Aberta seleção para psicólogo hospitalar, fonoaudiólogo e médico pediatra
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu inscrições para três novos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro reserva. As oportunidades são para psicólogo hospitalar, fonoaudiólogo e médico pediatra, com salários que chegam a R$ 18.115,68. Para o cargo de fonoaudiólogo, jornada é de 30 horas semanais | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Os editais contemplam áreas estratégicas da assistência multiprofissional e do atendimento pediátrico nas unidades administradas pelo instituto, reforçando equipes que atuam diretamente no cuidado integral aos pacientes. As contratações poderão ocorrer em regime determinado, indeterminado ou intermitente, conforme a necessidade da rede. Todos os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. Psicólogo hospitalar O Edital nº 031/2026 prevê cadastro reserva para psicólogo hospitalar, com remuneração bruta de R$ 3.527,60 e carga horária mínima de 30 horas semanais. Para participar, é necessário possuir graduação em psicologia reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Psicologia (CRP) e experiência mínima de seis meses como psicólogo na área hospitalar ou da saúde. Entre os diferenciais considerados na seleção estão residência multiprofissional, pós-graduação ou mestrado em psicologia da saúde ou hospitalar, além de cursos em avaliação psicológica no contexto hospitalar e utilização do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Fonoaudiólogo O Edital nº 032/2026 destina-se à formação de cadastro reserva para fonoaudiólogo, com remuneração bruta de R$ 4.155,57 e carga horária mínima de 30 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em fonoaudiologia reconhecida pelo MEC, registro ativo no Conselho Regional de Fonoaudiologia (Crefono) e experiência mínima de seis meses no atendimento a pacientes de média e alta complexidade em ambiente hospitalar. A seleção considera como diferenciais pós-graduação em áreas como fonoaudiologia hospitalar, disfagia, motricidade orofacial ou voz, além de experiência em manejo de traqueostomia, válvula de fonação, aspiração de vias aéreas e outros recursos utilizados na assistência hospitalar. Médico pediatra O Edital nº 033/2026 prevê cadastro reserva para médico pediatra, com remuneração bruta de R$ 18.115,68 e carga horária mínima de 24 horas semanais. Para concorrer, é necessário possuir graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) ou título de especialista em pediatria emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Também é exigida experiência mínima de seis meses em atendimento pediátrico de urgência e emergência. Entre os diferenciais avaliados está a certificação em Pediatric Advanced Life Support (PALS), voltada para suporte avançado de vida em pediatria. Inscrições As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, onde também estão disponíveis os editais completos e o cronograma dos processos seletivos. As seleções têm como objetivo a formação de cadastro reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. *Com informações do IgesDF
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Pediatra do Hospital Regional de Santa Maria faz a diferença ao atender seus pacientes vestido de super-herói
O amor pela profissão e a dedicação por cada paciente são notados no atendimento humanizado e acolhedor realizado a cada criança e família que adentra seu consultório. Para tornar a ida ao hospital um pouco menos assustadora e bem mais divertida na vida dos pequeninos, o pediatra Thiago Moisés dos Santos chega para assumir o plantão no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) fantasiado de super-herói. O médico atua no local há cinco anos. Alguns dias é o Super-Homem que vai atender, em outros, é o Homem-Aranha que surge com suas teias surpreendendo a criançada. Além dos dois emblemáticos personagens, há espaço para o Batman, Flash, Lanterna Verde, Thor, Capitão América e em ocasiões como o Natal, até o Papai Noel aparece. “A criança entende o ambiente hospitalar como se fosse algo hostil, pois ela assimila com injeção, com vacina. Então, eu tento humanizar o máximo possível. Minha missão é entregar um pouco mais no atendimento e fazer com que a criança não sinta aquele medo, aquele pavor, o que de praxe é acostumada a sentir quando entra nesse tipo de ambiente”, explica o médico. O pediatra Thiago Moisés dos Santos chega para assumir o plantão no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) fantasiado de super-herói | Foto: Divulgação/IgesDF O pediatra destaca que quer que a criança se sinta abraçada e acolhida, e que a família receba o que foi buscar, que é um atendimento digno, de qualidade e resolutivo. Além disso, que ele ainda consiga transformar essa consulta em um momento mais tranquilo e confortável para a criança. Além de a família sentir-se abraçada. Pediatria para a vida Thiago Moisés dos Santos se formou em 2011 e desde então, quando não está fantasiado, ao menos o jaleco de super-herói o acompanha, além de algo lúdico para distrair os pequenos pacientes. Ao ser questionado sobre como se sente trabalhando dessa maneira, ele destaca sua grande sensação de