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Nova logística do Cartão Uniforme Escolar amplia retirada nas agências

A Secretaria de Educação do Distrito Federal definiu uma nova estratégia para a entrega do Cartão Uniforme Escolar, com o objetivo de agilizar o atendimento e facilitar o acesso das famílias ao benefício. A partir da próxima segunda-feira (23), os responsáveis pelos estudantes poderão retirar os cartões diretamente nas agências do Banco de Brasília (BRB). A mudança foi definida em reunião realizada nesta sexta-feira (20) entre a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a equipe do banco. Segundo a gestora, a nova logística amplia a capilaridade do serviço e reduz o tempo de espera, permitindo que a retirada seja feita em unidades próximas à residência ou ao local de trabalho dos responsáveis. “Ao todo, 27 agências do BRB, distribuídas em todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino, estarão disponíveis para a entrega dos cartões”, destaca. Retirada dos cartões remanescentes Os responsáveis que já foram convocados e ainda não retiraram o cartão podem consultar, a partir de agora, o site do programa para verificar em qual agência o benefício estará disponível. A retirada começa na segunda-feira (23), e os cartões já contam com saldo liberado para a compra dos uniformes. A subsecretária Fernanda Mateus reuniu-se com a equipe do Banco de Brasília (BRB) para definir a nova logística de entrega do Cartão Uniforme Escolar | Foto: André Amendoeira/SEEDF Durante o encontro também foram definidos os últimos ajustes para o pagamento do terceiro lote, que deve contemplar mais de 8 mil responsáveis. Desse total, cerca de 5 mil já possuem o cartão e aguardam apenas a liberação do crédito. Os demais serão emitidos até 9 de março. A consulta do local de retirada desse lote estará disponível a partir de 26 de fevereiro, com saque liberado em 9 de março. Os remanescentes do terceiro lote e o quarto lote, destinado aos estudantes que ingressaram na rede pública em 2026, serão divulgados após a primeira quinzena de março. A previsão é que o programa siga ativo até atender todos os alunos regularmente matriculados. Benefício substitui entrega direta de uniformes Instituído por lei como política de permanência escolar, o Cartão Uniforme Escolar substituiu o antigo modelo de distribuição direta das peças. A iniciativa garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição. O valor disponibilizado corresponde ao conjunto padrão de sete peças da rede pública, sendo três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça e um casaco. O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão | Foto: Felipe Noronha/SEEDF A operacionalização do programa ocorre em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, responsável por credenciar e fiscalizar os estabelecimentos fornecedores, no âmbito das políticas sociais do Governo do Distrito Federal. Uso responsável do benefício Além da reunião com o BRB, a Suape também se reuniu com a equipe responsável pelo programa junto à Sedes, que fiscaliza o cumprimento do edital e notifica as malharias que não estejam em conformidade com os padrões estabelecidos. O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão. Em caso de dúvidas, pais e responsáveis devem procurar a unidade escolar ou os canais oficiais da Secretaria de Educação. O uso correto do benefício é essencial para assegurar que o programa continue atendendo quem realmente precisa. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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IgesDF faz visita técnica ao Centro de Distribuição do Hospital Albert Einstein para aperfeiçoar logística

