R$ 3,6 milhões. As obras contam com recursos da Secretaria de Saúde (SES-DF), sob execução da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), e do IgesDF.

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Empresa de Regularização de Terras Rurais lança o primeiro edital de CDU em 2025

A Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR) lança o primeiro edital de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU) de 2025, o 11º desde a sua criação, contemplando a região da Fazenda Buriti ou Tição. “Chegamos ao 11º edital e, o primeiro deste ano. Ao lançarmos mais um edital destacamos o empenho de todo o corpo técnico da ETR, composto de profissionais dedicados e valentes que trabalham, diariamente, na regularização rural e retribuem a confiança do governador em levar celeridade e segurança para o produtor. Desta vez, o edital é da poligonal na Fazenda Buriti ou Tição”, destaca o presidente Candido Teles. Desde a criação, a Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR) se aproxima de 500 CDUs aprovadas e de 20 mil hectares documentados | Foto: Divulgação/ETR O lançamento do primeiro edital de 2025 reforça a importância da ETR, de sua Diretoria-Executiva e equipe técnica na consolidação e mudança contínua da regularização rural do Distrito Federal, por meio de aprovações e entregas de documentos aos produtores rurais. O edital, que abrange quatro regiões administrativas – sendo elas, Água Quente, Gama, Recanto das Emas e Samambaia – estará vigente entre 12 de fevereiro e 12 de março, sendo necessário o agendamento prévio para a entrega de toda a documentação solicitada. O download do edital pode ser feito por meio deste site. Serviço Entrega da documentação: Pessoalmente, na sede da ETR, mediante agendamento. Período de vigência do edital: 12 de fevereiro a 12 de março. Endereço da ETR: STN, Parque Estação Biológica, Asa Norte, Brasília/DF. Agendamento: (61) 3342-1133. *Com informações da Empresa de Regularização de Terras Rurais

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Governo investe R$ 133 milhões para construir o primeiro hospital no Recanto das Emas

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 133.701.000 para construir o Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE). A autorização para a obra foi dada pelo governador Ibaneis Rocha durante evento na cidade nesta quinta-feira (18) e comemorada pela população de 150 mil habitantes. A unidade vai ser destinada a atendimentos nas áreas de clínica médica e pediatria. Ao todo, 100 leitos vão compor o hospital, sendo 60 de clínica médica, 30 de clínica pediátrica e 10 unidades de internação intensiva (UTI) pediátrica. O governador Ibaneis Rocha lembrou que, ao lado do viaduto já entregue, a obra do hospital era a mais pedida pelos moradores | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O prédio terá área construída de 16.742,49 m² e a estrutura conta ainda com centro cirúrgico, apoio diagnóstico e terapia, apoio técnico de nutrição e dietética, farmácia hospitalar e Central de Material Esterilizado (CME), setores administrativo, logístico, e de ensino e pesquisa. Além disso, o HRE atende requisitos técnicos de tecnologia e meio ambiente, com energia fotovoltaica e reaproveitamento da água. A construção, que vai gerar 250 empregos diretos e cerca de 500 indiretos, será essencial para complementar a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF) apontam a necessidade da criação de leitos hospitalares na região, onde mais de 83% da população depende do SUS. Ao autorizar a obra, o governador Ibaneis Rocha lembrou que, ao lado do viaduto já entregue, a obra do hospital era a mais pedida pelos moradores. A construção, que vai gerar 250 empregos diretos e cerca de 500 indiretos, será essencial para complementar a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) “É uma necessidade que nós temos no DF de ampliar a nossa rede de serviços. Problemas não faltam. Enfrentamos talvez a pior crise sanitária da história do mundo, que foi a covid-19. Nós tivemos aí todas as unidades hospitalares voltadas para o atendimento à covid. Quando começamos a sair da crise em 2021, 2022, nós voltamos ao atendimento das cirurgias eletivas. Tivemos agora toda essa crise da dengue também, que lotou todas as unidades hospitalares. Compete a nós, que estamos à frente do governo, dar condições à população para que sejam atendidas. E é exatamente isso que nós estamos fazendo, ampliando todo o sistema de saúde”, disse Ibaneis Rocha. Além da autorização para a obra no Recanto das Emas, o chefe do Executivo falou de outros equipamentos públicos, adiantou a construção de cinco unidades de pronto atendimento (UPA) e lembrou de reformas em andamento. “Esperamos na semana que vem assinar a ordem de serviço do Hospital do Guará, que vai melhorar muito a saúde daquela região. Não estamos cuidando só de novos hospitais, mas reformando e ampliando, como é o caso dos hospitais de Brazlândia e Planaltina”, acrescentou. Para a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, a construção do hospital representa o atendimento a uma necessidade de uma cidade populosa. “Há muito se buscava que o Recanto das Emas tivesse esses leitos hospitalares. Essa cidade caminhava apenas com a atenção primária e com a UPA. É necessário mais, vamos começar com 100 leitos e poderemos chegar a 229 leitos”, destacou. “Esperamos na semana que vem assinar a ordem de serviço do Hospital do Guará, que vai melhorar muito a saúde daquela região. Não estamos cuidando só de novos hospitais, mas reformando e ampliando, como é o caso dos hospitais de Brazlândia e Planaltina” Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal Já o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Fernando Leite, destacou a grandeza do equipamento público. “A última obra desse porte no DF faz praticamente 16 anos. Essa é a data que o último hospital foi entregue na capital. Então, nós vamos agora reescrever a história da saúde. E esse é o primeiro passo. Teremos um hospital moderno, com 100 leitos, e faremos outros três nesse porte, que é o do Guará, São Sebastião e Gama”, disse. Mais saúde para o Recanto Em 2020, a população da cidade ganhou a Unidade Básica de Saúde (UBS) da Quadra 804, que beneficia, diretamente, cerca de 20 mil pessoas. O investimento foi de R$ 2,3 milhões. A região administrativa conta com outras quatro UBSs e uma unidade de pronto atendimento (UPA). Com o hospital, espera-se que a região administrativa se torne independente em relação a outras vizinhas, como aponta o administrador Carlos Dalvan. Segundo o gestor, os moradores precisam recorrer ao Hospital de Taguatinga e Hospital de Base quando necessitam de um atendimento de maior complexidade. “É a obra mais esperada da história do Recanto das Emas. O hospital vem para atender e para completar nossa rede de atendimento. Temos UBS, temos UPA, mas faltava o hospital. E muitas vezes a nossa UPA não consegue atender a comunidade da forma que a gente gostaria, com a velocidade, com a rapidez, pela falta de um hospital”, opina. Hospital que vem para aliviar o atendimento de quem mora na cidade, a exemplo do comerciante Luiz Carlos Araújo, 58 anos. “É de grande importância porque nós ficamos dependendo só desses postos. É ótimo que ele seja construído para melhorar o atendimento da população que sai daqui para outra cidade satélite e procura um hospital, né? Quanto mais atendimento, mais área abranger, melhor”, afirma.

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