Programação reúne exposições, música, dança e encontro automotivo no DF
Atividades culturais e turísticas no Distrito Federal ocorrem entre esta quinta-feira (9) e a próxima quarta-feira (15) em museus, espaços culturais, biblioteca, áreas externas e no Parque da Cidade. A agenda inclui exposições, seminário sobre rock, apresentações de dança, feira, atividades formativas e encontro automotivo. No sábado (11), a partir das 21h, o estacionamento do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade sedia o Encontro Automotivo Solidário Fest Copa. A programação conta com cultura automotiva e apresentações de MC PH, MC Marks, DJ Tubas, Ana Flávia e Gabriella K. A entrada nas áreas comuns é gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Camarotes e a Área Influência Deboxe têm ingressos pagos. Oficinas de artes plásticas e visuais, aulas de dança e de teatro e o Festival Inclusivo estão entra as atrações do Espaço Cultural Renato Russo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília No Espaço Cultural Renato Russo, as atividades começam nesta quinta-feira, com exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h. Também nesta quinta, há o Festival Inclusivo na Praça Central, das 14h às 18h; aulas de dança com Ricardo Lira, na Sala de Atividades, das 10h às 13h, e das 17h às 20h; aulas de teatro 60+ do grupo Viva a Vida, na Sala Multiúso, das 9h às 11h; e evento Gnosis, na Sala Marco Antônio, das 18h às 22h. Na sexta-feira (10), a Galeria Rubens Valentim segue com a exposição das obras de estudantes, das 10h às 20h. A programação também inclui oficina de pintura com Roberta Camargo, no Galpão das Artes, das 14h às 15h; apresentação do Coral Intermezzo, na Sala Marco Antônio, das 19h às 22h; 1º Seminário Mercosul do Rock, no Galpão Hugo Rodas, das 14h às 22h; e Stand Up Demais, no Teatro de Bolso, das 19h às 22h. No fim de semana, as atividades no Espaço Cultural Renato Russo ficam distribuídas entre a Galeria Rubens Valentim, a Praça Central, o Galpão Hugo Rodas e a Sala Multiúso. → No sábado, há exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h; Feira Varanda BSB, na Praça Central, das 9h às 20h; 1º Seminário Mercosul do Rock, no Galpão Hugo Rodas e na Sala Multiúso, das 10h às 22h. → Domingo tem exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 14h; Feira Varanda BSB, na Praça Central, das 9h às 18h; 1º Seminário Mercosul do Rock, no Galpão Hugo Rodas e na Sala Multiúso, das 10h às 22h. → Na terça-feira (14), a programação inclui exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, na Galeria Rubens Valentim, das 10h às 20h; aulas de dança com Ricardo Lira, na Sala de Atividades, das 10h às 13h e das 17h às 20h; aulas de teatro 60+ do Grupo Viva a Vida, na Sala Multiúso, das 9h às 11h; oficina de cenografia do Festival Inclusivo, no Galpão das Artes, das 14h às 18h; oficina de pintura com Roberta Camargo, no Galpão das Artes, das 14h às 15h. Aulas de balé, festival de inverno e mostra de dança fazem parte da programação do Complexo Cultural em Planaltina | Foto: Divulgação Em Planaltina, o Complexo Cultural tem programação desta quinta-feira a domingo, com aulas, festival e mostra de dança. Na quinta e na sexta-feira, há aulas de balé das 8h às 11h. Ainda na quinta, o grupo Melhores do Mundo ocupa o espaço das 8h às 23h. Na sexta, a montagem do Festival de Inverno está prevista das 13h às 18h. No sábado, o festival ocorre das 14h às 21h. No domingo (12), a Mostra de Dança Vidart 15 anos ocorre das 9h às 21h. Muído em Alejo ou Alejo em Miúdos e O Thyssen está de visita estão entre as exposições em cartaz no Museu da Nacional | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No Museu Nacional, seguem em cartaz as exposições Acervo Vetor: um recorte dos 20 anos do Museu Nacional da República, na Galeria 1, até o dia 17; O Nascimento do Tempo: a matéria em transformação e permanência, no mezanino, até a mesma data; Dípticos, Arte e Curadoria, na Galeria 2, até 9 de agosto; Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos, na Galeria 3, até 30 de agosto; e O Thyssen está de visita, na área externa, até o dia 19 deste mês. O Festival Latinidades ocupa o anexo e o Auditório 2 até sexta-feira (10). Um dos destaques do roteiro cultural desta semana é o Memorial dos Povos Indígenas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O Memorial dos Povos Indígenas recebe as exposições Conexões Ancestrais e BDW 26 — Design que conecta territórios. Esta última segue até domingo. No Museu de Arte de Brasília, a programação vai até terça-feira, com mostra de longa duração do acervo do MAB, além das exposições Marés e Respiro, de Ingrid Haubrich; Rejuntes Afetivos, de Isabel Becker; e Demãos Bordadas. No Eixo Cultural Ibero-Americano, a sala de dança recebe ensaios e aulas do grupo Bailarinos de Brasília nesta quinta-feira, das 11h às 18h, e na sexta-feira, das 12h às 18h. Também nesta quinta, o Teatro Plínio Marcos recebe, às 20h, a apresentação Autobiografia, com Paulo Betti, dentro do projeto De Carona com a Cultura. O espaço ainda recebe, nesta quinta, visita acadêmica de 25 alunos e professores do curso de arquitetura e urbanismo da UniFaj, de Jaguariúna, em São Paulo. Na Praça dos Três Poderes, o Panteão da Pátria segue, de quinta a quarta-feira (15), com a exposição Tancredo Neves e a Ilha de Realidade Virtual — Anna Nery. O Buraco do Jazz ocorre no gramado do Panteão na quinta e na sexta-feira. No Espaço Oscar Niemeyer, fica em cartaz, de quinta a quarta, a exposição Niemeyer por Niemeyer, de Kadu Niemeyer. Na sexta-feira, das 13h às 18h, o espaço fica reservado para atividade de extensão universitária vinculada ao programa educativo Praça dos Três Poderes. O Museu da Cidade recebe, no mesmo período, a exposição permanente História de Brasília em mármore. A Biblioteca Nacional de Brasília mantém, até o dia 31, a exposição Sertões, no segundo andar. A programação da semana inclui curso de grego clássico, lançamento de livro, curso de conversação em inglês e aulas de patinação urbana. → Na quinta-feira tem curso de grego clássico, com a professora Karen Sacconi, na Sala de Cursos. → Sexta-feira ocorre o lançamento do livro Entre o Mundo do Crime e do Trabalho: uma etnografia sobre a (re)construção de trajetórias de egressos prisionais no Brasil e no Canadá, no auditório e no foyer. → No sábado há curso de conversação em inglês, turmas básica e intermediária, no auditório; e aulas de patinação urbana, nos pilotis da Ala Sul. → Na terça-feira há aula do curso de grego clássico com a professora Karen Sacconi, na Sala de Cursos.
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Confira a programação cultural para esta quinta e sexta-feira
Além do frio, julho chega com uma agenda diversificada para quem deseja aproveitar Brasília nesta quinta (2) e na sexta-feira (3). As atividades contam com apoio de equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e incluem opções gratuitas para todas as idades. No Cine Brasília, um dos destaques é Dia D, novo longa dirigido por Steven Spielberg | Foto: Divulgação Sucessos no cinema Entre os destaques da programação do Cine Brasília está a animação Toy Story 5, que chega à programação infantil com sessões dubladas e uma sessão legendada na sexta-feira, às 18h15. Também entram em cartaz os filmes As Correntes, drama argentino sobre uma estilista em crise diante do reconhecimento profissional; e Franz, cinebiografia inspirada na vida do escritor Franz Kafka. A Sessão Circuitão exibe Dia D, novo longa dirigido por Steven Spielberg, com sessões na quinta-feira, às 17h30, e no sábado (4), às 16h30. A programação completa está disponível na página do Cine Brasília. Nesta quinta (2), o Buraco do Jazz recebe o grupo Irish Jazz e, na sexta-feira (3), a banda Funklosofia | Foto: Divulgação/Lyanna Soares Jazz e rock Com direito a vinho, boa música e o tradicional Concurso de Cangas, é uma opção para aquecer as noites brasilienses. O Buraco do Jazz (confira aqui) inicia a programação de julho celebrando seus dez anos de história. Nesta quinta-feira, o palco recebe o grupo Irish Jazz; na sexta-feira, a banda Funklosofia. O festival ocorre sempre às quintas e sextas-feiras, a partir das 18h, no gramado em frente ao Panteão da Pátria, com entrada gratuita. Além dos shows, o público encontra praça de alimentação e uma feira de artesanato. Artes plásticas Os museus da capital também não deixam os amantes