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Rede pública do DF se destaca em concurso de redação da CLDF

A Secretaria de Educação (SEEDF) comemora o destaque dos estudantes da rede pública no Concurso de Redação 2025, promovido pela Comissão de Assuntos Sociais da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CAS/CLDF). Com o tema “O lugar onde vivo e o futuro que quero", a competição estimulou a produção textual, a reflexão sobre a realidade dos jovens e o olhar crítico sobre a sociedade. Entre os destaques está o Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, que conquistou as primeiras colocações na Categoria II (ensino médio e educação de jovens e adultos) e garantiu recursos para fortalecer as ações desenvolvidas pela unidade. O resultado revela a força do trabalho pedagógico realizado nas escolas da rede pública e o potencial dos estudantes quando encontram espaços de incentivo à escrita e ao protagonismo. O concurso reconheceu, ainda, o desempenho de diversas unidades da SEEDF. A Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Planaltina teve o maior número de redações inscritas, enquanto o Centro Educacional (CED) Várzeas se destacou pelo engajamento dos participantes. O tema do concurso de redação era "O lugar onde vivo e o futuro que quero" | Fotos: Divulgação/SEEDF Na Categoria I (ensino fundamental), o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 07 de Brasília e o CEF 16 de Ceilândia também figuraram entre os primeiros colocados. Excelência na escrita e histórico de conquistas O resultado do CEM 10 de Ceilândia é fruto de um trabalho construído ao longo dos anos com foco no desenvolvimento da escrita, da argumentação e do pensamento crítico dos estudantes. O projeto de redação, idealizado pela professora Celeste Maria Santos da Silva Napoleão e atualmente coordenado pelos professores Thiago Gabriel da Mota Queirós e Geovanna Helen Ribeiro de Melo, vem acumulando conquistas em diferentes competições. Nesta edição, o CEM 10 garantiu o primeiro lugar com Letícia Gabrielly Leite da Silva, o segundo com Agatha Joana Pereira da Silva, o terceiro com Nathan Isaque Silva de Carvalho e a sexta colocação com Ana Clara Araújo Pereira. Pelo desempenho coletivo, a unidade recebeu premiação de R$ 25 mil, além de R$ 20 mil por meio do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), via emenda parlamentar, e um tablet sorteado. Os professores Geovanna Helen Ribeiro de Melo, Celeste Maria Santos da Silva Napoleão e Thiago Gabriel da Mota Queirós dão aula de redação no CEM 10 de Ceilândia Antes do reconhecimento no concurso de redação da CLDF, a iniciativa já havia levado estudantes ao primeiro lugar no concurso Jovem Senador 2025 e à vitória no projeto Nosso Parlamento, parceria entre a CLDF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que destinou R$ 150 mil à escola. Escola como espaço de transformação Além de preparar estudantes para provas e vestibulares, o trabalho desenvolvido pelo CEM 10 busca aproximar a escola da realidade dos jovens e fortalecer o sentimento de pertencimento da comunidade. O professor Thiago Mota explica que a mudança para a sede definitiva da escola contribuiu para estreitar essa relação com os estudantes e com o território.  “O Centro de Ensino Médio da Ceilândia ficou dez anos numa escola provisória. No ano passado, a escola veio para a escola fixa, que foi reformada, a escola que fica de fato na comunidade. Então, a gente está tendo esse resultado bem positivo da interseção da escola estar no local do qual a comunidade faz parte”, explica. “Mais do que escrever uma redação, senti que estava representando a voz de muitas pessoas da minha comunidade” Leticia Gabrielly Leite da Silva, estudante do CEM 10 de Ceilândia Para Letícia Gabrielly, primeira colocada no concurso, a conquista representa mais do que uma premiação. Na redação O Pôr do Sol existe, e a comunidade não aceita ser esquecida!, a estudante transformou em texto as experiências e desafios do local onde vive. “Foi um tema que me