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queimadas no distrito federal

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Estudantes participam de blitz educativa sobre prevenção de queimadas

A preservação ambiental ganhou outro capítulo para além da sala de aula, quando estudantes da Escola Classe (EC) 03 de Ceilândia participaram, na última sexta-feira (12), de uma blitz educativa voltada para a prevenção de incêndios florestais e a conscientização da população sobre os cuidados necessários durante o período de estiagem. A atividade integrou ações do programa GDF na Sua Porta e aproximou os alunos de temas relacionados à preservação ambiental. A ação da Secretaria de Educação(SEEDF) foi realizada em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e faz parte de uma série de atividades educativas voltadas para a prevenção de incêndios florestais na capital.  Durante a blitz, realizada na área central de Ceilândia, os alunos conversaram com motoristas, distribuíram materiais informativos e compartilharam orientações sobre como prevenir queimadas e agir ao identificar focos de incêndio | Foto: Divulgação/SEEDF Durante a blitz, realizada na área central de Ceilândia, os alunos conversaram com motoristas, distribuíram materiais informativos e compartilharam orientações sobre como prevenir queimadas e agir ao identificar focos de incêndio. A iniciativa permitiu que os estudantes colocassem em prática os conhecimentos trabalhados em sala de aula, tornando esses alunos multiplicadores de informações.  A secretária de Educação do DF, Iêdes Braga, compareceu à blitz e falou sobre a importância de experiências que unem aprendizado e participação cidadã. "Aqui eles aprendem sobre a prevenção de incêndios florestais e sobre a preservação ambiental. Os estudantes levam esse conhecimento para suas famílias e ajudam a conscientizar a comunidade", afirmou. [LEIA_TAMBEM] Conscientização ambiental A ação reforçou a importância da preservação do Cerrado e estimulou o protagonismo estudantil, mostrando como a educação pode contribuir para a construção de comunidades mais conscientes com o meio ambiente. Segundo a coordenadora do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif), Carolina Schubart, os discentes participaram de momentos de orientação antes da atividade prática, aprendendo sobre os impactos das queimadas e as formas de prevenção.  "Eles tiveram a oportunidade de compartilhar essas informações diretamente com a população, contribuindo para ampliar a conscientização ambiental", explicou.   *Com informações da SEEDF  

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População pode ajudar a combater incêndios florestais

Onde há fumaça, há fogo. O dito popular, no contexto do período de seca mais intensa no Distrito Federal, é um convite para a população ajudar no combate aos focos de incêndios florestais e queimadas irregulares. E a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), que coordena o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), intensifica esse convite. Quem detectar um foco de incêndio pode entrar em contato direto com o Corpo de Bombeiros e, se tiver certeza de que o fogo ocorre em uma Unidade de Conservação, ligar também para o Brasília Ambiental | Foto: Divulgação/CBMDF O objetivo é que os cidadãos alertem o Instituto Brasília Ambiental e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) ao avistar focos de fogo. “Em 2021, a meta é diminuir o total de área queimada nas Unidades de Conservação (UCs) em relação ao ano passado, quando houve 50% de redução se comparado ao período anterior”, diz o titular da Sema, Sarney Filho. [Olho texto=”“Pedimos que as pessoas mandem mensagem no WhatsApp, com localização, foto e até um breve relato da situação. Vai ajudar a dimensionar equipe e equipamentos necessários ao combate”” assinatura=” Pedro Cardoso, diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (DPCIF) do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (DPCIF) do Brasília Ambiental, Pedro Cardoso, explica que, entre agosto e setembro, 99% dos focos correspondem a incêndios ambientais, ou seja, ocorrem de forma acidental, geralmente motivados por queima de restos de podas ou por bituca de cigarro. “Nesta época de baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas, a propagação do fogo é favorecida. Em contato com material combustível do Cerrado, que é propenso a incêndios, as chamas podem se alastrar rapidamente”, ele explica. Assim, quem detectar um foco de incêndio pode entrar em contato direto com o Corpo de Bombeiros, pelo número 193. Se houver certeza de que o fogo ocorre em uma UC, o Brasília Ambiental também deve ser informado, por meio do telefone (61) 99224-7202, que funciona 24 horas. “Pedimos que, se possível, as pessoas mandem mensagem no WhatsApp, enviando a localização, foto e até um breve relato da situação. Isso vai ajudar a dimensionar a equipe e os equipamentos necessários para o combate”, afirma Pedro Cardoso. De acordo com ele, em caso de dúvidas, a pessoa pode entrar em contato com um dos dois órgãos: “Estamos em linha direta com os bombeiros. Acompanhamos todos os protocolos e o deslocamento de viaturas e juntos realizamos a triagem das informações e definimos os procedimentos adequados”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Brasília Ambiental coordena o trabalho de 150 brigadistas florestais que atuam nas UCs, que incluem os parques ecológicos e distritais, frequentados pela população como opção de lazer, e unidades de uso restrito, que servem como reserva ecológica, por exemplo. A DPCIF conta com três grandes eixos de atuação: Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq); Gestão de Brigada Florestal e Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais nas Unidades de Conservação geridas pelo instituto. A Brigada Florestal está distribuída em 16 locais, sendo dez bases e seis postos avançados. As bases contam com cinco ou seis profissionais por dia e estão localizadas na sede do Brasília Ambiental, Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), Parque Distrital do Gama, parques ecológicos Águas Claras, Veredinha (Brazlândia), do Cortado (Taguatinga), do Riacho Fundo, Ezechias Heringer (Guará), do Lago Norte e do Paranoá. Já os postos avançados contam com dois profissionais, diariamente, e estão localizados nos parques ecológicos Três Meninas (Samambaia), Saburo Onoyama (Taguatinga), Olhos d`Água (Asa Norte) e Jequitibás (Sobradinho), além do Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul) e Jardim Botânico de Brasília. Serviço: Corpo de Bombeiros Militar do DF: Ligar 193 DPCIF – Instituto Brasília Ambiental: Ligar (61) 99224-7202 *Com informações da Secretaria de Meio Ambiente do DF e do Instituto Brasília Ambiental

