Resultados da pesquisa

oftalmologia

Thumbnail

Aberta seleção para neurologia, psiquiatria e oftalmologia com salários de até R$ 16 mil 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Técnicos de enfermagem em neurologia, psiquiatras e oftalmologistas têm novas oportunidades em processos seletivos destinados à formação de cadastro de reserva, com remunerações que chegam a R$ 16.030,94. As contratações poderão ocorrer em regime indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 24 e 36 horas semanais.  Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho(a) em reunião escolar, auxílios maternidade e paternidade estendidos e auxílio-funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Veja abaixo.  ⇒ Técnico de enfermagem em neurologia O Edital  nº 071/2026 prevê cadastro de reserva com remuneração bruta de R$ 3.405,40 e carga horária mínima de 36 horas semanais.  Para participar, é necessário ter formação técnica em enfermagem reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses na assistência a pacientes internados. Também é exigida experiência mínima de seis meses em videoeletroencefalografia, exame conhecido como vídeo-EEG e utilizado para registrar, simultaneamente, a atividade elétrica cerebral e as manifestações clínicas do paciente. Entre os diferenciais estão experiência com pacientes neurológicos, certificação em Suporte Básico de Vida (BLS) ou Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) e curso complementar com ênfase em vídeo-EEG. ⇒ Psiquiatra O Edital nº 072/2026 contempla cadastro de reserva com remuneração bruta de R$ 16.030,94 e carga horária mínima de 24 horas semanais. Candidatos devem ter graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência completa ou título de especialista em psiquiatria e experiência mínima de seis meses na área. ⇒ Oftalmologista O Edital nº 073/2026 prevê cadastro de reserva com remuneração de R$ 13.359,56 e jornada mínima de 24 horas semanais. É necessário graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM, residência ou título de especialista em oftalmologia emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, além de experiência mínima de seis meses na especialidade. A seleção considera como diferencial fellowship com duração superior a 12 meses em áreas como retina e vítreo, glaucoma, córnea, catarata e cirurgia refrativa, plástica ocular, estrabismo, oftalmopediatria, neuro-oftalmologia, uveítes, oncologia ocular ou órbita. Inscrições As inscrições devem ser feitas exclusivamente neste link, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções.  

Ler mais...

Thumbnail

Com recursos de R$ 1,4 milhão, Hospital de Base amplia atendimento oftalmológico 

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu quatro novos equipamentos para exames e procedimentos oftalmológicos, em um investimento de R$ 1,4 milhão destinado pelo Ministério da Saúde por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Criado pelo governo federal, o PAC busca impulsionar o crescimento sustentável do país por meio da expansão e modernização da infraestrutura pública, incluindo investimentos destinados ao fortalecimento da rede assistencial do SUS. Novo equipamento, que começou a ser utilizado neste mês, permite mais precisão nos procedimentos oftalmológicos | Foto: Divulgação/IgesDF A medida vai ampliar a capacidade assistencial de um serviço que processa, em média, 330 cirurgias por mês pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de garantir mais precisão e segurança aos pacientes. “Conseguimos aumentar a quantidade de procedimentos realizados, reduzir custos e oferecer mais comodidade ao usuário”  Stefânia Diniz, chefe da Oftalmologia do HBDF  Entre os equipamentos entregues está um microscópio cirúrgico oftalmológico de última geração utilizado em procedimentos de alta complexidade, como cirurgias de catarata, glaucoma, córnea e retina. O aparelho começou a ser utilizado neste mês e representa um avanço tecnológico em relação aos equipamentos já existentes na unidade. Segundo o cirurgião oftalmológico Carlos José de Souza Júnior, do HBDF, a nova tecnologia proporciona melhor visualização das estruturas oculares, favorecendo a precisão dos procedimentos. “Nas cirurgias oftalmológicas, trabalhamos em um campo milimétrico”, explica. “Ter uma imagem mais clara e nítida permite que o profissional realize os procedimentos com maior segurança e destreza. Além disso, o equipamento tem sistema de vídeo com gravação, que também  contribuirá para a capacitação e o aprendizado das equipes”. Mais tratamentos  [LEIA_TAMBEM]Além do microscópio, o Hospital de Base, referência em oftalmologia de alta complexidade no Centro-Oeste, recebeu um fotocoagulador a laser, equipamento utilizado no tratamento de diversas doenças da retina. O aparelho é o primeiro do  tipo na unidade e permite que parte dos procedimentos seja realizada em ambiente ambulatorial, dispensando a ocupação de salas cirúrgicas. Desde a implantação, o equipamento já foi utilizado em cerca de 40 procedimentos. “O laser torna o tratamento mais acessível porque o paciente não precisa ser encaminhado para uma sala de cirurgia”, aponta a chefe da Oftalmologia do HBDF, Stefânia Diniz. “Conseguimos aumentar a quantidade de procedimentos realizados, reduzir custos e oferecer mais comodidade ao usuário.”  Também foram incorporados ao parque tecnológico da unidade um vitreófago com facoemulsificador — empregado em cirurgias de retina para tratar sangramentos, inflamações, infecções e descolamentos — e um biômetro óptico, utilizado para medições oculares essenciais no planejamento cirúrgico. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Programas deste GDF ampliam acesso a cirurgias e aceleram início de tratamento de pacientes com câncer

