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FAPDF e CNPq lançam chamada de R$ 40 milhões para fixar pesquisadores doutores no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pesquisadores com título de doutor poderão concorrer a recursos que somam até R$ 40,4 milhões para desenvolver projetos científicos, tecnológicos e de inovação no Distrito Federal. Fruto de parceria entre a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a chamada pública integra o Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Brasil (Profix Conhecimento Brasil). CNPq é um dos parceiros do edital e concederá a cada projeto aprovado uma bolsa de R$ 13 mil mensais durante 48 meses | Foto: Divulgação  “Precisamos avançar na criação de um ambiente em que nossos pesquisadores encontrem condições para permanecer no Brasil e desenvolver aqui suas carreiras” Leonardo Reisman, presidente da FAPDF A iniciativa busca atrair e manter pesquisadores qualificados no DF, fortalecer grupos de pesquisa e estimular o desenvolvimento de soluções para desafios científicos, tecnológicos, econômicos e sociais. Ao todo, poderão ser selecionados até 35 projetos, com investimento de até R$ 1.154.400 por proposta. Os recursos serão distribuídos entre as três instituições: R$ 21,84 milhões do CNPq, R$ 6,972 milhões da Capes e R$ 11,592 milhões da FAPDF. “Precisamos avançar na criação de um ambiente em que nossos pesquisadores encontrem condições para permanecer no Brasil e desenvolver aqui suas carreiras”, afirma o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. “Ao atrair e reter esses pesquisadores no Distrito Federal, fortalecemos nossas instituições e grupos de pesquisa, ampliamos a capacidade de produzir conhecimento e, principalmente, criamos condições para que esse conhecimento se transforme em inovação e em soluções para a nossa sociedade.” As inscrições ficam abertas até 27 de outubro e devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema de Informação e Gestão de Projetos da FAPDF. Cada pesquisador poderá apresentar apenas uma proposta. Um dos principais atrativos da chamada é a Bolsa Conhecimento Brasil (BCB-1), concedida pelo CNPq. Cada projeto aprovado contará com uma bolsa de R$ 13 mil mensais, por um período de até 48 meses. Além da bolsa destinada ao pesquisador responsável, os projetos poderão contar com bolsas de mestrado e doutorado financiadas pela Capes. Os recursos da FAPDF também poderão ser utilizados para complementar a bolsa do pesquisador ou conceder bolsas a estudantes e pesquisadores em diferentes etapas da formação, da iniciação científica ao doutorado. Quem pode participar Para concorrer, o pesquisador deve ser brasileiro, ter título de doutor e morar no DF ou na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). Pesquisadores que ainda não residem na região também poderão participar, desde que assumam o compromisso de se mudar para o DF ou para a Ride no início da vigência da bolsa. Outra exigência é que o pesquisador não tenha contrato ou vínculo de trabalho com instituições brasileiras no momento em que começar a receber a BCB-1. Os projetos deverão ser executados em instituições localizadas no Distrito Federal. A chamada permite a participação de universidades e centros de pesquisa, e também de empresas de tecnologia, startups e organizações voltadas ao desenvolvimento de novos negócios e tecnologias, desde que atendam às regras estabelecidas no edital. Saúde e biotecnologia  Entre os até 35 projetos que poderão ser contemplados, 18 serão destinados a temas prioritários nas áreas de saúde e biotecnologia. As outras 17 vagas poderão contemplar pesquisas de diferentes áreas do conhecimento, desde que estejam alinhadas aos objetivos do programa. Entre os temas prioritários estão doenças raras, transtorno do espectro autista (TEA), saúde mental, câncer, doenças crônicas, envelhecimento saudável, doenças neurodegenerativas, tecnologias assistivas, biotecnologia, saúde digital e inteligência artificial aplicada à saúde. Também poderão ser apoiadas pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de novos tratamentos, tecnologias para o Sistema Único de Saúde (SUS), reabilitação, prevenção de doenças e soluções para aprimorar o atendimento e a gestão da saúde. Avaliação e resultados Na análise das propostas, serão considerados critérios como qualidade e originalidade da pesquisa, clareza dos objetivos, metodologia, condições para execução do projeto e estratégias de divulgação dos resultados. O cronograma prevê a divulgação do resultado preliminar em 7 de dezembro e do resultado final em 4 de janeiro de 2027. As informações completas sobre critérios, documentos exigidos, áreas de pesquisa e demais regras estão disponíveis no edital da chamada pública.    *Com informações da FAPDF

