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liderança feminina

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Governadora Celina Leão recebe a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek 

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, recebeu a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek – Empreendedorismo Cristão, na categoria Liderança Pública e Defesa da Mulher. A honraria foi concedida pela Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito (Abrahm), durante solenidade que, na quarta-feira (17), reuniu autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, representantes do setor empresarial, lideranças religiosas e personalidades de diversas áreas. A secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, representou a governadora Celina Leão na cerimônia | Foto: Divulgação/Sejuve-DF “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a Medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa” Regino Barros, comendador O reconhecimento destaca a trajetória pública de Celina Leão, marcada pela defesa dos direitos das mulheres, pelo fortalecimento das famílias e pela construção de políticas públicas voltadas à promoção da dignidade humana, da inclusão social e do desenvolvimento da população do Distrito Federal. O deputado federal Marco Feliciano foi quem entregou a honraria.  “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa”, declarou o comendador Regino Barros, que presidiu a cerimônia. Políticas públicas A governadora foi representada pela secretária da Juventude do Distrito Federal, Fabiana Lacerda, que ressaltou a importância da homenagem: “Celina Leão tem conduzido sua vida pública com o propósito de transformar a vida das pessoas. Como ela costuma dizer, a política serve para promover transformação social. Sua luta em defesa das mulheres é incansável e tem gerado resultados concretos para quem mais precisa”. [LEIA_TAMBEM]Durante o discurso, Fabiana Lacerda também falou sobre a dimensão simbólica da homenagem: “Receber uma honraria que carrega o nome de Juscelino Kubitschek é algo extremamente significativo para todos que acreditam no potencial transformador de Brasília. JK sonhou uma capital moderna, inovadora e voltada para o desenvolvimento. Esse legado continua inspirando políticas públicas que geram oportunidades e promovem o crescimento da nossa cidade”. Criada há cerca de 25 anos, a Abrahm é uma instituição privada dedicada ao reconhecimento de personalidades, autoridades, empresários, profissionais liberais e lideranças que se destacam por suas contribuições à sociedade. A entidade promove homenagens e condecorações voltadas à valorização do empreendedorismo, da inovação, da cultura, da responsabilidade social, da diplomacia e do desenvolvimento humano.   *Com informações da Secretaria da Juventude

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Programa Meninas em Ação incentiva protagonismo feminino entre estudantes da rede pública de ensino

