Obras das calçadas e ciclovia da M2 entram na fase de concretagem em Ceilândia
As obras de implantação das novas calçadas e da ciclovia da M2 seguem em ritmo acelerado em Ceilândia. Após a retomada dos serviços nas últimas semanas, os trabalhos já alcançaram uma nova etapa, com a fase de concretagem sendo executada em diversos trechos da via. A intervenção faz parte do conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar a acessibilidade, garantir mais segurança aos pedestres e incentivar a mobilidade sustentável na cidade. Equipes da empresa responsável pela obra atuam simultaneamente em diferentes pontos, promovendo a execução das bases, instalação de meios-fios e aplicação do concreto nas áreas destinadas à circulação de pedestres. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer. A iniciativa beneficia diretamente moradores, comerciantes e usuários que circulam pela região, oferecendo mais conforto, acessibilidade e segurança. Para quem acompanha de perto as mudanças, os benefícios já são motivo de expectativa. As novas calçadas seguem os padrões de acessibilidade, incluindo espaços adequados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Além de trazer mais segurança para quem pedala, a ciclovia vai deixar a região mais organizada e melhorar a circulação de moradores e trabalhadores que passam pelo local diariamente. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Com os serviços em andamento e a concretagem já visível em alguns trechos, a população começa a acompanhar de perto a transformação de uma área que por muito tempo aguardava por melhorias. "Estamos acompanhando de perto a execução dos serviços para garantir que a população receba uma infraestrutura de qualidade. Essa obra representa mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para quem vive e circula em Ceilândia", destacou o administrador regional de Ceilândia, Renato Santana. A expectativa é que, com as próximas etapas, a cidade passe a contar com um corredor mais seguro, acessível e adequado às necessidades de pedestres e ciclistas, reforçando o compromisso do GDF com a mobilidade urbana. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Avenida Recanto das Emas terá obras com foco em acessibilidade, mobilidade e convivência
A Avenida Recanto das Emas, um dos principais eixos de circulação da região administrativa de mesmo nome, começa a ganhar novos contornos. Com a aprovação do projeto de requalificação viária pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), o espaço passa a ser pensado não apenas como via de passagem, mas como parte do cotidiano de quem vive e circula pela cidade. Objetivo da proposta é reorganizar o espaço urbano a partir de investimento na acessibilidade | Imagem: Divulgação/Seduh A proposta, que abrange o trecho entre as quadras 101/201 e 104/206, vai além de ajustes técnicos: reorganiza o espaço urbano com foco na acessibilidade, na segurança e na qualidade de vida. A portaria que oficializa o projeto de sistema viário foi publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Prioridade é a população Entre as principais mudanças está a criação de rotas acessíveis e a adequação de calçadas, garantindo o deslocamento seguro de pedestres, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A proposta segue princípios do desenho universal e dialoga com políticas públicas voltadas para a inclusão e para a mobilidade urbana. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo” Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação Além disso, o projeto prevê a reforma de pontos de parada de transporte coletivo, melhoria nas travessias e implantação de medidas de moderação de tráfego, como plataformas elevadas nas esquinas, que contribuem para reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança viária. Mais verde e menos concreto A intervenção também propõe uma mudança importante na paisagem urbana. Áreas hoje impermeabilizadas darão lugar a espaços mais verdes, com a implantação de canteiros, jardineiras e o plantio de 93 novas árvores ao longo da avenida. “A criação de praças e espaços de permanência reforça esse novo olhar: a avenida deixa de ser apenas um eixo de circulação e passa a incorporar áreas de convivência e uso coletivo”, reforça o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF, Marcelo Vaz. O projeto compreende cerca de 22,8 mil metros quadrados de área urbanizada, com mais de 12 mil metros quadrados destinados a espaços acessíveis e cerca de 3 mil metros quadrados de áreas verdes. Organização e mobilidade A proposta também reorganiza trechos de estacionamento, com previsão de vagas específicas para pessoas com deficiência (PcDs), idosos e motocicletas, além de melhorias na circulação local. As intervenções foram planejadas de forma a não interferir nas redes subterrâneas existentes, mantendo a viabilidade técnica do projeto. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto importante é que a reforma atualiza e complementa um projeto urbanístico anterior, de 1993, alinhando a avenida às normas mais recentes de mobilidade, acessibilidade e planejamento urbano. “A aprovação do projeto representa mais um passo no processo de qualificação dos espaços públicos do Distrito Federal”, enfatiza o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura, Vitor Recondo. “No Recanto das Emas, a intervenção reconhece a importância da avenida no dia a dia da população e propõe um redesenho que acompanha essa dinâmica.” A reforma aponta para uma cidade que se adapta, se reorganiza e se aproxima das pessoas, criando caminhos mais seguros, espaços mais acolhedores e uma relação mais equilibrada entre mobilidade e convivência urbana. Após a aprovação do sistema viário, o processo será encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a elaboração dos projetos complementares e do orçamento. A portaria também determina que os documentos urbanísticos sejam disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica no prazo de até sete dias após a publicação. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)
