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mobilidade urbana em brasília

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Novos ônibus elétricos começam a circular no DF

Os usuários do transporte público coletivo do Distrito Federal já podem viajar nos novos ônibus elétricos da capital. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) liberou, nesta quarta-feira (24), os primeiros 12 veículos da frota de 90 ônibus elétricos entregues em maio. Esses veículos passaram por cadastro, licenciamento, vistoria, emplacamento e instalação de validadores no Sistema de Transporte Público Coletivo para o funcionamento da operação. Eles começam a circular em quatro linhas com viagens que saem da Rodoviária do Plano do Piloto. As linhas atendidas são a 109.3, que passa pela Esplanada dos Ministérios e vai para o Setor de Autarquias Sul/Pátio Brasil; a 109.4, que faz o percurso para a Esplanada dos Ministérios; a 108.5, que vai até a Rodoferroviária passando pelo Setor Militar Urbano; e a linha 0.110, que atende os universitários e demais passageiros que se deslocam para a região da UnB. A titular da Semob-DF, Sandra Holanda, explicou que os veículos serão liberados progressivamente até atingir a totalidade da frota. A operação vai começar em quatro linhas que atendem, juntas, cerca de 25 mil passageiros por dia. “A eletrificação da frota permite que o Distrito Federal avance na agenda ASG (Ambiental, Social e Governança) e fortaleça seu o compromisso com a descarbonização, a moblidade inclusiva e as práticas inovadoras e transparentes, reduzindo os impactos ambientais”, explicou a secretária. Os veículos são 100% elétricos, equipados com ar-condicionado, piso baixo, acessibilidade total e sistema de câmeras | Foto: Divulgação/Semob-DF Mobilidade sustentável Com a aquisição dos novos ônibus elétricos, o GDF avança na transição energética da frota. Os veículos foram importados da China pela empresa Piracicabana e representam ganhos para a população, a mobilidade sustentável e o meio ambiente. Ao todo, são 90 veículos que beneficiarão cerca de 70 mil passageiros por dia, em área que realiza cerca de 281 viagens diariamente. Os veículos são 100% elétricos, equipados com ar-condicionado, piso baixo, acessibilidade total e sistema de câmeras. A operação é silenciosa, contribuindo para a redução de ruído urbano, e com zero emissão de poluentes. Juntos, os veículos vão reduzir 615 toneladas de CO2 por mês, com impacto ambiental equivalente ao plantio de mais de 120 mil árvores por ano.   *Com informações da Semob-DF

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Novas calçadas no Riacho Fundo II ampliam mobilidade de pedestres