tocou profundamente, porque fala sobre a realidade da comunidade onde vivo. Poder abordar a falta de recursos, de valorização e de visibilidade que muitas vezes afeta o nosso bairro foi algo muito significativo para mim. Mais do que escrever uma redação, senti que estava representando a voz de muitas pessoas da minha comunidade”, afirma. A estudante também destaca a importância do apoio recebido durante a trajetória escolar: “Essa conquista reforçou a certeza de que, quando acreditamos em nossos sonhos e nos dedicamos de verdade, somos capazes de alcançar objetivos que pareciam distantes. Sou muito grata aos meus professores por todo o incentivo. Essa vitória não é apenas minha, mas também de todos que fizeram parte da minha trajetória”. Confira o resultado final do concurso de redação 2025 Categoria I (ensino fundamental) 1º lugar: Sthephany Nicholy Isabelle Brito Silva (CEF 07 de Brasília) 2º: Antonio Matheus Alves Leite (CEF 16 de Ceilândia) 3º: Ana Luiza Peixoto da Silva (CEF 16 de Ceilândia) 4º: Maria Eduarda Dias de Brito (CEF 03 de Planaltina) 5º: Amanda Liride Garajau Grossi (CEF 07 de Brasília) 6º: Pedro Henrique Silva dos Santos (CEF 07 de Brasília) 7º: Maria Clara Nunes Coelho (CEF 16 de Ceilândia) 8º: Arthur Henrique Silva Ribeiro (CEF 03 de Planaltina) 9º: Eduardo Lima Kesseler (CEF 07 de Brasília) 10º: Jheniffer Cristhina Almeida Azevedo (CED Várzeas) Categoria II (ensino médio e EJA) 1º lugar: Leticia Gabrielly Leite da Silva (CEM 10 de Ceilândia) 2º: Agatha Joana Pereira da Silva (CEM 10 de Ceilândia) 3º: Nathan Isaque Silva de Carvalho (CEM 10 de Ceilândia) 4º: Mirella Regina Araujo da Silva (CED 08 do Gama) 5º: Beatriz dos Santos Barros (CEM Asa Branca) 6º: Ana Clara Araújo Pereira (CEM 10 de Ceilândia) 7º: Laura Monhol Muller (CED Várzeas) 8º: Pedro Henrique Ferreira Sales (CEM 111) 9º: Larryssa Silva de Menezes (CED 06 de Ceilândia) 10º: Lirrane Eduarda Soares Ribeiro (CED 06 de Ceilândia). *Com informações da Secretaria de Educação  

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Projeto Nave supera 400 aprovações e amplia acesso ao ensino superior 

Mais de 400 estudantes da rede pública do Distrito Federal já conquistaram uma vaga no ensino superior por meio do Núcleo de Apoio aos Vestibulandos (Nave), iniciativa que nasceu no Centro de Ensino Médio (CEM) 03 de Taguatinga e integra as ações da Secretaria de Educação (SEEDF) para fortalecer o acesso dos jovens às universidades. O projeto se consolidou como uma referência de preparação acadêmica na rede pública, ampliando horizontes, incentivando o protagonismo estudantil e mostrando o potencial transformador da educação.  Comunidade escolar se reuniu recentemente no auditório do CEM 03 de Taguatinga para celebrar conquistas dos estudantes e os três anos do projeto Nave | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Recentemente, a comunidade escolar se reuniu para celebrar os três anos de atuação do projeto em uma cerimônia que contou com a presença de estudantes, familiares, educadores e autoridades, entre elas a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Reigota Naves.  “Quando a gente mostra esses resultados, fazemos com que esses estudantes, e tantos outros que jamais ousaram pensar que aquele poderia ser o seu lugar, acreditem. A gente modifica a vida dessas pessoas” Regina Cotrim, professora e coordenadora do projeto Nave  Idealizado e coordenado pela professora Regina Cotrim, o Nave atua como um projeto de mediação pedagógica voltado para a democratização do acesso à universidade. A iniciativa prepara estudantes para processos seletivos e fortalece a permanência dos jovens em seus projetos de vida acadêmicos.  