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População participa da elaboração do projeto de lei sobre a mobilidade urbana do DF
Com mais de 6.120 propostas já consolidadas, chegou a fase final do trabalho de atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano do Distrito Federal (PDTU-DF) e a criação do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Distrito Federal (PMUS-DF). No próximo sábado (28), será realizada a audiência pública presencial para apresentação do relatório final e debate sobre o projeto de lei que vai instituir o novo plano. Quem quiser se antecipar e participar da elaboração do projeto de lei pela internet, pode inserir as sugestões diretamente no site do PDTU. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) publicou a versão preliminar do texto, que ficará disponível para leitura e manifestações escritas até sexta-feira, dia anterior à audiência pública. “Estamos na reta final de um projeto que percorreu as 35 regiões administrativas em duas etapas de oficinas de debate com a população, além de três audiências públicas e reuniões virtuais com órgãos públicos e a sociedade organizada. É muito importante que a população participe da quarta audiência pública, onde vamos debater os últimos ajustes para aprimorar o plano de mobilidade urbana do DF e o texto que vai transformar as propostas em lei”, destacou o titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves. No próximo sábado (28), será realizada a audiência pública presencial para apresentação do relatório final e debate sobre o projeto de lei (PL) que vai instituir o novo plano | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O relatório final do PDTU/PMUS foi produzido pela equipe técnica da Semob e do LabTrans da Universidade Federal de Santa Catarina. O documento elenca as ações e obras que o GDF precisa realizar para melhorar a mobilidade urbana do DF nos próximos dez anos. De acordo com a minuta do projeto de lei, os dois planos serão unificados em um só planejamento estratégico, e passarão a ser chamados de Plano Diretor de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (PDTM-DF). Como participar pela internet Para se manifestar sobre a minuta do projeto de lei, basta acessar o site da Semob e clicar em PDTU (à direita do menu principal) ou diretamente no endereço do site do PDTU. Ao abrir a página, abaixo da foto principal, estão publicados um link para que a pessoa leia e opine sobre a minuta do projeto de lei do PDTU/Pmus, e outro sobre a convocação para a 4ª Audiência Pública — ambos com o botão clique aqui. Clicando para acessar a minuta do projeto de lei, o cidadão terá opções de incluir novo artigo no projeto de lei, manter o artigo como está ou sugerir alteração. Ao clicar para digitar a manifestação, será necessário fazer um breve cadastro com CPF para pessoa física ou CNPJ para pessoa jurídica, registrando também uma senha para o caso de desejar acessar o documento outras vezes. Audiência presencial A audiência pública presencial sobre o relatório final e o projeto de lei do PDTU será realizada no dia 28 de março, a partir das 9 horas, no auditório térreo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Na recepção, o público terá de assinar lista de presença, podendo se inscrever para intervenções orais e encaminhamento de propostas. A sessão será transmitida em tempo real pela internet com link de acesso disponível no site do PDTU. Serviço 4ª Audiência Pública do PDTU/Pmus Local: Auditório térreo do Dnit Endereço: Setor de Autarquias Norte Quadra 03 Lote A, Ed. Núcleo dos Transportes Recepção/inscrições: das 8h30 às 9h Duração: das 9h às 12h Transmissão online: link ficará disponível no site do PDTU *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF)
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Governador recebe livro institucional da TCB e destaca avanços no transporte público do DF
O governador Ibaneis Rocha recebeu, nesta quarta-feira (25), o livro institucional da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), entregue pela diretora-presidente da empresa, Maria Cecília Martins Lafetá. A publicação reúne a história dos 65 anos da companhia e destaca as transformações no transporte público do Distrito Federal nos últimos anos. A diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Lafetá, com o governador Ibaneis: “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes” Governador Ibaneis Rocha Durante a reunião, foram apresentadas ao chefe do Executivo as publicações que resgatam a trajetória da TCB desde a criação, além de registrar os avanços recentes promovidos no sistema de transporte coletivo. A TCB é uma das principais operadoras do sistema de transporte coletivo da capital e tem papel estratégico na execução de políticas públicas voltadas à mobilidade urbana. Ao receber o material, o governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em continuar investindo na melhoria da mobilidade urbana, com foco na qualidade do serviço prestado aos usuários. [LEIA_TAMBEM]“Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”, afirmou. “Hoje também atendemos pessoas com deficiência, com transporte porta a porta. Isso mostra que vale a pena investir em uma empresa pública e fazer uma boa gestão.” A publicação reconhece, ainda, as mudanças implementadas ao longo da atual gestão, com foco na ampliação e modernização dos serviços oferecidos à população. “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas”, ressaltou a diretora-presidente da TCB. “Hoje, a nossa empresa não opera somente linhas, mas também realiza o transporte escolar de todas as crianças do Distrito Federal, além de oferecer serviços como o DF Acessível e, em breve, o transporte para pacientes em hemodiálise.” * Colaboraram Karol Ribeiro e Carlos Eduardo Bafutto
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