As obras para a construção de novas calçadas no Riacho Fundo II continuam e já começam a transformar a mobilidade de pedestres na região. Ao todo, cerca de 11 mil m² de passeios estão sendo executados no trajeto que liga a QS 6 à QS 20, passando por pontos importantes da cidade, como a rodoviária da região administrativa. A iniciativa busca garantir mais segurança e conforto para quem circula pela região. Com investimento de R$ 1,1 milhão do Governo do Distrito Federal (GDF), a obra é executada pela empresa RVA, contratada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), em parceria com a Administração do Riacho Fundo II. Com investimento de R$ 1,1 milhão do Governo do Distrito Federal (GDF), a obra é executada pela empresa RVA, contratada pela Sedet-DF, em parceria com a Administração do Riacho Fundo II | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo a vice-governadora Celina Leão, iniciativas como esta mostram como o governo está atento às necessidades da população. “Nós estamos atendendo a uma solicitação legítima da população. Como poder público, estamos cumprindo o nosso dever de garantir mobilidade e segurança. As obras também levam cidadania ao incluir as pessoas com mobilidade reduzida, garantindo que possam se deslocar com mais autonomia”, ressalta.   A administradora regional, Ana Maria da Silva, destaca a celeridade das obras. “Essa calçada tem 11 mil m² e, em apenas três semanas de obra, a empresa já avançou bastante. A rapidez surpreendeu e os serviços estão próximos de serem finalizados”, afirmou. Segundo ela, trechos concluídos já começaram a ser utilizados pelos moradores. “As famílias já estão usufruindo, passeando com os filhos, andando de bicicleta, passeando com animais. Como ciclista, eu já usava essa calçada antes, mesmo bastante danificada. E agora a diferença é visível”, completou. Morador da região desde 2005, o motorista de ônibus Edgar Martins, de 63 anos, destacou a mudança na rotina após o início das obras. “Antes, estava tudo quebrado, era perigoso. Eu não andava no passeio, andava no asfalto. Agora está ficando maravilhoso, dá mais segurança, evita atropelamento e crianças correndo na rua. Está ficando bacana mesmo”, relatou. "Antes, estava tudo quebrado, era perigoso. Eu não andava no passeio, andava no asfalto. Agora está ficando maravilhoso, dá mais segurança, evita atropelamento e crianças correndo na rua. Está ficando bacana mesmo” A dona de casa Maria Ribeiro, 57, conta que as condições anteriores da calçada limitavam até atividades simples do dia a dia. “Eu evitava fazer caminhada porque caía muito, a pé e de bicicleta também. Agora está bem segura, tranquila, dá pra fazer caminhada sossegada. Quando começaram a medir a área, há algumas semanas, eu já fiquei alegre, porque sabia que ia melhorar. Agora então, com a obra quase pronta, nem se fala”, acentuou. Além das calçadas, a região também recebe intervenções complementares, como a construção de uma ciclovia próxima ao local, com 10 km até o Balão do Periquito, ampliando as opções de mobilidade ativa e uso dos espaços públicos no Riacho Fundo II. Para a autônoma Ivonete Figueiredo, 46, as obras e a nova calçada trazem mais qualidade de vida: “Antes era horrível, muito barro. Agora está muito bom, dá pra caminhar, correr. Valoriza a região e fica mais confortável para andar de bicicleta e investir na saúde”, avaliou.

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GDF reforma calçadas e estacionamentos e melhora acessibilidade e circulação no Setor Comercial Sul