felicidade. “Me sinto feliz, me sinto realizado. Eu adoro, eu amo o que eu faço. É uma alegria e felicidade, um sentimento tão gostoso de sentir. Sempre sonhei ser pediatra e graças a Deus consegui. Sou feliz e realizado por isso. Eu até tenho outra especialidade, mas a Pediatria é a minha grande paixão”, afirma. O médico destaca que ser pediatra foi uma escolha feita com esmero e dedicação. Segundo ele, é muito mais do que uma profissão, é uma vocação, uma opção e uma eterna escola. “Ser pediatra foi escolher dedicar a minha vida ao cuidado e bem-estar das crianças, dos bebês, dos pequeninos, é ser o porto seguro para os pequenos e suas famílias nos momentos de fragilidade e incerteza. É ser um guardião da saúde infantil, um defensor incansável da infância, enfim, é quase transformar-se em um super-herói”, ressalta. Em sua percepção, a importância do médico pediatra vai além do diagnóstico e tratamento de doenças, pois o especialista é responsável por acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças, garantindo que elas atinjam todo o seu potencial. Além de ser um guia para os pais, orientando sobre a alimentação adequada, a importância da vacinação, os cuidados com a higiene e a prevenção de acidentes. “Ser médico pediatra é ter a nobre missão de cuidar dos pequenos seres que representam o futuro da humanidade. É ter a oportunidade de fazer a diferença na vida de uma criança, proporcionando-lhe saúde e bem-estar. É ser o herói que acalma o choro, que traz alívio para a dor, que traz esperança para os corações aflitos. A beleza de ser pediatra está na pureza e na inocência das crianças. Está em poder presenciar o sorriso de um bebê, o brilho nos olhos de uma criança ao se recuperar de uma doença, a gratidão dos pais por cuidar de seu tesouro mais precioso”, conclui. *Com informações do IgesDF
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Enfermeiros do HRSM passam por treinamento sobre assistência neonatal
Enfermeiros e técnicos de enfermagem do Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) participaram de um treinamento de atualização de assistência neonatal em sala de parto, baseado na diretriz da Sociedade Brasileira de Pediatria de 2022. O objetivo é capacitar as equipes e atualizar protocolos de atendimentos. O treinamento ocorreu no Centro de Simulação Realística da unidade, na segunda-feira (26). “É uma atualização para as equipes, porque houve uma mudança da Sociedade Brasileira do curso de reanimação neonatal e como há muitas técnicas e enfermeiras novas no nosso setor, queremos prepará-las para auxiliar o médico assistente, no caso o pediatra. Com esse treinamento haverá melhora na assistência”, explica o pediatra que ministrou o treinamento, André Simões. “Esse treinamento não substitui o curso de reanimação neonatal para profissionais de saúde, extremamente importante para o profissional realizá-lo”, ressalta. Segundo Simões, esse treinamento é apenas para atualização dos passos iniciais de reanimação neonatal, utilizados em bebês nascidos com mais de 34 semanas de gestação. No treinamento foram utilizadas diversas situações que podem ocorrer diariamente durante um parto, como o bebê nascer sem chorar ou sem respirar. Equipe de enfermagem do Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) passa por treinamento sobre assistência neonatal em sala de parto | Foto: Jurana Lopes/IgesDF “O nascimento é um momento muito importante para a vida da criança. Por isso, é fundamental que o bebê seja atendido por profissionais com conhecimento, treinamento, habilidade e experiência em reanimação neonatal, mesmo quando nenhum problema é identificado na gestação. A atuação coordenada da equipe confere qualidade ao atendimento e segurança para o bebê, principalmente no primeiro minuto de vida”, explica a chefe de enfermagem do Centro Obstétrico do HRSM, Livia De Pieri. [Olho texto=”“É fundamental que o bebê seja atendido por profissionais com conhecimento, treinamento, habilidade e experiência em reanimação neonatal, mesmo quando nenhum problema é identificado na gestação. A atuação coordenada da equipe confere qualidade ao atendimento e segurança para o bebê, principalmente no primeiro minuto de vida”” assinatura=”Livia De Pieri, chefe de enfermagem do Centro Obstétrico do HRSM” esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo as estatísticas, no nascimento, cerca de um em cada dez recém-nascidos necessita de ajuda para iniciar a respiração efetiva; um em cada 100 precisa de intubação traqueal; e até dois em cada mil requerem intubação acompanhada de massagem cardíaca e/ou medicações. O Programa de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria vem atuando desde 1994 na capacitação de profissionais de saúde com base nessas diretrizes. A monitorização rigorosa do trabalho de parto, a assistência adequada ao parto e a reanimação do recém-nascido ao nascer por profissionais capacitados são importantes estratégias para diminuir a mortalidade infantil. Estima-se que o atendimento ao parto por profissionais de saúde habilitados possa reduzir de 20 a 30% as taxas de mortalidade neonatal, enquanto o emprego das técnicas de reanimação resulte em diminuição adicional de 5% a 20% nessas taxas, levando à redução de até 45% das mortes neonatais por asfixia. *Com informações do IgesDF