A ampliação do acesso à saúde pública no Distrito Federal tem se refletido na redução do tempo de espera por procedimentos e no avanço de atendimentos especializados. Com iniciativas voltadas à organização da fila e à ampliação da oferta de serviços por meio de programas instituídos por este Governo do Distrito Federal (GDF), a rede registra resultados positivos tanto na efetivação de cirurgias quanto no início do tratamento de pacientes com câncer. Na área cirúrgica, o programa OperaDF alcançou a marca de 9 mil procedimentos feitos em apenas seis meses, entre setembro de 2025 e março de 2026. No mesmo período, houve redução de 44% no tempo de espera por cirurgias eletivas, resultado associado à reorganização da demanda e à ampliação da capacidade de atendimento. Nove hospitais foram credenciados para receber tratamento oftalmológico pelo OperaDF | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Entre as especialidades contempladas, a oftalmologia recebeu reforço com o credenciamento de nove hospitais, o que permitiu ampliar a oferta de procedimentos e acelerar o chamamento de pacientes. A medida contribui para dar mais fluidez à fila e garantir que os encaminhamentos ocorram de forma mais ágil, desde a consulta inicial até a realização da cirurgia. Os avanços também alcançam a área de oncologia. Com a implementação do programa “O Câncer Não Espera e o GDF também não”, o tempo para o primeiro atendimento caiu de 81 para 17 dias. Já o início do tratamento passou a ocorrer, em média, em até 24 dias após a identificação da necessidade terapêutica. Os esforços deste GDF reduziram o tempo de espera dos pacientes por procedimentos e aumentaram a eficiência do serviço de saúde oferecido | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde A estratégia envolve a integração dos serviços, a otimização dos fluxos e o uso de ferramentas que permitem organizar o acompanhamento dos pacientes, incluindo a comunicação direta sobre consultas, exames e etapas do tratamento. Com isso, a rede pública consegue reduzir intervalos críticos e oferecer respostas mais rápidas às pessoas que precisam de cuidado contínuo. Esses resultados são reflexos de um investimento contínuo por este GDF na ampliação da assistência e na melhoria da gestão da saúde pública, com foco em garantir mais eficiência, reduzir o tempo de espera e assegurar atendimento em tempo oportuno para a população do Distrito Federal.

Ler mais...