Os números refletem esse alcance: são quase 200 aprovações na Universidade de Brasília (UnB), além de vagas conquistadas no Instituto Federal de Brasília (IFB), na Universidade do Distrito Federal (UnDF), em universidades federais de diferentes estados e em programas de bolsas de estudo, como o Prouni. Atualmente, mais de 700 estudantes participam das atividades do projeto. Transformação coletiva e apoio institucional Mais do que um curso preparatório, o Nave fundamenta-se na pedagogia histórico-crítica e busca ampliar o acesso dos estudantes ao conhecimento e às oportunidades educacionais. Durante a solenidade, a professora destacou o propósito de fazer da educação um instrumento efetivo de transformação social.  A secretária de Educação, Iêdes Braga, ressaltou o papel da escola pública como espaço de oportunidades e de transformação social  “Sonhamos com uma escola pública que não fosse um lugar de passagem, mas um lugar de chegada. Um lugar onde o filho da classe trabalhadora pudesse entrar pela porta da frente da universidade e dizer: ‘Este espaço também é meu’”, declarou Regina Cotrim. “Celebrar três anos e mais de 400 sonhos realizados é provar que, quando a escola pública se organiza com rigor e com coração, ela é imbatível”, completou.  A iniciativa também recebeu reconhecimento da SEEDF. Presente à celebração, a secretária de Educação, Iêdes Soares Braga, destacou que experiências como a do Nave demonstram o potencial transformador da rede pública quando há engajamento da comunidade escolar e compromisso com os estudantes.  “O CEM 03 hoje tem uma experiência riquíssima que precisa ser compartilhada. Quando a gente mostra esses resultados, fazemos com que esses estudantes, e tantos outros que jamais ousaram pensar que aquele poderia ser o seu lugar, acreditem. A gente modifica a vida dessas pessoas”, afirmou.   A força das famílias e os voos dos estudantes  O apoio familiar é um dos pilares do projeto; durante a cerimônia, pais e mães de estudantes aprovados compartilharam momentos de emoção e gratidão com a equipe escolar “O projeto Nave demonstra na prática a força transformadora da educação pública e de qualidade. Cada aula foi como um tijolo na construção dessas aprovações; vocês transformaram uma realidade e abriram portas para o futuro” Viviane Oliveira, representante dos pais dos estudantes aprovados O sucesso do Nave também passa pelo envolvimento das famílias, que encontram no projeto um importante suporte para incentivar os sonhos dos filhos. Representando os pais dos estudantes aprovados, Viviane Oliveira emocionou o público ao ler uma carta de agradecimento à equipe pedagógica. “O projeto Nave demonstra na prática a força transformadora da educação pública e de qualidade. Vocês ofereceram o acolhimento, a estrutura e a direção certeira de que eles precisavam para navegar. Cada aula foi como um tijolo na construção dessas aprovações; vocês transformaram uma realidade e abriram portas para o futuro”, afirmou. Esse futuro já é realidade para jovens como Amy Lee Oliveira, filha de Viviane e estudante da Universidade de Brasília (UnB). Ela conta que, no início do ensino médio, enxergava a universidade pública como um objetivo distante. A perspectiva começou a mudar com o acompanhamento da equipe pedagógica e a participação em visitas guiadas. “O projeto foi muito importante na minha trajetória porque me ajudou a perceber que eu também poderia pertencer à universidade pública e que esse espaço era uma possibilidade real para mim”, relata. [LEIA_TAMBEM]Hoje, vivendo a rotina acadêmica, Amy celebra a conquista. “No começo das aulas, muitas vezes parecia que aquilo tudo que eu estava vivendo não era real. Eu ficava encantada toda vez que chegava na universidade, principalmente por perceber que um lugar que antes parecia tão distante agora fazia parte da minha vida”, comemora. Ao longo de três anos, o Nave tornou-se referência dentro da rede pública do Distrito Federal ao demonstrar que, com orientação, acompanhamento e incentivo, a escola pública pode ampliar horizontes e aproximar milhares de jovens do ensino superior. A experiência do CEM 03 de Taguatinga reforça o compromisso da SEEDF com a construção de oportunidades e com o fortalecimento de trajetórias acadêmicas bem-sucedidas para estudantes de todas as regiões do DF. *Com informações da Secretaria de Educação