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HRSM recebeu doação de quase 3 mil litros de leite materno em 2023
O Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu de doação, em todo o ano de 2023, um total de 2.940,82 litros de leite materno. Em média, são cerca de 100 mães ativas doadoras mensalmente. Além disso, também há a doação de leite das mães que estão internadas com seus bebês na unidade de terapia intensiva neonatal (Utin), na unidade de cuidados intermediários neonatais (Ucin) ou na maternidade, que resulta numa média de 50 litros de leite oriundos dessas mães. Quem decide se tornar uma doadora e é considerada apta pela equipe do Banco de Leite recebe potes de vidro com tampa plástica já para levar para casa e fazer a primeira doação, além de toucas e máscaras | Fotos: Jurana Lopes/IgesDF O ambulatório do Banco de Leite funciona de segunda a sexta, das 8h às 18h e atende de portas abertas todas as mães que precisam de ajuda com a amamentação. Em todo o ano passado, também realizou um total de 3.085 atendimentos externos para binômios (mãe e bebê). “Contamos com uma equipe multidisciplinar completa para pacientes internadas e externas, composta por fonoaudiólogo, nutricionista, pediatra, ginecologista e equipe de enfermagem para qualquer atendimento de amamentação”, informa a chefe do Serviço do Banco de Leite Humano do HRSM, Maria Helena Santos. Todo o leite arrecadado pelo Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Santa Maria passa pelo processo de pasteurização, pois além de poder ficar armazenado mais tempo, existe o controle de qualidade e, durante a pasteurização, são inativados qualquer tipo de vírus e bactérias que possam existir Segundo ela, durante os atendimentos, que tratam desde à pega correta do bebê no seio até o tratamento de fissuras e mastites, as equipes sempre orientam as mães a se tornarem doadoras, ensinando a maneira correta de ordenhar e armazenar o leite. Quem decide se tornar uma doadora e é considerada apta pela equipe do Banco de Leite recebe potes de vidro com tampa plástica já para levar pra casa e fazer a primeira doação, além de toucas e máscaras. “Temos parceria com o Corpo de Bombeiros Militar que tem uma dupla aqui no nosso Banco de Leite responsável por ir buscar as coletas nas residências todas as segundas, terças, quartas e quintas. Eles pegam os potes cheios e deixam os vazios. Além de perguntar como está a saúde da mãe e bebê”, afirma. Mensalmente, o Banco de Leite Humano do HRSM arrecada uma média de 120 litros de leite oriundos das cerca de 100 doadoras externas e mais uns 50 litros das mães internadas com seus bebês no hospital. Atualmente são 20 leitos na Utin, 15 leitos na Ucin e mais 40 leitos na maternidade. O leite é dividido e separado em cinco tipos diferentes, sendo eles: colostro, leite de transição, alcon (leite maduro/alojamento conjunto), normocalórico e hipercalórico. A partir dessa divisão, os bebês internados recebem o leite adequado para suas necessidades naquela fase “Sempre precisamos de mais doações e doadoras, porque temos uma média de 600 receptores de leite humano por mês, sendo diariamente cerca de 35 bebês alimentados com nossos estoques. No fim do mês, usamos aproximadamente 80 litros de leite”, explica. Maria Helena também ressalta a importância de ter uma reserva técnica. “Além dos prematuros, que são as prioridades, há os casos em que as mães ainda não conseguem amamentar ou que tiveram alguma intercorrência no parto. Também usamos leite do estoque nos atendimentos externos que apresentam dificuldades”, completa. Nos meses de férias, sempre há uma queda nos estoques e quando alguma mãe ativa geralmente adoece ou retorna ao trabalho, acaba parando de ser doadora. Por isso, a chefe do serviço ressalta que toda mãe que amamenta seu filho é uma potencial doadora e pode ajudar centenas de bebês. Quem tiver interesse basta procurar o Banco de Leite do HRSM ou, se preferir, se inscrever pelo site do Amamenta Brasília, ou fazer o cadastro no telefone 160 – opção 4. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Pasteurização Todo o leite arrecadado pelo Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Santa Maria passa pelo processo de pasteurização, pois além de poder ficar armazenado mais tempo, existe o controle de qualidade e, durante a pasteurização, são inativados qualquer tipo de vírus e bactérias que possam existir. Além disso, o leite é dividido e separado em cinco tipos diferentes, sendo eles: colostro, leite de transição, alcon (leite maduro/alojamento conjunto), normocalórico e hipercalórico. A partir dessa divisão, os bebês internados recebem o leite adequado para suas necessidades naquela fase. “Fazemos um mapa de visita na Utin, Ucin, Maternidade e Centro Obstétrico, e verificamos o que cada recém-nascido precisa naquele momento. Se for um prematuro extremo, por exemplo, enviamos o leite do tipo colostro ou transição, porque possui mais vitaminas e mais anticorpos. Se for um bebê maior, que só precisa ganhar peso, já mandamos o leite hipercalórico”, explica. *Com informações do IgesDF
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