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Evento no Eixão Norte abre a Semana do Meio Ambiente

Paisagem do Eixão Norte foi alterada por evento que comemora a semana do Meio Ambiente. Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília  O evento Meio Ambiente no Eixo abriu oficialmente a Semana do Meio Ambiente. As ações, entre as quadras 211 e 212 Norte, foram coordenadas pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema), e realizadas em parceria com órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), do governo federal e ONGs. O secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho, participou do evento e elogiou o empenho dos técnicos dos diversos órgãos do GDF para a concretização da iniciativa. “Na semana do Meio Ambiente optamos por levar à população ações práticas que ajudam a proteger o meio ambiente e assim garantir o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal”, afirmou. Secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho prestigiou evento na manhã de domingo (2/6) Sarney Filho falou também sobre as principais diretrizes do governo Ibaneis Rocha  na área ambiental, citando a  revitalização dos espaços públicos comunitários. “Queremos levar mais conforto aos parques de Brasília para que a população possa se sentir mais à vontade, mais acolhida. Quatro parques já foram recuperados”, disse. Com relação à proximidade de seca na capital, período mais favorável à propagação de incêndios florestais, o secretário enfatizou  a necessidade de dobrar os cuidados na prevenção do fogo. “Estamos tomando todas as precauções para que não haja grandes incêndios florestais este ano, que foi de muita chuva, mas também é um ano perigoso para fogo. Por mais paradoxal que possa parecer, as árvores crescem mais, têm mais folhas. Então, quando vem um período seco, elas ficam acumuladas e servem como combustível para maior quantidade de incêndio”, explicou. No Eixão A programação variada, dividida entre as tendas e o gramado, atraiu gente de todas as idades. Moradores da quadra 211 Norte,  Tales Weber e Márcia Lordelo, ambos de 69 anos, estava saindo de casa para ir ao clube, quando viu a movimentação “verde” no Eixão. Os dois resolveram conferir de perto o que estava acontecendo. Depois de visitar os diversos espaços, aproveitaram para levar uma muda de copaíba. “Vamos ver o melhor lugar para plantar a muda. E ainda tem o óleo, que é muito bom”, explicou Tales. A distribuição de mudas de plantas nativas do Cerrado foi promovida pelo Grupo de Ambientalistas da Granja do Torto (GAT).  “Estamos entregando mudas de copaíba, saboneteira, anjico e jacarandá, que são árvores que podem ser plantadas em residências e que chegam até a 2 metros e meio de altura”, explicou o presidente do GAT, Rodrigo Amaral. O Jardim Botânico de Brasília distribuiu mil sementes de plantas nativas do Cerrado, acompanhadas de material explicativo. Coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente, evento abriu as comemorações da Semana do Meio Ambiente. Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília   Realidade virtual Sucesso garantido entre a criançada  foi o espaço que apresentou conteúdos relacionados às temáticas ambientais por meio de óculos de realidade virtual. Com efeitos visuais e sonoros, os óculos possibilitam  a  imersão em um ambiente simulado. “Voei de Asa Delta sobre o Rio de janeiro e gostei muito. É maravilhoso, mas eu já conheço muita coisa de tecnologia porque quero ser agente da Interpol”, atestou Helder Lucas dos Santos, 10 anos, morador de Águas Lindas de Goiás. Gabriel Magalhães Campos, 10 anos, acompanhou a madrinha, Flávia, que estava trabalhando no Meio Ambiente no Eixo. O menino, que reside na Vila Planalto, conheceu as viaturas utilizadas pelo Corpo de Bombeiros no combate aos incêndios florestais. “As campanhas são importantes para que os homens parem de desmatar as florestas”, disse. Sentada à sombra das árvores com os filhos Natan e Luan, de 4 e 10 anos, respectivamente, a funcionária pública Emily Hatano, gostou da iniciativa da SEMA. “As crianças fizeram atividades de pinturas, vão ver o teatrinho agora e estão gostando muito de tudo”, enfatizou a moradora de Águas Claras. O evento terminou com uma roda de conversa que reuniu índios das etnias Gavião, Guarani, Wapichana e Kokama. Eles  falaram com o público sobre sua cultura e sobre os problemas que enfrentam com invasões de suas terras. A exposição de um carro  elétrico chamou a atenção das pessoas que passaram  pelo Eixão. *Com informações da Secretaria de Meio Ambiente

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Zoo orienta agentes públicos sobre resgate de animal silvestre em incêndio florestal

Integrantes do Plano de Prevenção de Combate a Incêndios Florestais fazem, até esta quarta-feira (20), curso sobre manejo de animais silvestres em caso de queimadas. A capacitação, que começou na segunda-feira (18), ocorre na Fundação Jardim Zoológico de Brasília. Integrantes do Plano de Prevenção de Combate a Incêndios Florestais fazem, até esta quarta-feira (20), curso sobre manejo de animais silvestres em caso de queimadas. Foto: Andre Borges/Agência Brasília É a primeira vez que o grupo tem aulas com a equipe do zoo. A intenção é que os servidores públicos ligados ao tema aprendam o que fazer caso encontrem um bicho ferido ou sem condições de fugir do fogo. Na terça-feira, foi a vez de os integrantes aprenderem a lidar com répteis, principalmente cobras. “Mostramos que o comportamento desses bichos muitas vezes é diferente daquilo que a gente aprendeu a achar durante a vida”, explica o diretor de Répteis, Anfíbios e Artrópodes da fundação, Alberto Gomes de Brito. Ele explicou à turma características de animais peçonhentos e como atuar, caso a cobra seja venenosa ou não. Além disso, deu dicas sobre os materiais a usar e os principais cuidados ao ter contato com o resgatado. [Olho texto='”Se houver necessidade, é importante que eles saibam fazer a contenção e a captura sem risco para a pessoa ou para o bicho”‘ assinatura=”Alberto Gomes de Brito, diretor de Répteis, Anfíbios e Artrópodes do zoo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com o diretor, muitas vezes o animal até consegue continuar no lugar, mas é preciso observar. “Se houver necessidade, é importante que eles saibam fazer a contenção e a captura sem risco para a pessoa ou para o bicho.” As aulas foram divididas em práticas e teóricas, com dias específicos para mamíferos, répteis e aves. No encerramento da atividade, eles também aprenderão sobre primeiros socorros para animais em situação de risco. Esse encontro será no hospital veterinário da fundação. De acordo com Carolina Leite Schubant, assessora técnica da Secretaria do Meio Ambiente, pasta coordenadora do plano, é comum, em incêndios florestais, encontrar animais que precisam de ajuda — especialmente cobras. Por isso, a iniciativa é tão importante, na visão dela. “Estamos capacitando os profissionais que atuam diretamente com o combate a incêndios florestais”, detalha. “A ideia é tirar o bicho da zona de perigo e chamar o resgaste.” Integrante do grupo executivo do plano, o zoológico também é acionado para atuar em resgates. É a primeira vez que o grupo tem aulas com a equipe do zoo. A intenção é que os servidores públicos ligados ao tema aprendam o que fazer caso encontrem um bicho ferido ou sem condições de fugir do fogo. Foto: Andre Borges/Agência Brasília O Plano de Prevenção de Combate a Incêndios Florestais O plano funciona como um sistema de parcerias institucionais, com mais de 20 órgãos envolvidos para a proteção do Cerrado. A estratégia é a cooperação mútua para otimizar a aplicação dos recursos humanos e materiais disponíveis. [Olho texto='”A ideia é tirar o bicho da zona de perigo e chamar o resgaste”‘ assinatura=”Carolina Leite Schubant, assessora técnica da Secretaria do Meio Ambiente” esquerda_direita_centro=”direita”] A concepção do programa foi reformulada pelo Decreto nº 37.594, de agosto de 2016. O principal objetivo é reduzir a ocorrência de incêndios florestais, em número e extensão, como ação permanente de governo. A preparação dos profissionais que trabalham na contenção das queimadas começa em março, com cursos, blitze preventivas e campanhas educativas. Além disso, são feitas oficinas para a população sobre confecção de abafador e de aceiros mecânicos e negros nas áreas de preservação. A época de combate vai de julho a novembro. Participaram do curso órgãos como: Secretaria do Meio Ambiente Polícia Militar Ambiental Instituto Brasília Ambiental (Ibram) Jardim Botânico de Brasília Corpo de Bombeiros Militar do DF Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) Floresta Nacional de Brasília Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Polícia Rodoviária Federal Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Edição: Vannildo Mendes

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