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou uma visita técnica ao Centro de Distribuição de Medicamentos do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O objetivo foi entender como funciona, na prática, a gestão logística de uma das maiores instituições de saúde do país e trocar experiências sobre modelos de operação, transporte, abastecimento e controle de estoque. Representantes do IgesDF em visita técnica em São Paulo, para conhecer os processos logísticos e aprender sobre controle das demandas no Hospital Albert Einstein | Fotos: Divulgação/IgesDF A superintendente de Administração e Logística do IgesDF, Bárbara Santos, explica que a visita foi direcionada especialmente para compreender os processos, os fluxos operacionais e os mecanismos de monitoramento e controle de demandas que garantem o abastecimento das unidades do Einstein. Segundo ela, o ponto central da missão foi avaliar como o hospital mantém a regularidade das entregas e evita desabastecimentos, mesmo lidando com um volume muito maior do que o do IgesDF. "Buscamos entender como eles estruturam os processos logísticos e fazem o controle das demandas para garantir que os materiais cheguem no tempo certo, na quantidade certa e com a qualidade necessária", resume Bárbara. Apesar das diferenças no volume de operação, o IgesDF e o Hospital Albert Einstein possuem estruturas físicas semelhantes, com centros de distribuição que utilizam mezaninos, verticalização e equipamentos automatizados Um dos aspectos que mais chamou a atenção foi a integração dos sistemas, que permite total rastreabilidade, desde a identificação da necessidade até a entrega do material nas unidades hospitalares. Esse modelo garante mais agilidade e segurança, reduz riscos e facilita o acompanhamento em tempo real de toda a cadeia de suprimentos. [LEIA_TAMBEM]A superintendente também destaca que a troca de experiências foi de mão dupla. O Einstein, por exemplo, se interessou por práticas já adotadas no IgesDF, como a unitarização de medicamento, processo em que os remédios já são separados por doses individuais no centro de distribuição, prontos para a dispensação nas farmácias hospitalares. Apesar das diferenças no volume de operação, as duas instituições possuem estruturas físicas semelhantes, com centros de distribuição que utilizam mezaninos, verticalização e equipamentos automatizados para otimizar espaço e operação. O vice-presidente do IgesDF, Rubens de Oliveira Pimentel Jr., reforça a importância dessa iniciativa. “Visitas como essa são fundamentais para que possamos buscar soluções inovadoras, aprimorar nossos processos e oferecer um serviço mais eficiente para a população do Distrito Federal”, afirmou. A missão abriu espaço para futuras visitas com equipes operacionais diretamente envolvidas no dia a dia do Centro de Distribuição do IgesDF. “A nossa intenção é sempre aprofundar o intercâmbio de conhecimentos e fortalecer a melhoria contínua dos processos logísticos”, completou Bárbara Santos. Além de Bárbara Santos, participaram da visita o gerente geral de logística de insumos, Bernardo Sousa, e a gerente de compras de insumos, Kátia Barros.  *Com informações do IgesDF  

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Serviço de Limpeza Urbana recebe visita de servidores e colaboradores do Dnit