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Exposição Tramas da Alma revela criatividade de alunos da rede pública

Os artistas mirins da rede pública de ensino protagonizaram um momento de sensibilidade, técnica e criatividade durante a abertura da exposição Tramas da Alma, realizada no Alameda Shopping, em Taguatinga. Desenvolvida na sala de recursos da Escola Classe (EC) 63 de Ceilândia, voltada ao atendimento educacional especializado para estudantes com altas habilidades/superdotação (AEE-AH/SD), a mostra reúne obras produzidas por alunos da rede pública do Distrito Federal e segue aberta para visitação até o dia 30 deste mês. A iniciativa evidencia como a educação inclusiva desenvolvida pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) contribui para o reconhecimento de talentos, o desenvolvimento de potencialidades e o protagonismo estudantil. Obras produzidas por estudantes da sala de recursos de altas habilidades refletem maturidade artística e sensibilidade | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Com uma coleção diversificada de temas, técnicas e estilos, as obras revelam criatividade, domínio artístico e diferentes maneiras de interpretar o mundo. Mais do que apreciar os trabalhos expostos, o público é convidado a percorrer narrativas construídas pelos estudantes, refletindo sobre sentimentos, experiências e percepções traduzidas em cores, texturas e formas. As produções demonstram maturidade artística e revelam a singularidade do olhar de cada autor. Arte sob a ótica dos estudantes e das famílias Para os jovens artistas, a exposição representa a materialização de um sonho e de muito esforço. Ismael Ferreira, de 9 anos, estudante da Escola Classe 64 de Ceilândia e um dos talentos da mostra, revelou que sua inspiração uniu a cultura pop à experimentação de materiais. "Eu me inspirei em um jogo de que gosto bastante. Usei vários tipos de tinta, tecidos e várias outras coisas. Gostei muito de fazer essa arte e estou muito feliz por estar aqui", contou. Estudantes utilizaram técnicas mistas e materiais diversos para dar vida à imaginação A estudante Emanuela Ferreira, 10 anos, da Escola Classe 33 de Ceilândia, também explorou texturas e volumes para compor sua obra. "A inspiração dessa pintura veio da minha imaginação. Usei massa acrílica, areia, cola, conchas, fita e tecido de cetim, além de tinta acrílica e lantejoulas. Fico muito alegre de ter conseguido concluir a minha obra e gostei muito do resultado", comemorou. Por trás de cada produção, há uma rede de apoio que incentiva e acompanha o desenvolvimento desses talentos. Ana Ferreira, mãe de Emanuela, destacou a importância de estimular a criatividade da filha. "Eu a incentivo bastante, apoio e acompanho o dia a dia dela. Tem dia que o quarto é uma bagunça, porque ela coloca tudo ali para facilitar o acesso, mas entendo que faz parte. É muito gratificante ser mãe de artista; é desafiador e a gente aprende todo dia com eles", compartilhou. Perspectiva pedagógica e valorização profissional O secretário-executivo substituto Jean François destacou o brilhantismo técnico, a maturidade estética e a sensibilidade humana dos estudantes [LEIA_TAMBEM]A professora itinerante Gizelly Pires, uma das organizadoras do evento, ressaltou que a iniciativa vai além da apreciação estética e contribui para a construção de projetos de vida. "Valorizar o que estamos trazendo aqui hoje é muito mais do que uma exposição. É valorizar um trabalho feito com dedicação, talento e afeto. O trabalho da sala de recursos se dá por meio de uma conscientização de que as habilidades que eles desenvolvem hoje na escola podem ser aplicadas na vida adulta e na carreira que escolherem", explicou. Gizelly também destacou o empenho da equipe escolar e da coordenação regional de ensino de Ceilândia, que garantiram a continuidade das atividades de artes plásticas durante o período de licença médica da professora titular, Cláudia Maciel. “A Secretaria de Educação tem um compromisso muito forte com a formação cidadã. E essas obras são mais que pinturas: são alma, coração e a sensibilidade de indivíduos únicos que temos na rede e que merecem ser exaltados. Quando viemos a um evento como esse, colocamos a mão no coração e dizemos: 'Realmente, o nosso trabalho está valendo a pena'", afirmou o secretário-executivo substituto da Secretaria de Educação, Jean François. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Estudantes da rede pública de ensino vão escolher novo mascote da campanha Maria da Penha Vai à Escola 

