Resultados da pesquisa

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Parque da Cidade recebe edição especial do evento Movimente-se: Viver 60+ neste domingo (15)

O Parque da Cidade Sarah Kubitschek recebe, neste domingo (15), uma edição especial do evento Movimente-se: Viver 60+, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). A ação é gratuita, aberta ao público de todas as idades e voltada especialmente à população idosa. A programação será realizada das 9h às 12h, no estacionamento 13, em frente à Administração do parque. A expectativa é reunir cerca de duas mil pessoas em uma manhã dedicada à promoção da saúde, do bem-estar e da integração social. Com programação variada e acesso gratuito, o evento busca incentivar a prática de atividades físicas, fortalecer a convivência comunitária e ampliar a participação dos idosos em iniciativas voltadas à qualidade de vida. Durante o encontro, artesãs do Banco de Talentos também estarão presentes expondo e comercializando seus produtos artesanais para o público. A expectativa é reunir cerca de duas mil pessoas em uma manhã dedicada à promoção da saúde, do bem-estar e da integração social | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF  Durante a programação, os participantes poderão participar de um alongamento coletivo, além de atividades de mobilidade articular, exercícios de equilíbrio e coordenação motora, práticas respiratórias e momentos de relaxamento. Professores do programa também conduzirão apresentações de dança e atividades musicais, promovendo interação e movimento entre o público presente. Além das atividades físicas, o evento também contará com serviços gratuitos de saúde, como aferição de pressão arterial e testes rápidos, oferecendo orientações e cuidados preventivos para os participantes. A iniciativa integra o programa Viver 60+, coordenado pela Sejus-DF, que atualmente atende a 11 mil pessoas idosas em 38 polos distribuídos pelo Distrito Federal. O programa oferece gratuitamente atividades como dança, yoga, ginástica, inclusão digital, rodas de conversa, atendimentos de saúde e ações educativas. A proposta é estimular o envelhecimento ativo, saudável e participativo, promovendo autonomia, bem-estar e maior integração social para a população idosa do DF. *Com informações da Sejus-DF

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Pesquisa apoiada pela FAPDF revela impactos emocionais da pandemia em idosos