Thumbnail

Glaucoma evolui sem sintomas e já é a principal causa de cegueira irreversível no mundo

Renato Marques tinha 30 anos quando procurou um oftalmologista para uma consulta simples: medir o grau dos óculos. Após os exames, recebeu o diagnóstico de glaucoma. Sem entender a gravidade da doença, usou o colírio prescrito por apenas um mês e interrompeu o tratamento. “Achei que estava curado”, relembra. Renato Marques foi diagnosticado com glaucoma: “Se eu soubesse antes que era algo tão sério, teria cuidado melhor e talvez evitado essa situação. Agora faço exames todos os anos” | Fotos: Divulgação/IgesDF Seis anos depois, ao retornar ao consultório para uma nova avaliação, descobriu que a doença havia avançado: “O médico explicou a gravidade da doença. Se eu soubesse antes que era algo tão sério, teria cuidado melhor e talvez evitado essa situação. Agora faço exames todos os anos”. Considerado a principal causa de cegueira irreversível no mundo, o glaucoma provoca degeneração progressiva do nervo óptico e perda permanente da visão. O problema é que a doença costuma evoluir de forma silenciosa e, na maioria das vezes, sem apresentar sintomas nas fases iniciais. “A única forma de identificar a doença precocemente é por meio de consultas regulares com o oftalmologista” Edney Moura Filho, oftalmologista do Hospital de Base  Segundo o oftalmologista Edney Resende Moura Filho, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), cerca de 90% dos pacientes não percebem sinais da doença no início. Entre os dias 8 e 14 deste mês é realizada a Semana Mundial do Glaucoma, iniciativa que busca ampliar a conscientização da população sobre os riscos da doença e reforçar a importância do diagnóstico precoce. Prevenção é fundamental O glaucoma é caracterizado pela lesão progressiva do nervo óptico, frequentemente associada ao aumento da pressão intraocular. Embora possa atingir pessoas de qualquer faixa etária, o risco aumenta com o avanço da idade. “A única forma de identificar a doença precocemente é por meio de consultas regulares com o oftalmologista”, explica Edney. Estimativas indicam que cerca de metade das pessoas com glaucoma no mundo não sabem que têm a condição. Por isso, especialistas recomendam atenção redobrada de pessoas que apresentam fatores de risco e devem manter acompanhamento oftalmológico regular. Entre os principais fatores estão histórico familiar, idade acima de 40 anos, uso prolongado de medicamentos à base de corticoide e traumas oculares prévios. A perda visual costuma ocorrer de forma gradual e silenciosa, o que contribui para o diagnóstico tardio. “Nem sempre começa obrigatoriamente pela visão periférica, mas é comum que o paciente já apresente perda de campo visual sem perceber, especialmente nas fases iniciais”, pontua o especialista. [LEIA_TAMBEM]Ao contrário da catarata, geralmente associada ao envelhecimento, o glaucoma pode surgir em qualquer idade, inclusive na infância. Foi o caso de Juliana Luzia de Souza, que nasceu com a doença devido a um fator genético. A suspeita surgiu ainda nos primeiros dias de vida, quando médicos perceberam alterações nos olhos da criança. Juliana passou pela primeira cirurgia aos três dias de vida e começou a usar óculos com apenas um mês. Hoje, aos 30 anos, já fez sete cirurgias e perdeu a visão do olho direito, mantendo apenas percepção de luz. “Como não tive a chance de fazer exames preventivos antes do diagnóstico, sei o quanto é importante realizar consultas regulares”, relata ela. “Assim é possível identificar a doença mais cedo e evitar que o quadro se agrave.” Acompanhamento contínuo A adesão ao tratamento é um dos principais desafios no controle do glaucoma. De acordo com o oftalmologista, a ausência de sintomas faz com que muitos pacientes interrompam o uso das medicações. Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com acompanhamento médico e tratamento adequado. Doença pode ser controlada com tratamento e acompanhamento médico  “Muitas pessoas param de usar o colírio por não perceberem melhora imediata ou por causa de efeitos colaterais, como irritação ocular; mesmo assim, o uso regular da medicação é essencial para evitar a progressão da doença”, orienta o médico.   Atendimento Em caso de suspeita de glaucoma ou de qualquer alteração na visão, é importante procurar avaliação médica. No Distrito Federal, o primeiro passo é buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após a avaliação inicial, caso seja necessário, o paciente será inserido no sistema de regulação e encaminhado para atendimento especializado. Consultas oftalmológicas regulares são a principal forma de prevenir a perda de visão causada pelo glaucoma. O diagnóstico precoce permite controlar a doença e reduzir o risco de cegueira. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador