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preservação ambiental

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Limpeza no Lago Paranoá retira 280 kg de resíduos

Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Militar do Distrito Federal, por meio da Companhia Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), realizou uma operação de limpeza e preservação ambiental no Lago Paranoá, nas proximidades da Ponte JK. A ação ocorreu entre 8h e 12h e contou com o apoio do Grupo de Resposta Rápida (GRR) da Polícia Rodoviária Federal (PRF).  Equipes especializadas atuaram na retirada de resíduos sólidos acumulados nas margens e no fundo do lago | Foto: Divulgação/PMDF A operação mobilizou cerca de 20 mergulhadores e equipes especializadas, que atuaram na retirada de resíduos sólidos acumulados nas margens e no fundo do lago, contribuindo para a preservação ambiental e a manutenção do lago. Além de contribuir para a preservação da qualidade da água, a retirada desses resíduos reduz os riscos à fauna aquática, evita a degradação dos habitats, fortalece a segurança da navegação e das atividades esportivas e recreativas realizadas no Lago Paranoá, além de preservar um dos mais importantes cartões-postais de Brasília. Durante a ação, os mergulhadores realizaram buscas subaquáticas em áreas de difícil acesso, localizando e removendo materiais que permaneciam ocultos sob a superfície e que poderiam causar impactos ambientais por longos períodos.  Com a operação, a Polícia Militar do DF reforça a importância da conscientização da população sobre o descarte correto de lixo Ao término da operação, foram retirados aproximadamente 280 quilos de resíduos sólidos. Entre os materiais recolhidos estavam garrafas plásticas, latas, embalagens diversas, peças metálicas, pneus e até mesmo uma televisão descartada irregularmente no espelho d’água, evidenciando os impactos causados pelo descarte inadequado de resíduos. A quantidade e a diversidade dos objetos encontrados reforçam a importância da conscientização da população sobre o descarte correto de lixo. Muitos dos materiais recolhidos podem levar décadas para se decompor, causando danos significativos ao ecossistema aquático. A Polícia Militar do Distrito Federal, por meio da Companhia Lacustre do BPMA, reafirma seu compromisso com a proteção dos recursos naturais e destaca a importância da participação da sociedade na preservação ambiental, por meio de práticas responsáveis que contribuam para a conservação do Lago Paranoá para as futuras gerações.  *Com informações da PMDF

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Riacho Fundo II ganha primeiro papa-entulho e amplia descarte correto de resíduos no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta quarta-feira (14), o primeiro papa-entulho do Riacho Fundo II. A entrega do equipamento, que integra a política de descarte correto de resíduos do DF, contou com a presença da governadora em exercício do DF, Celina Leão, e marca a ampliação da rede de pontos de entrega voluntária (PEVs) voltados ao recebimento de entulho e materiais inservíveis. Localizado na QN 20, Conjunto 1, Lote 1, o novo papa-entulho recebeu investimento de R$ 465 mil, com recursos do Banco do Brasil, e ocupa uma área de mil m². O espaço foi projetado para receber resíduos da construção civil de pequeno porte, móveis velhos, restos de poda, materiais recicláveis e óleo de cozinha usado, contribuindo para a preservação ambiental, a organização urbana e a redução do descarte irregular em vias públicas, áreas verdes e terrenos baldios. Celina Leão: “Quando a gente cria um papa-entulho, a gente traz um local adequado para que a comunidade possa descartar um outro tipo de material que antes ficava jogado e abandonado no meio da cidade. Essa política nunca parou, nós vamos ampliar ainda mais e criar mais papa-entulhos pelo DF” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Quando a gente cria um papa-entulho, a gente traz um local adequado para que a comunidade possa descartar um outro tipo de material que antes ficava jogado e abandonado no meio da cidade. Essa política nunca parou, nós vamos ampliar ainda mais e criar mais papa-entulhos pelo Distrito Federal. Nós queremos uma cidade cada vez mais limpa”, afirmou Celina Leão. Com a unidade do Riacho Fundo II, o Distrito Federal passa a contar com 25 papa-entulhos em funcionamento. Os equipamentos são administrados pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e têm papel estratégico no enfrentamento aos pontos de despejo irregular, que geram impactos ambientais, custos adicionais ao poder público e prejuízos à qualidade de vida da população.   Entre 2019 e 2025, este GDF ampliou de forma significativa a rede de equipamentos de descarte. Nesse período, foram instalados 689 papa-lixos e 15 papa-entulhos em diversas regiões administrativas, somando-se aos pontos já existentes. Em 2025, os 24 papa-entulhos em operação receberam mais de 49 mil toneladas de resíduos, sendo cerca de 38 mil toneladas de resíduos da construção civil, 7 mil toneladas de podas e 4 mil toneladas de volumosos, como móveis descartados.  "Nós queremos uma cidade cada vez mais limpa” Celina Leão, governadora em exercício “Essa era uma região administrativa que ainda não tinha nenhum equipamento dessa natureza. Tínhamos 24 papa-entulhos e esse já é o 25º. Agora com um no Riacho Fundo II, a gente pode direcionar o descarte regular da população. Com esse equipamento a gente consegue minimizar o descarte irregular, que é um problema crônico de Brasília. A nossa meta é, durante esse ano, praticamente dobrar esse número de papa-entulhos”, anunciou o presidente do SLU, Luiz Felipe Cardoso. Os papa-entulhos funcionam como locais adequados para o descarte de resíduos que, historicamente, eram lançados de forma irregular nas ruas. Cada usuário pode descartar até 1 metro cúbico de material por visita. Para volumes maiores, o SLU orienta que o descarte seja feito de forma fracionada. Já obras de maior porte exigem a contratação de empresas cadastradas no órgão, que utilizam caçambas específicas e encaminham os resíduos às unidades de recebimento de entulhos (UREs). Papa-lixo e papa-entulho: qual a diferença? Embora complementares, os equipamentos atendem a diferentes finalidades. O papa-lixo é destinado ao descarte de lixo comum não reciclável, especialmente em áreas de difícil acesso para os caminhões de coleta. Já o papa-entulho recebe resíduos de pequenas obras, móveis inservíveis, podas de árvores e materiais recicláveis, sendo proibido o descarte de lixo orgânico e resíduos eletrônicos. Comunidade aprova “Hoje é um dia incrível. A gente sabe que o lixo jogado em qualquer lugar é um problema de saúde pública", destaca a aposentada Marilda Alves Moradora do Riacho Fundo II, a aposentada Marilda Alves, de 61 anos, destacou a importância do novo equipamento para a saúde pública e para a organização da cidade. “Hoje é um dia incrível. A gente sabe que o lixo jogado em qualquer lugar é um problema de saúde pública. Quando você vê que a gente conseguiu chegar a esse momento de ter um espaço adequado, é muito importante para toda a comunidade”, disse. Já o professor Edilson Abreu, de 59 anos, defende que a entrega representa um avanço histórico. “Foi uma grande luta, mas é uma luta maravilhosa. Isso traz mais qualidade de vida, mais saúde e mais limpeza. É um espaço adequado para uma população que é grande e precisava desse equipamento. O governo acertou muito com essa entrega”, avaliou. Investimentos que ampliam a qualidade de vida no Riacho Fundo II Além do reforço na política de limpeza urbana, o Riacho Fundo II tem recebido uma série de investimentos deste GDF nos últimos anos, refletindo diretamente na qualidade de vida da população e no crescimento da região. De acordo com dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a cidade está entre as que mais receberam migrantes internos, movimento impulsionado pela ampliação da infraestrutura urbana e dos serviços públicos. Localizado na QN 20, Conjunto 1, Lote 1, o novo papa-entulho recebeu investimento de R$ 465 mil, com recursos do Banco do Brasil, e ocupa uma área de mil m²  Na área de mobilidade, um dos principais destaques foi a duplicação da Avenida N3, que conecta a cidade à Estrada Parque Núcleo Bandeirante. Entregue em 2023, a obra contou com investimento de R$ 2,8 milhões e incluiu cerca de 1,2 km de pista duplicada, além da implantação de ciclovias, calçadas, drenagem, paisagismo, rampas de acessibilidade e paradas de ônibus, com aporte adicional de R$ 1,1 milhão. Outro marco importante foi a entrega do viaduto que liga o Riacho Fundo II ao Recanto das Emas, na Estrada Parque Contorno (DF-001), com investimento de R$ 30,9 milhões, beneficiando cerca de 30 mil motoristas diariamente. Os investimentos também alcançaram áreas essenciais como saúde e educação. Em 2021, a cidade passou a contar com uma nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma Unidade Básica de Saúde (UBS), obras que somaram R$ 14,6 milhões. Na educação, foram entregues o Centro Interescolar de Línguas (CIL) Riacho Fundo II, com capacidade para atender a mais de 3 mil estudantes em quatro idiomas, e o Centro de Educação Infantil (CEI) Parque do Riacho, na QN 12A, que pode atender até 560 alunos, com investimento de aproximadamente R$ 9,5 milhões.  

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Plenária apresenta resultados da gestão de áreas ambientais protegidas no DF em 2025

O Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) promoveu nesta terça-feira (9), a terceira e última plenária de planejamento de 2025. O encontro reuniu servidores da sede da autarquia e agentes de unidades de conservação para tratar de ações planejadas e executadas no ano e fazer uma prévia das atividades para 2026. Essas reuniões anuais da Sucon foram instituídas desde 2024, por meio da Instrução Normativa nº 22 e objetivam reforçar a governança com a discussão de estratégias na gestão das Unidades de Conservação (UCs) do Distrito Federal sob a responsabilidade do Brasília Ambiental. A plenária tratou de ações planejadas e executadas no ano e fazer uma prévia das atividades para 2026 | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcos Cunha, as plenárias são a possibilidade de olhar para o que foi feito, analisar e, até mesmo, modificar o prosseguimento de medidas adotadas. “É um momento de troca, para discutir as metas para as unidades de conservação, trazendo as pessoas para os projetos, para entenderem, também, o seu papel em cada ação”, comentou Cunha. Nesta edição foi apresentado o relatório das principais atividades empreendidas, com destaque para tópicos como retrospectiva das edições anteriores das plenárias, ocorridas nos meses de março e setembro; e elaboração de 14 normativos que instituíram, regulamentaram ou atualizaram alguma atividade da competência do Brasília Ambiental. Na segunda parte do encontro técnico, foram apresentadas, ainda, todas as obras realizadas nos parques ecológicos, a proposição de revisão da IN 22, com a sugestão de mudanças em alguns indicadores e as prioridades do setor para 2026. “Tudo o que foi exposto nesta reunião demonstrou o quanto o corpo técnico da Sucon se empenhou, com afinco, em importantes entregas para o meio ambiente do DF. São muitos os exemplos: o lançamento da instrução normativa de fauna exótica; a gestão das brigadas florestais na prevenção e combate aos incêndios florestais em UCs; e, mais recentemente, a criação do Fundo de Conservação do Cerrado (FCC), para o pagamento das compensações ambientais”, reconhece o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, lembra a importância da execução de um planejamento cuidadoso das áreas protegidas. “Essas unidades são essenciais não apenas para a preservação do nosso bioma, mas, principalmente, para a manutenção da qualidade de vida dos brasilienses”, conclui. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Ação plantará 15 mil mudas do Cerrado em várias regiões do DF

No próximo domingo (7), o Governo do Distrito Federal (GDF) realizará a maior edição do Dia de Plantar, evento anual instituído pelo Decreto nº 44.606, de 2023, que representa o compromisso contínuo do GDF com a restauração ecológica, a ampliação de áreas verdes e o engajamento da população na defesa de um dos biomas mais ricos do país. Neste ano, haverá o plantio de 15 mil mudas com ações simultâneas em várias regiões administrativas do DF. O ponto central da celebração será o Parque Ecológico do Cortado, em Taguatinga.  A edição de 2025 contará com 10 mil mudas fornecidas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e outras 5 mil vindas do Instituto Arvoredo. A ação envolve integração entre a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), o Instituto Brasília Ambiental, a Novacap, a Secretaria de Governo (Segov-DF), administrações regionais, comitês ambientais e da sociedade civil. "Cada uma dessas 15 mil mudas plantadas representa esperança, compromisso climático e responsabilidade com o Cerrado, que é o berço das nossas águas" Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, destaca que o evento será um marco para o DF. “Cada uma dessas 15 mil mudas plantadas representa esperança, compromisso climático e responsabilidade com o Cerrado, que é o berço das nossas águas. Agradeço a cada servidor, parceiro institucional e cidadão que se somou a esta causa. Só avançamos porque trabalhamos juntos. Seguiremos ampliando nossas áreas verdes e fortalecendo a resiliência ambiental do DF, para que as próximas gerações encontrem um território mais equilibrado, saudável e resiliente", comentou o secretário. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também reforçou a importância da união de esforços. “O Dia de Plantar mostra que, quando governo e comunidade se unem, o resultado é poderoso. Estamos aqui para reafirmar o compromisso do GDF com a proteção do Cerrado e com uma cidade mais verde para todos. Esse é um trabalho que não se faz sozinho: depende da participação de todos que acreditam em um futuro sustentável. Hoje, plantamos árvores, mas também plantamos consciência, cidadania e esperança. O Governo do Distrito Federal seguirá investindo em políticas ambientais responsáveis e na recuperação das nossas áreas naturais”, afirmou Celina. Celina Leão: "O Dia de Plantar mostra que, quando governo e comunidade se unem, o resultado é poderoso" | Foto: Divulgação/Sema-DF Desde a primeira edição, o Dia de Plantar tem expandido seu alcance e impacto ambiental. Em 2023, foram plantadas 5 mil mudas no Parque Ecológico do Guará Ezequias Heringer. No ano seguinte, mais de 10 mil mudas foram plantadas no Parque Ecológico do Riacho Fundo e em diversas regiões do DF. Serviço Dia de Plantar 2025 Data: Domingo (7), às 8h30 Local central: Parque Ecológico do Cortado, Taguatinga *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)  

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