Com investimento de R$ 3,1 milhões, o Governo do Distrito Federal (GDF) concluiu mais uma etapa das obras de melhoria urbana no Setor Comercial Sul (SCS) e liberou para uso novas calçadas na Quadra 6, em frente ao shopping Pátio Brasil. As intervenções priorizam acessibilidade, segurança e melhor organização da circulação de pedestres e veículos em uma região por onde circulam cerca de 150 mil pessoas diariamente. O novo trecho recebeu calçadas mais amplas, rampas de acesso, corrimãos e pisos táteis, além de adequações para garantir deslocamento mais seguro a pessoas com mobilidade reduzida. A etapa também contempla a reorganização das áreas de estacionamento, ajustes no sistema de drenagem e preparação de espaços de convivência, que vão receber quiosques, pontos de ônibus e estruturas metálicas para sombreamento. O novo trecho recebeu calçadas mais amplas, rampas de acesso, corrimãos e pisos táteis, além de adequações para garantir deslocamento mais seguro a pessoas com mobilidade reduzida | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília De acordo com o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro, os serviços entraram na fase final, com frentes concentradas no estacionamento e no paisagismo. “A gente já está na fase final, com a aplicação de parte do pavimento no estacionamento. Fizemos toda a recomposição de calçada, a instalação de pisos táteis, piso não derrapante próximo da parada e agora avançamos também na parte de paisagismo”, afirmou. Segundo ele, a obra tinha prazo inicial de um ano, mas ganhou ritmo e está em fase adiantada, em que serão concluídas a sinalização e a organização das vagas de estacionamento.[LEIA_TAMBEM] Os serviços são parte do conjunto de intervenções em andamento no SCS. Antes da Quadra 6, as quadras 3, 4 e 5 já haviam sido contempladas, com investimentos que somaram R$ 10,2 milhões. A Praça do Povo também passou por melhorias, com aplicação de R$ 1,5 milhão. Casimiro acrescenta que o trabalho no Setor Comercial Sul envolve articulação com outros órgãos do GDF para aprimorar a mobilidade urbana. “A gente também vem discutindo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) a ampliação e adequação dos pontos de parada de ônibus”, afirmou. Demanda histórica Para o administrador do Plano Piloto, Bruno Olímpio, a obra atende a uma demanda histórica da região e contribui para melhorar a circulação e a atividade econômica. “Você traz calçadas maiores, mais acessibilidade, mais segurança para quem transita aqui e também tem a questão comercial”, destacou. Segundo ele, a melhoria da infraestrutura urbana torna o setor mais atrativo para a instalação de empresas e para o dia a dia de quem trabalha no local. O administrador Bruno Olímpio ressalta que a obra atende a uma demanda histórica da região e contribui para melhorar a circulação e a atividade econômica Bruno Olímpio também ressaltou que a melhoria da infraestrutura impacta positivamente o ambiente comercial da região. Segundo ele, a reorganização dos espaços contribui para tornar o setor mais funcional no dia a dia. "Têm várias empresas, principalmente de tecnologia, que estão querendo se instalar aqui, ser um polo tecnológico do Plano Piloto, do DF, né, aqui no Setor comercial Sul. Então, essas obras trazem comodidade, trazem segurança, trazem infraestrutura para quem quer vir instalar sua empresa aqui e principalmente para quem trafega por aqui diariamente". Empresários e comerciários comemoram Entre comerciários e empresários, a avaliação é positiva com a conclusão das intervenções. Gerente de uma drogaria na Quadra 6, Francisco Denis Melo de Souza destaca que as melhorias nas calçadas e na organização dos espaços contribuem para tornar o Setor Comercial Sul mais acessível e acolhedor para quem circula diariamente pela região. Para ele, a qualificação do ambiente urbano favorece tanto o fluxo de pedestres quanto a atividade comercial, com impacto direto na experiência de clientes e trabalhadores. Há mais de 30 anos com quiosque no local, Sidney Martins avalia que a intervenção trouxe ganhos claros para o dia a dia de quem circula pelo Setor Comercial Sul. Segundo ele, a nova configuração das calçadas tornou o ambiente mais organizado, confortável e convidativo. “Dá para perceber a diferença no dia a dia. Com a calçada pronta, o espaço ficou mais organizado e agradável para quem passa”, afirmou. Ele acrescentou que a melhoria na circulação contribui para uma dinâmica mais positiva no setor, com pessoas caminhando com mais tranquilidade e permanecendo por mais tempo no local. “Dá para perceber a diferença no dia a dia. Com a calçada pronta, o espaço ficou mais organizado e agradável para quem passa” destaca Sidney Martins, dono de um quiosque no local Empresária na Quadra 5, Chaiane Luiza da Cruz Pereira reconhece a importância das intervenções realizadas no Setor Comercial Sul e avalia que a iniciativa contribui para melhorar a estrutura urbana da região. Para ela, as obras representam um avanço para quem trabalha e circula pelo setor. “A proposta é boa e a melhoria do espaço é importante para o dia a dia de quem está aqui”, afirmou, ao destacar que a qualificação das calçadas e da circulação tende a tornar o ambiente mais funcional e agradável.

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Metrô-DF divulga primeiro inventário de emissões de gases de efeito estufa