de arte por fora. O Museu Nacional da República apresenta, nesta quinta-feira, a exposição Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos (confira aqui), da artista indígena Lua Kixelô Cavalcante. A abertura ocorre às 18h30 na Galeria 3 do espaço, onde a mostra permanece em cartaz até 30 de agosto, propondo uma reflexão sobre acessibilidade, pertencimento e os desafios enfrentados por pessoas com deficiência. A visitação no equipamento público é gratuita e está aberta de terça a domingo, das 9h às 18h30. Outra opção é a exposição Marés e Respiro, da artista argentina Ingrid Haubrich, em cartaz no Museu de Arte de Brasília (MAB) até 20 de setembro. A mostra reúne pinturas, instalações e obras de grande formato que convidam o visitante a refletir sobre a água, a memória e a sustentabilidade. Durante o período expositivo também serão promovidas oficinas e atividades educativas para crianças e jovens.
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Candangão Junino 2026 reúne cultura, tradição e grandes espetáculos em Santa Maria
A etapa classificatória realizada em Santa Maria transformou o estacionamento do Ginásio de Esportes em um grande palco da cultura popular. Durante três dias de programação, 21 quadrilhas juninas encantaram o público com espetáculos que reuniram teatro, dança, música, figurinos e cenários, levando emoção e valorizando as tradições populares. A cada apresentação, uma história diferente, inspirada nas raízes da cultura junina | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Santa Maria "Tivemos arquibancadas cheias, torcidas apaixonadas e apresentações de altíssimo nível. O Candangão Junino está cada vez mais consolidado como um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal e do país” Robson Vilela, presidente da Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno Ao final das apresentações, foram conhecidas as cinco quadrilhas mais bem colocadas da etapa. O primeiro lugar ficou com a Sabugo de Milho, seguida por Si Bobiá a Gente Pimba, Sanfona Lascada, Elite do Cerrado e Segue o Fogo, que completaram o grupo das classificadas. Nos destaques individuais, a Elite do Cerrado conquistou o prêmio de Melhor Marcador, enquanto Sabugo de Milho e Segue o Fogo dividiram o reconhecimento de Melhor Casal de Noivos. Cada apresentação contou uma história diferente, inspirada nas raízes da cultura junina, envolvendo o público do início ao fim. As torcidas deram um espetáculo à parte, colorindo as arquibancadas, cantando, vibrando e incentivando os grupos, criando um clima de festa que contagiou brincantes e espectadores. Por trás de cada apresentação existe um trabalho desenvolvido ao longo de meses. As quadrilhas reúnem dezenas de integrantes entre dançarinos, coreógrafos, costureiras, artesãos, cenógrafos e equipes de apoio, que dedicam boa parte do ano à produção de figurinos, cenários e coreografias para levar ao tablado espetáculos de alto nível. Espetáculos reúnem teatro, dança, música, figurinos e cenários, valorizando tradições populares "Trouxe meus filhos para conhecerem esta tradição e ficamos encantados com as apresentações, a estrutura e a alegria das torcidas. Precisamos de mais eventos assim para a comunidade” Maria Assunção de Flores, dona de casa Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequajudfe), o Candangão Junino 2026 reúne os principais grupos juninos do Distrito Federal e Entorno e fortalece a cultura popular por meio de uma competição que movimenta artistas, comunidades e milhares de admiradores. O evento contou com o apoio da Administração de Santa Maria. Superação de expectativas Para o presidente da Fequajudfe, Robson Vilela, a etapa de Santa Maria superou as expectativas e demonstrou a força do movimento junino. “Encerramos mais uma etapa com muito sucesso. Tivemos arquibancadas cheias, torcidas apaixonadas e apresentações de altíssimo nível. Ver as famílias prestigiando esse espetáculo gratuito mostra que o Candangão Junino está cada vez mais consolidado como um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal e do país”, disse. [LEIA_TAMBEM]Quem acompanhou de perto as apresentações também aprovou a organização do evento. A dona de casa Maria Assunção de