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, nesta sexta-feira (6), um encontro com estudantes participantes do programa Meninas em Ação, iniciativa voltada ao incentivo do protagonismo feminino entre alunas da rede pública. A ação foi organizada em parceria com as secretarias da Mulher (SMDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Relações Internacionais (Serinter-DF). A atividade reuniu jovens para debater igualdade de gênero, representatividade e enfrentamento à violência contra a mulher. Durante a programação, as estudantes participaram de palestras, rodas de conversa e atividades voltadas à orientação sobre vocações profissionais e à aproximação com mulheres que ocupam posições de liderança no setor público e em outras áreas da sociedade. Encontro tem como objetivo orientar as estudantes sobre vocações profissionais e aproximá-las de mulheres que ocupam posições de liderança | Foto: Mary Leal/SEEDF Participaram do encontro alunas do Centro de Ensino Médio (CEM) Setor Oeste, do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e do CEM 1 de Planaltina. Durante o encontro, a chefe de gabinete da Educação, Ana Paula Veloso, falou sobre a importância do protagonismo estudantil feminino na promoção de debates sobre igualdade e enfrentamento à violência contra a mulher no ambiente escolar. Segundo ela, as jovens selecionadas para o programa têm o papel de levar reflexões e atitudes positivas para suas comunidades escolares, atuando como exemplo de respeito, liderança e diálogo entre os colegas. “Vocês foram escolhidas para serem meninas em ação. Isso significa que são referência dentro da comunidade escolar. É importante levar essas discussões sobre violência contra a mulher, namoro abusivo e relações respeitosas para a escola e para os colegas. Vocês não estão aqui por acaso, foram selecionadas para viver essa experiência e inspirar outras meninas. Aproveitem cada oportunidade que a educação pública oferece e lembrem-se que vocês podem ganhar o mundo e ser o que quiserem”, afirmou. “O Meninas em Ação vem com a ideia de promover o empoderamento feminino para as meninas, ainda antes da fase adulta, com foco nas escolas locais, onde elas despertam o senso crítico, discutem e compartilham o dia a dia e as suas preparações para o futuro. É relevante despertar o sentimento de pertencimento a este lugar, para que se sintam representadas nestas cadeiras, nestes cargos, e vejam que é possível alcançá-los", comenta o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto.   Representatividade e inclusão Camila Ferreira de Oliveira Santiago (à direita): "Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras" Entre as participantes estava a estudante Camila Ferreira de Oliveira Santiago, de 17 anos, do 3º ano do ensino médio no CEM 1 de Planaltina, participou das atividades e disse que o programa contribui para fortalecer a confiança das colegas da sala de aula e ampliar o debate sobre empoderamento e representatividade dentro e fora da escola.  “Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras. Eu também penso muito sobre representatividade. Quando era criança, quase não via mulheres negras na TV e isso me fazia sentir deslocada. Hoje eu tenho muito orgulho da minha identidade e do meu cabelo, que é uma parte muito importante de quem eu sou”, contou. Combate à violência de gênero Durante o encontro, a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Secretaria de Justiça e Cidadania, Uiara Couto de Mendonça, ressaltou que o enfrentamento à violência contra a mulher passa pela informação e pelo fortalecimento das redes de apoio. Segundo ela, o trabalho desenvolvido pela subsecretaria busca orientar e acolher vítimas, oferecendo suporte para que consigam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. “Romper o ciclo da violência começa dentro de cada um de nós. Quando levamos informação, coragem e determinação, conseguimos transformar realidades e salvar vidas. Esse trabalho vai além de uma função, pois é uma missão de cuidar das pessoas e mostrar que cada uma de vocês também pode ocupar espaços de liderança e fazer a diferença na sociedade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O programa O Meninas em Ação é uma iniciativa voltada ao empoderamento feminino entre estudantes da rede pública do Distrito Federal. A proposta oferece às jovens a oportunidade de acompanhar, por um dia, mulheres que ocupam cargos de liderança no Governo do Distrito Federal, em embaixadas ou no setor empresarial. Além dessa experiência prática, o programa promove ao longo do ano palestras, encontros e momentos de troca entre as participantes, incentivando o desenvolvimento pessoal, a construção de redes de contato e o conhecimento sobre diferentes áreas profissionais. A iniciativa busca aproximar as estudantes de espaços que, historicamente, ainda são majoritariamente ocupados por homens. Durante a preparação para cada edição, as alunas recebem orientações sobre o funcionamento das atividades, calendário e também sobre etiqueta e comportamento institucional. A seleção das participantes começa nas próprias escolas, com apoio da Secretaria de Educação, e passa por uma etapa final conduzida pelas secretarias parceiras do projeto. “Quando a estudante ocupa o lugar de uma mulher que já alcançou sucesso profissional, ela passa a enxergar que também pode chegar lá. Esse espelhamento é fundamental para mostrar que elas têm espaço e podem conquistar o que desejarem”, explica a assessora especial da Secretaria de Relações Internacionais, Ana Beatriz de Souza Guimarães. *Com informações da Secretaria de Educação  

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GDF promove curso de mecanização agrícola para mulheres para mais oportunidades no agronegócio