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recebeu a visita de servidores e colaboradores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), nesta quarta-feira (17). A comitiva era composta por membros dos setores de sustentabilidade, logística, gestão de pessoas, comunicação social e serviços gerais, todos empenhados em conhecer de perto o funcionamento da Usina de Tratamento Mecânico Biológico (UTMB), que fica no P Sul, em Ceilândia. Durante a visita, os participantes tiveram a oportunidade de explorar as instalações da UTMB e entender melhor os processos envolvidos na gestão de resíduos sólidos urbanos. Vinícius de Abreu, gerente da UTMB, compartilhou detalhes sobre a história e evolução da usina e destacou as adaptações necessárias ao longo dos anos para atender à realidade local. “Aqui na usina, 40% da coleta convencional é aproveitada e transformada em composto orgânico, deixando de ser encaminhada para os aterros. Esse processo é crucial para a sustentabilidade e a economia circular,” explicou Vinícius. Durante a visita, os participantes tiveram a oportunidade de explorar as instalações da UTMB e entender melhor os processos envolvidos na gestão de resíduos sólidos urbanos | Fotos: Divulgação/Dnit Os visitantes puderam observar o processo de triagem dos materiais recicláveis, realizado pelos 145 catadores das cooperativas Apcorc, Plasferro e Coopere. A fração orgânica resultante da triagem segue para o pátio de compostagem, onde permanece por aproximadamente 100 dias, se decompondo. A produção do composto é dividida entre doações para a agricultura familiar e vendas, gerando renda tanto para os catadores quanto para os produtores rurais. Este ciclo sustentável não só melhora a qualidade dos alimentos produzidos, mas também contribui significativamente para a economia local. Gisele Duarte Doetzer, chefe do setor de sustentabilidade do Dnit, destacou a importância da visita. “Fomos motivados pelo desejo de compreender a próxima etapa do ciclo dos resíduos. Fazer gestão de resíduos é isso: entender de onde eles vêm, como os consumimos e para onde vão no pós-consumo”. “Fomos motivados pelo desejo de compreender a próxima etapa do ciclo dos resíduos. Fazer gestão de resíduos é isso: entender de onde eles vêm, como os consumimos e para onde vão no pós-consumo” Gisele Doetzer, chefe de Sustentabilidade do Dnit A chefe ressaltou que essa verificação in loco é fundamental no trabalho de conscientização dentro do Dnit. “Aqui podemos acompanhar como os resíduos são separados, qual é o tratamento, em quais categorias são recicladas e o que é descartado e encaminhado para o aterro sanitário. Conhecer essa dinâmica é primordial para fazermos escolhas melhores no momento da aquisição,” afirmou Gisele. Dnit sustentável Atualmente, o órgão conta com o Projeto Dnit Sustentável que tem como objetivo conscientizar e colaborar para um futuro mais sustentável. Como parte desse projeto, a sede do Dnit em Brasília implementou uma série de ações significativas para melhorar a gestão de resíduos. Entre as iniciativas, destaca-se a substituição de todos os coletores individuais das salas por coletores compartilhados com coleta seletiva adequada (Indiferenciado, Reciclável e Orgânico). A ação resultou na retirada de cerca de 1.200 coletores individuais, representando uma mudança significativa que contribui para a melhoria da reciclagem e a redução da geração de CO2. A medida visa não apenas reduzir o impacto ambiental, mas também promover uma cultura de responsabilidade e consciência ambiental entre os colaboradores. *Com informações do SLU

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Novacap faz intercâmbio em órgãos de urbanização e infraestrutura no Rio de Janeiro

Durante quase uma semana, engenheiros e assessores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) estiveram no Rio de Janeiro (RJ) para uma visita técnica ao Centro de Operações e Resiliência da cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa tem como foco colher informações e experiências para projetar a implementação de uma central que vai coordenar as operações diárias da empresa em todo o Distrito Federal. Equipe da Novacap visitou instituições no Rio de Janeiro para conhecer referências à implementação da central de operações da companhia | Foto: Divulgação/Novacap Inaugurado em dezembro de 2010, o Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro ou Centro de Operações Rio (COR), foi um dos primeiros equipamentos públicos entregues pela prefeitura para os Jogos Olímpicos de 2016. Com funcionamento diário e ininterrupto, o COR monitora áreas relacionadas à mobilidade urbana e ao clima, entre outras, com o intuito de, por exemplo, se antecipar a possíveis eventos meteorológicos que possam afetar a estrutura da cidade. A equipe também esteve no Centro de Controle de Operações da SuperVia e na Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), para entender os desafios enfrentados por essas instituições em termos de gestão, logística e atendimento às demandas. “A Novacap está em um processo de intenso de modernização e inovação. Essa vivência vai ser fundamental para darmos mais um passo em prol da concretização da nossa central de operações e, assim, melhorar significativamente a eficiência logística com vistas à contínua implantação da infraestrutura no DF”, pontuou o diretor de Edificações da Novacap, Carlos Spies. A expectativa é que com a central de operações seja possível auxiliar no monitoramento das obras que estão em execução pela companhia, concentrando todas as informações e melhorando a produtividade, a eficiência logística, o desempenho de processo, a redução de obstáculos e, é claro, a otimização dos recursos. Além disso, garante transparência e comunicação integrativa a respeito das obras do GDF. *Com informações da Novacap  

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