Flores, de 46 anos, levou toda a família para prestigiar as quadrilhas e destacou a importância de iniciativas como essa. “É muito bonito ver um evento gratuito, organizado e seguro para toda a família. Trouxe meus filhos para conhecerem esta tradição e ficamos encantados com as apresentações, a estrutura e a alegria das torcidas. Precisamos de mais eventos assim para a comunidade.” Próximas etapas do Candangão Junino 2026 Grande Final – Ceilândia 📅 25 e 26 de julho Nacional Centro-Oeste – Ceilândia 📅 1º e 2 de agosto ⇒ Entrada gratuita ⇒ Estrutura com arquibancadas e praça de alimentação. ⇒ Transmissão ao vivo: http://www.youtube.com/@FequajuDFE *Com informações da Administração Regional de Santa Maria
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Arte contemporânea aproxima estudantes da rede pública e encerra temporada no Varjão neste domingo (21)
A arte tem mobilizado estudantes da rede pública do Distrito Federal por meio da exposição O abraço que faz meus pés dançarem, levando jovens a um encontro de expressões e reflexões por meio da pintura. Contemplado pela Lei Paulo Gustavo e coordenado pela Casa Jasmim, o projeto chega ao fim neste domingo (21), após receber alunos de escolas públicas de regiões como Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e, mais recentemente, Varjão. Oficinas e performances artísticas coordenadas pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira fizeram parte da temporada de exposição | Foto: Divulgação/Mariana Guedes Além das visitas guiadas gratuitas à exposição, a iniciativa promoveu ações formativas com estudantes do Centro Educacional São Francisco (Chicão), em São Sebastião. As oficinas, conduzidas em abril pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira, convidaram os estudantes a transformar sentimentos em gestos e movimentos. O resultado foi uma performance apresentada pelos participantes durante a abertura da mostra. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria” Mandí Cintra, artista plástica Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, projetos dessa natureza ampliam as oportunidades de formação cultural e aproximam diferentes públicos das manifestações artísticas. “Além de valorizar novos talentos da cena cultural, a iniciativa fortalece processos de formação de público e de participação social, objetivos que têm sido impulsionados por políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente cultural brasileiro”, observa. Aquarelas inéditas Com curadoria de Ricardo Caldeira, a exposição reúne 20 aquarelas inéditas e propõe uma reflexão sobre vínculos, coletividade e sensibilidade. A iniciativa integra um conjunto de ações viabilizadas por recursos públicos voltados para fortalecimento da produção cultural e ampliação do acesso à arte em diferentes territórios do DF. [LEIA_TAMBEM]Segundo Mandí Cintra, o projeto também evidencia o papel das políticas públicas na valorização da cultura e na geração de oportunidades para diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do setor. A artista lembra que a proposta da exposição buscou criar um espaço de contemplação e diálogo, especialmente com jovens de contextos periféricos, ampliando experiências de criação e convivência para além do ambiente digital. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”, relata. “Foi uma feliz confirmação de que o contato com a arte tem o condão de despertar o interesse por esse algo vivo e inquieto que existe dentro de cada um de nós; e, com certeza, esse momento vai gerar a sementinha desejável da importância de alimentarmos aquilo que é sensível em nossas subjetividades para agora e vida agora.” O encerramento da mostra ocorre neste domingo, a partir das 16h, na Casa Aerada Varjão (Q. 1, Conjunto B, Casa 6). Aberta ao público, a programação inclui um momento com a artista sobre os bastidores do processo criativo das obras e uma partilha coletiva sobre as sensações despertadas pela exposição. Em seguida, o público poderá assistir a um pocket show com canções autorais de Mandí Cintra, acompanhada por Anco Marcos, além de uma apresentação do percussionista Lucas Ramalho, artista residente do Varjão.
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