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Programa Sorriso Perfeito, Família Feliz terá mais de 3,6 mil procedimentos odontológicos na segunda etapa

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Por meio de parceria com o Instituto Onda do Sorriso (IOS), a Secretaria da Família (Sefami-DF) dá início à segunda etapa projeto Sorriso Perfeito, Família Feliz, ação itinerante que conta com  investimento de R$ 1 milhão viabilizado por emenda parlamentar para levar atendimento odontológico gratuito a famílias em situação de vulnerabilidade social nas regiões administrativas de Planaltina, Sol Nascente e Santa Maria. Unidade móvel odontológica bem equipada vai ficar um período em cada região administrativa | Foto: Divulgação/Sefami-DF Com início marcado para 28 de setembro e vigência até fevereiro de 2027, o projeto tem como público-alvo crianças, adolescentes, adultos e idosos. A estimativa é efetuar mais de 3,6 mil procedimentos clínicos e especializados. As ações serão executadas em uma unidade móvel odontológica equipada com dois consultórios completos, sala de esterilização com autoclave e toda a infraestrutura sanitária exigida. A estrutura itinerante permanecerá cerca de um mês e meio em cada cidade, funcionando em escolas públicas parceiras de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. De 28/9 a 6/11, o atendimento será na Escola Classe 16 de Planaltina (Estância Mestre d'Armas IV). Em seguida, serão atendidas a EC Juscelino Kubitschek, em Sol Nascente/Pôr do Sol (9/11 a 18/12), e a EC 01 do Porto Rico, em Santa Maria ((21/12 deste ano a 5/2/2027).  “Restituir o sorriso de um pai, mãe ou criança significa devolver a autoestima, a capacidade de mastigar com conforto, a confiança para uma entrevista de emprego e a alegria no convívio familiar” Rafael Mazzaro, secretário da Família ​ Diferentemente de mutirões convencionais, o Sorriso Perfeito, Família Feliz garante o tratamento completo de cada paciente triado. A cartela de serviços abrange desde profilaxia (limpeza), aplicação de flúor, restaurações e extrações até procedimentos de maior complexidade, como implantes unitários e confecção de próteses dentárias (mínimo de 100 unidades). Além disso, todos os beneficiários participarão de oficinas educativas e receberão gratuitamente kits de higiene (com estojo, escova, creme e fio dental) e camisetas oficiais do projeto. A iniciativa se alinha rigorosamente às diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal (Lei 14.572/2023) e da Lei Federal nº 15.116/2025 (voltada para a reconstrução dentária de mulheres vítimas de violência doméstica), além de cumprir os objetivos da Sefami-DF no fortalecimento dos vínculos familiares e promoção da cidadania. “A saúde bucal vai muito além do bem-estar físico”, afirma o secretário da Família, Rafael Mazzaro. “Restituir o sorriso de um pai, mãe ou criança significa devolver a autoestima, a capacidade de mastigar com conforto, a confiança para uma entrevista de emprego e a alegria no convívio familiar.”​ *Com informações da Secretaria da Família

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Dia da Mulher chega à 37ª Edição

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promove, na terça-feira (1º/9), a 37ª edição do Dia da Mulher. O evento é uma das principais ações da instituição voltadas para a promoção de direitos, cidadania e acesso à Justiça, oferecendo serviços gratuitos nas áreas de assistência jurídica, proteção às mulheres, saúde e emissão de documentos. É possível, ainda, solicitar benefícios sociais e participar das ações de bem-estar e cultura. Para participar, basta levar documentos pessoais e carteira de vacinação. O evento ocorre das 8h às 14h, no Nuclão da DPDF, no Setor Comercial Norte (SCN). Vários serviços estarão disponíveis para as mulheres que se inscreverem no evento | Foto: Divulgação/DPDF  O Dia da Mulher integra o calendário permanente da DPDF voltado à promoção dos direitos das mulheres e ao fortalecimento da rede de proteção. Esta edição conta com diferentes serviços e parceiros, além de recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, para ampliar a participação e garantir atendimento mais inclusivo. Desde o início da iniciativa, em maio de 2023, o Dia da Mulher já soma mais de 70 mil atendimentos.  “Muitas vezes, por trás de uma demanda jurídica existe uma história e outras necessidades que também precisam ser acolhidas”, afirma a subdefensora pública-geral Nathália Sant’Ana de Rosa, coordenadora da ação. “Por isso, buscamos oferecer um atendimento humanizado e integral, com escuta, acolhimento e acesso a diferentes serviços no mesmo espaço.” *Com informações da Defensoria Pública do DF

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GDF unifica serviços públicos no programa DF+Digital