Agência Brasília · GDF PROMOVE CURSO DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA PARA MULHERES PARA MAIS OPORTUNIDADES NO AGRONEGÓCIO O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), promove nesta quinta-feira (17) e sexta-feira (18), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e com o Instituto Movimento Brasil, o minicurso Mecanização Agrícola para Mulheres. Combinando teoria e prática, a iniciativa capacita cerca de 30 mulheres, entre produtoras rurais, estudantes e profissionais, para operar máquinas agrícolas como tratores, colheitadeiras, semeadeiras e pulverizadoras — e aplicar funções específicas no processo produtivo. As participantes receberão certificado. Os recursos para a realização do curso têm origem em emenda parlamentar da deputada distrital Jaqueline Silva. A capacitação inclui, ainda, orientações sobre ajustes para diferentes tipos de solo e culturas, além de medidas para prevenção de acidentes. O curso também destaca as inovações tecnológicas, como agricultura de precisão, uso de drones, sistemas de irrigação inteligente e outras soluções sustentáveis. Além disso, a capacitação discute o papel das mulheres no mercado agrícola, com reflexões sobre como superar desafios culturais, construir liderança feminina e fortalecer redes de apoio no setor. O curso aborda temas como os fundamentos da mecanização agrícola, aumento da produtividade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília  Igualdade de oportunidades Para a vice-governadora, Celina Leão, a iniciativa vai além da capacitação. “Ter conhecimento sobre o uso de máquinas agrícolas, além de dominar técnicas de operação segura e manutenção preventiva, é essencial para que as mulheres possam trabalhar no campo com mais eficiência, segurança e produtividade. Essa iniciativa representa uma verdadeira inclusão, fortalecendo a agricultura e demonstrando o compromisso do poder público em promover igualdade de oportunidades”, afirma.   O minicurso é conduzido pelo professor da UnB e diretor da Fazenda Água Limpa, Tiago Pereira da Silva Correia, e aborda temas como os fundamentos da mecanização agrícola, aumento da produtividade, redução de custos e melhoria da eficiência no campo. Ele explica que, na capacitação, as mulheres têm acesso a aprendizados sobre manutenções preventivas, preditivas e corretivas com máquinas agrícolas.  “Isso tem importância social e acadêmica. A comunidade sai beneficiada com essa ação conjunta entre a Secretaria da Mulher e a Universidade de Brasília. A mulher sai do curso sabendo mecânica, ela tem uma visão prática, um aperfeiçoamento para operação de máquinas agrícolas. Esse curso é essencial, para o aumento da produtividade, para a inserção da mulher com maior visibilidade como produtora rural”, pontua. Dayane Timóteo: "A partir do momento que a mulher se capacita aqui, ela pode voltar e cuidar da sua propriedade. Se ela não tiver uma propriedade e tiver interesse em participar do curso, essa mulher se prepara para o mercado" A subsecretária de Ações Temáticas da Secretaria da Mulher, Dayane Timóteo, explica que o curso faz parte de um termo de fomento da Secretaria da Mulher com o Instituto Movimento em parceria com a UnB. “Neste ano já foram ministrados na Fazenda Água Limpa, que é o Campus Experimental da Universidade, seis minicursos”, conta. “Esse projeto chama Mulheres na Agropecuária e envolve não só minicursos, mas também visitas técnicas e palestras em escolas públicas”, enumera. “A partir do momento que a mulher se capacita aqui, ela pode voltar e cuidar da sua propriedade. Se ela não tiver uma propriedade e tiver interesse em participar do curso, essa mulher se prepara para o mercado”, pontua. “Já atendemos aqui mais de 400 mulheres”, conclui. Parceria Coordenadora do projeto, a professora Michelle Vilela, do curso de agronomia da UnB, destaca que a Secretaria da Mulher tem papel fundamental para a realização do curso. “Sem a secretaria, não teríamos a possibilidade de desenvolver esses cursos, porque a gente  realmente precisa de ajuda, de apoio financeiro e institucional”, afirma. “Tem sido uma parceria excepcional. A Secretaria da Mulher vestiu a nossa camisa e entrou conosco na inciativa”, acrescenta. Marcilene Mariano comemora que, com o curso, as mulheres conseguem ser vistas pela sociedade e ainda têm mais segurança para gerir o próprio negócio  [LEIA_TAMBEM]Para a aluna do curso Marcilene Mariano, a parceria da secretaria com a universidade tem sido fundamental para as trajetórias de muitas mulheres no agronegócio. “Por meio desses cursos, a gente não só se qualifica, mas é vista e, acima de tudo, tem mais segurança de gerir o negócio”, afirma. “Quanto maior a qualificação, mais garantia de sucesso da lavoura. Isso não tem preço. Essa parceria é incrível porque é um projeto gratuito e você sai com certificado e qualificação, habilitada para trabalhar”, conclui. Outra aluna, Elvira Palestino conta que assumiu a propriedade rural da família após a morte do pai. “Para minha felicidade, tenho encontrado o que eu não tinha lá atrás, que é essa capacitação técnica, esse apoio, essa orientação em várias vertentes. Com essa capacitação, você realmente consegue fazer seu trabalho, ver os resultados. Uma coisa é você ir ao campo trabalhar sem orientação técnica. Isso não vai ser produtivo. Você vai se cansar, se desmotivar, ter prejuízo”, comenta. “Quando você aprende, começa a fazer e ver o retorno, você entende que está no caminho certo”, afirma.  