Estudantes dos anos iniciais e finais do ensino fundamental e do ensino médio da rede pública de ensino do Distrito Federal já podem participar da campanha que escolherá a mascote oficial do Programa Maria da Penha Vai à Escola (MPVE). A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), está com as inscrições abertas até 19 de junho. Os desenhos vencedores serão anunciados em 27 de agosto, durante o Encontro Formativo Agosto Lilás. “A campanha fortalece o trabalho de prevenção à violência contra meninas e mulheres dentro das escolas, ao mesmo tempo em que valoriza a participação dos estudantes e dos profissionais da educação. Queremos que a escola seja cada vez mais um espaço de respeito, igualdade e diálogo, ajudando crianças e adolescentes a identificar e combater situações de violência e machismo no dia a dia”, destaca a diretora de Educação em Direitos Humanos e Diversidade da SEEDF, Patrícia Melo. As artes selecionadas passarão a representar o Maria da Penha Vai à Escola em materiais gráficos, mídias e ações institucionais | Foto: Mary Leal/SEEDF Regras para participar As inscrições devem ser realizadas pelo professor orientador, por meio do e-mail institucional @se.df.gov.br. Para participar, o desenho precisa ser original e não poderá conter uso de inteligência artificial. Serão escolhidos dois desenhos vencedores em cada categoria: anos iniciais do ensino fundamental; e anos finais do ensino fundamental e médio. As artes selecionadas passarão a representar o MPVE em materiais gráficos, mídias e ações institucionais.  “A mascote precisa ser criativa, fácil de reconhecer e representar os valores do programa, como respeito, igualdade de gênero e a cultura de não violência. A ideia é que ela dialogue de forma simples e acolhedora com estudantes e profissionais da educação”, explica Patrícia Melo. Os desenhos serão avaliados com base nos seguintes critérios: Criatividade: deve ser conceitualmente inovador e demonstrar habilidade técnica; Fidelidade ao tema: deve apresentar relação explícita com a temática do Programa Maria da Penha Vai à Escola; Aplicabilidade: deve permitir aplicação em diferentes mídias, tanto impressas quanto digitais; Originalidade: não deve se assemelhar a marcas já existentes; Comunicabilidade: deve ser claro, conciso e transmitir a ideia proposta de forma universal; Qualidade artística: deve demonstrar qualidade na execução do desenho e expressividade. Premiação Os alunos vencedores também receberão premiações. O primeiro lugar ganhará um headphone bluetooth on-ear com microfone, enquanto o segundo lugar receberá um smartwatch com tela full touch. [LEIA_TAMBEM]Escola segura O Maria da Penha Vai à Escola é uma iniciativa pioneira que busca transformar as escolas em espaços de conscientização e diálogo sobre a violência de gênero. Nomeado em homenagem à ativista Maria da Penha Maia Fernandes, o programa tem como principal objetivo educar, informar e engajar a comunidade escolar sobre a importância da prevenção e do enfrentamento à violência contra mulheres e meninas. Por meio de palestras, oficinas, atividades educativas e debates, a iniciativa capacita educadores e estudantes para reconhecer sinais de violência de gênero, compreender suas causas e consequências e promover uma cultura de respeito e igualdade. Além disso, o programa incentiva a denúncia de casos de violência, oferece apoio às vítimas e contribui para a construção de um ambiente escolar mais seguro e acolhedor. *Com informações da Secretaria de Educação  

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