A campanha Janeiro Branco é um mês dedicado à conscientização sobre a saúde mental e convida à reflexão sobre cuidado, escuta e bem-estar ao longo de todas as fases da vida. Nesse contexto, o impacto da pandemia da covid-19 sobre a população idosa foi além dos riscos físicos associados à doença. O isolamento social, o medo da morte, as perdas afetivas e a sobrecarga de informações negativas afetaram profundamente a saúde mental de pessoas com 60 anos ou mais, levantando questões importantes sobre envelhecimento, sofrimento psíquico e estratégias de enfrentamento em momentos de crise. A pesquisa “Percepções de idosos infectados e não infectados pelo SARS-CoV-2 sobre o envelhecimento, morte e saúde mental: uma abordagem qualitativa e ecumênica”, desenvolvida na Universidade Católica de Brasília (UCB), buscou compreender como os idosos vivenciaram esse período, considerando o papel da religiosidade e da espiritualidade no cuidado emocional. O estudo contou com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital Demanda Espontânea, com investimento de R$ 70 mil, e foi coordenado pelo pesquisador Vicente Paulo, docente e pesquisador na área da Gerontologia e da Saúde Mental. Professor Vicente Paulo, coordenador do projeto, durante a capacitação das pessoas idosas para utilizarem o aplicativo Eu Confio | Foto: Arquivo pessoal “Envelhecer é um processo complexo, que vai muito além dos aspectos biológicos. Envolve dimensões emocionais, sociais, culturais e espirituais que precisam ser consideradas quando falamos de saúde mental e cuidado com a população idosa”, explica o pesquisador. "Investir em pesquisas que olham para as pessoas, para suas vivências e para os desafios concretos do envelhecimento é uma forma de transformar conhecimento científico em impacto social" Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, apoiar pesquisas como essa é essencial para aproximar a ciência das demandas reais da sociedade.  “Investir em pesquisas que olham para as pessoas, para suas vivências e para os desafios concretos do envelhecimento é uma forma de transformar conhecimento científico em impacto social. A FAPDF tem o compromisso de apoiar estudos que contribuam para políticas públicas mais humanas, inclusivas e conectadas com a realidade do Distrito Federal”, destaca. Envelhecimento e sofrimento psíquico em uma crise sanitária A pandemia evidenciou de forma intensa a vulnerabilidade da população idosa, não apenas do ponto de vista físico, mas também do emocional e do social. O afastamento do convívio social, a exposição constante a notícias negativas e a vivência do luto impactaram diretamente o bem-estar emocional desse grupo. Diante desse cenário, a pesquisa partiu de uma pergunta central: quais fatores ajudam a proteger a saúde mental dos idosos em contextos extremos, como o vivido durante a pandemia? A religiosidade e a espiritualidade surgiram como elementos fundamentais para compreender como muitos idosos lidaram com o medo da morte, a solidão e o sofrimento psíquico. Respeito à diversidade religiosa e políticas públicas Diferentemente de estudos baseados exclusivamente em dados quantitativos, a pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, permitindo ouvir diretamente os idosos e compreender suas narrativas, sentimentos, medos, esperanças e estratégias pessoais de enfrentamento. Tela inicial do aplicativo Eu Confio  A pesquisa segue uma abordagem ecumênica, ou seja, considera de forma aberta e inclusiva diferentes crenças, espiritualidades e visões de mundo, sem se restringir a uma tradição religiosa específica. O estudo contempla desde o catolicismo, protestantismo e espiritismo até religiões de matriz africana, judaísmo, islamismo, espiritualidades não institucionais e também a não religiosidade. “A pesquisa mostra que a religiosidade e a espiritualidade, em suas diferentes expressões, foram importantes estratégias de enfrentamento para muitos idosos. Nosso objetivo foi ouvir essas experiências com respeito, sem privilegiar crenças específicas”, afirma o pesquisador Vicente Paulo. Os resultados da pesquisa oferecem contribuições importantes para o planejamento de políticas públicas voltadas à saúde mental da população idosa, especialmente em situações de emergência sanitária. O estudo indica que religiosidade, espiritualidade e senso de comunidade podem atuar como fatores de proteção emocional, apontando para a importância de ações mais integradas, que dialoguem com instituições comunitárias, religiosas e redes de apoio já existentes nos territórios. Um dos desdobramentos da pesquisa foi o desenvolvimento do aplicativo Eu Confio, concebido como uma solução tecnológica experimental voltada ao apoio emocional e espiritual de pessoas idosas. Criado a partir das necessidades identificadas durante as entrevistas qualitativas, o app foi estruturado de forma ecumênica e pensado para uso em dispositivos móveis acessíveis. O aplicativo passou por etapas de prototipação e testes com idosos, incluindo avaliações de usabilidade e aplicabilidade no âmbito do estudo.  Embora tenha havido a intenção inicial de dar continuidade à iniciativa, o app foi descontinuado após o término do projeto, permanecendo como um desdobramento experimental da pesquisa e um exemplo de como os achados científicos podem se traduzir em soluções inovadoras voltadas ao cuidado integral e à saúde mental da população idosa. *Com informações da FAPDF  

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Pdad Ampliada aponta que mais de 287 mil idosos do Distrito Federal estão conectados à internet

No Distrito Federal, dos 378 mil idosos que possuem algum dispositivo, 287 mil estão conectados à internet, segundo dados da última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A), do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Pesquisa aponta que dos 378 mil idosos do DF que possuem algum dispositivo, 287 mil estão conectados à internet | Foto: Divulgação/IPEDF Entre os equipamentos mais utilizados estão os celulares, presentes em mais de 87% dos lares de idosos, seguidos pelos tablets, que correspondem a 6,3%. Já entre os dispositivos que têm acesso à internet, o smartphone/tablet é predominante no DF (98,4%), com percentual superior a 90% em todas as regiões administrativas. A novidade é que, no Distrito Federal, a conectividade por Smart TV ultrapassou a de notebooks e computadores em 11 regiões administrativas, com destaque para Águas Claras e Sudoeste/Octogonal. [LEIA_TAMBEM]Enquanto no DF 75,9% dos idosos, no total,  possuem acesso à internet, esse percentual ultrapassa 90% no Sudoeste/Octogonal (93,3%), em Águas Claras (91%) e no Lago Sul (90,3%). Já as regiões com os menores índices de idosos conectados são a Fercal (54,3%) e o Varjão (57,4%). “A conectividade das pessoas idosas pode evitar o isolamento social e contribuir na criação de redes que promovem uma vida social mais ativa, além de facilitar o acesso aos serviços públicos ofertados”, observa a diretora de Estatística e Pesquisa Socioeconômica do IPEDF, Francisca Lucena. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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Sobradinho II ganha novo núcleo do Viver 60+ e programa amplia atendimento no DF