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Mulheres são maioria no serviço público do DF e ocupam cargos estratégicos

Professoras, fisioterapeutas, assistentes sociais, bombeiras. Essas são algumas das profissões desempenhadas por mulheres no Governo do Distrito Federal (GDF). Elas representam a maioria da força de trabalho – dos 174.172 servidores e empregados públicos, 67,21% são mulheres. Essa presença também se reflete nos cargos comissionados e funções gratificadas, nos quais elas ocupam 52,2% das posições. Além disso, das 30 secretarias do governo, sete são lideradas por mulheres: Giselle Ferreira (Mulher), Marcela Passamani (Justiça e Cidadania), Ana Paula Marra (Desenvolvimento Social), Hélvia Paranaguá (Educação), Clara Roriz (Atendimento à Comunidade) e Edilene Dias Cerqueira (Proteção Animal), além da procuradora-geral do DF, Ludmila Lavocat Galvão. Para a vice-governadora Celina Leão, esses números demonstram o compromisso do governo com a representatividade feminina no serviço público e em espaços de decisão. As mulheres são maioria no Governo do Distrito Federal, representando 67,21% dos 174.172 servidores e empregados públicos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “No GDF, temos a felicidade de ver mulheres ocupando posições estratégicas, assegurando que nossas vozes sejam ouvidas e nossas demandas atendidas. A presença feminina favorece a formulação de políticas públicas mais justas e inclusivas, beneficiando toda a sociedade. Além disso, inspira outras mulheres a se engajarem nessa luta, que não é apenas nossa, mas de todos que acreditam em um futuro mais igualitário”, destaca Celina. Nas funções de confiança, as mulheres exercem 10.397 cargos de um total de 19.890, com maior presença nas áreas de Educação e Saúde. No sistema educacional, elas são 53,5 mil dos 70,4 mil servidores, o que representa 76% do quadro. Já na Saúde, somam 38,1 mil dos 53,3 mil profissionais, equivalente a 71,48%. Na Segurança Pública, o DF foi pioneiro na valorização feminina em posições de comando: foi a primeira unidade da Federação a ter mulheres à frente das forças militares de segurança. Tanto a polícia, quanto os bombeiros já estiveram sob comando feminino nos últimos anos. Ainda em 2019, o GDF empossou a coronel Sheyla Sampaio como a primeira comandante-geral da história da Polícia Militar e em 2023 foi a vez da força feminina liderar o Corpo de Bombeiros pela primeira vez, com a coronel Mônica Mesquita. Em agosto de 2023, outra mulher, a coronel Ana Paula Habka, assumiu o posto de comandante-geral da Polícia Militar do DF e está no cargo desde então. Até dezembro do ano passado, ela era a única mulher no Brasil a liderar uma força militar.  O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a ter mulheres à frente das forças militares de segurança | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Projetos para mulheres Para ampliar a qualidade de vida das servidoras, o GDF, por meio da Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali) da Secretaria de Economia (Seec-DF), oferece iniciativas que facilitam a rotina feminina. Um dos destaques é a Academia Buriti, que conta com um público 70% feminino. Localizado no Anexo do Palácio do Buriti, o espaço conta com 12 modalidades esportivas e já beneficiou mais de dois mil servidores. Em atenção à maternidade, o governo mantém o Programa de Atenção Materno-Infantil para Servidores do Distrito Federal (Proamis-DF), em parceria com a Escola de Governo (Egov). A iniciativa oferece cursos, palestras e workshops sobre gestação, puerpério, primeira infância e parentalidade. “As ações são planejadas pensando na servidora e também em sua família, que está diretamente envolvida no processo da maternidade”, explica o titular da Sequali, Epitácio Júnior. Localizada no Anexo do Palácio do Buriti, a Sala Dourada oferece um espaço para ordenha e armazenamento do leite materno | Foto: Vinicius de Melo/SMDF As mães também contam com a Sala Dourada, localizada no 6º andar do Anexo do Palácio do Buriti, um espaço para ordenha e armazenamento do leite materno. Além disso, o Berçário Institucional Buriti oferece 60 vagas em período integral, sendo 20% destinadas a crianças com necessidades especiais. Desde 2022, mais de 250 mães foram beneficiadas pelo serviço, que permite a continuidade da amamentação no ambiente de trabalho após o fim da licença-maternidade. “O Berçário Institucional Buriti é o primeiro da história do GDF e cumpre a missão de cuidar da saúde da mulher. Queremos que essas ações impactem a vida das servidoras não apenas no trabalho, mas também na vida pessoal, promovendo mais pertencimento à sociedade e autoestima para as mulheres”, acrescenta Epitácio Júnior.

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