A emissão de gases poluentes pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) foi seis vezes menor do que a registrada por ônibus urbano a diesel, e até 50 vezes inferior à liberada pelos automóveis. Uma matemática favorável ao meio ambiente e para os brasilienses, que só reforça a importância do sistema metroviário para a construção de uma mobilidade urbana de baixo carbono. Esses são apenas alguns dados que constam no primeiro Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), referente ao ano-base de 2024, elaborado pelo Metrô-DF e publicado esta semana. O documento quantifica e qualifica as emissões diretas e indiretas associadas às atividades da companhia, reunindo dados de manutenção, transporte, consumo de energia, gestão de resíduos, deslocamento de pessoal e serviços administrativos. “O inventário é um marco para o Metrô-DF. Pela primeira vez, temos um retrato detalhado de nossas emissões, o que nos permite planejar ações concretas para reduzir impactos e reforçar nosso compromisso com a agenda climática do Distrito Federal. O transporte metroviário já se mostra uma alternativa sustentável e de baixo carbono, e queremos avançar cada vez mais nesse caminho”, afirmou Handerson Cabral, presidente do Metrô-DF. O levantamento é um passo fundamental para fortalecer a gestão ambiental e para subsidiar as decisões estratégicas futuras do Metrô-DF. “A partir deste diagnóstico, será possível aprimorar processos internos, repensar contratos e adotar medidas que visem à redução de emissões, sobretudo, no uso de energia elétrica, que representa nosso principal insumo”, destaca o diretor técnico do Metrô-DF, Fernando Jorge Rodrigues. O levantamento é um passo fundamental para fortalecer a gestão ambiental e para subsidiar as decisões estratégicas futuras do Metrô-DF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Conduzido pela equipe técnica da companhia, o estudo evidencia a eficiência ambiental do transporte metroviário. Isso se deve ao fato de o Brasil ter uma matriz energética majoritariamente limpa, baseada em fontes renováveis como hidrelétricas, eólicas e solares. Assim, mesmo demandando grande quantidade de energia elétrica, o metrô apresenta baixo índice de emissões, o que contribui para a sustentabilidade e reforça o compromisso com a agenda climática e com a qualidade de vida da população. Ao todo, foi registrado um total de 3.835,2 toneladas de CO₂ em 2024 emitidas pelo Metrô-DF. A maior parcela (85,9%) está associada ao consumo de energia elétrica para a operação do sistema metroviário, abrangendo trens, estações e sede administrativa. Já as emissões indiretas, provenientes de fontes não controladas diretamente pela Companhia, representaram 10,5% do total, enquanto as emissões diretas corresponderam a 3,5%. Elaborado segundo a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces), o relatório do Metrô-DF foi publicado no Registro Público de Emissões (RPE) e recebeu o Selo Prata, concedido a organizações que reportam de forma completa escopos específicos. "Pela primeira vez, temos um retrato detalhado de nossas emissões, o que nos permite planejar ações concretas para reduzir impactos e reforçar nosso compromisso com a agenda climática do Distrito Federal" Handerson Cabral, presidente do Metrô-DF Para o diretor de Planejamento do Metrô-DF, João Maciel Claro, o Selo Prata concedido ao inventário reforça o compromisso e alinhamento do Metrô-DF com uma gestão mais eficiente e transparente. “Além disso, o inventário evidencia para a população de Brasília o quanto o transporte metroviário possui baixo impacto ambiental frente aos outros transportes, mostrando que é uma ferramenta estratégica no desenvolvimento e no planejamento mais limpo e eficaz, contribuindo para uma cidade mais verde e sustentável”, acrescenta. Cuidado com a eficiência energética Além da permanente vigilância em adotar ações que reforcem o metrô como um meio de transporte mais sustentável, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) desenvolve uma série de projetos que visam ampliar a eficiência energética da empresa. Desde 2021, o Metrô-DF vem desenvolvendo iniciativas para ampliar a eficiência energética da Companhia, participando de Chamadas Públicas do Programa de Eficiência Energética, instituído pela Lei nº 9.991, de 24 de julho de 2000 e regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Assim, é possível obter recursos para a execução de projetos com a finalidade de reduzir o consumo de energia elétrica, otimizar o uso dos recursos e mitigar os impactos ambientais decorrentes da geração e distribuição de eletricidade. Por meio desses chamamentos, foram substituídas mais de 3 mil lâmpadas e luminárias convencionais por tecnologia LED nas estações Águas Claras e Concessionárias, além de toda extensão do túnel da Asa Sul, em 2022. Nos dois últimos anos, o projeto foi expandido e foram trocadas as lâmpadas do Complexo Administrativo e Operacional – CAO do Metrô, além daquelas instaladas em salas administrativas, áreas comuns, vias de acesso e o Pátio Águas Claras, destinado às manobras, testes e limpeza dos trens. A redução do consumo de energia elétrica; a maior eficiência energética e luminosa; mais segurança para trabalhos noturnos e a ampliação da vida útil dos equipamentos em até 3 vezes foram alguns dos resultados alcançados com essas ações.   *Com informações do Metrô-DF

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