Aos 64 anos, Márcia Pena redescobriu a alegria de viver. Após enfrentar uma depressão profunda pela perda da mãe, encontrou no programa Viver 60+ um novo propósito. “Além de aprender a cuidar de mim por dentro e por fora, eu me divirto. É maravilhoso e mudou minha vida. Isso não tem preço”, conta a aposentada. Ela participa das atividades oferecidas pelo programa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), como ginástica, artesanato e dança, e esteve presente na inauguração do novo núcleo do Viver 60+ em Sobradinho II, que reuniu mais de 50 participantes no último sábado (22). Programa Viver 60+ atende mais de 2,5 mil pessoas idosas em 15 cidades do Distrito Federal, oferecendo saúde, lazer e inclusão | Fotos: Jhonatan Viera/Sejus-DF Criado em 2024, o Viver 60+ já atendeu mais de 2,5 mil pessoas idosas e conta com 23 polos espalhados por 15 cidades do DF, incluindo Asa Sul, Água Quente, Ceilândia, Taguatinga, Santa Maria, Samambaia, São Sebastião, Guará II, Sobradinho, Sobradinho II, Recanto das Emas, Planaltina e Riacho Fundo II. Agora, o programa entra em uma nova fase de expansão, ampliando os serviços prestados à população idosa de seis cidades. Parceria Em fevereiro, a Sejus firmou parceria com o Instituto Latino-Americano de Educação para a Segurança (Ilaes), que ficará responsável pela execução de diversas atividades em seis núcleos fixos de atendimento. As unidades estarão localizadas no Plano Piloto, Itapoã, Samambaia, São Sebastião, Recanto das Emas e Ceilândia. Com essa ampliação, o Viver 60+ fortalece a missão de levar mais qualidade de vida à população idosa do DF, proporcionando espaços estruturados para atividades voltadas à saúde, inclusão, lazer e socialização. Para Eliane Gomes, 65 anos, a chegada do programa à sua região significa mais qualidade de vida. “Eu já participava da ginástica, dança cigana, hidroginástica e do forró na unidade de Sobradinho, mas agora, com o núcleo aqui, vou conseguir fazer todas as atividades pertinho de casa”, comemora. “Esse programa é a melhor coisa que existe. É alegria, é saúde. Hoje, sou mais feliz por causa dele”. A aposentada Eliane Gomes comemora a chegada do Viver 60+ à cidade onde mora: “Esse programa é a melhor coisa que existe. É alegria, é saúde. Hoje, sou mais feliz por causa dele” Cuidado com a saúde Além da ampliação dos núcleos, o Viver 60+ também expandiu a oferta de serviços. Agora, os idosos têm acesso a acompanhamento psicológico, fisioterapia, atividades lúdicas, aulas de dança, rodas de conversa, hidroginástica, passeios e cuidados especializados de saúde. A parceria com a organização da sociedade civil (OSC) Ilaes também permitirá que a Sejus amplie ainda mais o alcance do programa, possibilitando novas colaborações com organizações não governamentais (ONGs) e instituições privadas. Isso significa que mais pessoas idosas poderão ser beneficiadas e ter acesso a um envelhecimento mais ativo e saudável. “O Viver 60+ vai muito além da prática de atividades físicas ou culturais. Ele representa uma nova forma de enxergar o envelhecimento, com mais dignidade, bem-estar e oportunidades. Queremos que as pessoas idosas do DF tenham espaços fixos onde possam se cuidar, socializar e se sentir valorizadas. Essa ampliação, com núcleos estruturados e uma rede parceira, nos permite transformar cada vez mais vidas”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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