O tempo em que a tecnologia servia apenas para digitalizar a burocracia ficou para trás. O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou nesta sexta-feira (3) o programa DF+Digital, uma iniciativa que tem como foco a transformação digital dos serviços públicos e a modernização da gestão governamental. O conjunto de ações tem como premissa o conceito de governo digital centrado no cidadão, com a ideia de que a tecnologia não deve servir apenas ao Estado, mas também atender às necessidades reais da população. Dentro da iniciativa está o lançamento de uma plataforma, com o mesmo nome, que vai unificar o acesso do cidadão a serviços públicos. A nova tecnologia, lembrou a governadora Celina Leão, vai permitir respostas mais ágeis às demandas: “Muito mais do que entretenimento, ela tem que servir para atender o cidadão. A ideia é que, daqui a 60 dias, a pessoa entre na nossa plataforma, dê um bom-dia e pergunte: ‘Minha consulta está marcada?’. É esse nível de comunicação que nós teremos com a população do Distrito Federal” Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  Programa tem 11 projetos divididos em 67 ações de curto prazo, 38 de médio prazo e seis de longo prazo Durante o lançamento do DF+Digital, a governadora Celina Leão destacou que a tecnologia deve aproximar o Estado da população e permitir respostas mais eficientes aos serviços públicos. “Muito mais do que entretenimento, ela tem que servir para atender o cidadão”, afirmou. “A ideia é que, daqui a 60 dias, a pessoa entre na nossa plataforma, dê um bom-dia e pergunte: ‘Minha consulta está marcada?’; ‘E o boletim dos meus filhos da escola?’; ‘E a multa?’. É esse nível de comunicação que nós teremos com a população do Distrito Federal.” Além da plataforma homônima, o DF+Digital é um amplo programa estratégico estruturado em sete eixos temáticos: Serviços Públicos Digitais, Infraestrutura Digital e Conectividade, Transformação Digital da Gestão Pública, Saúde Digital, Educação Digital, Mobilidade Urbana Inteligente e Segurança Pública Integrada. Sistemas unificados     Ao todo, a iniciativa contempla 111 projetos, divididos em 67 ações de curto prazo, 38 de médio prazo e seis de longo prazo. Dentro dessas ações, está a plataforma DF+Digital, que poderá ser acessada pelo cidadão em breve. Os serviços estão na fase de unificação de sistemas, para reunir em um só lugar todas as informações úteis a cada indivíduo. Clemilton Rodrigues Junior, secretário de Governança Digital: “Vamos acabar com esse monte de entrega de documentos, de autenticação. É uma plataforma que vai atender de forma personalizada cada cidadão” A estruturação tecnológica do governo trazida pelo DF+Digital também passa por um novo arcabouço normativo, composto por sete decretos que definem diretrizes obrigatórias de governança. Entre eles, destacam-se as políticas de governança digital, de tecnologias da informação e comunicação (TIC), de dados e informação e de inteligência artificial (IA). Juntas, essas normas estabelecem diretrizes obrigatórias para todos os órgãos e entidades do GDF, com orientações claras e princípios que vão reger todo o ecossistema tecnológico e digital do DF. Para o secretário de Governança Digital e Integração, Clemilton Rodrigues Junior, o DF+Digital vai mudar a forma com que a população interage com o governo. “O objetivo é atingir a população lá na ponta, é interagir com a população de forma muito direta e intuitiva, de tal forma que a população se livre de filas”, afirma. Uma das metas da criação do programa é posicionar o DF em posição de destaque no ranking das Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, pelos moldes da ONU “Outro objetivo é integrar os vários sistemas que nós temos”, pontua. “A ideia é que tenhamos uma plataforma, também chamada DF+Digital, para que o cidadão interaja com todos os serviços e todos os outros sistemas do Distrito Federal. Vai ser uma mudança de cultura que vai revolucionar a forma de prestação de serviço para a população.” O gestor enfatiza que o principal produto do DF+Digital é essa plataforma. “A governadora tem chamado de iFood do cidadão”, brinca o secretário. “O cidadão vai entrar por meio do gov.br e ter acesso aos dados e a todos os serviços que são prestados a ele. Então, por exemplo, se ele tem uma consulta marcada, ele tem um alerta. Se ele quer marcar uma consulta, tem outro alerta, personalizado para o ícone que ele quer. Se ele tem uma dívida com o GDF, quer pagar um imposto ou realizar um serviço, será tudo diretamente por essa plataforma. Vamos acabar com esse monte de entrega de documentos, de autenticação… nada disso. É uma plataforma que vai atender de forma personalizada cada cidadão.” Rumo ao destaque nacional Um dos objetivos centrais da medida é posicionar o Distrito Federal no topo do ranking das Cidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, como sugere a Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso, o GDF quer avançar no processo de certificação das normas internacionais ISO 37120, 37122 e 37123, o que tornará Brasília a primeira cidade do Centro-Oeste a alcançar esse marco. Como parte desse esforço, nasceu o Observatório do Olhar DF, uma plataforma oficial que reúne mais de 150 indicadores urbanos baseados em dados abertos para direcionar as políticas públicas de forma fundamentada. Com esses resultados, o DF pretende conquistar o Selo Platina de Cidade Sustentável e os selos Bronze de Cidade Resiliente e Inteligente. [LEIA_TAMBEM]O programa também estabelece metas claras para reduzir os custos diretos e indiretos nas transações entre os cidadãos e as entidades públicas, ao simplificar a experiência do usuário e promover a competitividade das empresas por meio da desburocratização. Nova governança e inteligência artificial Para preparar o quadro técnico do governo, o programa lançará uma capacitação em inteligência artificial voltada aos servidores, fruto de parceria com o Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA) e a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Nunes (UnDF). Essa formação instruirá os agentes públicos a respeito das possibilidades, dos limites e da aplicação ética e segura da IA nos serviços oferecidos à população. Além disso, o GDF está na fase final de elaboração do Livro Verde, um documento técnico-consultivo com boas práticas de IA estruturado em parceria com o Tony Blair Institute for Global Change, organização sem fins lucrativos fundada pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair com atuação em mais de 40 países. Ainda na esfera interna, a SGDI desenvolveu painéis analíticos que já abastecem a Sala de Monitoramento da governadora. Somente em junho, seis novos painéis foram construídos para áreas estratégicas, fornecendo ferramentas precisas para que os gestores tomem decisões embasadas em informações organizadas, acompanhem os indicadores e avaliem os resultados práticos das políticas públicas na vida do cidadão.   *Colaborou Carlos Eduardo Bafutto    

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